Tal como no sistema de Saúde, na Educação a sangria continua. Os efeitos perniciosos de uma péssima gestão de recursos humanos irão fazer-se sentir bem mais depressa do que eu próprio pensava.
Reformas já causam falta de professores nas escolas
Só este ano aposentaram-se 1106 docentes. Já há disciplinas com falta de oferta.
“Tivemos de distribuir dez turmas por professores de português que já tinham os horários completos. Não houve alternativa: duas professoras puseram baixas de 30 dias e não encontrámos ninguém para as substituir.” O caso, passado num agrupamento da Grande Lisboa, ilustra as dificuldades que a corrida às reformas pelos professores, associada à escassez de alternativas, começa a criar nas escolas públicas portuguesas.
Segundo dados divulgadas ontem pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), só este ano já foram anunciadas em Diário da República 1106 aposentações, muitas delas a efectivar ainda no mês de Abril. Desde 2007, são já 14 159 as saídas de quadros, com o pico a verificar-se no conturbado ano de 2008 (4976), marcado por muitas lutas entre a classe e o Ministério da Educação.
Por outro lado – ao contrário de outros tempos -a profissão é cada vez menos sedutora para os estudantes do superior, que ano após ano, vão deixando mais lugares por preencher nos cursos de Educação.
Segundo apurou o DN, há neste momento quatro áreas disciplinares – na “bolsa de recrutamento” – em que a oferta de “mão-de-obra” é quase nula: o Inglês, a Informática, a Geografia e a Físico-Química.
Março 24, 2010 at 9:04 pm
Depois faz-se como os pilotos da TAP.
Negoceia-se em vantagem.
Março 24, 2010 at 9:05 pm
Porreiro pá!
Março 24, 2010 at 9:07 pm
Ui.. existem imensos brasileiros à espera…e do cazaquistão…
Março 24, 2010 at 9:09 pm
mais informação
“Desde 2007 e até agora, março de 2010, aposentaram-se 14 159 professores e entraram nos quadros 396, portanto cerca de um por cada 36”
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=61&id_news=441720
Março 24, 2010 at 9:10 pm
Ainda a “festa” está agora a começar… hehe
Março 24, 2010 at 9:13 pm
Março 24, 2010 at 9:13 pm
Não se preocupem, caso haja falta de professores eles (ME) dão habilitações aos alunos, das novas oportunidades.
A minha filha disse-me que queria ser professora, quase lhe dei uma tareia.
Março 24, 2010 at 9:15 pm
#7
Tb acho josé. Já disse aos meus filhos que os dava para adopção, caso quisessem ser professores.
Março 24, 2010 at 9:15 pm
… ou então vão buscá-los às obras. Pelo menos muitos deles até têm qualificações.
Março 24, 2010 at 9:15 pm
Ainda me lembro muito bem quando o Valtinho
disse que isso não era problema pois recrutavam-se no estrangeiro…
Aliás os brasileiros dão óptimos professores
de Português e deve arranjar mais umas quantas áreas no resto da América Latina…
Março 24, 2010 at 9:18 pm
Quem semeia ventos colhe tempestades
Março 24, 2010 at 9:20 pm
#4
Isso é cerca de um por cada 2 x 18. Bate certo com o que o governo diz!
Março 24, 2010 at 9:21 pm
Não há problema ,equipam as escolas com uns LCDs (até dão o jeito a algum amigo) e voltamos à Telescola .
Março 24, 2010 at 9:23 pm
E se os que estão no activo meterem baixa o sistema entra em colapso.
Já pensaram nisto?
Março 24, 2010 at 9:24 pm
Bem, a minha filha diz que quando sair da escola, nunca mais entra em nenhuma. Moçoila esperta!!!
Março 24, 2010 at 9:24 pm
11# quais tempestades? A malta dos quadros do PS está toda bem e recomenda o chefe, com excepção de alguns professores e funcionários públicos enganados pela propaganda.
Março 24, 2010 at 9:25 pm
#13
Mas não é com esta falsa rede de fibra óptica.
Bem, pensando melhor o ensino era capaz de melhorar, o tempo de carregamento seria tão elevado que os alunos seriam capaz de aprender a dormir. Podiam até ficar na escola a dormir.
Março 24, 2010 at 9:29 pm
Que saudades das idiossincrasias do Valter (q nome mais pinderico…)
Março 24, 2010 at 9:31 pm
15
Fernanda, se fosse minha filha aumentava-lhe já a semanada.
Março 24, 2010 at 9:32 pm
É verdade. Acontece ainda – um caso de baixa prolongada – o professor aceitar horário por um mês. Duas semanas depois, acaba por informar a direcção que lhe surgiu outra proposta mais vantajosa, por se situar mais perto da residência e ser até final do ano lectivo, o que é absolutamente compreensível. Resultado: o horário do professor de baixa médica acaba por ser distribuído pelos colegas de grupo.
Parece que está previsto nas alterações ao estatuto um acréscimo de horário lectivo para prevenir situações como esta… alguém confirma? Fiquei surpreendida mas – apesar de todos devermos estar documentados – ainda não fui confirmar (egocentricamente, dado estar com uma redução por motivos específicos).
Março 24, 2010 at 9:41 pm
informação complementar
a “Escola Básica 2.3 Rainha Santa Isabel [referida em #4], em Coimbra, estabelecimento com muitos professores contratados” é privada, não laica e com contracto de associação.
Março 24, 2010 at 9:47 pm
coeh
quem semeou foi quem votou nele…
As tempestades colherão os portugueses
Março 24, 2010 at 9:48 pm
Caneta – Não te ponhas com ideias!!!! Não há aumentos ou a rapariga ainda começa a pensar em corrupção e a mãe está congelada e não gamou em nenhum fripó!!!!
Caneta, hoje, com devaneios…
Nota: os nomes que essa caneta jé teve e terá… é mesmo divertida.
Março 24, 2010 at 10:02 pm
Contratem brasileiras se querem ver os paizinhos todos os dias batidos na escola.
Ou sírios e libaneses para ver se isto implode de vez.
Março 24, 2010 at 10:04 pm
Acho que o eunuco andou no magrebe à procura de substitutos.
Março 24, 2010 at 10:09 pm
E mais professores se seguirão com ou sem penalização com muioto tempo de serviço ou pouco.Isto está de loucos.
Aproveito a oportunidade para relatar algo que está a acontecer e é simplesmente ridículo, quase anedótico.
Estou desde 2001 no antigo 9ºEscalão e não acedi a titular.O acordo de princípios, segundo me parece, prevê para quem devia transitar em 2009, meu caso, que esta transição se fizesse para o índice 300 e qualquer coisa sem burocracias de requerimentos e mais eduquês.
Na minha escola , a Secretaria, não sabe o que fazer na minha situação, pois segundo fui informada estou no topo da carreira de Professor.Ou seja subentende-se que não progrido mais.E onde está isso escrito ?
1-Acabaram ou não os Titulares ?
2-Os que não chegaram a esta categoria continuam sem subir de escalão ?
Alguém me sabe informar?É que fui ultrapassada por todos no Concurso para titulares, embora com habilitação académica superior à grande maioria, com 32 anos de serviço, durante os quais fui DT, Delegada e ocupei, no decurso deste tempo, todos os cargos possíveis.Estou farta de injustiças, de faz de conta que se faz e não se faz.
Só gostaria, se possível, me dessem uma opinião ou informação do que fazer, se souberem.
Não sei se há mais casos destes, mas que me deram esta informação e acrescentaram que contactada a DRE nada respondeu até hoje.Como não vi o Ofício nãO SEI.SEI QUE DESDE oUTuBRO DE 2009 TENHO O TEMPO DE SERVIÇO PARA PROGREDIR E TODAS AS CONDIÇÕES, além de uma carreira sem qualquer problema ou interrupção.Será que andam a brincar? Será que os Sindicatos conhecem estas situações ?Será que o Acordo de Princípios não serve para nada ?
Assim é natural que os professores mais velhos se reformem, mesmo que estejam nos 50 anos de idade.O inferno que se criou a todos os níveis é de pôr toda a classe docente com distúrbios mentais e a reformar-se a bem ou a mal.É o que irei fazer.Estou farta de incompetentes e de mandões que só fazem flores e nem mandar sabem, além dos interesses políticos que já entraram na Escola.
Março 24, 2010 at 10:09 pm
Pena eu ainda não poder ir! A única “inveja” que tenho na vida é dos colegas que conseguiram fugir desta selva!
Março 24, 2010 at 10:23 pm
Já faltam professores no 3º ciclo e secundário.
O 2º ciclo está cheio de contratados,já são a maioria em mtas escolas de Lx.
Quero ver como vai ser qdo não houver mesmo ninguém para dar aulas.
Os colegas das ESE não podem ainda dar aulas no 3º ciclo…
Essa situação de distribuição do horário pelos outros colegas do grupo já aconteceu na minha escola.
Março 24, 2010 at 10:28 pm
Caro Dr. Paulo Guinote
Acha mesmo que estamos perante um problema de falta de Professores?
Março 24, 2010 at 10:30 pm
#29
Não. O que não falta são XIBANGAS!
Março 24, 2010 at 10:33 pm
Xigou o Xibanga, extá ox próblema resólvidos!
Março 24, 2010 at 10:35 pm
Xibanga, resolve-se já o problema: envia-se o pessoal das DREs todo para as escolas.
Veja lá se ainda corre esse risco.
Março 24, 2010 at 10:36 pm
Não esquecer que outro dos mecanismos aberrantes que introduziram (a anterior equipa) é que os professores contratados a nível de escola só podem ter , no máximo, 12 horas lectivas. Ora, este facto dificulta ainda mais a substituição… quem aceita 12 horas por 1 ou 2 meses ?
Março 24, 2010 at 10:41 pm
E fora de contexto, mas para se animarem , vejam o que a CNN e o Waallstreet andam a dizer dos tugas!Notícias de hoje!
http://money.cnn.com/2010/03/24/markets/thebuzz/index.htm?source=ft
NEW YORK (CNNMoney.com) — Just when investors thought it was safe to stop worrying about Europe, Wall Street got a reality check from credit rating agency Fitch.
Stocks dipped Wednesday morning and the primary reason was Fitch’s downgrade of the default ratings of Portugal, which is a member of Europe’s debt-ridden PIIGS club…..
Março 24, 2010 at 10:41 pm
#33
Os umbiguistas tem que ler mais.
Não são 12 horas lectivas.
Março 24, 2010 at 10:42 pm
Xibanga suck my dick…
Março 24, 2010 at 10:48 pm
podiam aprender a dormir nas escolas, pelo menos deitavam-se cedo. Podia ser que conseguissem começar a usar os neurónios para estudar e trabalhar e não só para os telelés e os morangos com açucar e afins. Jovens cheios de dotes e de sucesso sem fazerem a ponta…sonhem meus queridos, sonhem que a realidade cai-vos em cima não tarda.
Claro que vai haver problema de falta de professores experientes. O ME prefere tratar os novos como saltimbacos desqualificando-lhes as aspirações. Hoje numa escola, amanhã num hipermercado…mas baratinhos como convèm a ruispedros e afins…esses qualificadissímos como capachos ao serviço do regime. Mas esta situação começa a deixar alguns directores à beira de um ataque de nervos…tantos para avaliar!!!
Março 24, 2010 at 10:49 pm
Ainda vão ser como os médicos..acreditem..mas também para ensinar acéfalo basta pessoal do Burkina Faso…
ocentes procuram Inglaterra para leccionar
| 2002-06-27
A falta de professores em Inglaterra e a saturação do mercado em Portugal leva os docentes portugueses a procurarem saídas profissionais fora do país. O Instituto Britânico aconselha a candidatura directamente em Inglaterra.
O espaço comum europeu e os constrangimentos do mercado de emprego podem vir a criar um novo fenómeno em Portugal. Já não são somente os estudantes a procurarem um curso universitário em Espanha. Os professores desempregados, ou com contratos, vêem a falta de professores em Inglaterra como uma saída profissional válida.
Por enquanto, e apesar da liberdade de circulação de pessoas e bens na União Europeia, a candidatura de professores portugueses a escolas inglesas (que, como noticiou o EDUCARE.PT, esta semana, têm falta de professores) é uma novidade para a qual ainda não há muitas certezas. “Trata-se de um dado novo, mas que faz todo o sentido”, declarou uma fonte do Instituto Britânico em Lisboa.
Regularmente, o Instituto Britânico, ou mesmo a Embaixada de Inglaterra em Lisboa, autenticam diplomas ou certificados de habilitações de alunos que pretendam fazer um curso de formação pós-licenciatura ou um mestrado em Inglaterra.
No entanto, é provável que os professores licenciados em Portugal, em diversas áreas, e com uma boa formação em Inglês comecem a confrontar o Instituto Britânico com a possibilidade de dar aulas em Inglaterra. “O melhor será que estes professores se candidatem directamente às escolas onde sabem que há vagas ou, então, de uma forma mais generalizada, que o façam através do Ministério da Educação”, aconselhou a mesma fonte.
A acentuada falta de profissionais docentes em Inglaterra foi noticiada pelo diário The Independent. Segundo este jornal, que cita um relatório do Ofsted, um organismo governamental de inspecção dos padrões da qualidade escolar, o problema duplicou desde o ano passado e parece estar a aumentar.
De acordo com os dados desse inquérito, muitos dos professores estrangeiros não conhecem suficientemente o currículo inglês para leccionar as suas disciplinas. Algumas das escolas foram forçadas a contratar mais de 100 docentes estrangeiros, a maioria dos quais oriundos da África do Sul, logo seguidos pela Jamaica e pelos norte-americanos.
A notícia editada no EDUCARE.PT gerou inúmeros comentários por parte de professores em busca de mais informações. Face à saturação do mercado de trabalho na educação em Portugal, a procura de emprego fora do país poderá vir a aumentar nos próximos anos.
INFORMAÇÕES ÚTEIS:
Todas as informações sobre o reconhecimento dos cursos, os meios para receber formação e sobre o que é um “classroom assistant” encontram-se em: http://www.canteach.gov.uk/routes/otts/htm. Existe também uma linha de informação para professores, disponível através do número 08456000991.
Para obter mais informações sobre como dar aulas na Inglaterra terá de contactar o General Teaching Council for England, no endereço http://www.gtce.org.uk
Outros contactos:
British Council em Lisboa- 213 924 000
Março 24, 2010 at 10:50 pm
Paulo é para ti e para quem for de história..
Março 24, 2010 at 10:51 pm
É começar a distribuir 22 horas lectivas a todos os professores da carreira.
Afinal, se os contratados com 50 e 55 anos as podem ter e as fantásticas fenprof e fne acham muito bem, então TODOS podem, não?
Março 24, 2010 at 10:54 pm
Vou ver o filme todo.
Por favor desliguem os telemóveis e não façam barulho.
Até amanhã!
Março 24, 2010 at 10:55 pm
#38:
Um blogue com interesse para quem se quiser aventurar:
http://www.daraulaseminglaterra.blogspot.com/
Março 24, 2010 at 11:05 pm
quantos deles serão professores?
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1511168
Março 24, 2010 at 11:09 pm
Os ingleses estão feitos ao bife.
Março 24, 2010 at 11:13 pm
“Não Há Problema, Contrata-Se Mão De Obra Barata”
Autocontratam-se os membros dos conselhos municipais de educação. Pode não ser barato, mas é o que há de melhor.
Março 24, 2010 at 11:21 pm
Bem tentam, mas nem todos os seniores calçaram já as pantufas…
Março 24, 2010 at 11:24 pm
#46
Assim mesmo, há que encontrá-las primeiro!
Março 24, 2010 at 11:42 pm
#46
http://antero.wordpress.com/2010/03/23/e-agora-algo-completamente-parvo/
Março 24, 2010 at 11:49 pm
A propósito de coisas parvas.
Também inventei uma, ou não.
http://arlindovsky.wordpress.com/2010/03/24/uma-nova-carreira-docente/
Março 25, 2010 at 12:02 am
#37 E ainda há mais outro factor, quantos mais contratados melhor para os directores, é que eles “dependem” do poder, e dando o exemplo da minha escola, que tem imensos colegas contratados´, é vê-los a cumprir tudo aquilo que lhes é pedido, nem ripostam… bocas caladinhas, senão o contrato não é renovado e então a avaliação nem se fala.
Acho, que é urgente uma revolução nas escolas, senão uns ficam “fragilizados psicológicamente”, outros (sortudos) reformam-se e os restantes ou são bufos ou loucos!
Março 25, 2010 at 12:03 am
…ah sim? bemfeitabemfeitabemfeita…
Março 25, 2010 at 12:05 am
…o meu comentário é ao post d Paulo…
Março 25, 2010 at 12:44 am
48,
Há os velhos e há os velhacos…
Há os simples e há os confusos…
Há titulares e há os que gostariam de o ter sido…
E não, não concorri a titular, apesar de ter tido todos os títulos (excepto o de executiva).
E não, nunca me pronunciei a favor da extinção desse título que inchava tantos.
E não, não delirei com o acordo ME/Sindicatos por terem posto fim a algo, só por inveja de muitos.
E sim, apetece-me recitar para ti um velho poema fascista:
“-Quem és tu assim tão simples?
-E tu quem és afinal?
………………..”
Março 25, 2010 at 12:57 am
Os únicos que foram incapazes de prever foram … foram… foram… bem, foram os mesmos de sempre… estes aprendizes de governantes… ainda não há muito tempo recusavam qualquer explicação assente em desmotivação! É de gritos!
Lá vai o tempo em que o exercício da governação era o corolário e o auge de uma reconhecida carreira… hoje, é mesmo o início de muitas!
Os portugueses que “se lixem” e que paguem as facturas!
Março 25, 2010 at 1:35 am
A solução para este aparente problema está a ser construida há muito tempo. Chama-se escola virtual. Um só professor pode dar aulas a todos os alunos de todas as escolas de Portugal continental, Açores, Madeira e dos seus arredores.
E se dúvidas houver, é só perguntar para que serve a formação nas “plataformas”, em que o ME está a revelar tanto empenho?
Março 25, 2010 at 1:46 am
55
versão tecnológica da telescola
“Nada se cria tudo se transforma”
Março 25, 2010 at 1:53 am
Isso da escola virtual não vai dar nada. Os alunos são tão burros e preguiçosos que não terão nenhum aproveitamento. Quanto ao José, tive-me de rir. As minhas já são formadas mas se andassem ainda na escola e dissessem que queriam ser professoras também me passava de certeza. Aqui há uns 15 anos também falaram em serem professoras mas eu disse-lhes que para ter vida de cão chegava eu. Foram então para enfermagem e medicina dentária. Se tivesse filhos ou filhas professores era uma grande tristeza tal é a situação nas escolas e o mau trato do ME.
Março 25, 2010 at 2:06 am
Uma coisa necessária para que os trabalhadores não acabem na total miséria e falta de trabalho é tributar todas as máquinas que ocupem postos de trabalho. Pensem. Se houver máquinas para fazer todas as coisas os trabalhadores vão viver de quê? Os grandes vão encher a pança até rebentarem com os lucros das máquinas, mas o pobre vai viver da caridade social? Tem de haver dignidade para com todos. Máquinas a pagar impostos e a descontar para a segurança social em favor das pessoas e segundo os postos de trabalho que ocupem. O problema dos trabalhadores têm sido as máquinas que roubam postos de trabalho mas o trabalhador não é compensado por isso. Ou as máquinas são tributadas ou temos a miséria económica para a maioria e a riqueza astronómica para dois ou três.
Março 25, 2010 at 2:16 am
O que é preciso é recuperar a agricultura.
Março 25, 2010 at 2:01 pm
Após quase 2 semanas de contactos diários e um lençol de nomes, o Director da minha Escola já desesperava para encontrar um prof para uma substituição de uma colega de Português que “pifou” e está de baixa médica! Dizia ele ontem: ” mas há ou não desemprego?! Eram 9 e tal da noite e eu a convencer uma colega a aceitar o horário”. Este grupo, o 300, com aulas no 3º ciclo e secundário começa a apresentar carências de pessoal. Sou deste grupo e, neste momento excedo o número de tempos lectivos: cais 79º, cais carapuça?!
Cá o “je” já enviou o papelucho no dia 15 deste mês. Certamente andarei a “engonhar” uns largos meses até me safar desta “crise existencial”. Sou saudável, mas no outro dia fui parar, de urgência, ao centro de saúde: stress, diz o jovem e radiante médico! Uauauu…
Nunca pensei, após tantos anos a fazer o que mais gosto (ainda, carambas!), desabafar desta forma…e, bem no fundinho de mim, ainda teria tanto para dar…E anda a Ministra da Saúde preocupadíssima com a reforma precoce de médicos com experiência…talqualmente a nossa Ministra! Mas sem os mais velhos, as escolas continuarão de vento em popa. Afinal ali ninguém morre, nem mata, apenas as escolas ficam um cadito mais definhadas. Nada que as ESE’s e seus muchachos educanheses não resolvam, n’é? Há que dar lugar aos mais novos, fazem o “mesmo” e ganham menos. Mainada!
Tal como um médico ( e outros profissionais) um professor leva anos a construir-se e nunca é um produto acabado. Mal de quem assim pensa.
Março 25, 2010 at 4:19 pm
Já me falaram que vão resolver o assunto.
Os professores formados pelas ESES passam a poder leccionar até ao secundário.
Os de matemática/ci~encias da natureza passam a poder leccionar: Física, Química, Matemática e biologia, até ao 12ºano.
Os das novas oportunidades passam a poder lecionar até ao 3ºciclo.
Os formados pelos CEF’s passam a poder lecionar até ao 2ºciclo
Março 25, 2010 at 9:47 pm
#55: Deixa-me rir. Primeiro é preciso ensinar os professores a usar essas “plataformas”. Isso é coisa para uns dez anos, no mínimo.
Março 25, 2010 at 10:03 pm
#62
O problema das plataformas é que quando aprendemos a trabalhar com uma, já inventaram outra que dizem que é melhor.
E quando a plataforma é fiável, o que nem sempre acontece, é o quadro interactivo que não funcemina, ou o quadro eléctrico vai abaixo, ou então é a rede que desconfigura, o router, ou mais não sei quê.
Um ensino dependente da tecnologia precisava de um maior investimento em meios e sobretudo em técnicos especializados a gerir e a manter tudo a funcionar. Como tem qualquer empresa de média dimensão.
Mas os socratinos nem isto terão esperteza para fazer. Como se vê com o plano dito tecnológico…
Março 27, 2010 at 12:02 am
na minha escola dois horários foram divididos pelas colegas de inglês, ninguém aceita! Já dura à 4 ou 5 meses!!!!
Milú MilÚ que fizeste tu, desgraçada?