NOVA DERROTA DA DRELVT, EM TRIBUNAL
Não satisfeita com a derrota na 1ª instância, a DRELVT perdeu também o recurso referente ao processo eleitoral da directora do Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Fernandes, em Abrantes. Na sequência da decisão do tribunal, a DRELVT foi obrigada a destituir a Directora, a nomear uma Comissão Administrativa Provisória (presidida pela directora destituída por ordem judicial) e a dar orientações para abrir um novo processo concursal para eleição de um novo director.
- Será que ninguém pede contas ao sr. DREL sobre a incompetência que tem demonstrado em muitas das suas decisões, e que só o tribunal o tem forçado a alterar?
- Será que ninguém pede/exige ao sr. DREL para divulgar os processos judiciais em que a DRELVT se tem visto envolvida, as decisões finais e os respectivos custos, nos casos de derrota da DREL?
- Será que ninguém avalia os serviços jurídicos da DRELVT que, manifestamente, têm demonstrado ser incompetentes nas interpretações que fazem das leis e que, depois, servem de base para as decisões do Sr. DREL?
- Será que ninguém avalia a importância desta incompetência na descredibilização de órgãos que deveriam ser o “porto seguro” das escolas, no apoio e esclarecimento às suas dúvidas?
- Será que ninguém tira consequências de tudo isto?Docente devidamente identificado(a)
Março 22, 2010

Março 22, 2010 at 11:14 pm
Giríssimo!
Gosto de ver as porcarias que têm feito a caírem-lhes agora em cima!
Março 22, 2010 at 11:18 pm
Pena que não se retirem as devidas ilações disto…
Março 22, 2010 at 11:19 pm
Mesmo sabendo que é feio, tenho mesmo que voltar a chamar-lhes:PALHAÇOS!
Março 22, 2010 at 11:20 pm
Vamos ver o que se segue e depois criticaremos.
Março 22, 2010 at 11:21 pm
Não acompanhei este processo. Qual o motivo da ida para tribunal? Boa coisa não foi!
Março 22, 2010 at 11:26 pm
Gostei:)
Março 22, 2010 at 11:31 pm
Ora,ora,estes tribunais estão a fazer uma campanha negra contra o governo.
Março 22, 2010 at 11:36 pm
Consultei a página da escola e vi que o Conselho Geral reuniu no dia 18 para lançar novo processo concursal para director.
Março 22, 2010 at 11:38 pm
#3:
Pode ser ofensivo para os verdadeiros palhaços, que exercem uma profissão honesta!
Março 22, 2010 at 11:38 pm
Olá Moscas, há que tempos não te via por cá!
Março 22, 2010 at 11:41 pm
Foi pena em quase todas as escolas os professores terem legitimado com a sua participação a constituição de Conselhos Gerais. Podia ter-se emperrado o processo.
Março 22, 2010 at 11:42 pm
Ó que lindo chapéu… castanho.
Naquela cabeça vai…
Março 22, 2010 at 11:43 pm
Sempre que uma DRE perde em tribunal tem de pagar as respectivas custas co dinheiro dos contribuintes.
Segundo a informação a Comissão Administrativa Provisória é presidida pela directora destituída. Que coisa gira !!!
Março 22, 2010 at 11:45 pm
#11:
Isso é o que eu digo há muito.
Desobediência civil!
Os gajos a darem uma ordem e 140 mil mânfios a desobedecerem-lhes publica e assumidamente.
Subversão pura e simples: não há governo que aguente uma situação dessas.
Isto entrava na ordem num instante.
Março 22, 2010 at 11:47 pm
A esmagadora maioria dos professores não se apercebe do poder imenso que teríamos nas mãos se fôssemos capazes de nos unir e agir colectivamente para algo mais do que marchas nocturnas e manifestações ao sábado…
Março 22, 2010 at 11:48 pm
António,acho que é isso mesmo!
Março 22, 2010 at 11:50 pm
#14
Neste caso, nem sequer era desobediência. Era apenas não participar ou fomentar listas ao CG. Ninguém é obrigado a entrar em listas.
Março 22, 2010 at 11:50 pm
António Duarte, aqui no Alentejo os maiores socretinos são da fenprof e estão nos conselhos gerais e nos conselhos executivos.
Como explicas isso?
Março 22, 2010 at 11:54 pm
Parece que afinal na secundária MF sempre houve porcaria…
Na altura, ouvi dizer, que o poder autárquico, contribuiu, e muito,para a confusão…
Ao que certas pessoas se sujeitam para chegarem/manterem ao/o poder….
Março 22, 2010 at 11:56 pm
#18:
A Fenprof não é uma organização monolítica. Embora seja frequentemente associada ao PCP, a verdade é que existem nos seus sindicatos dirigentes próximos ou ligados a outros partidos, nomeadamente o PS e o BE.
É natural que existam também socratinos, já que essa praga pegou de estaca no nosso país e nunca mais nos livramos dela. Pior do que as mimosas e os eucaliptos!
Março 22, 2010 at 11:57 pm
#18
O poder rosa, ajudado por alguns renovadores e bloquistas está a tentar estender os tentáculos. Uma coligação engraçada.
Março 23, 2010 at 12:00 am
Ahhh! Estou mais descansada!
Março 23, 2010 at 12:01 am
“A esmagadora maioria dos professores não se apercebe do poder imenso que teríamos nas mãos se fôssemos capazes de nos unir e agir colectivamente para algo mais do que marchas nocturnas e manifestações ao sábado…” (15)
Só acrescentaria “infelizmente”(não se apercebe).
Março 23, 2010 at 3:00 am
Como compreendo as questões equacionadas pelo docente no “post”! Sejam decorrentes das conivências das direcções regionais nos processos dos conselhos gerais/ directores/ avaliações/ pedagógicas (curriculares/ disciplinares ou outras)/ …
Será que ninguém avalia os custos dos processos judiciais?
Ninguém avalia os custos de funcionamento dos tribunais?
Ninguém avalia os custos do tempo e entupimento no funcionamento dos tribunais?
Ninguém avalia os custos na organização das instituições?
Ninguém avalia os custos das disfunções nas escolas?
Ninguém avalia os custos no trabalho das escolas?
Ninguém avalia os custos do desgaste psicológico/ emocional e físico dos docentes?
Ninguém avalia os custos do Tempo perdido, da inoperância e da profunda inépcia?
OS CUSTOS (materiais/ humanos e financeiros) OCORREM A MONTANTE E A JUSANTE DE CADA UMA DAS MUITAS E INCOMPETENTES DECISÕES!!!
SERÁ QUE NINGUÉM AVALIA OS CUSTOS DA INCOMPETÊNCIA? ELA NÃO É PAGA PELO M.E. OU PELAS DIRECÇÕES REGIONAIS MAS SIM PELOS IMPOSTOS DE TODOS NÓS! (acerca da avaliação que o ministério faz delas nem é necessário falar… são demasiado visíveis – viva a cultura do mérito)
ATÉ QUANDO A IMPUNIDADE ABSOLUTA NO DESEMPENHO DE CARGOS PÚBLICOS (continue-se ou não em funções)?
ATÉ QUANDO IMUNIDADE NO DESEMPENHO DE CARGOS PÚBLICOS?
ATÉ QUANDO A NOMEAÇÃO POLÍTICA PARA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA?
Acabe-se com os três últimos pontos e caminharemos a passos largos para um país mais civilizado, mais funcional, MAIS PRODUTIVO, MAIS TRANSPARENTE E MENOS CORRUPTO!
PAGAMOS IMPOSTOS! CABE-NOS, A TODOS, EXIGIR RESPONSABILIDADE!
Março 23, 2010 at 6:57 am
O modelo de gestão está para ficar. O problema está no facto de se ter deixado instalar.
Março 23, 2010 at 7:42 am
15) 23)…
Desculpem, o poder dos profs??? Para quê? Ó colegas, os profs também são do Povo… e o Povo há anos que vota centrão, sempre votou centrão!… nem imaginam o poder que o povo tem… ó pois tem! E até que o exerce (cada vez menos)! Mas parece que gosta de pancada! Ou não??? Acreditar no “poder” dos profs, era preciso saber, primeiro, “poder para quê”?
Ai tanta ingenuidade até dói…
Março 23, 2010 at 11:03 am
O Estado, salvo erro, não paga custas judiciais. Isto encoraja a litigação frívola: os juristas das DRE’s não são necessariamente incompetentes; sabem que muitos processos são para perder; mas, mesmo que percam, conseguem sempre punir a parte oposta obrigando-a a gastar dinheiro.
Março 23, 2010 at 11:33 am
#27
Acho que se esqueceram de inscrever essa rubrica no OE. Pode ser que ainda venham a lembrar-se…