Para quando um pouco mais de atenção para o facto dos professores de História terem horário lectivo sem possibilidade de irem a estas coisas sem um certo e determinado contorcionismo?
A História está em perigo no sistema educativo português?
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Contamos com os professores de História para reflectir sobre um tema tão relevante.
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Intervirão Adriano Moreira, Isabel Barca, João Paulo Avelãs Nunes e Olga Magalhães.
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Fundação Calouste Gulbenkian, dia 16 de Março de 2010
das 10.00 às 12.30 e das 14.00 às 17.00 horas – sala 2.
Entrada livre.
Fevereiro 23, 2010 at 11:16 pm
A História está em perigo no sistema educativo português?
Em perigo não está. Mas não voltará a ter o peso, no currículo dos alunos, que tinha antes de 2001.
Fevereiro 23, 2010 at 11:22 pm
História devia ter o dobro na carga horária, mas estes políticos querem é o povo burrinho sem capacidade crítica, vejam o que acontece com a Filosofia.
Enfim..Portugal é um país de cobardes e lambe-botas: História para quê? (estou a ser sarcástico)
Fevereiro 23, 2010 at 11:28 pm
A História é uma disciplina perigosa para o tipo de gente que nos (des)governa…
Fevereiro 23, 2010 at 11:37 pm
Incrível o horário destas iniciativas. Têm noção do horário dos professores e das distâncias de Lisboa?
Fevereiro 23, 2010 at 11:41 pm
como alfacinha adoptado vou estar por lá, quem tiver tempo tente pelo menos ir de manhã ou de tarde
armando de sousa pereira
Fevereiro 23, 2010 at 11:43 pm
#4:
Não têm noção de nada. Vivem noutro mundo…
Vá lá que um ou outro ainda vão tendo a noção de que uma vez por outra têm de organizar umas coisas destas para não caírem no completo esquecimento.
Fevereiro 23, 2010 at 11:43 pm
Aulas das 10 às 18.30, como hoje.
Vai ser mesmo impossível.
Infelizmente.
Nem com permutas ou reposições.
Fevereiro 23, 2010 at 11:49 pm
Há-de ser uma das minhas ocupações predilectas (amadoríssimas) quando ficar mais disponível.
Depois, converso com quem sobre História?
Fevereiro 23, 2010 at 11:50 pm
A História está em perigo no sistema educativo português?
Enquanto não se der História a sério é claro que está.
É uma vergonha a forma como é leccionada a História de Portugal, nomeadamente o branqueamento de imensas situações que não passam de autênticas fraudes. Por ser de Tomar sou um apaixonado pela história dos Templários e pela Ordem de Cristo, e consumo compulsivamente toda a literatura referente à Fundação de Portugal até aos Descobrimentos.
Quando falo com os meus colegas de História verifico a completa ignorância e a falta de rigor na informação que passam aos alunos.
É absolutamente lamentável que isso aconteça. A História é ainda contada, aos nossos alunos, em função dos interesses salazarentos da idolatria da Pátria.
Fevereiro 23, 2010 at 11:59 pm
#9:
O que se diz, o que se escreve e o que se sabe realmente sobre os Templários tem muito que se lhe diga.
Os temas apontados também me interessam, mas não são temas fáceis, sobretudo com a onda de esoterismo sensacionalista que deles tomou conta dos últimos anos…
Fevereiro 24, 2010 at 12:02 am
#9
Concordo absolutamente, mas mesmo assim…
Fevereiro 24, 2010 at 12:03 am
aliás #10
Fevereiro 24, 2010 at 12:06 am
A História foi sempre contada pelos vencedores. Nem acho que seja assim tão importante no ensino básico e secundário. A sua função é a de perpetuar a ideologia dominante.
Fevereiro 24, 2010 at 12:07 am
Ó brincalhão, explique lá o que é essa coisa de dar História a sério. Eu até acho que se devia repensar o ensino da História mas não percebo essa afirmação, tal como o branqueamento de imensas situações (será por se lavar como Omo?).
Fevereiro 24, 2010 at 12:10 am
#13,
Uau! Se não passasse da meia-noite talvez me desse ao trabalho de responder como deve ser mas vou-me deitar.
Fevereiro 24, 2010 at 12:11 am
#13
Concordo contigo Mamuxa!
Daí a minha indignação. Já é tempo de haver seriedade e de mostrar que estivemos sempre à espera da mamuxa.
Fevereiro 24, 2010 at 12:12 am
#9,
A minha especialidade – ou uma delas – é a das mentalidades na Época Contemporânea.
Prostituição, boémia, homossexualidade, criminalidade e etc.
Daria umas aulas a sério mesmo giras.
Fevereiro 24, 2010 at 12:13 am
Estamos no Fim da História!
Fevereiro 24, 2010 at 12:13 am
No tempo do homem comum —assim o chama Agustina — podíamos substituir a História por histórias de vida. Os alunos organizariam projectos de investigação para devassar a vida de um professor da escola, de um colega deles, de uma pessoa do bairro, e progressivamente ficariam na posse das competências que mais tarde lhes permitiriam escutar, segredar à Justiça ou até esmiuçar.
Fevereiro 24, 2010 at 12:17 am
#19,
Re-uau! A minha alma está absolutamente flabbergasted (adoro esta palavra). Ó Mamuxa, agora aqui só para nós os dois, não sabe muito bem o que é a História, verdade?
Fevereiro 24, 2010 at 12:19 am
#17
Para quê ocultar?
Fevereiro 24, 2010 at 12:20 am
Coisas que demonstram a utilidade da História …
Uma História da Escravatura que menciona que a escravatura acabou: serve para embalar crianças e castanhas.
Uma História de Portugal que não nos coloca em perspectiva e mostra que sempre estivemos à mama ou a pedir ajuda ao aliado de momento: serve para iludir as gentes.
Fevereiro 24, 2010 at 12:20 am
Lamento imenso mas não posso ir, gostava de estar com a Doutora Isabel Barca que foi minha professora na Universidade do Minho.
Fevereiro 24, 2010 at 12:22 am
#13:
Está redondamente enganada. A História serve precisamente para desconstruir ideologias, para ensinar a compreender, a relacionar, a analisar a evolução das sociedades humanas.
A História que procuramos ensinar é tanto a dos vencedores como a dos vencidos.
Não vendemos receitas para o presente, muito menos para o futuro, mas ajudamos os jovens a compreender o país e o mundo em que vivem.
A História desenvolve o espírito crítico e é essencial à formação de cidadãos esclarecidos e responsáveis.
Tudo isto são razões para que quem manda a queira substituir por vulgaridades, generalidades, transdisciplinaridades e outros conhecimentos da treta.
Fevereiro 24, 2010 at 12:23 am
# 9, repare que sobre templários, ordem de cristo, etc., têm-se editado as maiores barbaridades, na onda dos esoterismos e quejandos; não conheço nenhuma obra séria de divulgação sobre o assunto, relativo a Portugal; claro que há algumas teses académicas, e em Palmela têm feito um enorme esforço de valorização da pesquisa sobre ordens militares; aliás, daqui a dias começa lá em cima mais um congresso dedicado ao tema, com um painel de oradores sublime.
Fevereiro 24, 2010 at 12:25 am
O Brincalhão está a brincar
Fevereiro 24, 2010 at 12:28 am
A ideia de que a História serve para inflamar o sentido de pertença a uma comunidade então deixa-me, sei lá … infecta!
Mas a História revanchista é a minha preferida. A história que pretende ajustar contas com a História. Contar a verdadeira verdade e limpar a memória. É a história dos impotentes. Só mesmo quem pensa que não pode já fazer História gasta tempo com isso.
A História tal como a Economia pode também substituir a religião quando se torna uma crença de que “o que aconteceu, volta a acontecer”.
Infelizmente toda a gente sabe que nunca ninguém aprendeu com a História. Quando muito aprende-se com a história da vizinha.
Fevereiro 24, 2010 at 12:32 am
#22:
A História não lhe diz que a escravatura acabou; dá-lhe é a conhecer que ao longo dos tempos existiram formas diferentes de escravatura. A dos dias de hoje é diferente da que existia na Antiguidade ou do tráfico negreiro na época da expansão europeia.
Assim como também lhe pode explicar que a escravatura é uma expressão de uma realidade muito mais vasta que é a exploração do trabalho humano, que se tem feito e continua a fazer de diferentes maneiras.
Claro que tudo isto tem de ser explicado, contextualizado, documentado e adequado às idades e capacidades cognitivas dos alunos dos diferentes anos e ciclos de escolaridade. É um trabalho sério que eu e muitos outros professores de História fazemos diariamente!
Fevereiro 24, 2010 at 12:35 am
Ensinar História, no início do século XXI, é tarefa complexa e, como sempre, polémica. É complexa porque não basta passar a crianças e jovens o conteúdo que seus pais aprenderam, na escola e fora dela. Na sociedade carregada de informação múltipla em que hoje vivemos somos permanentemente confrontados com diversas visões do mundo – tanto do passado como do presente – e que muitas vezes colidem com os nossos conhecimentos, interpretações e emoções. Com os jovens acontece o mesmo, talvez de forma mais dramática porque não possuem ainda experiências de vida que lhes permitam dar sentido a novas informações com base em pontos de vista já consistentemente construídos: perante versões em conflito com o que é estudado na escola, e que são escutadas no meio envolvente ou nos média, em que é que os jovens vão acreditar?
Isabel Barca
http://opovo.uol.com.br/opovo/vidaearte/616242.html
Fevereiro 24, 2010 at 12:36 am
A História é acima de tudo a primeira disciplina a morrer no período pós-moderno com o fim das grandes narrativas.
Ninguém devia poder cursar História sem fazer concomitantemente outra formação. Em cada historiador há sempre um escritor de bíblias latente. É deformativo.
Fevereiro 24, 2010 at 12:40 am
# 30 ó senhora trambolha, os dias de glória do Fukuyama já lá vão há muito! … vc está a precisar de algum aggiornamento epistemológico…
Fevereiro 24, 2010 at 12:40 am
#27:
Mas é que se aprende MESMO com a História!
Uma das razões que explica a mediocridade da classe política que está actualmente no poder é justamente a ignorância e mesmo a aversão que demonstram pela História.
Quem se recusa a aprender com os erros passados, está condenado a repeti-los. Isto não é uma “lei da História”, mas uma realidade que se observa empiricamente.
De resto, a História não se repete. Mas há circunstâncias históricas e conjunturas, até de épocas às vezes muito afastadas, que se assemelham…
Fevereiro 24, 2010 at 12:46 am
Caro AD
Essa crença cresceu no seio do movimento que pretendeu que se poderia aplicar ao percurso dos átomos e das comunidades humanas as mesmas leis.
caro AR
A minha diatribe não tem nada a ver com o caro Francis (do Francis só gosto do Bacon). O outro era mais um dos que refez a História para vender um ponto de vista.
Fevereiro 24, 2010 at 12:46 am
Vitória, Vitória, acabou-se a História…
Fevereiro 24, 2010 at 12:49 am
As gentes não aprendem nada com a História. Tem a ver com o funcionamento do cérebro e com o que é possível introduzir na memória de longa duração. Uma história que precisa de ser escrita ou transmitida oralmente de geração em geração tem a mesma função que um mito fundador. A tragédia grega é no entanto bem mais eficaz do que a ciência histórica nesse domínio.
Fevereiro 24, 2010 at 12:50 am
#30:
Olhe que eu convivi e convivo com muitos colegas formados em História e, pelo menos que tenha dado conta, escritor de Bíblias penso que nunca encontrei nenhum.
Quanto ao “fim da História”, é curioso que os primeiros a anunciá-lo, no séc. XIX, muito antes do Fukuyama, foram os sociólogos, esses sim os autoproclamados “cientistas da sociedade”, os que iriam estabelecer o conhecimento definitivo sobre a Humanidade e determinar as leis que regem o nosso comportamento social.
Ora aqui está outra utilidade da História: fazer um pouco da história da sociologia dá-nos pistas para compreender o espírito e a atitude daquela avantesma que já tivemos como ministra…
Fevereiro 24, 2010 at 12:50 am
Da História não reza a História.
E é pena…
Fevereiro 24, 2010 at 12:53 am
reconheço no entanto que as pessoas têm uma grande necessidade de ouvir contar histórias.
Fevereiro 24, 2010 at 12:56 am
A Mamucha persiste em dizer que a História é aquilo que de facto NÃO É.
A História que ensinamos aos nossos alunos não é nenhum “mito fundador”.
Nem uma “Bíblia” ou uma mera “narrativa”.
Estes lugares-comuns não têm nada a ver com o que os nossos alunos aprendem, como qualquer professor de História lhe poderá confirmar.
Fevereiro 24, 2010 at 12:57 am
#38:
Histórias verdadeiras, de preferência!
Fevereiro 24, 2010 at 1:07 am
Gastei eu o meu pouco tempo livre a ler a demonstração daquele senhor que reviu a história da queda do Império Romano à luz de uns cacos de louça … Não há maior revanchista do que aquele que finge apenas perseguir a verdade. É sabido que a verdade é insuportável para a maioria dos seres humanos. A humanidade não teria resistido séculos se as pessoas baseassem a sua conduta social na busca da verdade. A busca da verdade, como se vê nos filmes, serve para preencher por exemplo uma falta de identidade que não se consegue construir de outra maneira. É por isso sintoma de um espírito fraco.
AD não seja tão literal que eu também não sou. O ponto é que não está tão longe do que diz que não é apesar de todo o aparato científico.
Fevereiro 24, 2010 at 1:13 am
O Historiador é por natureza um ser que foge ao confronto com o presente. Só fala de quem já não o pode contradizer.
Fevereiro 24, 2010 at 2:00 am
#41:
Seguindo a sua lógica, será a “busca da verdade” de um físico, um astrónomo ou um geólogo mais legítima ou mais “verdadeira” do que a do historiador?
Será a “verdade” da teoria heliocêntrica ou da física quântica mais ou menos suportável do que a “verdade histórica”?
Os cientistas da natureza também são “revanchistas” ou isso é pecado que só se aplica aos historiadores?
Estes argumentos da Mamuxa farão sentido, ou não será isto tudo fruto de ressentimento contra algum historiador?…
Fevereiro 24, 2010 at 2:02 am
Mamuxa
Tem estado a brincar ou a falar a sério?
Fevereiro 24, 2010 at 2:05 am
#42:
Olhe que na História há confronto qb.
A própria História nasce do confronto do historiador com os documentos.
E se os mortos já não podem falar, os historiadores vivos confrontam-se uns com os outros, pois felizmente nem todos pensam e interpretam da mesma maneira.
Fevereiro 24, 2010 at 2:34 am
Ora essa! Os cientistas estão convencidos de que a matéria é suficientemente apreensível (erro deles, mas sempre vai dando para fabricar uns artefactos menos toscos como subproduto da pesquisa científica). Quanto aos seres humanos a coisa pia mais fino. Tentar aplicar o método científico à História em nome de uma verdade qualquer apenas fez com que se perdesse a única vocação que ela poderia ter.
Os confrontos entre historiadores são jogos florais. se deixarem de lhes pagar para isso eles retiram-se para outra actividade. O do cacos (dos restos do Império Romano) tinha uma agenda política bem visível.
Cara Madame
Quanto a mim falo a sério mas não me levo a sério. Nem tenho a pretensão de saber interpretar os factos históricos. Nunca conseguiria meter-me na cabeça de uma pessoa que viveu há 2 mil anos.
Fevereiro 24, 2010 at 2:47 am
A verdade sobre os próprios átomos era tão insuportável que rapidamente a remeteram para uma questão de referencial (relatividade) ou de incerteza quântica. Assim que se tratou de saber alguma coisa de mais substancial sobre a mação que tinha caído assobiaram para o ar explicaram que não sabiam delimitar com rigor o que era a maçã. Limitam-se a comê-la e enquanto isso funcionar o resto é passatempo.
A verdade sobre os homens, essa nem Deus se atreveu a revelar. Mandou um “filho”, enredado em contradições, para que estipulasse umas normas de conduta simples e que se deixassem de fantasias.
Com medo de descobrir a verdade sobre o Paraíso, Adão e Eva inventaram um Deus que lhes colocasse o interdito de a descobrirem. Eva só se aproximou da árvore da ciência do Bem e do Mal quando teve a certeza de um castigo os impediria de passar a viver de acordo com a verdade. Assim poderia continuar a imaginar o Paraíso.
Fevereiro 24, 2010 at 3:00 am
Para os ditadores a História nunca foi perigosa. Refazem-na a seu bel prazer. É a linhagem de Herodes. Para eles o que é temível é o presente que se desfilia dos vínculos criados pela História que vão escrevendo.
Fevereiro 24, 2010 at 8:24 am
Admito que esta tenha sido uma discussão entre professores de História.
Poderei continuar a pensar que, na Europa da Idade Média, os escravos foram transformados em servos da gleba? Que, nos EUA do século XIX, os escravos dos estados rurais do Sul foram transformados em operários dos estados industriais do Norte? Ou passo a duvidar de tudo?
Fevereiro 24, 2010 at 8:30 am
Ó Mamuxa, aconselho a leitura de um pequeno livro sobre a História: Introdução à História, de Marc Bloch. É pequenino, lê-se bem e evita que se digam uns disparates em lugares como este. Eu cá, por exemplo, só discutirei física quântica depois de ler algumas coisas sobre o assunto – ajuda-me a não fazer figuras tristes.
Fevereiro 24, 2010 at 10:21 am
Eu mamo á custa dos outros, detesto história porque o passado morreu não interessa…o presente não existe e o futuro é incerto…
Sou necrofilo e acho que a eutanasia deve ser algo a ponderar para os mais de 50 anos.
Fevereiro 24, 2010 at 11:38 am
#46:
“Nunca conseguiria meter-me na cabeça de uma pessoa que viveu há 2 mil anos.”
Pois fique sabendo que seria mais fácil meter-se na cabeça do que no corpo dessa pessoa.
As mentalidades mudaram menos, desde essa época, do que as condições materiais de vida.
Estude História a sério, e verá a quantidade de coisas interessantes que desconhece e que pode aprender.
Fevereiro 24, 2010 at 12:22 pm
MAS ISTO AQUI ESTÁ DO MELHOR!!!!!!
Desde a mamucha aos que lhe respondem!!!!
Pena, gora ñ tenho tempo mas sempre ajudo: mas ainda há ensino de História?
é k eu bem tento mas….
Fevereiro 24, 2010 at 1:14 pm
Eu mamo á custa dos outros, detesto história porque o passado morreu não interessa…o presente não existe e o futuro é incerto…
Ah, bom! É sempre interessante saber estas coisas
Fevereiro 24, 2010 at 1:29 pm
Mamuxa
#46
“Quanto a mim falo a sério mas não me levo a sério”.
Ufa! Fico muito mais descansada. Por momentos fui levada a pensar que estava mesmo convencida que era para a levarmos a sério.
Fevereiro 24, 2010 at 1:49 pm
Bem… os professores de história e os outros… já que é um assunto que me parece muito transversal, a História e o seu ensino não interessa só aos profs de História mas, também, a muitos outros…
Fevereiro 24, 2010 at 5:46 pm
«História é uma disciplina perigosa», #3
«A História foi sempre contada pelos vencedores», #13
Se em relação ao momento presente há confronto de ideias, não será normal que sobre o passado também o haja?
Como é que uma interpretação histórica passa a ser mais dominante, é pela sua verdade intrínseca, pela sua coerência e estética, pela sua representação mental elaborada, pela qualidade literária em que se exprime, ou por outro motivo, para além de ser o ponto de vista (interessado) dos vencedores?
Fevereiro 24, 2010 at 5:48 pm
19
bem, a ideia vem tarde.
tenho um acolega que como DT faz um jornal com a sua DT em que se conta a vidinha e se comenta caracteres e afins dos professores pertencentes ao Conselho de tUrma.
não se passou nada e toda a gente achou normal.
mas na sala de professores era o assunto, quando não estava. bonito, não???????
Fevereiro 24, 2010 at 5:49 pm
Ou apenas pela descoberta de novos documentos históricos?
Fevereiro 25, 2010 at 9:38 pm
Quando é que há uma reflexão parecida sobre a Matemática?
Quem descobriu a fórmula seguinte, e quando?
Sugestão: consulte a História da Matemática do século XX: