No Ad Duo, a partir de uma ideia igualmente do Arlindovsky.
Será que o ME aceita a progressão ao 5.º e 7.º escalão sem contingentação até final de 2011?
Isto está a ficar giro, penso eu de que…
Fevereiro 22, 2010
No Ad Duo, a partir de uma ideia igualmente do Arlindovsky.
Será que o ME aceita a progressão ao 5.º e 7.º escalão sem contingentação até final de 2011?
Isto está a ficar giro, penso eu de que…
Fevereiro 22, 2010 at 6:55 pm
Não acredito.É o vil metal, não foi para isso que o me quiz o acordo?
Fevereiro 22, 2010 at 7:02 pm
Talvezseja o doce que no dia 24 vão atirar até porque lhe convem, deata forma levantam-ase menos umas ondinhas…a ver vamos…
Paulo tira-me do spam..please..eu não sou como o Livresco que metralha e metralha e bem…
Fevereiro 22, 2010 at 7:06 pm
Isso não é uma lebre é um canguru…!
http://bulimunda.wordpress.com/2010/02/22/para-descontrair-tori-amos-bjork-pj-harvey-massive-attack-mix-wax-audio/
Fevereiro 22, 2010 at 7:08 pm
Neste momento precisamos é de fazer yoga..
Fevereiro 22, 2010 at 8:27 pm
Ainda não tinha verificado isto?
Este documento está cheio de armadilhas.
O ME irá obrigar os Directores a avaliar até às milésimas?
Isto vai dar muita confusão…porque cada cabeça(director de escola) sua sentença.
Fevereiro 22, 2010 at 8:37 pm
Sei que é fora do post, mas gostaria de deixar no ar algumas questões. Sei que os umbiguistas são pessoas informadas, perspicazes e pró-activas, por isso podem ajudar-me a reflectir sobre o assunto.
Paulo Rangel propõe uma avaliação externa.
-Quais os prós e os os contras?
A ADD teria em linha de conta, entre outros aspectos, os resultados nos exames, balizados com uma análise do meio sócio-económico onde se insere a escola.
-Que indicadores determinarão as variáveis sócio-económicas?
-É possível?
-como seria uma ADD justa?
Obrigada a todos os que quiserem reflectir comigo.
Fevereiro 22, 2010 at 8:40 pm
#6,
Esse pode ser um tema autónomo de debate.
Eu defendo um sistema de análise dos resultados que, para além dos dados em bruto,apresente diversas ponderações.
E acho que a monitorização do sistema deve ser feita de modo alargado – não chegam exames ou provas em duas disciplinas se é para avaliar externamente os docentes.
E acho ainda que a avaliação deve ser feita pela progressão dos alunos ao longo de um ciclo de escolaridade e não com base em resultados brutos anuais.
Fevereiro 22, 2010 at 8:41 pm
# Paulo, posso desafiá-lo para abrir um post sobre o assunto?
Fevereiro 22, 2010 at 8:54 pm
Avaliação externa ou interna para avaliar professores “à milésima” é sempre um disparate. E isso reflectir-se na progressão na carreira em termos de: eu progrido e tu não porque eu tenho mais uma milésima é um disparate ainda maior.
Avaliação dos professores, com base nos resultados dos alunos, que me parece que é o que o Paulo Guinote está a sugerir em #7, também não me parece que possa ser aceite como uma avaliação justa. Um sistema deste tipo com alguma veleidade de ser justo e exequível tornaria os alunos uma espécie de cobaias de uma máquina de avaliar professores. Far-se-iam não os exames necessários e adequados, mas sim todos os que fossem precisos para avaliar, não os alunos, mas os seus professores…
Fevereiro 22, 2010 at 8:56 pm
Estão a ver os alunos do 6º ano, por exemplo, a fazer um exame de EF ou EVT apenas para se poder avaliar se os seus professores os ensinaram bem e os fizeram “progredir nas aprendizagens”?…
Fevereiro 22, 2010 at 8:58 pm
#9
Eu advogo a existência de exames em todas as disciplinas no 6.º e no 9.º.
Se devem ser tidos em conta na avaliação dos profs??? Tenho as minhas dúvidas.
Como se determinará se a escola X é melhor ou pior que a escola Y?
Fevereiro 22, 2010 at 9:02 pm
Vamos lá a ver se esta ideia é consensual: a avaliação externa pode ser útil em 2 situações. 3, vá lá:
Para avaliar globalmente a escola.
Para avaliar os “muntabons”, os das boas práticas e tal.
Eventualmente para confirmar ou não situações de mau desempenho profissional que fossem apontadas na avaliação interna.
Para além disso, o quê mais? Andar a recolher números e a mastigar estatísticas para depois fazer uma espécie de totoloto avaliativo???
Fevereiro 22, 2010 at 9:04 pm
#9,
Não foi isso que escrevi.
Escrevi isso no contexto mais alargado de uma avaliação que tenha em conta a progressão dos resultados dos alunos em exames credíveis e padronizados.
Fevereiro 22, 2010 at 9:05 pm
#12
Eu ainda estou numa fase reflexiva. Julgo que é importante haver, também, um olhar externo à escola. Os compadrios dão maus resultados.
Fevereiro 22, 2010 at 9:06 pm
13#
se calhar o problema começa pelos exames!
Fevereiro 22, 2010 at 9:07 pm
O “ciclo avaliativo”, antes destas diarreia avaliativa, correspondia ao período de duração do escalão. Logo…
Esta interpretação para mim não colhe.
Também falavam em dois ciclos de “Bom” para progredir (é isso que está no 270) e afinal a malta progrediu desde que a anterior avaliação fosse Satisfaz. O Povo é sereno, ainda que deva estar atento!
Fevereiro 22, 2010 at 9:08 pm
O teste intermédios de LP 9.º ano não me disseram grande coisa sobre os meus alunos.
- 1 teste de escolha múltipla (grande parte) em 45 mn??
Fevereiro 22, 2010 at 9:11 pm
Nesta coisa da avaliação de professores, já tanto se disse e escreveu, mas parece que andamos sempre à volta do mesmo…
Ainda não se percebeu que um sistema que se afaste do “Bom para quase todos” trará sempre mais prejuízos do que vantagens? Porque é que países com uma sólida cultura de avaliação não se metem em confusões que nós por cá insistimos em alimentar?
Até prova em contrário, todos os professores são bons!
Quem quiser ser mais-melhor-bom submete-se a uma avaliação externa para confirmar se a sua bondade é mesmo excepcional.
Quem for tido como comprovadamente menos bom, vai corrigir as falhas apontadas ou, se o não quiser fazer, experimentar outra profissão.
Porque é que é tão difícil aceitar isto?…
Fevereiro 22, 2010 at 9:16 pm
#13:
E quando é que serão inventados os tais “exames credíveis e padronizados”?
E também darão para avaliar o professor de EVT?
E em caso afirmativo, a “padronização” também permitirá discriminar qual o contributo individual para o sucesso de cada um dos elementos do par pedagógico?
E é pedagogicamente correcto sujeitar os alunos do 6º ano a um exame de EVT?
Fevereiro 22, 2010 at 9:21 pm
Por amor de Deus!
Agora vamos olhar para os exames como se fossem a solução milagrosa para tudo?
Para a melhoria dos resultados dos alunos?
Para o rigor e seriedade do sistema?
Para a avaliação dos professores?
Olhem que por aqui não vamos a lado nenhum…
Fevereiro 22, 2010 at 9:24 pm
#20 mas se não são para nos ajudar e ajudar os alunos, para que servem?
Fevereiro 22, 2010 at 9:30 pm
Os exames atualmente não servem para nada. Para quê chama-los a debate?
Fevereiro 22, 2010 at 9:31 pm
#22 Para os mudar?
Fevereiro 22, 2010 at 9:44 pm
Introduzir no sistema uma cabazada de exames vai melhorar o quê?
Vai apenas retirar algumas semanas ao ano lectivo, durante as quais nem os alunos aprendem nem os professores ensinam…
Fevereiro 22, 2010 at 11:13 pm
Eu espero que em 2011 já outro governo esteja a governar Portugal…. e lá vai a Isabelinha e tudo o resto desta encrenca toda. Safa!
Fevereiro 23, 2010 at 2:22 pm
Eu só gostava de saber quando é que vai ser publicado em DR o novo ECD. Será ainda este ano?