Alberto João Jardim justificou há pouco na RTP1, perante Judite de Sousa, o não pedido do estado de calamidade para a Madeira pelas seguintes razões:
- Não é necessário para receber os fundos comunitários.
- Seria uma calamidade para o turismo.
Estamos conversados.
Fevereiro 22, 2010 at 8:56 pm
Chiça! Ainda bem q não vi, tava a ver os links do livresco…
Fevereiro 22, 2010 at 9:38 pm
Paulo depois da Natureza ter inundado e destruido parte da ilha, destruindo colheitas e empresas, não me parece bem que pactue com a critica fácil e nao repare que o Turismo representava 28% da riqueza madeirense.
Com a destruição vai passar a ter um maior peso. Convém que o homem não destrua o que a natureza não destruiu.
Fevereiro 22, 2010 at 9:39 pm
#1
Uma coisa é o Albero João Jardim outra são os madeirenses, temos que saber distinguir os dois.
Fevereiro 22, 2010 at 9:57 pm
Lamento contrariar mas percebo o ponto de vista dele.
Fevereiro 22, 2010 at 10:06 pm
Eu também vejam o caso da Birmânia…
Fevereiro 22, 2010 at 10:39 pm
#0
Tem alguma razão o AJ, o turismo comercial é realizado por medricas e pouco-aventureiros. A Madeira vive disso.
Há aí uma certa confusão política.
Fevereiro 22, 2010 at 11:15 pm
# -1
Há há.
Fevereiro 22, 2010 at 11:26 pm
Por falar em calamitoso…
Almeida Santos está no prós e contras (hoje, talvez seja).
Lá está Rui Machete a explicar-lhe…
Fevereiro 22, 2010 at 11:31 pm
Agora imaginem que o homem tinha pedido o estado de calamidade.
Multado por ter cão…
Fevereiro 22, 2010 at 11:34 pm
pois…
“Alberto João Jardim considera que para os madeirenses e para a economia regional seria uma «calamidade decretar o estado de calamidade», avançando que quer «fazer já a Festa da Flor». Já o PS ¿ Madeira considerou a declaração «urgente e necessária». A oposição madeirense esteve reunida esta segunda-feira à tarde, mas não chegou a nenhum consenso.”
Fevereiro 22, 2010 at 11:49 pm
# 8
Calamitoso é o programa em si; cada vez mais fraquinho, progressivamente mais “prós e prós”…