A world of connections
Online social networks are changing the way people communicate, work and play, and mostly for the better, says Martin Giles (interviewed here)
Fevereiro 20, 2010
Fevereiro 20, 2010
A world of connections
Online social networks are changing the way people communicate, work and play, and mostly for the better, says Martin Giles (interviewed here)
Fevereiro 20, 2010 at 10:05 pm
De alguma maneira…sim.
Mas faltam metafísicas, não?
Fevereiro 20, 2010 at 10:08 pm
Mas é extraordináriamente interessante, o fenómeno. Bate forte…
Fevereiro 20, 2010 at 10:33 pm
Isto é “fríngico”.A teia…a teia…
Fevereiro 20, 2010 at 11:20 pm
Adeus ó Esteves,sem Metafísica…
Fevereiro 20, 2010 at 11:30 pm
O Esteves, sem metafísica…
Vim do cinema, melancólica ( gosto da melancolia…), chego a casa e vejo o “Plano inclinado”. O meu país….ai….a realidade…
Oiço o Duque dizer que ainda teremos de substituir o 13º mês por certificados de aforro e deu-me um arrepio..
Lembrei-me dos conselhos da minha mãe ( educada pelo Salazar) : poupar, poupar… e pensei: eu cresci noutro mundo, na ilusão de que se podia almoçar fora, ou comprar livros todos os meses, etc…
Como voltar aos tempos do post-guerra?
Fevereiro 20, 2010 at 11:38 pm
OUTRAS CONEXIONS..FROM BLASFEMIAS TIRADO DE UM COMENBTÁRIO…
Governamentalização da investigação e informação criminal.
No último ano, assistimos a uma perigosíssima governamentalização da investigação e informação criminal. Através de vários diplomas – Lei de Segurança Interna, Lei de Organização da Investigação Criminal e a Lei do Sistema Integrado de Informação Criminal –, o Governo e o PS a atribuíram ao Secretário-geral do Sistema de Segurança Interna (SG-SSI) e ao Gabinete Coordenador de Segurança – que dependem directamente do Primeiro-Ministro – funções de coordenação da investigação criminal e poderes de organização e gestão administrativa, logística e operacional dos serviços, sistemas, meios tecnológicos e outros recursos comuns dos órgãos de polícia criminal, incluindo o Sistema Integrado de Informação Criminal. O Governo chegou até a pretender colocar na dependência do SG-SSI a Interpol e Europol (e se isso tivesse sucedido, pense-se no que poderia acontecer num caso como o do “Freeport”), acabando por consegui-lo relativamente ao
Gabinete SIRENE (e, quanto a este, note-se que a esmagadora maioria da informação que por ali passa é exclusivamente de interesse para a investigação criminal). Sendo o Ministério Público quem, nos termos da Constituição e da lei, dirige a acção penal e a investigação, a ele deveria caber a gestão do Sistema Integrado de Informação Criminal.Nunca a um órgão do Govern
Fevereiro 20, 2010 at 11:42 pm
#5
“Como voltar aos tempos do post-guerra?”
Só depois da guerra, e ela já está aí, com o bombardeamento que diariamente sofremos com a triste revelação da realidade do nosso país.
Fevereiro 20, 2010 at 11:44 pm
Ai, Brincalhão, eu sou das que acham que é preciso bater no fundo para renascer…
Palpita-me…
Não há mal que sempre dure…
E nós somos gente, não nos curvamos, havemos de ser capazes, tb, de agir.
Fevereiro 20, 2010 at 11:45 pm
Onde é que está o meu mano noctívago?
Fevereiro 20, 2010 at 11:52 pm
Eu até acho que se nos cortarem o 13º e o 14º mês os portugueses ficarão radiantes e será uma grande ajuda à robustez da economia.
Até gostava, a sério.
E depois era só apresentarem umas contas do défice que provassem que tinha valido a pena “fechar” o comércio nacional no Verão e no Natal.
Fevereiro 21, 2010 at 12:10 am
No outro dia, no programa do Stewart, um secretário de estado das finanças dos USA afirmou que no orçamento de estado deles subia o deficit, para saírem da crise…era preciso fazer circular dinheiro…
Cá faz-se o contrário…Há um grande sadismo, no mau sentido,claro,por parte do governo.
Fevereiro 21, 2010 at 1:15 am
Também poderiam aprender alguma coisa com o Roosevelt e a New Deal concretizou-se sobretudo nas seguintes medidas:
Lançamento de grandes obras públicas – barragens, estradas, pontes, hospitais, escolas – criando assim novos postos de trabalho e garantindo encomendas às empresas fornecedoras.
Atribuição de subsídios aos agricultores que diminuíssem a produção, de forma a fazer com que subissem os preços dos produtos da terra.
Estabelecimento de um rigoroso controlo sobre a actividade dos bancos, para impedir a especulação.
Promulgação da Lei de Recuperação da Indústria Nacional, atenuando a concorrência entre as empresas do mesmo sector, aumentando os salários ao mesmo tempo que diminuía a jornada de trabalho, o que teve como efeito o aumento do consumo e do número de postos de trabalho.
A política de Roosevelt foi duplamente inovadora. Por um lado, levou o Estado a intervir na economia, impedindo que a concorrência e as leis do mercado causassem mais estragos. Por outro lado, baseou a recuperação económica no aumento dos preços e dos salários e não, como era habitual até então, na sua descida, procurando estimular a produção industrial através do aumento do poder de compra da população.
Fevereiro 21, 2010 at 1:29 am
Quantos assessores teria o tal de Roosevelt.