É o último remendo no sistema de avaliação das aprendizagens. Agora não me apetece ler tudo, mais logo, quiçá.
Fevereiro 19, 2010
Despacho Normativo n.º 6/2010, De 19 de Fevereiro
Posted by Paulo Guinote under Alunos, Avaliação, Legislação[12] Comments
Fevereiro 19, 2010 at 5:21 pm
Obrigado Paulo por este post. Tal como já perguntei antes:
Porque não voltamos simplesmente às “passagens administrativas” do 25 de Abril e poupamos a todos tempo e dinheiro, e acaba-se com esta palhaçada que alguns continuam a chamar de “avaliação”?
Fevereiro 19, 2010 at 5:57 pm
Os sodomitas no seu melhor…
Fevereiro 19, 2010 at 6:11 pm
Alunos repetentes do 8º ano a fazer exames do 9º?
Fevereiro 19, 2010 at 6:13 pm
Quem quer fazer o resumo do despacho?
Não me apetece ler nada que venha da 5 de outubro…”tou de fdsemana!”
Fevereiro 19, 2010 at 6:22 pm
Depois de passar os olhos: http://edukare.blogspot.com/2010/02/este-e-fresquinho.html
Fevereiro 19, 2010 at 7:03 pm
recuso ler outro nado-morto que será substituido dentro de momentos
quando o pesadelo deste desgoverno acabar, voltarei a prestar atenção ÀS leis (sim em minúsculas, porque Lei, é coisa que este governo desconhece…. sempre a assassinarem a Res Publica)
pfffffffffff, p’o nado-morto!
Fevereiro 19, 2010 at 9:00 pm
tb não leio…quero lá saber!
Fevereiro 19, 2010 at 9:25 pm
Acabei de entrar em fim de smana. Estou em cura de desintoxicação até 2ª feira. Não me vão tentar, para ter uma recaída d’análise legislativa.
Fevereiro 19, 2010 at 10:04 pm
Sejamos realistas..Que mais se esperava a não ser o que aqui está ?Isto é um autêntico pagode.Um gozo completo.
Fevereiro 19, 2010 at 11:10 pm
É um despacho de Carnaval.
Fevereiro 20, 2010 at 12:14 am
Do Ramiro:
Foi publicado hoje no DR o despacho normativo 6/2010 que altera o sistema de avaliação dos alunos. A justificação das alterações é fundamentada na Lei 85/2008, que estende a escolaridade obrigatória até aos 18 anos de idade.
Um erro que vai custar caro às escolas secundárias. A degradação pedagógica e a burocratização das funções docentes vai estender-se ao ensino secundário.
Reparem nesta complicação:
«7 — Intervêm no processo de avaliação: a) O professor; b) O aluno; c) O conselho de docentes, no 1.º ciclo, ou o conselho de turma, nos 2.º e 3.º ciclos; d) Os órgãos de gestão da escola ou do agrupamento de escolas; e) O encarregado de educação; f) O docente de educação especial e outros profissionais que acompanham o desenvolvimento do processo educativo do aluno; g) A administração educativa.
Confiança nos professores? Não me parece! Desburocratização das funções docentes? Também não. Olhem para o que se passa em Singapura, Coreia do Sul e outros países que figuram nos primeiros lugares do PISA e vejam se por lá há tanto interveniente e tanta complicação na avaliação dos alunos. Naqueles países, a sociedades, os políticos e os pais confiam na autoridade dos professores. Os professores têm prestígio e autoridade. A burocracia não abafa os produtores. Os professores ensinam. Ponto final.
Junho 10, 2010 at 6:18 pm
E em relação aos alunos NEEcp, como é em relação à redução das turmas?
Obrigada.