Aquilo que antes foi considerado como “ruído” quase indistinto na actividade neuronal, transformou-se recentemente em algo com valor para compreender o funcionamento do cérebro como sistema. É normal e compreensível que os investigadores suprimam o ruído de qualquer sinal que tentem medir. Mas o neurocientista Marcus E. Raiche, autor de “The Brain and Dark Energy”, foi um dos primeiros a indagar-se se o próprio “ruído” não teria significado. Como afirmou numa conferência sobre dinâmica da rede cerebral, “Acontece que [o que foi considerado ruído] é muito importante e, afinal,
muito rico em informações.”
Ritchie, um pioneiro na utilização de imagens cerebrais, bem como os seus colegas, observaram que o cérebro ‘em repouso’ quando não pensa ou mesmo numa pessoa a dormir – mantém-se pleno de actividade em zonas dispersas. A esta actividade intrínseca chama-se modo defectivo. Revelar o papel exacto desta não considerada “energia negra” é uma linha de pesquisa que não está terminada, mas parece estar relacionada com a maneira pela qual o cérebro se prepara para acontecimentos futuros que forcem o processamento consciente. A perturbação de tal actividade “remanescente” pode conduzir a desordens.
Deixarmo-nos levar por fantasias sexuais liberta mais do que os humores – reforça a capacidade de pensamento analítico. Sonhos diurnos àcerca do amor, por outro lado, torna-nos mais criativos…
Acho piada às cambalhotas semânticas que a “neurocirurgia” está sempre a dar, uma vez que o cérebro é tão estranho em termos científicos (causa-efeito) que a descrição metafórica ganha sempre contornos artísticos e até cinéfilos, numa tentativa de ocultar a ignorância da coisa.
Agora e a “dark force”, a fazer lembrar o Darth Vader e a saga da Guerra das Estrelas…
Fevereiro 18, 2010 at 12:00 am
QUEM RI POR ÚLTIMO RI MELHOR
Fevereiro 18, 2010 at 12:05 am
Fevereiro 18, 2010 at 12:18 am
Fevereiro 18, 2010 at 1:31 am
Fevereiro 18, 2010 at 1:34 am
Hoje apetece enviar mensagens…
Fevereiro 18, 2010 at 1:52 am
Bye, Bye…
Fevereiro 18, 2010 at 2:04 am
Fevereiro 18, 2010 at 2:09 am
Cantará ele assim nas reuniões de mobilização do PS?
Fevereiro 18, 2010 at 3:22 am
Fevereiro 18, 2010 at 8:14 am
Não é música, não. É Psicologia experimental. Vale a pena ver.
Fevereiro 18, 2010 at 8:24 am
Uma boa notícia para os bons “copos”:
Até seis copos de vinho ao dia são saudáveis para o coração.
Fevereiro 18, 2010 at 9:21 am
Mais “Psi”.
Aquilo que antes foi considerado como “ruído” quase indistinto na actividade neuronal, transformou-se recentemente em algo com valor para compreender o funcionamento do cérebro como sistema. É normal e compreensível que os investigadores suprimam o ruído de qualquer sinal que tentem medir. Mas o neurocientista Marcus E. Raiche, autor de “The Brain and Dark Energy”, foi um dos primeiros a indagar-se se o próprio “ruído” não teria significado. Como afirmou numa conferência sobre dinâmica da rede cerebral, “Acontece que [o que foi considerado ruído] é muito importante e, afinal,
muito rico em informações.”
Ritchie, um pioneiro na utilização de imagens cerebrais, bem como os seus colegas, observaram que o cérebro ‘em repouso’ quando não pensa ou mesmo numa pessoa a dormir – mantém-se pleno de actividade em zonas dispersas. A esta actividade intrínseca chama-se modo defectivo. Revelar o papel exacto desta não considerada “energia negra” é uma linha de pesquisa que não está terminada, mas parece estar relacionada com a maneira pela qual o cérebro se prepara para acontecimentos futuros que forcem o processamento consciente. A perturbação de tal actividade “remanescente” pode conduzir a desordens.
Fevereiro 18, 2010 at 9:43 am
Ainda não chega?
Deixarmo-nos levar por fantasias sexuais liberta mais do que os humores – reforça a capacidade de pensamento analítico. Sonhos diurnos àcerca do amor, por outro lado, torna-nos mais criativos…
Fevereiro 18, 2010 at 10:01 am
http://gataescondida.wordpress.com/2010/02/17/her-tears/
Fevereiro 18, 2010 at 10:12 am
Acho piada às cambalhotas semânticas que a “neurocirurgia” está sempre a dar, uma vez que o cérebro é tão estranho em termos científicos (causa-efeito) que a descrição metafórica ganha sempre contornos artísticos e até cinéfilos, numa tentativa de ocultar a ignorância da coisa.
Agora e a “dark force”, a fazer lembrar o Darth Vader e a saga da Guerra das Estrelas…
Fevereiro 18, 2010 at 10:15 am
Errata: Onde se lê “neurocirurgia” deveria ler-se “neurociência” ou “neuroespeculação”
Fevereiro 18, 2010 at 3:26 pm
#13 Quem diria que o pensamento analítico tinha aí o seu reforço… na fantasia…