MOVIMENTO ESCOLA PÚBLICA
IGUALDADE E DEMOCRACIA
IGUALDADE E DEMOCRACIA
Aqui poderão encontrar e descarregar o documento em aberto que servirá de ponto de partida para a reflexão que se pretende ter no decorrer do II encontro do MEP. Dessa discussão sairá o documento final que ajudará a orientar a conduta do Movimento no próximo ano.
II Encontro Nacional do Movimento Escola Pública
O sucesso não são números.
Cem mil é muita gente.
As turmas também.
O governo fecha os olhos.
Autoridade cheira a mofo.
Falta educação.
Fraca é a literacia.
Os professores dão luta.
Os alunos merecem mais.
Há escola para além do acordo.
O dinheiro não manda nela.
Juntos mostramos como.
O movimento escola pública reúne-se para reflectir sobre tudo aquilo por que luta.
30 de Janeiro, Sábado, 14h30
Biblioteca da Escola Secundária de Camões
(Praça José Fontana, Lisboa, Metro Picoas – Entrada pela porta principal)
Janeiro 28, 2010 at 7:14 pm
[...] Movimento Escola Pública. A ler acções AQUI. [...]
Janeiro 28, 2010 at 7:15 pm
Bonitos “dizeres” sobre a escola.
Não concordo com isto:
“Autoridade cheira a mofo.”
Dentro da sala de aula, sem autoridade cheira pior que mofo…
OK, Bloquistas?
Toca a ouvir os profs, também nesse aspecto.
Janeiro 28, 2010 at 8:00 pm
#2
Concordo.
Janeiro 28, 2010 at 8:08 pm
Caro reb
Não leve o poema a peito. “Autoridade cheira a mofo” trata-se de uma crítica a uma certa visão primária do reforço da autoridade do professor …o professor ríspido à moda antiga que manda pelo medo. Consideramos que são mais eficazes outras formas de exercer a autoridade, uma autoridade que se conquista, que se sente sem precisar de esmagar.
Cordialmente
Miguel Reis
Professor, MEP
Janeiro 28, 2010 at 8:14 pm
É verdade, “quem tem cu tem medo” está fora de moda.
Janeiro 28, 2010 at 8:29 pm
Credo! Cheguei a pensar que “autoridade” se referia a professores. Ainda bem que não. Vejo professores esmagados por outras autoridades. A começar pelos alunos. E a acabar lá em cima.
Janeiro 28, 2010 at 8:40 pm
#4
“Consideramos que são mais eficazes outras formas de exercer a autoridade, uma autoridade que se conquista, que se sente sem precisar de esmagar.”
Assim “tipo” conquistar? “Tipo” a conquista de Lx aos Mouros?
Vá lá, exemplos, exemplos. Para aprendermos a conquistar. Estou em desejos de aprender, sigamos o Giraldo Bloco Sem-Pavor.
Janeiro 28, 2010 at 9:14 pm
… então vamos lá a uma visão secundária e terciária do reforço da autoridade do professor.
Janeiro 28, 2010 at 9:20 pm
Estava para aqui a pensar como é que se reforça algo que não existe.
Já sei, com bloco-demagogia!
Janeiro 28, 2010 at 9:46 pm
#9,
Não existe?
Olha que eu ainda tenho guardado um bocadinho dela lá no armário.
Por vezes…
Janeiro 28, 2010 at 9:54 pm
Eu reforço bastantes vezes o seguinte: “Eu ensino,eu explico, eu dou tarefas para realizarem, os senhores realizam, eu tomo nota, eu divirto-me e os senhores e as senhoras ficam quietinhos e quietinhas e nem um sorriso.Agora vou explicar as if-clauses, em alentejano, muito devagarinho, e no final dos exemplos vou perguntar se entenderam ou não.E assinar os cadernos diários.Estão entendendo? Então vou começando e façam um esforço para seguirem o meu raciocínio lógico-abstrato.”
“Professora, para a semana vou tomar um medicamento que o médico receitou para a fadiga muscular e para melhorar a concentração!”
“Sim senhora. Faz muito bem. E até vai ficar mais inteligente do que já é.”
As turmas do 10º ano são um constante desafio, com 29/30 alunos, com a constante chegada de alunos vindos de Cabo Verde e Brasil………..
(Vou continuar a classificar testes)
Janeiro 28, 2010 at 9:56 pm
#9 #10
Até diria melhor.
Não existe?
Janeiro 28, 2010 at 10:24 pm
“Os alunos merecem mais.”
É verdade.
Sei que não é isto que se pretende dizer, mas já esgotei o stock dos chocolates do Natal e os jovens da tutoria de 5º e 6º ano ficaram 1 nadinha tristes hoje…..e trabalharam tão bem! 1 até trouxe o magalhães do irmão porque os PC da escola têm estado a funcionar mal, ai mas tão mal, ultimamente, desde Setembro…..
Janeiro 28, 2010 at 11:35 pm
Não o imaginava a fazer publicidade a movimentos que não passam de extensões ideológicas de partidos políticos. Esse MEP tresanda a conversa da treta e, ao já tão enjoativo, “eduquês”.
Janeiro 29, 2010 at 12:58 am
#11
E eles ouvem isso tudo? De uma só vez?
Epá, quando for grande quero uma escola dessas!
Janeiro 29, 2010 at 1:27 pm
#15,
Ouvem e às vezes escrevem no sumário.
Passado algum tempo esquecem…..
Hoje o sumário foi: Sorry, but today it’s Grammar time, folks!- Verb Tense revisions.
By the way, you haven’t watched the video clips. Neither have you commented on them.
If you don’t mind, do it this weekend”.
I’ll be watching You! Well, someone is saying back there that there are exceptions. Yes, there are. Unfortunately, very few”.
“Ó professora temos de escrever isso? Olhe se aparecesse aqui 1 inspector!”
“Yes, this is the summary. Write it donwn. Let the inspector come in. This is the latest trend in summary writing. Let’s work and may the Force be with you!”
Sempre estão calados a olhar para mim e o quadro. É o efeito “Surprise”.
Lol…Lol…
Janeiro 29, 2010 at 2:25 pm
Estou como o Fafe.
Lições que não se esquecem, só depois de um incontornável e agudo sentimento de perda. Não queres perder mais? Então não continues por aí. Para que tal seja possível, só barrando todas as saídas. Com quê? Sugestões? Apresntação de opções? Conselhos de amigo?
Não vale a pena fugir às palavras: imposições contra a vontade do elemento perturbador. That simple.