É verdade! Trata-se de um faz de conta. E o faz-de-conta vai ao ponto de nem sequer se prever a possibilidade de delegação de competências. Se repararem, um professor com uma formação numa área diferente da de administração e gestão tem zero pontos no parâmetro “formação”. É o cúmulo da asneira! Por um lado temos o Director que deveria delegar em adjuntos várias funções para lá da sua função, por outro temos a portaria da avaliação onde se pode ler que, para além do Director, não há formação nem saber. Tristezas…
Mas também vos acrescento que isto foi cozinhado pelos veteranos da “gestão”. Se repararem o que diz a porcaria da portaria é tão somente: “A velhice é um posto” e, de preferência, de comando!
Não percebo a estranheza pois com a ADD por anos civis em vez de lectivos esta situação é corrente em todos os professores que mudam sistematicamente de escola.
O primeiro grande erro da ADD é não ter em conta o ano de avaliação do professor igual ao ano lectivo, se a esta aberração juntarem a avaliãção bianual então fica mais estranho.
Por ex. A entrou na 1º escola em Set/09 começa a ser avaliado em Jan/10 (biénio Jan/10 – Dez/11) mas em Set/10 já está na 2ª escola e em Set/11 na 3ª escola onde finalmente se conclui a sua avaliação em Dez/11.
Em 2 anos civis passa por 3 escolas e é avaliado na última onde menos o conhecem e onde menos trabalhou.
Que rigor encontramos nestas situações? Como pode o mais justo director pronunciar-se sobre a avaliação do professor em questão em relação a outro factor que não seja o da assiduidade (A)? Tudo o resto é fantasia…
Mas é que “aquilo” não é uma avaliação… É apenas a validação da informação, prestada pelo “avaliado”, para efeitos da pontuação predefinida na Portaria, como aconteceu no concurso para titulares. Mas agora chama-se “avaliação por ponderação curricular”.
#10
A “coisa” está a ficar tão estranha que ninguém sabe ao certo a quem compete pagar os rectroactivos dos que entretanto mudaram de escalão e de escola… Pela lógica (se é que ainda existe, neste caso) deveria ser a escola onde o professor prestou serviço à data em que reuniu o requisito de tempo para a progressão (que pode ser … Janeiro de 2009), mas há escolas que dizem que não. Aguardam-se as cenas do próximo capítulo.
Janeiro 27, 2010 at 7:46 pm
O desempenho da primeira pedra da calçada é que seria!
Janeiro 27, 2010 at 7:49 pm
É verdade! Trata-se de um faz de conta. E o faz-de-conta vai ao ponto de nem sequer se prever a possibilidade de delegação de competências. Se repararem, um professor com uma formação numa área diferente da de administração e gestão tem zero pontos no parâmetro “formação”. É o cúmulo da asneira! Por um lado temos o Director que deveria delegar em adjuntos várias funções para lá da sua função, por outro temos a portaria da avaliação onde se pode ler que, para além do Director, não há formação nem saber. Tristezas…
Janeiro 27, 2010 at 7:51 pm
Mas também vos acrescento que isto foi cozinhado pelos veteranos da “gestão”. Se repararem o que diz a porcaria da portaria é tão somente: “A velhice é um posto” e, de preferência, de comando!
Janeiro 27, 2010 at 7:56 pm
#1
Concordo!
Janeiro 27, 2010 at 8:09 pm
Não basta concordar.
Janeiro 27, 2010 at 8:13 pm
Na AR há umas secretárias que têm que contar e anotar cada vez que um deputado guincha “apoiado”.
Não sabiam?
E que pagamos por isso?
Janeiro 27, 2010 at 8:24 pm
…AR??
…playground…!!
Janeiro 27, 2010 at 8:26 pm
…qt ao post…
…avaliam-se uns aos aos outros em “circuito interno”…a democracia n seu melhor!!…
Janeiro 27, 2010 at 8:39 pm
Secretárias? Para uma banda devem ser só secretários.
Janeiro 27, 2010 at 9:48 pm
Não percebo a estranheza pois com a ADD por anos civis em vez de lectivos esta situação é corrente em todos os professores que mudam sistematicamente de escola.
O primeiro grande erro da ADD é não ter em conta o ano de avaliação do professor igual ao ano lectivo, se a esta aberração juntarem a avaliãção bianual então fica mais estranho.
Por ex. A entrou na 1º escola em Set/09 começa a ser avaliado em Jan/10 (biénio Jan/10 – Dez/11) mas em Set/10 já está na 2ª escola e em Set/11 na 3ª escola onde finalmente se conclui a sua avaliação em Dez/11.
Em 2 anos civis passa por 3 escolas e é avaliado na última onde menos o conhecem e onde menos trabalhou.
Que rigor encontramos nestas situações? Como pode o mais justo director pronunciar-se sobre a avaliação do professor em questão em relação a outro factor que não seja o da assiduidade (A)? Tudo o resto é fantasia…
Janeiro 27, 2010 at 9:50 pm
Paulo Guinote concorda com a ADD bianual? E por anos civis?
Janeiro 27, 2010 at 9:51 pm
#5
Tens razão Fafe.
Concordo plenamente.
Janeiro 27, 2010 at 10:42 pm
O país da palhaçada!
Janeiro 28, 2010 at 12:37 am
#8
Mas é que “aquilo” não é uma avaliação… É apenas a validação da informação, prestada pelo “avaliado”, para efeitos da pontuação predefinida na Portaria, como aconteceu no concurso para titulares. Mas agora chama-se “avaliação por ponderação curricular”.
#10
A “coisa” está a ficar tão estranha que ninguém sabe ao certo a quem compete pagar os rectroactivos dos que entretanto mudaram de escalão e de escola… Pela lógica (se é que ainda existe, neste caso) deveria ser a escola onde o professor prestou serviço à data em que reuniu o requisito de tempo para a progressão (que pode ser … Janeiro de 2009), mas há escolas que dizem que não. Aguardam-se as cenas do próximo capítulo.