…será possível deixcarem-me aqui ou mandarem-me novas das obras feitas pela Parque Escolar e que estão a decorrer ligeiramente pior do que o esperado, em particular quanto às poupanças no material e deficiências variadas pouco tempo depois (ou antes) das inaugurações?
Janeiro 25, 2010
Ainda A Propósito Do Convite Do Nosso Primeiro…
Posted by Paulo Guinote under Parque Escolar, Ponto da Situação[64] Comments
Janeiro 25, 2010 at 3:20 pm
Em relação à EB 2,3 André Soares, em Braga, posso dizer que estava previsto que começassem em Setembro, depois em Janeiro, agora, a informação que obtive na reunião de E.E. foi que não há ainda data prevista, sabe-se apenas que têm que estar concluídas até ao final deste ano civil, caso contrário deixa de haver financiamento.
Estranho!!!
Se alguém souber de algo mais concreto, eu agradeceria a informação…
Janeiro 25, 2010 at 3:35 pm
Fora do assunto do post, mas…
Ministra defende «monitorização» das escolas
Isabel Alçada considera que assim é possível obter melhores resultados de aprendizagem dos alunos
A ministra da Educação, Isabel Alçada, defendeu esta segunda-feira a criação de mecanismos de monitorização nas escolas, para que seja possível obter melhores resultados de aprendizagem dos alunos, escreve a Lusa.
«Os resultados de aprendizagem dos alunos são o essencial da actividade educativa. É indispensável criar mecanismos de monitorização na gestão da aprendizagem dos alunos», afirmou Isabel Alçada, que esta manhã presidiu, na Maia, à sessão de abertura de um seminário para debater a autonomia e a liderança das escolas.
Para Isabel Alçada, é preciso uma escola mais eficaz, com melhores resultados pedagógicos, sendo para isso necessário que se faça uma avaliação de todas as iniciativas e dos esforços realizados.
A ministra da Educação afirmou ser preciso que as escolas dêem informação ao Ministério, para que seja possível prosseguir com o processo de autonomia dos estabelecimentos de ensino.
«Precisamos de informação»
«Precisamos de informação para este trabalho de autonomia», a qual «permite reflectir e traçar um planeamento daquilo que são projectos a desenvolver no futuro, e ajuda a decidir melhor», disse.
Para Isabel Alçada, com mecanismos de monitorização será possível «estabelecer um nexo entre o esforço e a eficácia», sendo necessário «emitir exemplos de trabalho produtivo».
Com esta monitorização, salientou, será possível comparar o trabalho das escolas com contrato de autonomia com as outras, sendo certo que «tem de haver uma diferença assinalável».
«Precisamos de dar evidência a essa diferenciação», sustentou.
Questionada pelos jornalistas se seria possível quantificar essas diferenças, a ministra disse não poder «dar já uma quantificação rigorosa dessa causa/efeito».
Isabel Alçada disse ainda que o Ministério pretende abrir «novas candidaturas» para celebração de mais contratos de autonomia com escolas, assim que a avaliação de todo este processo de autonomia esteja concluída.
Isabel Alçada frisou que há actualmente 24 agrupamentos, num total de 144 escolas, com contratos de autonomia.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/educacao-isabel-alcada-escolas-alunos-monitorizacao-resultados/1134106-4071.html
Janeiro 25, 2010 at 3:42 pm
OK, vamos lá ver se percebi: a malta monitoriza as escolas e os resultados das aprendizagens melhoram? O problema era só este? E estivemos este tempo todo a discutir estratégias disto e daquilo, apoios para aqui e acolá, planos, reestruturação dos ciclos… Afinal era simples. Bolas!
Eu bem disse que o que havia de vir do governo Sokas 2.0 seria incomensuravelmente pior do que os piores momentos do consulado da Lurdinhas. Detesto quando tenho razão nestas coisas
Janeiro 25, 2010 at 3:45 pm
Vou dar uma aula.
Já volto!
Janeiro 25, 2010 at 3:47 pm
Última instância!
A educação vai mal em Portugal:
ninguém se entende, em qualquer grau de ensino,
sobre o que deve ser fundamental
e qual o seu papel ou seu destino.
Quer do ponto de vista sindical,
pelo que vejo e pelo que imagino,
quer do critério ministerial,
o que se passa é puro desatino.
Pelo que diz respeito à educação,
está em causa, a muito breve trecho,
a própria identidade da nação.
A continuar assim, neste desleixo,
a formação da nossa juventude,
só resta a Deus pedir… que nos ajude!
João de Castro Nunes
Janeiro 25, 2010 at 4:04 pm
QUE autonomia? Eu estou numa dessas 24 e quanto a autonomia nem para comprar papel…
Janeiro 25, 2010 at 4:11 pm
A solução para a escola está na monitorização
e cá vamos andar todos em mais uma reunião
já não bastava a burocracia de grande indigestão
se ao menos nos livrassem desta avaliação!
Janeiro 25, 2010 at 4:12 pm
Ora vamos pa autonomia
a toda a velocidade
queremos empatia
e pouca mediocridade
Janeiro 25, 2010 at 4:31 pm
O novo parque escolar
finge que faz intervenções
e ninguém pode reclamar
senão há difamações
Janeiro 25, 2010 at 4:34 pm
Olá… Voltei… Li acima: “Para Isabel Alçada, com mecanismos de monitorização será possível «estabelecer um nexo entre o esforço e a eficácia», sendo necessário «emitir exemplos de trabalho produtivo».” Ora, estou realmente estupefacto! Então agora os sociológicos “mecanismos de controlo social ou profissional” passaram a chamar-se “mecanismos de monitorização”. Boa vai ela… É a versão 2.0 do Plano Tecnológico: controlar os professores pela produção de sucesso dos seus alunos. Muito bem.. Eu quero jogar (leia-se, trabalhar, leccionar, ensinar…!) na Escola do Benfica ou do Porto ou do Sporting… ou até do Braga. Perdão… Queria dizer… desculpem o acto falhado, quero jogar numa escola da antiga “Primeira Divisão”, mais recentemente (e perdoem-me a insistência no “p”!)rebaptizada como “Primeira Liga”…
Janeiro 25, 2010 at 4:34 pm
Autonomia? Brincalhona, a Leopoldina!
Janeiro 25, 2010 at 4:39 pm
Janeiro 25, 2010 at 4:45 pm
E esta meus Caros
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1466113
Inspecção
Justiça pagou 800 mil euros em cheques falsificados
por Licínio Lim
Ministério tem 850 milhões de euros em 12 contas bancárias ilegais na Caixa Geral de Depósitos. Há milhões de euros por explicar nas contas. Ministro nomeou novos gestores
As burlas também acontecem na Justiça. O Instituto de Gestão Financeira e de Infra-estruturas da Justiça (IGFIJ), que gere os dinheiros daquele ministério, passou nove cheques para pagamentos de serviços que não chegaram aos destinatários. Alguém os interceptou, falsificou, aumentando-lhes o valor, e levantou na Caixa Geral de Depósitos (CGD), sendo a entidade pública burlada no montante de 744 424, 84 euros.
Mas há mais. Quase 90% dos saldos bancários do IGFIJ, na ordem dos 850 milhões de euros, estão depositados em 12 contas ilegais abertas naquele banco público. Nalgumas delas, o instituto nem sequer sabe o montante que lá se encontra, tendo realizado, inclusive, pagamentos sem que agora exista documentação de suporte e muitos outros movimentos bancários para os quais não há explicação. São milhões de euros ao deus-dará que não se sabe donde vêm nem para onde vão.
Tudo isto consta de uma auditoria da Inspecção-Geral dos Serviços de Justiça (IGSJ), cujo relatório o DN teve acesso, que arrasa a contabilidade daquele organismo. Os gestores já foram mudados pelo ministro da tutela, Alberto Martins, que impôs 60 dias aos novos para apresentarem propostas de rectificação. O Tribunal de Contas, por seu lado, já iniciou ali uma nova auditoria.
O relatório IGSJ foi apresentado ao anterior titular da pasta, Alberto Costa, que o meteu na gaveta. O ministro seguinte, Alberto Martins, recuperou-o e mudou de imediato a equipa do IGFIJ.
A primeira grande chamada de atenção da IGSJ é para o facto de o IGFIJ manter na CGD, de forma ilegal, 12 contas bancárias, cujos saldos ascendem a 850 milhões de euros. Segundo o relatório, tal prática viola o princípio da Unidade de Tesouraria do Estado consagrado no Decreto-Lei n.º 191/99, de 6 de Junho, esclarecendo que as contas deveriam estar no Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público. Assim, o IGFIJ entendeu que os juros auferidos na CGD constituíam receitas próprias. Por isso, ” nunca efectuou a respectiva entrega ao Estado”, violando igualmente a lei, refere ainda o relatório. Por exemplo, os juros auferidos em 2007 ascenderam a 24 milhões de euros.
Também grave, para o IGSJ, é facto de o instituto não saber, sequer, quanto dinheiro tem disperso na CGD relativo a depósitos obrigatórios dos utentes da Justiça, quando pagam taxas, por exemplo. A Lei Orçamento do Estado para 2009 impôs que esses depósitos fossem transferidos no prazo de 30 dias para a conta do instituto. Mas a entidade bancária ainda não o fez alegando não ter os montantes apurados.
Mas há mais. Nas contas 625939330 e 601445530 surgem movimentados 7,2 milhões de euros sem explicação. “Tanto poderá tratar-se de pagamentos sem o correspondente registo contabilístico como de recebimentos registados contabilisticamente cuja entrada na conta não se efectuou”, diz o relatório.
Há ainda outros exemplos. Em pelo menos quatro contas não foram efectuados os respectivos registos contabilísticos relativos a toda a receita extra-orçamental cobrada pelos instituto nos meses de Maio a Setembro de 2008. Só no mês de Setembro daquele ano tais receitas ascenderam a 43 milhões de euros.
“Ninguém supervisiona as reconciliações bancárias”, diz a IGSJ. Em várias contas há diferenças nas reconciliações por explicar que rondam os 11 milhões de euros. No caso dos nove cheques falsificados, o IGFIJ nem tinha noção do que se estava a passar. Foi a polícia que alertou.
Alberto Martins homologou este relatório a 21 de Dezembro.
Janeiro 25, 2010 at 4:46 pm
A EB2.3 Mário Sá Carneiro de Camarate estava na lista para intervenção. No início do processo andaram para lá a fazer levantamentos e medições do terreno para construção de pavilhão para substituir os provisórios que para lá estão há mais de trinta anos agora sem quaisquer condições. Nunca mais houve notícia. A maior parte das aulas decorre nos barracões.Mas aquilo é no subúrbio que não se enxerga. Vai ficar assim.
Janeiro 25, 2010 at 4:52 pm
#13 É no que dá a concentração. Acho que dantes cada tribunal era responsável por toda essa contabilidade e suponho que não havia esses desmandos. Depois criaram o tal Instituto de Gestão Financeira que passou a centralizar tudo (até o pagamento do papel higiénico para cada tribunal) e é o que se vê.
Janeiro 25, 2010 at 5:07 pm
Bulimunda, calculo que seja formada em Filosofia.
Concerteza que também já ouviu falar na expressão “falatório da caverna”. Infelizmente, em vários momentos deste blogue fiquei com a sensação que não estaríamos muito longe de sermos adequadamente apelidados de meros faladores. A tarefa de professor, a mim me quer parecer, não se compadece de muitas das preocupações materiais que tanto atormentam alguns dos frequentadores do umbigo. De resto, no desiderato da criação deste blogue está a intenção de descentrar a temática da educação do nosso Eu.
Trata-se de apontar para aquilo mesmo que é educere. Ora, “isso” não se compadece de meras considerações tecnocráticas e, muito menos, dos pequenos dramas materiais de cada indivíduo.
Falta muito daquele olhar que se impõe a si mesmo a severidade do própria do saber – e é esta a razão oculta de todo o mal estar, de todo tormento de professores e alunos. De nada nos valerá as medidas ministeriais que, além de serem desonestas, ilusórias, artificiais, são, acima de tudo, nada sérias (tomando a palavra no sentido ético-moral). Reconheço que a época não está sintonizada com a categoria do sério e, por isso mesmo, vejo a nossa acção como professores no inteiro domínio de um Requiem da educação. A nós só nos resta o eterno canto da ausência de tudo o que diz respeito à educação.
Janeiro 25, 2010 at 5:20 pm
Hehe!, o Buli mudou de séqueço?
Janeiro 25, 2010 at 6:00 pm
Gostei dos sonetos e outras quadras.
Tenho até uma suugestão: poderíamos passar a comunicar em verso. Talvez daqui saia um novo Lusíadas.
Nota: é favor evitar rimar só em “ão”.
Janeiro 25, 2010 at 6:11 pm
Mais um exemplo da péssima gestão orçamental. Até parece que estamos numa fase de pleno emprego e que a economia se aproxima, a passos largos, do pico!
Será este o grande investimento na Educação?
Será este o investimento produtivo que provoca um crescimento sustentado?
Como é que querem tapar as crateras que cavam no orçamento, como é, como é?
Janeiro 25, 2010 at 6:15 pm
Salvo honrosas excepções, alguém se importaria muito de aceder ao que eu pedi?
Não me levem a mal, é que era urgente…
Janeiro 25, 2010 at 6:26 pm
Paulo
Só amanhã poderei atender ao seu pedido.
Na minha escola, a Parque Escolar começou a construir um gabinete para atendimento ao aluno, no âmbito da Educação Sexual. As obras pararam e não sei o motivo. amanhã dir-lhe-ei.
Janeiro 25, 2010 at 6:38 pm
Paulo, tb seria giro uma reportagem fotográfica dessas escolas, aqui pelo Umbigo.
Até se podia enviar para o gabinete do PM um convite para que as visitasse.
Janeiro 25, 2010 at 6:40 pm
Desculpa-me só esta fora do post:
o Orçamento já está praticamente assinado. Não o conheço. É coisa para “senhores das finanças”.
Já repararam como fez o 1º Ministro norueguês?
Estamos a anos-luz destas democracias. Lá faz-se por integrar a população nas medidas para o país. Aqui faz-se para manter todos na ignorância…
Janeiro 25, 2010 at 6:51 pm
Pelo que me foi dito na Secundária Rodrigues de Freitas, cada vez que chove há infiltrações e não conseguem acabar com elas. Parece que a maneira que arranjaram de as esconder, um dia que a pouco saudosa anterior ministra lá foi de visita, foi retirar as placas de pladur e substituí-las por outras novas que durarm 1 dia ou dois, antes de tb elas ficarem cheias de humidade.
Os acabamentos nos recreios parece que são péssimos e esqueceram-se de deixar as caleiras ligadas aos esgotos, pelo que cada vez que chove, a água corre por cima do chão e tudo alaga.
As paredes e pilares foram revestidas com um pladur que ao minimo toque se parte.
Muito grave,durante as obras desapareceu muito material que levou sumiço e não foi reposto.
conseguiram quase acabar com o parque de estacionamento, o que é dramático no centro do Porto.
Janeiro 25, 2010 at 6:53 pm
Na minha não existem obras… mas a escola com 9 anos e tal revela graves falhas de construção…tacos a levantarem…canalização ruinosa…aquecimento que não pode ser ligado..conduta DE GÁS ROTA…Infiltrações..ETC…fria como o caraças….
Janeiro 25, 2010 at 7:26 pm
Olá Pessoal,
Quanto ao assunto do post tenho muito a dizer e até reportagem fotográfica do antes, durante e depois…
Lamento é não ter tirado fotos aos tectos que cairam, nem à janela que teve o mesmo fim, etc…
bulimunda,
Agradeço imenso o vídeo pois na última aula falei na Alegoria da Caverna aos alunos do 110ano e eles nunca tinham ouvido falar… Amanhã já lhes dou a conhecer esta “versão” brasileira.
Janeiro 25, 2010 at 7:37 pm
Se é para falar do estado actual da minha escola…cá vai:
pavilhões provisórios há 25 anos
quadro eléctrico fraquinho
não há pavilhão para a prática desportiva
aquecimento…já era
mesas desadequadas para os adolescentes (ficam sempre com as pernas de lado, tb ninguém lhes disse para serem tão altos…)
ahhhh mas tem muitos pcs e quadros modernaços e muito choque tecnológico…
Quando chove, os alunos ficam gelados e molhados cá fora, mas isto não é muito importante..
Janeiro 25, 2010 at 7:40 pm
Secundária do Pinhal Novo está à espera das obras… Disseram que começavam em Janeiro mas até agora nada…
Janeiro 25, 2010 at 7:40 pm
Por acaso até acho q o q importa é a tecnologia. Vou deixar de alimentar bem os meus filhos e de aquecer a casa e dos banhos e etc. temos net e compotadores e isso basta!
Vou seguir a filosofia do governo. Ficar-me-á mais barato?
Janeiro 25, 2010 at 7:40 pm
Bom… querem saber factos?
Janeiro 25, 2010 at 7:42 pm
Para os jovens felizes estarem
compraremos computadores
e se, mesmo assim, não atinarem
chamaremos aqueles siiinhores
Janeiro 25, 2010 at 7:45 pm
Há muito quadro interactivo
muita nova tecnologia
mas anda tudo perdido
por via da …(falta-me a rima…)
Janeiro 25, 2010 at 7:49 pm
EB1 da Pedra Mourinha-Portimão escola construída há menos de 9 anos têm repasses na sala dos professores na biblioteca nos corredores, humidade inaceitável em algumas salas. Talvez fosse suposto não chover no Algarve.
Janeiro 25, 2010 at 7:53 pm
Vejam este post no Blasfémias..tentei linkar os post do Paulo mas o Gabriel o Não Pensador censurou..vá lá saber-se porquê…
http://blasfemias.net/2010/01/25/ajuste-directo-exemplar/
Janeiro 25, 2010 at 7:54 pm
Eu acho q a minha escola padece do síndrome do edifício doente. Termo que passou a ser utilizado para definir o conjunto de sintomas agudos que se manifestam em prédios contaminados. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, os sintomas mais comuns são dor de cabeça, irritação nos olhos, nariz ou garganta, náusea, fadiga mental e física, que desaparecem tão logo as pessoas deixam o edifício.
Janeiro 25, 2010 at 7:57 pm
Ouvi que há alunos com e-escolas que não têm luz…
Janeiro 25, 2010 at 7:59 pm
Paulo,
Diz o que queres concretamente!
Esta semana a minha escola festeja o seu Patrono António Sérgio e 125 de História!
Janeiro 25, 2010 at 8:02 pm
Em Águeda na minha escola
nova biblioteca foi inaugurada
num pavilhão onde tudo se “descola”
lá foi a Milú malvada!
Sabia-se que haveria obras
a começar em Setembro
questionou-se tal mão-de-obra
gasta com desgoverno!
Entretanto Setembro chegou
obras ninguém as viu…
2010 já começou
e continua-se com frio!
Aquecimento? Querias!
Isso é luxo para outros!
Mas as novas tecnologias
chegaram não aos poucos!
Muitas tic na minha escola há
dinheiro gasto pelo governo.
O essencial esquecido está,
o empreiteiro, nem vê-lo!
Janeiro 25, 2010 at 8:05 pm
Alebana
Grande poeta é o povo!
Janeiro 25, 2010 at 8:08 pm
#39 caneta Tinta Permanente
Deu-me para isto…
Janeiro 25, 2010 at 8:13 pm
#37 deixem lá o António Sérgio… Ele não quereria ser patrono de escola nenhuma, muito menos destas e na porcaria de tempo em que vivemos… Dá uma olhada a este texto e divulga-o na tua escola…
(Se quiseres tenho muitos mais…)
http://porquemedizem.blogspot.com/2010/01/depois-de-uma-ida-ao-parlamento.html
Janeiro 25, 2010 at 8:31 pm
Recomendo que leiam estes posts! …
http://www.5dias.net/tag/parque-escolar/
Janeiro 25, 2010 at 8:35 pm
O post anterior do Paulo …
http://www.educar.wordpress.com/2010/01/24/convite-aceite/
(Se espiolharem bem, é mais grave do que o Magalhães…)
Neste post, o Paulo está a solicitar elementos sobre escolas de que tenham elementos …
Janeiro 25, 2010 at 8:36 pm
Escola Básica 2,3/S Bela Vista – inaugurou em setembro com material da “escola velha”: profs e funcionários carregaram e descarregaram com ajuda de empresa de mudanças, material velho para escola nova e vão chegando umas coisitas de vez enquando. Centro de recursos cont fechado (ausência de material)e internete só em determinados sítios da escola.. Quadros interactivos nada de nada! Ed Fis começou apenas no 2ºp, pois pavilhão n estava concluído
Janeiro 25, 2010 at 8:38 pm
Na minha escola houve dinheiro para comprar dezenas de CPU e monitores e projectores Epson, porém não podem funcionar pois só há uma tomada e não há fichas triplas
Janeiro 25, 2010 at 8:41 pm
Vou fazer uns telefonemas…
Janeiro 25, 2010 at 8:50 pm
Janeiro 25, 2010 at 9:01 pm
#45-Gosto dessa…um problema de fichas. É o costume. Só que quem está de fora nem acredita que isto seja possível.
Realmente parece que há mais quem tenha projectores Epson.
Janeiro 25, 2010 at 9:22 pm
Na minha escola temos professores de informática que no seu tempo de escola “cuidam” dos PCs, e restante material. Como administradores do PC, só eles podem alterar programas, definições, etc. Neste momento não está a funcionar mal. Compraram-se logo as tais fichas triplas (na verdade quintuplas) e, mais tarde, até um cabo duplo para ligar simultaneamente o projector e o monitor ao CPU.
Janeiro 25, 2010 at 9:41 pm
Creio que algumas das escolas aqui referidas eram antigos liceus e escolas comerciais e industriais.
Pelos exemplos apresentados, tremo só de pensar no que poderá estar a acontecer ao meu antigo liceu (construído de raiz durante o Estado Novo)que neste momento está em obras. Já sofreu várias intervenções, mas continuava um edifício sólido e bonito.
Nos poucos casos que conheço, compreendo que acrescentassem para melhorar as condições de trabalho, mas substituir estruturas sólidas por pladurs e etcs… bom, é difícil compreender algumas obras.
A minha escola só vai entrar em obras na tal segunda fase. Até lá pode ser que isto se deslinde e se houver obras que seja para melhor.
Janeiro 25, 2010 at 9:41 pm
#48 Essas bodegas foram compradas à tonelada, assim como os cabos (ou fios, seja o que for, confesso que não sou injinheiro…)e essas porcarias… Só que foram tão estúpidos que se esqueceram(?) de incluir as tomadas necessárias para a coisa. Mas foram suficientemente inteligentes para colocar essas calhas exteriores, precisamente, onde os alunos colocam as patas… Assim, como é evidente, a coisa, antes de acabar de ser instalada, já estava estragada… Contudo, eu que não sou injinheiro, disse logo que aquilo não ia durar dois dias… Compreendem-me?
Janeiro 25, 2010 at 9:52 pm
Visitar D. Pedro V, Padre António Vieira e Filipa de Lencastre em Lisboa. Arquitectura tipo Alcatraz e anulção dos espaços verdes. O problema começa logo na concepção.
Janeiro 25, 2010 at 9:59 pm
#52, já reparei que deixou de haver espaços verdes no D.PedroV.
Fui lá aluna e lembro-me bem de todo aquele espaço exterior, tão agradável…
Janeiro 25, 2010 at 10:01 pm
O problema é que os directores deviam viver a obra e não têm competência para o fazer. Precisamos de separar a gestão pedagógica da gestão administrativa no ensino público.
Janeiro 25, 2010 at 10:02 pm
Mas claro que isso vai contra a “gestão democrática” que parece ser tão grata à classe …
Janeiro 25, 2010 at 10:05 pm
Quanto ao PTE trata-se basicamente de importar material e aparafusá-lo ao tecto. Não havia capacidade instalada por isso é o caos.
Janeiro 25, 2010 at 10:20 pm
#52,53 Já agora podem visitar também a E.S.Vergílio Ferreira, um absurdo: virado a sul (onde bate o Sol) fica um muro enorme em betão, sem uma única janela; as árvores, que eram bastantes, já foram quase todas cortadas; parque de estacionamento, não se sabe se continuará a haver(numa zona onde é dificílimo estacionar)…
Janeiro 25, 2010 at 10:39 pm
A Escola Secundária de Paredes apresenta esta espantosa coisa : ficou enterrada um metro e meio !! Porquê ? Esqueceram-se de ver o terreno……… Se lá tivessem ido, veriam o desnível de cotas !
Janeiro 25, 2010 at 10:40 pm
A minha escola teve obras recentes, mas agora andam por lá outra vez a meter cabos dentro daquelas calhas de plástico. Mas o trabalho está a ser feito aos soluços, há dezenas de caixotes de material por lá amontoado.
A escola de um dos meus filhos, uma “histórica” de Coimbra, a Avelar Brotero, está a ficar desfigurada com os armários modernos onde não cabe o material que cabia nos antigos, os tectos falsos e outras esquisitices que colocaram na parte superior das salas. E paredes pintadas de branco, que é um cor resistente à sujidade, como todos sabem… Quanto às tecnologias, o choque é capaz de ter sido fraquito, pois o que tenho visto é os professores solicitarem aos alunos que têm portátil para o levarem nas aulas em que é necessário, já que a escola não tem computadores suficientes para serem usados nas aulas pelos alunos.
Janeiro 25, 2010 at 10:44 pm
A minha escola levou no ano passado um bloco novo, que inclui um auditório. Com quadro interactivo, mas sem lugares para os professores todos do agrupamento.
As reuniões gerais continuam a fazer-se em espaços sem condições, ou então é como as camionetas da carreira de antigamente: com desdobramento!
Janeiro 26, 2010 at 1:20 am
Escola Aurélia de Sousa (já requalificada):
http://picasaweb.google.com/carlos.portela.1/EscSecAureliaDeSousa#
Na Soares dos Reis e na Aurélia não há grandes queixas.
Janeiro 26, 2010 at 1:38 am
Fontes Pereira de Melo:
http://www.esfpm.com/
Janeiro 26, 2010 at 6:54 pm
# 58
isso é piada ? Se for a sério, os injinheiros & arquitatos não precisam de fazer um exame probatório ? A obra guincha por si !?
Janeiro 26, 2010 at 9:49 pm
No Garcia de Orta no Porto, chove em várias salas, caiu o tecto de uma delas, uma porta caiu em cima de uma funcionária e um quadro branco em cima de um aluno, tal como se tornou público recentemente.O ginásio tem um piso desadequado uma vez que com a húmidade se torna imensamente escorregadio.Pelo que consta, as instalações da Secretaria não têm janelas, será possível?????