Público, 20 de Janeiro de 2010
Discordo de parte deste artigo, em especial da parte em que afirma que os professores mais ousados foram abandonados na sequência do acordo ME/sindicatos Esta questão, para mim muito sensível por variadíssimas razões, merece um comentário adicional perfeitamente contrário à posição de Santana Castilho: sem o acordo é que esses professores não teriam qualquer hipótese de serem recuperados para o grosso do exército.
Porquê? Muito simples – e espero que percebam o que estou a escrever tal como o escrevo e não como algumas cabeças o queiram ler -: porque a não entrga de qualquer documento de autoavaliação carece de qualquer suporte jurídico para ser defendido (contraria, aliás, o ECD que estava em vigor antes de 2007 e que a generalidade desses colegas sempre cumpriu) e entra na esfera do debate político.
Sendo uma questão política, só algo como o acordo conseguido pode abrir vias negociais para resolver a situação dessas centenas ou milhares de colegas (não sei exactamente quantos, embora conheça vários).
Por isso mesmo é que pessoalmente acho que o acordo – com todas as imperfeições e defeitos – foi a solução mais adequada para conseguir aquela ideia minha do No Teacher Left Behind.
Que eu tenha de explicar isto desta forma, em detalhe, aqui, preto no branco, é algo que sempre achei desnecessário e até contraproducente. Mas, pelos dias que correm, tanto o agudizar de certos receios como o aproveitamernto demagógico desta questão exigem que algo se diga de forma menos críptica.

Janeiro 20, 2010 at 7:16 pm
Welcome ao mundo real de quem nunca perde.
Janeiro 20, 2010 at 7:18 pm
O repto é claro e não há como lhe fugir: que vão às escolas ver o ambiente…
Janeiro 20, 2010 at 7:24 pm
Concordo com o Santana Castilho, as escolas têm um ambiente deprimente, vai demorar muito tempo para se sararem as feridas.
Janeiro 20, 2010 at 7:26 pm
E os sindicalistas que se cuidem…
Janeiro 20, 2010 at 7:28 pm
Vamos lá então a ser politicamente incorrectos. A questão que colocas, Paulo, é importantíssima, tinha que ser salvaguardada e nunca ninguém, aqui, a colocou em causa. E ainda bem que lá aparece. Mas essa situação justifica “o acordo”?
Janeiro 20, 2010 at 7:30 pm
#3
O ME espalha sal nas feridas e os sindicatos distribuem os pensos rápidos.
Está tudo devidamente planeado, como no caso da super fraude da “pandemia” da gripe A.
É preciso é pensamento positivo e fé nas merdelites que nos pastoreiam.
Janeiro 20, 2010 at 7:31 pm
É fácil concordar com algumas afirmações de Santana Castilho. Elas estão lá para isso mesmo. Um verdadeiro tratado de populismo e demagogia.
Caso para perguntar, como no título da obra de Budd Schulberg:
“What makes Santana run?”
Janeiro 20, 2010 at 7:34 pm
Tinha a sua piada conhecer os tais 700 professores excelentes e o que produziram para tal; mas não, é segredo.
Janeiro 20, 2010 at 7:36 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2010/01/20/ministro-italiano-quer-lei-para-obrigar-filhos-adultos-a-sair-de-casa-aos-18-anos-olha-se-a-moda-pega-ca/
Janeiro 20, 2010 at 7:38 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2010/01/20/leis-modernas-da-vida-global-a-lei-do-proposito/
Janeiro 20, 2010 at 7:38 pm
#5,
É apenas uma das peças do puzzle.
Quanto ao artigo do SC faz-me lembrar um pouco aquele tipo que sabe os pontos erogéneos todos da namorada e é super-eficaz na estimualação.
Janeiro 20, 2010 at 7:38 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2010/01/20/0214-a-corporacao-legendas-pt-br-os-novos-vampiros-parte-2/
Janeiro 20, 2010 at 7:39 pm
Esta é para todos os sindicatos…
http://bulimunda.wordpress.com/2010/01/20/frase-paradigmatica/
Janeiro 20, 2010 at 7:39 pm
Vou à janta..inté..
http://bulimunda.wordpress.com/2010/01/20/snow-patrol-chasing-cars/
Janeiro 20, 2010 at 7:43 pm
No séc. XIV, a Peste Negra foi difundida por ratos que vinham nos navios.
O método continua a inspirar certas ratazanas de esgoto que só agora voltam a assomar à superfície.
Janeiro 20, 2010 at 7:45 pm
#7
Curiosamente não são contrariados os argumentos de Carrilho com outros argumentos mais inteligentes e perspicazes.
A indigência mental e a k7 da suspeição ad hominem são sempre o último recurso para quem não sabe argumentar.
Janeiro 20, 2010 at 7:46 pm
#11
Certo.
O problema, digo eu, é que muitos (não quero dizer sindicatos) andam a “estimular” pontos errados. Tipo borbulhas de acne e bolhas de pé de atleta. Mira desfocada, talvez.
Janeiro 20, 2010 at 7:47 pm
Estou a adorar o dogma castilho. Daqui a pouco o modelo castilho.
Janeiro 20, 2010 at 7:48 pm
# 3, o ambiente está de tal modo que uns dias atrás, num directivo estavam 2 professores avaliados com Bom, mas um de 7 e outro de 9 (dizem que MUITO imerecido, mas amigo de alguém), e ao sair, a prof de Bom 7, com humor, dirigiu-se para os presentes (Director e afins) e disse:
“Bem, aqui o 7 e o 9 vão trabalhar!”
Foi um momento muito constrangedor para alguns que pensavam que a avaliação não era conhecida
Muito triste esta situação… e muito se comenta nas esquinas dos corredores tal são as disparidades dos critérios.
Janeiro 20, 2010 at 7:49 pm
#16
Está nervoso, hominem. Não é Carrilho. É Castalho.
Janeiro 20, 2010 at 7:51 pm
O Sr. Santana Castilho foi das poucas pessoas esclarecidas que escreveu com alguma regularidade, no Público,onde colocou o dedo na ferida…e na minha modesta opinião, continua repleto de razão. A continuação da avaliação nos moldes acordados vai contribuir de forma muito nefasta para a degradação da relação entre Professores. Em vez de clima de cooperação, vamos ajudar mas a pensar que essa ajuda podeá contibuir para melhorar a nora do vizinho do lado.Na realidade a esperança das escolas não conseguirem avaliar é uma esperança vã. Como habitual, os Professores conseguem desenrascar tudo, nem que seja com umas cruzinhas. Quem vai avaliar, serão apenas os anteriormente conhecidos como titulares. Apenas os Professores de topo poderão ter sido agraciados com o acordo pois ainda poderão ter mais escalão para progredir e ainga poder ganhar mais algum. Para todos os outros esta treta de acordo não passa de uma miragem. Fiquei desiludido com o acordo…Ainda tenho esperança de poder melhorar as condições de trabalho mas duvido. Menos componente lectiva? Menos alunos por turma? Mais horas para Direcção de Turma? Acabar com a porcaria das horas não lectivas mas que são lectivas? Duvido.
Continuamos a fazer das tipas coração e a desenrascar tudo como habitual e é isso que muitas vezes nos tramam.
Janeiro 20, 2010 at 7:54 pm
Também não concordo com Santana Castilho (sempre me pareceu que ficaria melhor Santana Rastilho), mas, do meu ponto de vista, esta avaliação é muito mais complicadex que o simplex. Para quem não gosta de burocracia absolutamente ineficaz, posso adiantar que esta avaliação agora acordada implica muito mais papelada. E continuo a falar diariamente com dezenas de professores que estão furiosos com este acordo.
Janeiro 20, 2010 at 7:54 pm
Escrever depressa dá num quilo de erros…desculpem lá
Janeiro 20, 2010 at 7:54 pm
No detalhe, também me parece que o acordo é insuficiente e contém os pormenores já amplamente referidos da legitimação da avaliação 07-09 e dos estrangulamentos na progressão. No entanto, falta neste artigo a consideração de uma questão importante. É ver as coisas de uma perspectiva de médio prazo. Não chegámos ao fim da linha. Outros estatutos, ou alterações ao próximo, haverá.É necessário é que haja condições políticas para isso. Sem este acordo, provavelmente, não haveria condições para outras alterações. Portanto, é uma etapa no caminho, não o seu fim.
Janeiro 20, 2010 at 7:55 pm
Concordo em absoluto com o prof. SC. Se fossem às escolas…se fossem veriam como andam os professores, é uma amálgama de desmotivação, incredibilidade, esgotamento, desconfiança.
Pacificação?
Voltar a paz às escolas?
Não há ninguém q mais queira serenidade nas escolas, do q os professores.
Foi u tal dum achincalhanço, de uma perseguição…
Janeiro 20, 2010 at 7:58 pm
#24
É concerteza uma etapa no caminho ( que ficou em alguns casos 16 anos mais longo) mas para muitos esse caminho não terá fim, e a haver alterações será para pior!
Janeiro 20, 2010 at 7:58 pm
O q me parece é q cada um, agora mais do q nunca, está isolado. Sinto-me completamente isolada na escola e sei q há mais colegas meus q tb o sentem.
Janeiro 20, 2010 at 7:58 pm
Castilho olha por si, diz umas asneiras enquanto universitário.
Janeiro 20, 2010 at 7:59 pm
A única maneira de resolver este ecran azul é verificar, um a um, os hardwares e softwares que foram adicionados recentemente. Em último caso há que fazer restauro do sistema, para Fevereiro de 2005 e instalar tudo de novo, um a um, para detectar o erro que provoca o “blue screen”.
Janeiro 20, 2010 at 8:00 pm
Só que os sindicalistas-os das reuniões-têm falta DE ALGO QUE POUCO OU NADA CONHECERAM IN LOCO:DAR AULAS…UM SINDICALISTA DEVIA TER SEMPRE DUMA OU DUAS TURMAS…MAS OS DO TOPO…
Assim apenas conhecem o que alguns lhes dizem..o que ouvem..o que parece que conhecem…o que conheceram quando ainda foram professores nos anos oitenta e tal…etc…
A Olinda diz e eu corroboro …esta gente xuxa fez algo nas escolas que vai demorar muito tempo a sara…se alguma vez sarar…
«Sentiríamos frequentemente vergonha das nossas mais belas acções, se o mundo conhecesse todos os motivos que as fundamentaram» La Rochefoucauld
Janeiro 20, 2010 at 8:02 pm
Para quem tem dúvidas que o mexilhão é que se… entalou(acima do antigo 8º escalão “no problem”, vejam os anos que um professor do índice 218 necessitava para chegar ao índice 299 e comparem com a actual proposta e com o que está em vigor! Quem acertou? De 6 anos passou para 14 anos!!!
Janeiro 20, 2010 at 8:05 pm
# 29 Ora nem mais. Eu acrescentaria uma formatação ao disco. Esta corta já não tem ponta que se lhe possa pegar. Deu um tal nó que é melhor comprar outra…CORDA!
Janeiro 20, 2010 at 8:06 pm
Sindicalistas, representantes válidos pelos professores, não entenderiam a ignomínia nem assinariam por canetas oferecidas.
Assinam tudo o que lhes permitir continuarem a não ser professores.
Janeiro 20, 2010 at 8:07 pm
#31
O mais provável para um professor do 218 era acabar a carreira no 235, como sabe.
Janeiro 20, 2010 at 8:08 pm
Lamento q pessoas como MLR, VL e o outro cujo nome não recordo, tenham votado um desprezo profundo a u profissão com pessoas respeitáveis e sérias, bem ao contrario dos políticos (e nunca gostei das generalizações mas agora vai…) q têm nas suas fileiras curruptos, gente desprezível q se governa, em primeira instância, q diz parvoíces do género, do Estoril ser a prais de Madrid..ó…francamente!!!
Janeiro 20, 2010 at 8:08 pm
Já vi que os problemas de alguns são índices; seria mais interessante se obrassem.
Janeiro 20, 2010 at 8:10 pm
#34
Por isso é que o ECD da MLR é péssimo e esta revisão anda lá perto
Janeiro 20, 2010 at 8:11 pm
#36
E o teu problema é talvez pouca educação e coragem para esses desabafos ao abrigo do anonimato
Janeiro 20, 2010 at 8:11 pm
Fafe nem todos temos quintas no Douro..eu se a tivesse ponderava abandonar isto…Bem agora vou mesmo à janta…Até logo…
Janeiro 20, 2010 at 8:13 pm
A próxima divisão será a dos profs das disciplinas teóricas contra os das disciplinas mais praticas…
Querem apostar?
Janeiro 20, 2010 at 8:13 pm
No fundo isto é tudo..Spitting Games…nothing more nothing less…
Janeiro 20, 2010 at 8:14 pm
Os professores também têm que ajudar a criar as condições políticas favoráveis às mudanças necessárias nas escolas e na educação, e, já agora, na sociedade em geral. Não dar o voto a cretinos ajudaria imenso.
Janeiro 20, 2010 at 8:15 pm
#7, #15 e #20
“What makes Gundisalbus coment?”
Janeiro 20, 2010 at 8:16 pm
#40
Diga já quais são as “praticas”.
Janeiro 20, 2010 at 8:17 pm
Volto mais tarde, é a minha possibilidade.
Janeiro 20, 2010 at 8:20 pm
Se os minorcas e os limianos se entenderem, vão de certeza alterar os índices.
Janeiro 20, 2010 at 8:21 pm
Portanto, dizia eu, q numa coisa foram muito espertos: dividir para reinar. E cá estamos divididinhos como nunca estivemos.
Janeiro 20, 2010 at 8:23 pm
Na minha escola há uma quantidade substancial de professores que se sentem defraudados com o famigerado acordo.A grande maioria,como é compreensível,colocado em índices situados abaixo do 299.
Acho que está na hora de contar as “armas”.
Janeiro 20, 2010 at 8:24 pm
#38
Não sejas idiota, mentiroso e cobarde. Mas compreendo que desabafes ao abrigo do que pensas ser anonimato. Estou sempre disponível, maricas é que não!!
Janeiro 20, 2010 at 8:24 pm
“Já vi que os problemas de alguns são índices; seria mais interessante se obrassem.”
“Fafe nem todos temos quintas no Douro..eu se a tivesse ponderava abandonar isto…Bem agora vou mesmo à janta…Até logo…”
E eu acrescento: “As quintas são boas para obrar (bom adubo)”.
Janeiro 20, 2010 at 8:24 pm
Buli, se nós tivéssemos os nossos cônjuges na Gulbenkian,como a leopoldina tem, se calhar, estávamo-nos nas tintas para essas migalhas que seriam os nossos vencimentos…
Infelizmente, os vencimentos dos professores são tão miseráveis que cada cêntimo é precioso…
Janeiro 20, 2010 at 8:26 pm
#49 Ó Fafe assim não podes aproveitar as novidades legislativas
Janeiro 20, 2010 at 8:28 pm
O Fafe só fraqueja quando faz exames à próstata
Ai, que vai já bater
Janeiro 20, 2010 at 8:29 pm
#53 Olinda
Ai vais levar, vais!
Não tarda nada!
Janeiro 20, 2010 at 8:31 pm
# 53 Olinda eh eh eh eh
Bem agora vou para uma aula!
Janeiro 20, 2010 at 8:32 pm
Olá Pedro Castro, boa aula!
Janeiro 20, 2010 at 8:32 pm
#34
Resolvi assinar esta frase minha porque achei que assim ficava mais gira.
“Se a carreira de MLR ficou dividida no último terço e se um terço chegavam a titular, posso também supôr que todos poderiam chegar ao topo.
Arlindovsky”
Janeiro 20, 2010 at 8:35 pm
Estou siderado pelos índices, alguém me ajuda a compreender a nova tropa?
Eu sou do-não-sei-quantos, faço-e-aconteço e estou-contra-o-Fafe-só-porque-ele-se-ri.
Evidentemente, tenho que me rir dos idiotas. Por causa de o serem.
Não fui eu que os criei.
Janeiro 20, 2010 at 8:35 pm
Bem quando chegarmos ao 370 andaremos de muletas e com fraldas DODOT!
Janeiro 20, 2010 at 8:37 pm
#21
Concordo com o seu comentário.
Janeiro 20, 2010 at 8:38 pm
#54
A Olinda é uma Senhora, não admito.
Janeiro 20, 2010 at 8:38 pm
Eu quando chegar ao 370, vou dar aulas de algália e muletas,
com os alunos a segurar nos livros e nos portáteis, vai ser uma cena gira nos filmes obrigatórios do PCT.
Janeiro 20, 2010 at 8:42 pm
sexta13.wordpress.com
À janta, entretenham-se.
Janeiro 20, 2010 at 8:43 pm
Paulo,
Concordo contigo na discordãncia em relação ao artigo.
Não sei se exactamente pelos mesmos motivos, mas sem dúvida que o aspecto que focas é um dos que têm grande importância.
Quanto ao resto, para desmontar a argumentação é preciso um lençol como este
http://fjsantos.wordpress.com/2010/01/20/contestacao-dos-argumentos-de-santana-castilho/
Janeiro 20, 2010 at 8:44 pm
O bigodes apareceu na televisão a dizer que espera que a lei esteja pronta em Maio. Espero que seja a dia 13…
Janeiro 20, 2010 at 8:44 pm
Dá-me o telemóvel já!
http://www.elmundo.es/elmundo/2010/01/20/internacional/1264005715.html
La última controvertida sentencia implica la condena a una niña de 13 años cuyo delito fue golpear a la directora de su colegio tras serle arrebatado el teléfono móvil.
Según el periodico saudí ‘Al Watan’, la adolescente ha sido condenada a recibir 90 latigazos frente a sus compañeros de clase, a modo de castigo ejemplar, así como a dos meses de prisión.
Janeiro 20, 2010 at 8:44 pm
#58
Aqui ninguém está contra ninguém, cada um tem a sua opinião e essa deve ser respeitada. Entrar no insulto vulgar parece-me fora do contexto deste blog.
Janeiro 20, 2010 at 8:45 pm
A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública considerou hoje que a ponderação curricular não resolve os problemas relacionados com a aplicação do sistema de avaliação e reivindicou um novo regime sem quotas de progressão.
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=160227
Imitadores
Janeiro 20, 2010 at 8:50 pm
#67
Absolutamente de acordo.
Lamentavelmente, este blog está a tornar-se, cada vez mais, um local de insulto gratuito entre alguns comentadores.
Janeiro 20, 2010 at 8:51 pm
Janeiro 20, 2010 at 8:51 pm
Caixa já emprestou 4,2 mil milhões de euros ao BPN
As assistências de liquidez da Caixa Geral de Depósitos ao Banco Português de Negócios (BPN) somavam 4,19 mil milhões de euros a 14 de Janeiro último, revelou Faria de Oliveira.
As assistências de liquidez da Caixa Geral de Depósitos ao Banco Português de Negócios (BPN) somavam 4,19 mil milhões de euros a 14 de Janeiro último, revelou hoje Fernando Faria de Oliveira, líder da CGD, na comissão parlamentar de Orçamento e Finanças.
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=405667
Sete mil milhões de euros necessários para a reconstrução
O Haiti vai precisar de dez mil milhões de dólares (sete mil milhões de euros) para reerguer e reforçar as suas instituições, declarou hoje o Presidente da República Dominicana, Leonel Fernandez, numa primeira reunião dedicada a discutir a reconstrução do país devastado pelo terramoto de grau 7.
http://www.dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1473059&seccao=EUA%20e%20Am%E9ricas
Janeiro 20, 2010 at 8:53 pm
#59
Não são Dodot mas sim Lindor anatómica ou não.
Janeiro 20, 2010 at 8:54 pm
Pergunto… Será que os 700 excelentes quererão voltar a ser excelentes?
Nas escolas … hoje é cada um por si…
A partilha… já lá vai!
Será que o professor do 205, ou do 235 se vai sentir muito motivado para tornar a Escola Excelente?
Janeiro 20, 2010 at 8:55 pm
#66
pequeno pormenor “en Arabia Saudí”
Janeiro 20, 2010 at 8:57 pm
#69
Completamente acordo.
Já basta o ambiente nas escolas, as condições das salas de aula, os fed-fed’s dos alunos dos CEF’ s, and so on, and so on e alguns vêm para aqui insultar-se, um espaço que deveria servir para troca de ideias e algum humor á mostura, que tão bem faz depois de mais um dia de trabalho.
Janeiro 20, 2010 at 8:59 pm
Olinda, o Fafe fraqueja quando se quer fazer passar por pavão.
E o pavão é dos animais mais idiotas que existem.
A Ana é uma Senhora, não admito. # 61
Janeiro 20, 2010 at 9:02 pm
Discordo do artigo. Coerente com discordâncias minhas em relação ao Doutor Santana Castilho nesta matéria.
NO entanto, pergunto: onde estão os admiradores desse senhor Castilho que aqui há semanas quase o idolatravam neste mesmo blog?
Janeiro 20, 2010 at 9:05 pm
Maria Campos, concorda com tudo que alguém diz a partir da primeira concordância?
Isso é religião.
Janeiro 20, 2010 at 9:05 pm
Bem, admiradora…assim… mesmo admirar quase amar…só mesmo o Valter Lemos.
Janeiro 20, 2010 at 9:06 pm
A avaliação anterior foi ou não uma farsa?
Os professores esparguete (não esquecer a sra da DREN) foram ou não beneficiados? Os professores adesivos, aqueles que cumpriram todas as ordens de Mª de Lurdes foram ou não beneficiados? Os professores que não fizeram greves, os que ficaram sentados na sua poltrona- enquanto outros se deslocaram para as várias manisfestações- foram ou não beneficiados? Não seria mais justo a suspensão dos efeitos desta farsa avaliativa que agora terminou? Haja memória.
Janeiro 20, 2010 at 9:06 pm
#77
Estou aqui!
Só tebo a agradecer, ao Prof. Santana Castilho, a luta que desinteressadamente tem mantido em prol da dignidade da classe profissional a que pertenço.
Janeiro 20, 2010 at 9:13 pm
O melhor será indiçar os vencimentos dos profs à cotação dos derivados do crude, com subidas rápidas e descidas lentas. Ou à Euribor a sete anos.
Janeiro 20, 2010 at 9:14 pm
Talvez não fosse possível fazer um acordo melhor porque os sindicatos conhecem bem os professores e sabem que não é possível prolongar a guerra por falta de tropas.
Mas é preciso reconhecer que o ME conseguiu impor a maioria das suas propostas. E se houve professores que ganharam alguma coisa com este acordo certamente não foram os que mais aguerridamente combateram nos últimos anos.
Agora não vale a pena chorar. É o país que somos. Resta fazer cara alegre e seguir em frente.
Janeiro 20, 2010 at 9:15 pm
Mais uma vez um texto de SC bem elaborado.
Independentemente da opinião de PG.
Factos concretos: Na minha escola os professores fazem o que têm a fazer e abandonam-na o mais rapidamente possível. Fala-se do mau tempo e de como se está farto de tudo… O colega X deseja bom fim-de-semana à 5ª e eu penso que só às 18 e 35 de 6ª vou fazer o mesmo, sem dia livre… (teve mais sorte, é mais “amado”?) A meu lado, com diferença de poucos meses de tempo de serviço o colega Y ganha há cerca de 4 anos mais 200 euros que eu… Passou antes do congelamento, eu não. Não digo nada, claro, só sorrio. A colega Z diz que em 2013, em todos os intervalos, se vai reformar… Já agora com o 370. Eu já nem faço contas… Mas não digo nada, só sorrio… Afinal isso também conta para avaliação não é?
Meus caros, isto é tudo uma grandessíssima farsa!!!! Uma treta!
Neste momento, venha o Papa, venha o Rei (por acaso até se podia experimentar a monarquia… talvez fosse melhor que este défice de democracia),”venham mais cinco”, venham quantos vierem, brincarem às escolinhas de papel ou cartonadas…
Eu só sorrio, como mais um títere nesta grande fantochada. É tão fácil fazer-se de conta que se é um bom professor… (Estou-me nas tintas se Excel., se MB, se B, se R ou mesmo se NS… Que me despeçam, que agradeço. Teria que ser mais imaginativa para ganhar o meu pão) Se cada um abrisse o seu coração, dissesse a verdade e a gritasse na rua, via-se que a escola descambou, pior ruiu como um baralho de cartas. Preocupada? Qual quê? Nunca foi minha a escola (em tempos que já lá vão sentia-a assim) e proclamo como Tzara, Hugo Ball ou Marinetti (ou outro qualquer futurista ou dadaista, ou o diabo a 4): Abaixo as prisões, abaixo as escolas, abaixo as instituições!!!
Janeiro 20, 2010 at 9:17 pm
Estatísticas da Educação dos últimos 50 anos
Melhores alunos do básico e secundário estão no Norte e Centro do país
Os alunos do Norte e do Centro do país são os que engordam as taxas de transição e conclusão dos ensinos básico e secundário. Os mesmos indicadores revelam que o sucesso é maior no sistema privado do que no público, embora nos colégios e externatos privados os docentes tenham mais alunos nas suas salas de aula do que nas escolas públicas. Os 50 anos de Estatísticas de Educação foram hoje divulgados em Lisboa.
http://www.publico.clix.pt/Educação/melhores-alunos-do-basico-e-secundario-estao-no-norte-e-centro-do-pais_1418861
Estatísticas!…
Vamos lá aprofundar melhor as razões que levam a esta situação. Caso contrário é a velha discussão entre tripeiros e mouros, “a la Pinto da Costa vs. Luís Filipe Vieira”
Janeiro 20, 2010 at 9:20 pm
Lá está a garganta funda a botar faladura…e não tenhamos contemplações a Campos é um campino…
Pergunta: porque é que o seu adorado líder, o bem aventurado. o glorioso. o que brilha mais do que o sol que tem o dom da ubiquidade não desce o seu ordenado em 20 por cento como o 1º ministro da Irlanda?
Se assim fosse tinha moral para baixar em 7 ou 8 por cento os nossos…mas nunca irá fazer isso..E sabe porquê ? Porque o dinheiro para ele é tão sagrado como os dildos que adora…
Janeiro 20, 2010 at 9:21 pm
Por vezes, também me sinto como a Maria Cardoso, onde está a escola que já foi nossa?
Janeiro 20, 2010 at 9:22 pm
#86
Janeiro 20, 2010 at 9:23 pm
Foi-se…
Janeiro 20, 2010 at 9:25 pm
#84
Sei, exactamente, o que quer dizer. Tb eu faço o q tenho a fazer, na escola e zarpo para casa.
Agora até venho almoçar a minha casa, prq tenho a sorte de morar perto, depois vou para a escola e até agradeço q nem falem cmg. E garanto-lhe q não era anti social, tornei-me, tornaram-me.
Mas sabe, há u máxima do Virgílio Ferreira q me lembro sempre: ‘Não é aquilo q fazem comigo q é preocupante mas sim, aquilo q faço c o q fizeram cmg’. A citação não está correcta mas capta-se a ideia…
Janeiro 20, 2010 at 9:26 pm
O fjsantos é o hermeneuta sindical ao serviço dos menos dotados intelectualmente.
Saudemos a sua límpida e exemplar consciência de classe, no meritório serviço de denúncia dos infiéis e desalinhados.
Janeiro 20, 2010 at 9:26 pm
Marte-elo
Janeiro 20, 2010 at 9:28 pm
Concordo com o texto do Prof.Santana Castilho.
Janeiro 20, 2010 at 9:29 pm
Disto é que o meu povo gosta!
Difamação
Vieira condenado a pagar um euro a jornalista
O Supremo Tribunal de Justiça confirmou hoje a condenação do presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, a pagar um euro ao jornalista António Tavares-Teles, na sequência de um processo por injúrias e difamação
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=160226
Janeiro 20, 2010 at 9:30 pm
Já vi que o casalinho de comunas esteve no jantar do Paulo.
Aposto que andam a tentar angariá-lo para as reuniões nogueiristas.
Janeiro 20, 2010 at 9:37 pm
Mas quem é o casalinho?
Janeiro 20, 2010 at 9:40 pm
O Casal Garcia…
Janeiro 20, 2010 at 9:41 pm
#95,
Acho que é um bocado escusado esse tipo de “bocas”, esse fel de estimação.
Compreenda que eu só vou às reuniões que quero, porque quero.
Capisce?
Janeiro 20, 2010 at 9:44 pm
PAULO OLHA SE O NOSSO GOVERNO FAZIA ISTO? sE SEGUIREM OS VOSSOS CONSELHOS DO PONTO G TALVEZ..QUEM SABE E COISO E TAL…EH..EH..
Governo sul-coreano ordena: vá para casa fazer sexo
por Tiago Guerreiro da Silva , Publicado em 20 de Janeiro de 2010
Os funcionários do Ministério da Saúde da Coreia do Sul vão ser obrigados, a partir de hoje, a saírem mais cedo do trabalho, avança a BBC. Esta ordem pouco comum deve-se ao incentivo à natalidade do governo de Seul. O objectivo é que as pessoas passem mais tempo com os seus parceiros para procriarem.
A Coreia do Sul tem uma das taxas de natalidade mais baixas do mundo, inferior mesmo á do Japão, cuja população é das mais envelhecidas do mundo.
O envelhecimento da população leva ao declínio da força de trabalho e, ainda, ao aumento dos gastos com a saúde.
O ministro da Saúde daquele país é o responsável pela tarefa de aumentar a natalidade e pretende dar o exemplo com os seus próprios funcionários. Até já há quem brinque com a situação e lhe chame “o ministro do encontro de casais”, informa a BBC.
Segundo a imprensa sul-coreana, o governo de Seul está a avaliar outras medidas de incentivo à natalidade.
Janeiro 20, 2010 at 9:45 pm
Os comunas cá do sítio a manifestarem-se contra alguma coisa. Quem não os conhecer que acredite neles.
Que querem estes dois indíviduos num blog independente?
Só pode ser o protagonismo que sempre procuram mas que não conseguem ter. Dediquem-se a algo de produtivo.
Janeiro 20, 2010 at 9:46 pm
Acabei de ler o artigo: 100 % de acordo.
O que mudou? Mais um tempinho para respirar? Porque, quando a «coisa» começar a sério, voltamos ao mesmo dos últimos quatro anos.
E, afinal, como escreve SC, 1/3 de profs. não foi, para já, «left behind»? E depois de 2013?
Ou se tomam atitudes por convicção e se está disposto a arcar com as consequências, ou então estamos a ser calculistas.
Janeiro 20, 2010 at 9:47 pm
CARO ZÉ OS COMUNAS COMO OS NAZIS, OS PSD PS E CDS TÊM DIREITO à MANIFESTAR-SE…
OU AINDA É DAQUELES QUE ACREDITA QUE OS COMUNISTAS COMEM CRIANCINHAS…?A mim parece-me que hoje em dia são outros que o fazem..e não +é literalmente…
Eu não sou comunista mas olhe que a história demonstra que muito do que tem hoje de direitos existem graças a muitos desses que são os comunistas…
Janeiro 20, 2010 at 9:53 pm
Bulimunda, mas quem é que gosta de fome e da miseria para além dos comunas? Qual o partido cuja base de recrutamento está entre os iletrados os pobres, os miseráveis, e muito especialmente os criminosos, e os ilegais? Mas tu ainda acreditas que os comunas realmente se preocupam com os pobres e que querem é distribuição de riqueza e bem-estar para todos?
Janeiro 20, 2010 at 9:53 pm
Há quem diga que a quinta no Douro do Fafe foi uma conquista do PREC.
Janeiro 20, 2010 at 10:00 pm
Talvez..mas não acredito que todos os comunas sejam assim como os descreves…AGORA rendeiros. loureiros, e afins fazem-no na mesma…a que3stão não é o serem ou não comunas….é serem pessoas de bem …com estrutura moral e cívica…é por isso que cada vez gosto mais dos nórdicos..e em especial das nórdicas..bela estrutura peitoral…
http://bulimunda.wordpress.com/2010/01/20/governo-sul-coreano-ordena-va-para-casa-fazer-sexo-ora-ai-sta-uma-ideia-que-estes-xuxas-podiam-e-deviam-adoptar-por-ca/
Janeiro 20, 2010 at 10:01 pm
Tenho andado a tentar convencer-me de que este acordo foi útil de alguma forma, mas não consigo argumentos. Permite parar para descansar um pouco? Provavelmente nem isso. Os professores ficaram tão mal como estavam em termos profissionais e pelas ruas da amargura em termos de credibilidade. Tudo o que era inegociável para os sindicatos caiu, o que só prova que o ME sempre teve razão e que os professores berraram até se cansarem, porque a razão vence sempre.
Ganhou-se a calma nas escolas? Mas se era para isso, bastava ter prescindido da guerra! Se era para ficar tão mal como se estava, então só nos andámos a prejudicar ainda mais com tanto desgaste.
É claro que ainda conservo aquela minha costela optimista de querer acreditar que há algum trunfo na manga que vai demonstrar que afinal valeu a pena ceder tudo. Aguardo.
Até lá tenho de dar razão a Santana Castilho.
Janeiro 20, 2010 at 10:02 pm
Buli lê #51
Janeiro 20, 2010 at 10:03 pm
Nem mais…Quink..nem mais..La Palisse…e se estes tipos ordenassem isto? Eu aderia….
http://bulimunda.wordpress.com/2010/01/20/governo-sul-coreano-ordena-va-para-casa-fazer-sexo-ora-ai-sta-uma-ideia-que-estes-xuxas-podiam-e-deviam-adoptar-por-ca/
Janeiro 20, 2010 at 10:03 pm
Eu também dou razão ao Santana Castilho, isto foi um acordo feito para nos tramar.
Janeiro 20, 2010 at 10:16 pm
#101,
Esse cálculo de 1/3, Santana Castilho não o explica.
Mas eu sei onde ele o encontrou.
Lá isso sei.
Porque sei quem o afirmou publicamente e com base em que cálculos.
Faz-me lembrar quando peço a um aluno para demonstrar como chegou ao resultado que apresenta depois de o ter “picado” algures.
Janeiro 20, 2010 at 10:18 pm
#105-Eu estava no banco, isto promete…Mas afinal para Football dos USA. É melhor pôr o capacete…
Por acaso concordo com muitos aspectos do artigo do Santana Castilho. Isso não tem nada ver com alinhamentos políticos.
E não pode servir para andar ao murro blogosférico!
Janeiro 20, 2010 at 10:20 pm
#108-Cá só blowjobs for the boys…
Janeiro 20, 2010 at 10:24 pm
…gostei do q SC escreveu…tem carradas d razão…
Janeiro 20, 2010 at 10:25 pm
#109 és um palerma e um covarde.
Ao menos o casalinho dá a cara.
Dói-te algo no meio da incompetência?
Costuma dar-te por alturas da avaliação…
Enfim, tristezas.
Janeiro 20, 2010 at 10:28 pm
#107-Na Gulbenkian, julgava que fosse na Culturgest, de qualquer modo não serve!
Ainda hoje foi despachado do MNAA o Paulo Henriques que tem qualificações contrariamente ao marido da sinhora…
Janeiro 20, 2010 at 10:35 pm
Estive a ler o que escreveu o Paulo Guinote (PG) sobre esta temática, e, confesso, que tenho alguma dificuldade em perceber a sua posição perante o que escreve o Santana Castilho! É que, tendo em conta o que PG escreveu algures por aqui, ele situa-se a meio do acordo com o desacordo. Ou seja, na posição dos cinzentos, para utilizar a sua expressão. E eu pergunto: será essa uma posição de vantagem? E se for, sê-lo-à para quem?
Janeiro 20, 2010 at 10:35 pm
uma informação
(esqueleto para acta enviado para a minha caixa de correio)
Reunião realizada Quinta-feira, dia 14 de Janeiro, em Bencanta, Coimbra
Participantes: Ministra da Educação, os dois Secretários de Estado, Directores da Zona Centro e Presidentes dos Centros de Formação.
A Ministra apresentou 4 linhas força que pretende potenciar:
1-Educação para todos;
2-Melhorar os resultados de aprendizagem;
3-Aprofundar e enriquecer o currículo;
4-Envolvimento dos docentes e alunos nos projectos em curso.
- A Ministra informou que vão criar referenciais de aprendizagem por ano de escolaridade, ciclo e disciplina para orientação das escolas, considerando, contudo, as especificidades de cada uma;
- Demonstrou que gostaria de ver vários modelos pedagógicos, consoante cada local, particularidades, ….e não um único;
- Informou que se encontra para breve a regulamentação da Lei da Educação Sexual;
- Informou que vai aplicar o Acordo de Princípios celebrado com os Sindicatos;
- Vão desenvolver um programa de formação em avaliação de desempenho;
- Vão criar um gabinete de apoio às escolas para a avaliação de desempenho;
- O modelo de avaliação de desempenho docente estará pronto em Abril depois de ser alvo de reformulação;
- Vai haver reforço da autonomia das escolas ao nível da organização de turmas, horários, créditos,…
- O Estudo Acompanhado vai ser reformulado.
O Estatuto do aluno vai ser revisto e vão acabar com a Prova de Recuperação.
Janeiro 20, 2010 at 10:41 pm
Paulo, como sabes, discordo de ti qdo dizes que “a não entrega de qualquer documento de autoavaliação carece de enquadramento jurídico” pelas razões que já aqui apontei e que todos sabemos: o que era “legal” era a entrega da FAA!!
Entre os que contestámos isto, uns entregaram relatório crítico de auto-avaliação ( em suporte papel, em video, etc) , outros não entregaram nada.
Houve directores que aceitaram esses documentos, outros que não.
Houve ainda quem, não tendo entregue nenhum documento ( nem OI nem FAA), tenha sido avaliado e houve quem não tivesse sido.
Eu não fui!
Por isso, não podes dizer que não houve “teachers left behind”, porque os houve, como sabes!
Não estou a queixar-me. Assumo a responsabilidade dos meus actos, mas gosto que isto fique claro para nós.
Nas mesmas circunstâncias de contestação ao antigo modelo, uns foram avaliados ( a maioria, não duvido), mas outros não!
Janeiro 20, 2010 at 10:55 pm
Pode-se concordar várias vezes com o que escreve SC. Mas pode-se também discordar.
E há neste artigo, na actual situação, algo que me desagrada.
Lamento que SC nas jornadas da educaÇÃO do Psd não tenha conseguido “comunicar” a situação.
Depois, meus caros e minhas caras colegas: não consideram desonesto pensar que dirigentes sindicais deviam dar aulas?
Só 1 turma?
2 turmas?
Para verem como era?
Jesus Christ! Holy S***!
E tu, ó colega da Costa Vicentina, vê lá se não dás más referências da região. É que faz parte de uma zona protegida.
Destrói as ondas, não a praia!
(esta não era do Prec. É muito mais recente. É dos sufistas. E não tem nada a ver com o outro…..)
Janeiro 20, 2010 at 11:04 pm
O artigo de SC é (de novo) lúcido…
Janeiro 20, 2010 at 11:04 pm
Curiosamente, cá para os meus lados, andamos mais sorridentes e mais conversadores uns com os outros.
Portanto, acho o artigo do Santana Castilho um exercício de escrita, um tanto ou quanto pessimista, não correspondendo à verdade, no que diz respeito à “revolta nas escolas” que uma semana sabática mostraria.
O meu micro-cosmos estás tranquilo.
Janeiro 20, 2010 at 11:05 pm
“118 Reb, em algum momento alguém de algum dos sindicatos signatários do dito te aconselhou a não entregar algo em termos de auto-avaliação?
Claro que nós sabemos que houve disparidade de situações, quer quanto à questão da entrega, quer quanto às classificações e a um monte de outras coisas.
Claro, está.
Mas é bom que fique claro que se resolveres meter o pescocinho debaixo duma rodinha do metro, como dizes, a responsabilidade é tua. E que fique claro de vez: respeito a tua posição, mas por mais que goste de ti, sei que não seria fácil (legalmente) defender que a culpa era do metro.
E as escolhas conscientes não se cobram ad eternum. Entre gente consciente, claro.
Janeiro 20, 2010 at 11:07 pm
#6,
O #6 auncia poeticamente a Paixão de Cristo.
Passando por cima do Carnaval, do Fisherman.
Do “filho de um rei que sendo novo, volta a nascer quando há calor.”
Hoje estou muito para a Mitologia.
Janeiro 20, 2010 at 11:10 pm
Para ir à escola auscultar e ver o que se passa é preciso 1 sabática?!?
Lol.
Janeiro 20, 2010 at 11:11 pm
#122, mariazeca, leste bem o que eu escrevi?
Jamais critiquei a fenprof por isto. Desde o célebre dia D em que foram à minha escola e nos aconselharam a entregar a FAA com documento crítico que manifestei a minha discordância!!
O que salientei aqui foi uma passagem do post do Paulo sobre o assunto.
Porque nós, os que contestámos de outra forma ( mais radical) o modelo, tb “desobedecemos” às indicações da fenprof.
Uns foram avaliados, outros não.
Não estou desesperada por não ter sido avaliada!! Nunca penses isso.
Se queres que te diga, quase não me lembro.
Mas não consigo calar-me se se diz que “não há teachers left behind”, pq os há.
É apenas mais uma injustiça a somar a todas aquelas que todos os dias aqui se comentam sobre os escalões, etc.
Janeiro 20, 2010 at 11:13 pm
#122, e não estopu a cobrar a ninguém!!!
Estou a contrapor com uma verdade!!
Janeiro 20, 2010 at 11:20 pm
O que às vezes me entristece é que, aqui no blog, muitos passam a vida a queixar-se disto e daquilo, das injustiças da sua situação partiicular…
Eu raramente me queixo.
Mas, se tocam neste assunto e eu acho que não está bem esclarecido, reajo…
E ao reagir sou acusada de estar a cobrar alguma coisa!!
Eu não estou a cobrar nada a ninguém ( então essa de achar que cobro aos sindicatos não tem pés nem cabeça), mas uso da liberdade de expressão que todos aqui têm!!
Janeiro 20, 2010 at 11:27 pm
#127 Nunca pensei que estivesses a cobrar aos sindicatos. E quem não leu bem foste tu, ok? Mas como me deves 50€, discutimos essa depois…
Janeiro 20, 2010 at 11:29 pm
Este artigo do Castilho dirige-se ao público em geral e nesse aspecto considero-o importante na medida que denuncia publicamente muito do que sabemos estar mal e ser verdade.
É quase uma evidência.
Já quanto ao “acordo” político …
Aguardo.
Janeiro 20, 2010 at 11:32 pm
Reb # 127
Essa tua situação, e de mais uns tantos colegas, é para ser resolvida num curto espaço de tempo. Ponto final.
E … “Quem não se sente não é filho de boa gente”.
Janeiro 20, 2010 at 11:36 pm
Se fossemos a decidir pelo que muitos dirigentes sindicais da fenprof e outros opinaram e defenderam durante estes anos estaríamos, neste momento, todos baby sisters de alunos e as escolas seriam armazens de ovelhinhas para o matadouro …!
Janeiro 20, 2010 at 11:51 pm
#131 Baby sisters? sou um pouco crescidinha para baby… embora admita que a minha irmã mais velha me possa considerar tal…
Janeiro 20, 2010 at 11:53 pm
…babysiter…
Janeiro 20, 2010 at 11:54 pm
Podemos gritar lá, que ninguém nos ouve:
http://educar.wordpress.com/2010/01/20/areeiras-2010-pascoa
Janeiro 20, 2010 at 11:56 pm
#119,
Por acaso acho que para se ser prof se deveria dar aulas, a menos em casos muito excepcionais, em especial casos de saúde/doença.
Cargos, fossem quais fossem, deveriam ter sempre como contrapartida uma ligação à terra.
Mas também acho que os directores deveriam dar aulas.
Janeiro 20, 2010 at 11:58 pm
#131,
Este é um “processo dialético”, não estático.
Os sindicatos podem seguir 1 orientação (e há muitas orientações dentro de 1 mesmo sindicato) e os professores levá-los para outra e vice-versa (e há muitos professores a pensar de modo diferente).
É assim.
Tem vantagens – as dinâmicas que daí resultam.
Tem algumas desvantagens: a grande desunião desta grande classe profissional.
Complicado e ao mesmo tempo simples, não é?
Janeiro 21, 2010 at 12:06 am
Fernanda 1 (#136)
Hoje, mais hegeliana que engeliana
Janeiro 21, 2010 at 12:07 am
#135,
Eu discordo, mas discordo mesmo.
Dirigentes sindicais que fazem parte da direcção do sindicato a dar aulas?
Para quê?
Porquê?
Então estes sindicalistas não sabem o que se passa nas escolas?
Indique-me outros sindicatos onde os seus dirigentes trabalham nas suas áreas.
Ser dirigente/secretário, o que for de 1 sindicato é um cargo?
Como CDC ou DT?
Não há aí confusão?
Já quanto aos directores, até posso estar de acordo, mas não faço questão nisso. Mas esse é um cargo na escola.
Janeiro 21, 2010 at 12:13 am
Santana Castilho dá-lhe forte. Contas feitas ganharam os sindicalistas e os bachareis. A Universidade foi pontapeada e fica no ar a ideia que estudar não é para professores. Trabalhe o Diabo que tem as unhas grandes!
Janeiro 21, 2010 at 12:13 am
# 135
Totalmente de acordo. Esse é um dos maiores males do sector – professores que viraram tecnoburocratas em gabinetes, serviços, departamentos e dentro das escolas.
Admite-se que existam professores nas escolas nos executivos com 10/20 anos e mais sem dar aulas?
Janeiro 21, 2010 at 12:20 am
# 138
A partir dum certo limite de tempo um professor em serviço num sindicato deixa de ter condições para entender aqueles que se propõe defender junto do patronato.
Janeiro 21, 2010 at 12:20 am
#137,
Entranhou-se.
Só assim as coisas me fazem sentido.
Já agora conto esta que aconteceu hoje ao jantar. Mais ou menos isto. Falava o meu filho mais velho, de modo ternurento apesar de tudo e algo provocatório, que eu era uma péssima cozinheira. Que, de um apelativo lombo de porco para assar, conseguia torná-lo tão rijo e intragável. E que não me inseria na “genética” (?!) feminina.
Apesar de saber que havia ali muita fome e alguma provocação, falei-lhe das sociedades antigas e tribais onde esse “gene” feminino parecia não estar assim tão presente. Parecia mais que se foi “ganhando”, que se foi ganhando ao longo dos tempos, transformando-se em superestruturas sócio-culturais.
Resultado: Em cima da mesa de cabeceira já está o imperdível A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”. E mais dois do Desmond Morris.
Depois dos exames das Matemáticas e dessas coisas, lê isto e depois tornamos a falar.
Janeiro 21, 2010 at 12:34 am
#140,
Estávamos a falar de Dirigentes Sindicais.
# 141,
Estava a falar em dirigentes sindicais em orgãos máximos e que foram eleitos pelos sócios.
Mas, acha mesmo que é esse o problema?
Que por estarem lá há já muito tempo não sabem o que se passa nas escolas?
A sua função é diferente. Enquanto não legislarem contra o sindicalismo.
Já os ex-professores que estão em gabinetes há décadas e desde quase sempre, penso vivamente que deviam de ter mandatos máximos para tal.
Mas, gente, estamos a falar de Sindicatos!
Olha o Carvalho da Silva, secretário geral da CGTP, a trabalhar….onde é que ele trabalhava mesmo? Para saber o que se passa no mundo do trabalho, na precariedade do emprego, no desemprego, nas condições laborais?
É preciso a estes dirigentes trabalharem nas suas áreas para saberem o que custa? O que se passa?
O raio da carne esturricada deve mesmo ter-me feito mal à mundovisão da sociedade contemporânea e globalizada….
Janeiro 21, 2010 at 12:44 am
“…porque a não entrega de qualquer documento de autoavaliação carece de qualquer suporte jurídico para ser defendido (contraria, aliás, o ECD que estava em vigor antes de 2007 e que a generalidade desses colegas sempre cumpriu) e entra na esfera do debate político.”
Discordo Paulo, todos os 13 estivemos na mesma situação de ilegalidade. A lei determinava a entrega da FAA e não contemplava a entrega de outro documento.
#118, reb
Este combate foi político mas foi feito fora do âmbito jurídico. Foi como uma acção de guerrilha em que se vai para uma “guerra” dos quais uns ficam feridos/mortos em combate e outros sobrevivem.
O que te posso dizer…
1) Eu sinto o síndroma de culpa da sobrevivência, porque alguns ficaram feridos. Gostava que todos regressassem a “casa” sãos e salvos. Mas não foi possível.
2) Agradece-se aos directores que nesta situação muito melindrosa preferiram avaliar. Parece que aí pelo Sul a coisa foi levada mais à “letra”.
3)Para os feridos espero que haja uma espécie de saída política que seja negociada de forma hábil em que nobody left beyond.
Em conclusão:
O acto do qual participámos foi ilegal, mas justo quanto aos fins.
Não me arrependo…
… claro que tenho sentimento de culpa próprio de um camarada sobrevivente que se interroga porque sobreviveu enquanto os outros ficaram feridos.
Janeiro 21, 2010 at 12:51 am
Os sindicatos assinaram um memorando.
Os sindicatos assinaram um acordo.
Os sindicatos continuaram a negociar.
Aguardo serenamente que os sindicatos me mandem f…r como na Coreia.
Janeiro 21, 2010 at 12:57 am
#144, Pedro Castro,
Sinto-me como tu, com o sabor amargo do sobrevivente que quase pede desculpa por o ser…
Janeiro 21, 2010 at 1:02 am
#146 Armanda, um abraço para ti sobrevivente!
Janeiro 21, 2010 at 1:02 am
#145:
Os sindicatos têm a força que os trabalhadores que representam lhes dão!
Se a malta já não vai em manifs, não quer greves nem chatices e quase toda a gente está numa de “resolvam lá isso que já chateia”, o que quer que os sindicatos façam?
Vamos apanhar com mais um simplex avaliativo… Pode ser que quando as coisas começarem de novo a azedar nas escolas o pessoal acorde…
Janeiro 21, 2010 at 1:08 am
#144,
Percebo a tua discordância.
Mas o que escrevi não está a excluir outros comportamentos do que descrevo.
Apenas acho que havia flanco menos aberto.
Janeiro 21, 2010 at 1:09 am
Já leram isto?
Professores portugueses trabalham menos
http://economico.sapo.pt/noticias/professores-portugueses-trabalham-menos_79316.html
Janeiro 21, 2010 at 1:13 am
#150,
Nada me espanta por essas paragens.
Janeiro 21, 2010 at 1:18 am
# 149 Paulo o que importa é fomos todos muito claros ao que vínhamos!
Resta haver imaginação para encontrar alguma porta para os feridos em combate. E percebo que nesta matéria tem de haver muita discrição. Porque houve terceiros a oferecerem-se de “colete à prova de balas”.
Janeiro 21, 2010 at 1:27 am
# 150. DA,
Esses têm sempre que encontrar sempre um ponto que nos desfavoreça.
Sou sei que continuar a este ritmo haverá muita gente que a partir dos 50 anos para cima não aguentará.
Conheço alguns que ficaram KO logo no 1º período. Talvez mais tarde se escreva direito por linhas tortas.
Janeiro 21, 2010 at 9:12 am
#144 e #146, obrigada pela solidariedade, Pedro Castro e Armanda!
Não se sintam mal com a vossa consciência. A culpa não é vossa. A culpa é da arbitrariedade que existiu e que foi validada…
Gostava que entendessem que não cobro nada a quem foi avaliado. O que cobraria??
Só gosto que não se esqueçam que houve, de facto, professores, que tendo lutado até ao fim por convicção, foram, e não acredito que deixem de o ser, “left behind”.
Eu poderia ter sido avaliada, nesta fase de final do 1º período. Bastava um telefonema ao meu antigo director ( que já não está no cargo, mas sim a dar aulas noutra escola) e tudo ficaria resolvido.
Mas pensei: se eu for avaliada, porque conheço o director, e os outros que fizeram como eu não o forem, qual é a Moral disto??
Teria de haver uma decisão superior, igual para TODOS!
Injustiças, fazem-me mal ao estômago, ou, antes, à alma!
Janeiro 21, 2010 at 9:53 am
Só quero acrescentar isto:
Em Dezembro, escrevi mail à fenprof a perguntar como seria a nossa situação ( dos que não entregaram “elementos de avaliação”).
A resposta que recebi foi que ficaríamos dependentes da “boa-vontade” dos directores, uma vez que o sindicato tinha apelado à entrega da dita ficha. Depreendi que não podiam proteger-nos, o que compreendo.
A luta da fenprof foi, a partir de dada altura, menos radical que a nossa.
Houve compromisso.
Alguns de nós rejeitaram esse compromisso, na ilusão de que seria impossível que aquele modelo, que produzia as maiores injustiças, alguma vez fosse considerado válido…
Janeiro 21, 2010 at 1:22 pm
Solidariedade, Reb, Armanda, Pedro Castro… e a todos os restantes “ingénuos” idealistas, como eu sou/fui.
Por acaso concordo com quase tudo o que SC escreveu nesta crónica.
Não é que os sindicatos não tenham mérito; nem ninguém põe em causa os espírito combtivo de MN e de outros representantes(não precism portanto de passar ao insulto dos opinantes). Mas acho que com este acordo capitularam, quase por “um prato de lentilhas”, deixando os problemas na mesma nas escolas.Lembrem-se que o que muito interessa é o impacto nos OCS e o ME bem sabe jogar com isso! Para os jornais só saltaram estas ideias:
-que esta ME havia pacificado os profs. e as escolas;
- que já estava tudo resolvido,
- Que esta ME conseguira “dobrar” os profs. e, por extensão, MLR ganhara a sua causa. Basta er a forma rápida com que IA veio gabar-se do “feito” em entrevistas …
E as notícias das negociações seguintes não passarão de notas de rodapé, ao lado de páginas extensas de artigos e “estudos” a concluir apressadamente o que o ME tem vindo a querer disseminar: que os únicos culpadospelo estado da Educação foram/são os professores!
E tudo o resto,meus amigos,não passa para a ribalta: são os profs. indignados, revoltados e perplexos nas escolas… à espera de algumas migalhas de algo positivo que ainda venham a cair da mesa das “negociações”. Como lenitivo das extensas feridas abertas no Sistema de Ensino português e— concordo com muitos que acima o afirmaram– que demorarão muitos anos a sarar, se é que jamais o poderão vir a ser…
Entre muitos excelentes comentários acima, dou como exemplo o #106 do colega João Oliveira… para não citar outros de umbiguistas que costumam comentar mais.
Abraços a todos, excepto à(os) Maria(s) Campos desta nossa “apagada e vil tristeza”.
Janeiro 21, 2010 at 5:14 pm
#156, obrigada pela solidariedade, grelhada!
Era só isto que eu esperava dos meus amigos Umbiguistas: umas palavras de SOLIDARIEDADE!
E que não me acusem de estar a cobrar o que quer que seja. Não estou!
Acreditem que, se tivesse sido avaliada, jamais me calaria em relação a colegas que, tendo tomado uma atitude firme até ao fim, tivessem ficado em desvantagem!
E sigamos em frente. E aprendamos com o passado!
Janeiro 21, 2010 at 7:15 pm
Querida Reb, sabes que tens a nossa solidariedade.