É o método de progressão, que não dá garantias de rigor e equidade de tratamento a quem esteja em condições equivalentes. E há aquela enorme confusão entre o chavão do topo de carreira e o que é o topo salarial de uma profissão.
Duração das carreiras trava acordo na educação
Dezembro 29, 2009 at 11:28 am
Plenário do SPN em directo no Twitter. Basta seguir spnorte e… reply.
Dezembro 29, 2009 at 11:30 am
Paulo,
espanta-me que ninguém o tenha questionado a propósito dos números que apresenta para a progressão num dos post’s abaixo… Não sei o que lhe diga mas , propositadamente ou não, os seus números não estão correctos, pois não contabilizam quem progride fora dos contigentes, ou seja, quem tiver avaliação de Muito Bom e Excelente (ainda para mais nem se conhecem as quotas estabelecidas para estas classificações)…
Percebo que nesta fase da negociação haja interesse em dramatizar a coisa… mas convinha não entrar no mundo da demogogia e da ficção…
Dezembro 29, 2009 at 11:34 am
#2,
Certamente não leu o post com atenção.
Se atentar bem, lá se diz que as contas não são assim tão simples.
As contas são feitas com base num modelo teórico de aplicação, só para dar a ideia da proporção dos que não sobrem de escalão com estas contingentações.
Também não leu com atenção os comentários, porque esse tipo de reparo me foi feito pelo Arlindovsky.
Demagogia e ficção é defender estas políticas como se estivessem preocupadas com a recompensa do mérito ou a promoção da qualidade do ensino.
Dezembro 29, 2009 at 12:27 pm
Comprovo que se falou.
E também admito que errei nas contas pois considerei que as quotas se fariam em biénios, o que não é o caso. São quotas, ao que parecem anuais, assim os números são a dividir por 4 e não por 2.