Bom, bom… não vejo as coisas assim tão fáceis! Para além de outras confusões, confrontem-se os dois textos.
O autor de Ad Duo escreve:
«Com a proposta do ME conhecida em 2009.dez.17, refere na “Proposta de princípios sobre transição entre modelos, n.º 5, que o Professor A progride bastando-lhe apenas 5 anos de tempo de serviço. Assim, perfaz o exigido na data de 2010.abr.01, passando a progredir pela estrutura de carreira proposta pelo ME em 2009.dez.02.»
Na proposta do ME está:
«Se, possuindo cinco anos de serviço no escalão e a correspondente avaliação de desempenho, aguardarem até completarem seis anos de serviço no escalão. Em alternativa, estes docentes podem optar pela progressão imediata ao índice 272.»
Reconheço que a proposta do ME é demasiado má, mas as contas apresentadas mereciam mais alguma clareza e correcção.
Já agora, não adormeçamos embalados por uma promessa de alteração de currículos. As alterações no ECD (avaliação inclusa) merecem a melhor das nossas atenções. Tenhamos força para estar vigilantes!!!
Tira, tira, tira, congela, congela, congela, tira, tira, tira,…
- Direitos adquiridos… eh, eh,eh – só para alguns,
- Legítimas expectativas… ih,ih,ih- só para portugueses de 1ª,
- legalidade e justiça… brincalhões! – (Se tens algum dinheiro, poupa-o para comer, pagar as contas e os impostos. Se tens muito dinheiro ou conhecimentos adequados então pode reclamá-la)
- tempo de serviço… conta para uns… outros terão trabalhado mas … é preciso atenuar o défice),
…
Deveria estar no 9º escalão e… estou … no 4º … Onde está a boa-fé?
Nunca contribui para o défice! Cumpri sempre com ética e profissionalismo! Fiz muito mais do que me era exigido!
Como eu, milhares de outros portugueses!
Se gerissem o dinheiro dos portugueses como tenho que gerir o meu orçamento familiar não estaríamos como estamos…
Mas gerir, sem responsabilização, o que é dos outros… pouco interessa -nunca têm que pagar pelos erros que cometem!
E todos continuam sem falar da injustiça de os titulares não terem podido concorrer ao concurso nacional, cujas vagas foram ocupadas por professores com MENOS TEMPO DE SERVIÇO!
#3
Colega, desculpe, é claro que eu não conheço todos os casos , mas eu ( e como eu muitos colegas que conheço) queria concorrer, não pude, e as 3 vagas aqui ao lado de casa foram ocupadas por colegas mais novos e com menos tempo de serviço. Sorte a deles e azar o meu! Logo agora, com um concurso de 4 anos…Como é que a colega se sentiria? Com as regras do jogo a mudarem todos os dias… isso dói a todos.
#4 em referência a #3
Não está esquecido.
Lembra-se de eu ter dito no dia que foi aprovada a proposta do PSD que seria necessário criar um novo concurso para os professores titulares no próximo ano lectivo?
Não falei por falar.
#5
Colega Maria homónima
Foi criada uma injustiça – divisão da carreira em duas categorias. Lutamos e a justiça foi (a ver) reposta – categoria única.
Foi-nos criada uma situação injusta – não pudemos concorrer. Então parece-me justo que se repense a validade do concurso.
Sorte e azar? O concurso não é um jogo (ou será?).
Eu também acho que está na hora de nos voltarmos a colectar e de voltar a pedir os serviços de Garcia Pereira. Impugne-se a palhaçada que está a ser a avaliação, impugnem-se as injustiças todas que têm vindo a ser criadas desde que a cambada Cócó, Ranheta, Facada & Sócrates chegou ao poder.
Há por aí muito director que tem de cair da cadeira!
#6
caro colega. Aprecio que não tenha falado “por falar”. No entanto, não se trata só de um novo concurso: o que nos adiantaria se agora só abrissem vagas em escolas do interior dado que os os lugares em escolas centrais das cidades, algumas sem terem aberto vagas há muitos anos, estão agora ocupados por colegas com menos tempo de serviço?
Não considero a situação correcta mas também relembro que muitos professores com POUCOS anos de serviço mas myuitos pontos ocuparam o lugar de titular e neste momento lá estão. Eu estou no 9º escalão e como tinham mais pontos, pura sorte passaram-me à frente colegas com menos tempo de serviço e que não estavam no Quadro do GRUPO. Pois é há muitas injustiças e agora!?
Se calhar o melhor mesmo é fazer recuar o tempo e os procedimentos uns quantos anos atrás.
Dezembro 23, 2009 at 4:46 pm
Bom, bom… não vejo as coisas assim tão fáceis! Para além de outras confusões, confrontem-se os dois textos.
O autor de Ad Duo escreve:
«Com a proposta do ME conhecida em 2009.dez.17, refere na “Proposta de princípios sobre transição entre modelos, n.º 5, que o Professor A progride bastando-lhe apenas 5 anos de tempo de serviço. Assim, perfaz o exigido na data de 2010.abr.01, passando a progredir pela estrutura de carreira proposta pelo ME em 2009.dez.02.»
Na proposta do ME está:
«Se, possuindo cinco anos de serviço no escalão e a correspondente avaliação de desempenho, aguardarem até completarem seis anos de serviço no escalão. Em alternativa, estes docentes podem optar pela progressão imediata ao índice 272.»
Reconheço que a proposta do ME é demasiado má, mas as contas apresentadas mereciam mais alguma clareza e correcção.
Já agora, não adormeçamos embalados por uma promessa de alteração de currículos. As alterações no ECD (avaliação inclusa) merecem a melhor das nossas atenções. Tenhamos força para estar vigilantes!!!
Bom Natal!
Dezembro 23, 2009 at 5:57 pm
Tira, tira, tira, congela, congela, congela, tira, tira, tira,…
- Direitos adquiridos… eh, eh,eh – só para alguns,
- Legítimas expectativas… ih,ih,ih- só para portugueses de 1ª,
- legalidade e justiça… brincalhões! – (Se tens algum dinheiro, poupa-o para comer, pagar as contas e os impostos. Se tens muito dinheiro ou conhecimentos adequados então pode reclamá-la)
- tempo de serviço… conta para uns… outros terão trabalhado mas … é preciso atenuar o défice),
…
Deveria estar no 9º escalão e… estou … no 4º … Onde está a boa-fé?
Nunca contribui para o défice! Cumpri sempre com ética e profissionalismo! Fiz muito mais do que me era exigido!
Como eu, milhares de outros portugueses!
Se gerissem o dinheiro dos portugueses como tenho que gerir o meu orçamento familiar não estaríamos como estamos…
Mas gerir, sem responsabilização, o que é dos outros… pouco interessa -nunca têm que pagar pelos erros que cometem!
Dezembro 23, 2009 at 6:05 pm
E todos continuam sem falar da injustiça de os titulares não terem podido concorrer ao concurso nacional, cujas vagas foram ocupadas por professores com MENOS TEMPO DE SERVIÇO!
Dezembro 23, 2009 at 6:32 pm
#3
Não
Dezembro 23, 2009 at 6:49 pm
#3
Colega, desculpe, é claro que eu não conheço todos os casos , mas eu ( e como eu muitos colegas que conheço) queria concorrer, não pude, e as 3 vagas aqui ao lado de casa foram ocupadas por colegas mais novos e com menos tempo de serviço. Sorte a deles e azar o meu! Logo agora, com um concurso de 4 anos…Como é que a colega se sentiria? Com as regras do jogo a mudarem todos os dias… isso dói a todos.
Dezembro 23, 2009 at 7:01 pm
#4 em referência a #3
Não está esquecido.
Lembra-se de eu ter dito no dia que foi aprovada a proposta do PSD que seria necessário criar um novo concurso para os professores titulares no próximo ano lectivo?
Não falei por falar.
Dezembro 23, 2009 at 7:14 pm
#5
Colega Maria homónima
Foi criada uma injustiça – divisão da carreira em duas categorias. Lutamos e a justiça foi (a ver) reposta – categoria única.
Foi-nos criada uma situação injusta – não pudemos concorrer. Então parece-me justo que se repense a validade do concurso.
Sorte e azar? O concurso não é um jogo (ou será?).
Dezembro 23, 2009 at 7:23 pm
Isto é caso para o Garcia Pereira resolver. Se assim for não me calarei nunca!!!!
Haja boa-fé!
Dezembro 23, 2009 at 7:30 pm
Eu também acho que está na hora de nos voltarmos a colectar e de voltar a pedir os serviços de Garcia Pereira. Impugne-se a palhaçada que está a ser a avaliação, impugnem-se as injustiças todas que têm vindo a ser criadas desde que a cambada Cócó, Ranheta, Facada & Sócrates chegou ao poder.
Há por aí muito director que tem de cair da cadeira!
Dezembro 23, 2009 at 7:42 pm
#6
caro colega. Aprecio que não tenha falado “por falar”. No entanto, não se trata só de um novo concurso: o que nos adiantaria se agora só abrissem vagas em escolas do interior dado que os os lugares em escolas centrais das cidades, algumas sem terem aberto vagas há muitos anos, estão agora ocupados por colegas com menos tempo de serviço?
Dezembro 23, 2009 at 8:08 pm
Alguém acredita que vai haver um concurso para ex-titulares? E vagas?
Dezembro 23, 2009 at 8:09 pm
Não é o estado que deixou de ser pessoa de bem…
Dezembro 23, 2009 at 8:12 pm
#3-É verdade…Aliás essa questão surgiu na altura dos concursos…
Dezembro 23, 2009 at 8:21 pm
#10
Gui
Resolver as asneiras de MLR serão complicadas.
Dezembro 23, 2009 at 9:05 pm
Não considero a situação correcta mas também relembro que muitos professores com POUCOS anos de serviço mas myuitos pontos ocuparam o lugar de titular e neste momento lá estão. Eu estou no 9º escalão e como tinham mais pontos, pura sorte passaram-me à frente colegas com menos tempo de serviço e que não estavam no Quadro do GRUPO. Pois é há muitas injustiças e agora!?
Se calhar o melhor mesmo é fazer recuar o tempo e os procedimentos uns quantos anos atrás.
Dezembro 23, 2009 at 10:20 pm
Concordo:
“Eu também acho que está na hora de nos voltarmos a colectar e de voltar a pedir os serviços de Garcia Pereira”.
Dezembro 23, 2009 at 10:21 pm
Aconteceu-me a mim e a muitos outros:
“Eu estou no 9º escalão e como tinham mais pontos, pura sorte passaram-me à frente colegas com menos tempo de serviço…”
Dezembro 23, 2009 at 10:46 pm
Este post do Ad Duo vai ser – ou já foi – actualizado.
Infelizmente a falta de electricidade não permitiu fazer este aviso mais cedo.
Dezembro 23, 2009 at 10:48 pm
Já passou o temporal?
Dezembro 24, 2009 at 1:40 am
Boa, Garcia Pereira!
Dezembro 24, 2009 at 2:01 am
passado o estio e o outono, os professores querem ser avaliados.
Dezembro 24, 2009 at 2:15 am
e remunerados. Não apenas segundo a poda, a cava e a redra, mas também pela música, tempos livres e filosofia.
Dezembro 24, 2009 at 3:13 am
de filosofia e de música precisam os miúdos. Especialmente os dos CEF.