Então já agora verifiquem o que se passa com os Docentes do Antigo 9º escalão (22 anos de serviço, com bonificação de Mestrado), que antes do congelamento, perfaziam as condições para mudar de Escalão em 2010.
Com o Congelamento e sem VAGA para TITULAR passaram para 2013. Com a nova proposta do Ministério passam (regrediram) para o 6º Escalão, sem índice correspondente e com PROGRESSÃO PREVISTA PARA 2022 (aos 34 anos de Serviço), sujeitos a 3 ciclos de avaliação, sem perspectivas de subida na Carreira!
Este professores vão ver os restantes do 8º Escalão antigo a passar-lhes à frente, tal como aconteceu no último concurso de titulares.
Imaginem que esse Professor nunca faltou, foi orientador de Estágio, Investigador pela/com a Universidade (Fac. P.C. Educ.), formador da Formação Contínua e coordenador de projectos internacionais.
Imaginem tudo isso e sintam com ele a “justiça” da situação.
Vejam se vale a pena ser-se Professor, num sistema que provoca injustiças desta ordem!
PV
Dezembro 23, 2009 at 10:27 am
Olha, é a minha situação…
Não vou pensar nisso senão nem gozo o relaxe das férias.
Perdoem-me a falta de garra momentânea.
Dezembro 23, 2009 at 10:32 am
A nova proposta irá criar muitas situações similares. É um desastre o que está em cima da mesa.
Dezembro 23, 2009 at 10:47 am
Penso que há aqui uma grande confusão.
Um professor do antigo 9º escalão, estará sempre no índice 299, não passa a ganhar menos. Se tem mestrado, contará o ano em que integrou o 9º escalão, por exemplo, 2004 ou 2005.
A contagem ou reposição (ver medidas de transição)deverá ser feita a partir daí.É essa a minha leitura. Os quatro anos de bonificação nunca poderão ser perdidos. Contando com os anos do congelamento, progredirá mais ou menos em 2013 ou 2014, de acordo com o 270. Se não é assim, demonstrem.
Dezembro 23, 2009 at 11:03 am
Os professores no antigo 9º escalão, que não passaram a titular, ficariam quase todos aí nesse “topo da carreira”.
Somente os que perfizessem 6 anos no índice, nesse caso 299, fossem opositores ao concurso para titular, passassem, e passassem também na prova pública, com mínimo de Bom, é que poderiam subir, se e só se existissem vagas, passando para um índice intermédio (entre o 299 e 0 340: era 0 320, até que houvesse uma vaga (vejam só a quantidade de dificuldades, obstáculos).
Portanto, uma situação muito pior do que esta que o governo propõe agora. Estarei a ver mal?
Dezembro 23, 2009 at 11:08 am
Relativamente ao antigo 8º escalão passar à frente do antigo 9º, estamos a falar dos índices 245 e 299, não estou a ver como.
Peço desculpa pela franqueza, mas acho que há aqui muita confusão com este post.
A carreira agora proposta é muito longa, todos sabemos, tem estrangulamentos, penaliza bastante os professores mais novos. Mas, sinceramente, relativamente aos que se encontram nos índices 299 e 340 não vejo qual as injustiças. Até acho que serão os índices que estarão em posição mais confortável. Estarei a ver mal? Ou estarei a olhar para o meu umbigo?
Dezembro 23, 2009 at 11:11 am
A todos um Bom Natal. Regressarei mais assiduamente em Janeiro, porque este é o momento do reencontro com a família. E, para isso, tenho de apanhar o avião, coisa que detesto.Espero que ele não caia e que regresse em Janeiro, aqui e a todo o lado, cheia de vitamina.
Bom Natal, Bom Ano Novo.
Dezembro 23, 2009 at 11:12 am
Estas situações são completamente estúpidas.
Deve haver para aí muita confusão à mistura.
Dezembro 23, 2009 at 11:22 am
#/-Estúpidas,são de facto! Conheces algum sucialista esperto?
Só têm esperteza para a maldade!
Dezembro 23, 2009 at 11:58 am
Não é aceitável.
Mais uma vez um chorrilho de asneiras a tenderem sempre para prejudicar os professores.
Curioso, não é? Mostram a sua incompetência em tudo o que fazem mas a perspectiva é sempre a mesma: apertar a tarracha dê por onde der. Atiram o barro à parede a ver se cola…
Não vá cada um de nós verificar atentamente o que se está a passar, não. Deixem para alguém fazer por vocês, não se esqueçam.
Não estejam atentos, vão dizendo que não têm pachorra ou jeito para analisar decretos e propostas. Depois não se queixem…
Dezembro 23, 2009 at 12:51 pm
Feliz Natal para todos e votos de que 2010 seja o ano da captura de todos os ladrões”, para que valha a pena VIVER!
Dezembro 23, 2009 at 1:10 pm
Esta é basicamente a minha situação e penso que há aqui vários equívocos. No antigo ECD teria subido ao 10º em 2007, no actual subirei em 2011 e no ‘futuro’ continuarei na mesma situação. Não vejo como é que o autor do texto fala de 20022. A não ser que ainda esteja no índice 245, o que nesse caso também não corresponde ao antigo 9º escalão, mas sim ao 8º.
Dezembro 23, 2009 at 2:04 pm
Continuamos a misturar as coisas e como resultado a prejudicar a nossa situação com os palpites que vamos dando.
De certeza que existe aqui muita confusão…
Até os jornalistas, que escrevem sabendo pouco do assunto, conseguem ver o outro lado…
Já agora estou também no indice 299, antigo 9º escalão não sou Ex(?)Titular, tenho 29 anos e 4 meses de serviço, deveria ter mudado em 2007 para o 10º escalão, devido ao congelamento isso não aconteceu, e não me digam que vou continuar a sem progredir…isto é de loucos…
Dezembro 23, 2009 at 2:12 pm
A solução é voltar a desfilar na avenida. E apupar o palhaçóide.
Dezembro 23, 2009 at 2:15 pm
Este nosso post retira qualquer dúvida.
http://adduo.blogspot.com/2009/12/como-o-indice-245-ultrapassa-o-indice.html
É possível, hoje, um professor com o índice 245 ultrapassar um que está, também hoje, no índice 299. E na mesma categoria.
Na esperança de termos ajudado,
Ad duo
Dezembro 23, 2009 at 2:31 pm
Por alguma razão as negociações estão a decorrer e não estarão concluídas tão depressa como alguns querem…
Vamos aguardar e não misturar decretos antigos, que a meu ver terão que ser revogados,com as propostas que estão em cima da mesa…
Bom Natal e Paz para todos…
Dezembro 23, 2009 at 3:04 pm
Eu já expliquei ao autor do texto que aqui há confusão, mas ainda não tive tempo para desmontar em detalhe esta situação.
Dezembro 23, 2009 at 3:06 pm
O melhor comentário sobre reposicionamento na carreira é do brincalhão, uns posts abaixo:
parece o velhinho jogo da glória.
Dezembro 23, 2009 at 3:34 pm
Espero sinceramente que a transição para a nova estrutura da carreira docente se faça de acordo com o tempo serviço prestado.
A confusão é tão grande que mais vale revogar tudo, fazer uma nova estrutura da carreira e reposicionar os professores de acordo com o tempo de serviço prestado concedendo bónus de tempo de serviço, de 2 e 4 anos para quem tenha tirado uma licenciatura de 4/5 anos e um mestrado e um doutoramento respectivamente.
Não me importo nada que para os escalões mais altos haja um reposicionamento faseado de acordo com a situação financeira do País.
Já sei que os colegas dos escalões mais levados vão dizer que o dinheiro foi desperdiçado em auto-estradas, em parcerias público-privadas de natureza duvidosa, em clientelas políticas, MAS AGORA NÃO VALE A PENA CHORAR SOBRE LEITE DERRAMADO.
O DINHEIRO FOI-SE! ESTAMOS A VIVER DE DINHEIRO ESTRANGEIRO EMPRESTADO.
Assim com as condições acima assinaladas não me importo de ficar congelado por mais alguns anos desde que as pessoas que estão nos escalões mais baixos tenham a progressão que merecem e de que tanto necessitam para começarem um projecto/início de vida.
Dezembro 23, 2009 at 3:38 pm
“Assim com as condições acima assinaladas não me importo de ficar congelado”
Mas atenção deverá ficar comprometido com o governo um período de 2 a 3 anos de transição em que cada docente seja imediatamente reposicionado no escalão a que tenha direito face ao tempo de serviço prestado.
Dezembro 23, 2009 at 3:39 pm
…..pelo andar da carruagem pressinto que nos próximos 4 anos a função pública vai nadar a marcar passo.
Dezembro 23, 2009 at 3:39 pm
Imagine-se um professor que tendo feito um mestrado na altura em que a Faculdade era um lugar vanguarda do conhecimento, e não fonte de negócio bolonhês, quando um mestrado tinha dois anos de parte curricular e dois para elaborar a tese que implicava trazer um contributo inovador na área da investigação. Imagine-se um professor que não tendo pedido sabática que lhe tivesse permitido fazer a sua investigação e entregar o seu trabalho com o rigor e exigência que entendia dever fazer, não entregando a sua tese, apesar de ter reunido centenas de documentos e outras tantas páginas redigidas, uma vez que a escola foi apelo maior. Imagine-se um professor que podendo, se tivesse entregue a tese, estar no 9º, quando ficou barrado no 7º, não imaginando que as regras se alterariam a meio do jogo. Imagine-se um professor que, quando chegou a titularidade, tinha pontos para dar e vender, porque, porque a escola foi apelo maior, foi o que ela precisava que fosse: coordenador de DT, de departamento, orientador de estágio… Imagine-se um professor que vê os que em tempos idos corriam para os colégios para arranjar mais uns cobres, ignorando o que quer que fosse que tivesse a ver com os alunos fora das aulinhas lectivas, quais funcionários sem missão, correrem, hoje, atrás de tudo quanto é lugar e posto com laivo de pontos na corrida à ADD.
Imagine-se um professor que olha para tudo isto e com alguma raiva silenciada, porque o carácter não é tão nobre como gostaria de ser, sente a imagem que lhe chega: o Titanic embateu contra o glaciar: uns, poucos, metem-se nos botes, outros fingem-se pais, agarram numa criança e metem-se noutro bote, outros ainda, tentam agarra-se ao mastro mais alto do navio.
E o professor, imagine-se, não tocará a água gelada, tem ilhas e portos seguros: os seus alunos.
Dezembro 23, 2009 at 3:42 pm
Ah!
Já agora comecem a tirar as pantufas porque vais ser precisa muita luta de rua.
Num período em que os recursos são escassos somente “mama” aquele que faz barulho.
Dezembro 23, 2009 at 3:51 pm
“O melhor comentário sobre reposicionamento na carreira é do brincalhão, uns posts abaixo:
parece o velhinho jogo da glória.”
Eh eh eh eh eh eh eh eh
Dezembro 23, 2009 at 3:52 pm
#14
Ad Duo
Estive a ler, com mais atenção, os dois casos que apresenta, no seu blogue, e acabo por concordar que em alguns casos, não em todos, haveria “ultrapassagens pela direita”.
Agora, se o 15/2007, o 270/2009 vierem a ser alterados por esta nova legislação que ainda não está aprovada, a sua análise cai por terra, porque fê-la como se o 15, o 270 e o NOVO coexistissem e fossem aplicados todos ao mesmo tempo. E isso provavelmente não acontecerá.
Dezembro 23, 2009 at 6:00 pm
E todos continuam sem falar da injustiça de os titulares não terem podido concorrer ao concurso nacional, cujas vagas foram ocupadas por professores com MENOS TEMPO DE SERVIÇO!
Dezembro 23, 2009 at 9:09 pm
Senhora titular, corpo especializado das escolas…
Foi obrigada a concorrer ao título?
Dezembro 23, 2009 at 9:47 pm
M Viana
Começa a aborrecer…sempre a mesma conversa
Até parece que não houve titulares com menos tempo de serviço do que aqueles que obtiveram, por azar, menos pontos, num concurso injusto, criado por BURROS….esteja calada