Isto em termos teóricos é muito mais fácil de gerir, seja em termos comportamentais como cognitivos…
A Indisciplina em Sala de Aula: Uma Abordagem Comportamental e Cognitiva
Dezembro 18, 2009
Isto em termos teóricos é muito mais fácil de gerir, seja em termos comportamentais como cognitivos…
A Indisciplina em Sala de Aula: Uma Abordagem Comportamental e Cognitiva
Dezembro 18, 2009 at 7:14 pm
Pois. Até podem continuar a escrever…
A questão não é de ordem teórica.
Dezembro 18, 2009 at 7:17 pm
Estas teorias são fantásticas, sobretudo quando vindas da parte de alguém que se limita ao papel de mero observador. Num manual de estágio, o conselho era ficar de bloco na mão a registar ocorrências, do género’mandou aviões de papel’, ‘deu um estalo no colega’, ‘colocou um prego na cadeira do professor’ (também me pareceu a ideia peregrina)… e lá pelo burgo até nem há queixas de maior, isto fundamentado em conversas semanais com colegas de outras escolas ditas ‘problemáticas’, mesmo quando implantadas em zonas muito classe média, ao contrário do senso comum… e não há queixas lá pelo sítio não por uma política de escola concertada, mas sim por ser o meio ainda pouco dado a estas coisas da delinquência. E o ‘reforço social’, chavão que mais uma vez é aplicado neste texto, não serve de solução para nada, penso eu ‘de que’…
Dezembro 18, 2009 at 7:37 pm
Conclusão:
Os professores têm de reconhecer e aceitar todos os pontos de vistas dos alunos.
Ok
Dezembro 18, 2009 at 7:40 pm
Estes “estudiosos” já alguma vez deram aulas?
Durante quanto tempo? Em que escola? Qual o bairro em que a escola está inserida?
Tretas
Tudo isso funciona só e só se o aluno estiver disposto a aprender.
Dezembro 18, 2009 at 7:42 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/12/18/musica-de-natal-miles-davis-blue-in-green/
Dezembro 18, 2009 at 7:42 pm
E que fazer quando os alunos vão para as aulas pedrados, completamente imersos numa realidade espaço-temporal não euclidiana? Damos umas passa ou snifamos umas linhas para irmos ao encontro da realidade do aluno?
Dezembro 18, 2009 at 7:46 pm
Suomi:Deves entrar no universo do aluno..integra.te…para o compreender tens de ser ele em toda a sua plenitude..se ele se peida deves peidar..se arrota deves arrota…se coça os tomates deves coçar..dse diz carvalhadas..deves dizer..se snifa deve snifar..só assim penetrando no mundo do aluno o professor o pode entender…Retirado da cartilha Beneventiana…
Dezembro 18, 2009 at 7:57 pm
Tretas para inglês ver!
Eu percebo-os, têm que vender o seu peixe mas só o compra quem quer…
Do lobby dos “cientistas” da educação pouca gente fala neste país do faz de conta…
Talvez um dia os “professores” do “ensino” público acordem para a realidade e percebam, de uma vez por todas, que enquanto não fizerem manifestações sobre esta pouca vergonha, nada se resolverá!
Dezembro 18, 2009 at 7:58 pm
Até no Natal apanhamos com o ISCTE.
Dezembro 18, 2009 at 8:04 pm
Buli, parafraseando o poeta, “só sei que por aí não vou…” Mas creio que cada vez há mais professores que já desistiram de ensinar seja o que for em certas turmas, e para isso os portáteis nas salas de aulas são uma maravilha: durante os noventa minutos os alunos jogam ou navegam na net e o tempo passa nas calmas. No fim passam todos. É o que uma colega chamou há dias, a gestão da sobrevivência.
Dezembro 18, 2009 at 8:13 pm
Estas teorias devem ser fêmeas. Mas a espécie não sofre grandes mutações. Passam a vida a citar-se uns aos outros.
Assim não vamos lá…
Dezembro 18, 2009 at 8:52 pm
Parei a leitura assim que vi escrito «contracto» (várias vezes e como sinónimo de acordo…), em vez de «contrato». Isto é uma tese? Deveria reprovar.
Além disso, o que se escreve são banalidades.
Quem não leu não vale a pena ler.
Dezembro 18, 2009 at 10:28 pm
Mais um doutor da mula ruça a falar de cátedra! Uma das maiores doenças do nosso sistema de ensino é, precisamente, a proliferação destes discursos de chacha dos mestres em eduquês. Chateiam-me estes bacocos que não sabem nada de nada, que nunca se especializaram em nenhuma área de saber, mas que se arrogam o direito de querer ensinar aqueles que são especialistas nas suas áreas respectivas. O ministério da educação está cheio desta tralha: a milu, o marco paulo lemos, o trolha do pedreiro e mais uns quantos de agora com os cursozecos de boston, é tudo gente saída do eduquês. A primeira coisa que deve fazer um governo que queira um sistema de ensino a sério é muito simples: correr com este discurso e com o lobby do eduquês que o sutenta do ministério da educação. Infelizmente a péssima qualidade dos nossos políticos também não lhes permite detectar o embuste desta pseudo-ciência. E o país é que as paga…
Dezembro 18, 2009 at 10:59 pm
Doutor da mula ruça. Há que tempos não ouvia este termo. Bem aplicado, sem dúvida. Saudações ao Trinitá, que deve ser Algarvio.
Dezembro 19, 2009 at 12:17 am
E continua esta gente a reescrever as mesmas patetices idiotas sobre o tema da indisciplina.
Dezembro 19, 2009 at 12:23 am
O discurso do psicólogo integra-se no contexto desta nava deputada da Nação.
VER AQUI: http://2.bp.blogspot.com/_AgEq9z78i3I/Syp5XJaByGI/AAAAAAAAAhM/OU43UKZziwg/s1600-h/5538927_ISGED.jpg
Dezembro 19, 2009 at 12:44 am
Anti-Rousseau
Dezembro 19, 2009 at 1:00 am
#14:
“Doutor da mula ruça”, também se diz aqui para os lados de Coimbra:
Doutor da mula ruça
Tira o chapéu
Enfia a carapuça!
Dezembro 19, 2009 at 1:02 am
#16:
Não se pode dizer que a senhora não leve a peito o seu mandato parlamentar!
Dezembro 19, 2009 at 1:10 am
Ver página 7, último parágrafo.
“Contracto”?!?
Give me a break…
Dezembro 19, 2009 at 1:15 am
#20:
Eu acho uma certa piada a estes “livros de receitas” psico-socio-eduqueses.
Há muitas maneiras, o professor deve encontrar a mais adequada, etc e tal…
Mas depois vai-se a ver e há uma forma de actuar que aparentemente só tem vantagens e nas restantes só se encontram defeitos.
Este dogmatismo do pensamento único, já nem nas ciências ditas “exactas” se encontra.
Só sobrevive nas psicossociologias da treta…
Dezembro 19, 2009 at 1:17 am
Já nem li o fim. Só me faltava ler mais prof/drs com a teoria da batata doce.
Gostei bué:..”profiláctica, , acuactiva e resolutiva de cariz…”
Que tretas nos querem “impingir”? E aqueles piquenos que passam o tempo a fazer queixinha ao pai ou mãe? São uma delícia! Cada vez me considero melhor mãe, educadora e professora. Que desastre aí vem! Era bom que eu já estivesse reformada porque estes “piquenos” vão dar cabo de qualquer mortal num futuro mui próximo. Aqui pela city os papás também dão um contributo precioso. Apoio quase incodicional aos piquenos/as. Haja saúde e paciência.
Dezembro 19, 2009 at 1:20 am
Será que é necessário citar tanta gente nestes artigos/teses… Eles não terão cabecinha para mandar umas postas sen citar meia dúzia de cromos que nunca deram aulas ou já não dão há anos?!
Dezembro 19, 2009 at 1:23 am
2#20,
Claro que vi o “contracto”. Deve ser uma nova proposta para acordo Or. E andam estes ” cromos” a escrever teses…
Dezembro 19, 2009 at 1:42 am
Adjuntando ao Trinitá, o que é “Mula Ruça”?
Dezembro 19, 2009 at 1:47 am
#25,
Será uma mula que nem é preta nem branca? Estou a brincar. FÉRIAS! Só terça às 500 e 50 da noite. Ainda nem começaram as reunites.
Dezembro 19, 2009 at 1:59 am
Mula ruça,… o Trinitá que esclareça o significado do termo.
Dezembro 19, 2009 at 4:11 am
«Dom Joham 3º a quantos esta minha carta virem faço saber que o doutor António Lopes, físico de Évora, me apresentou ua carta do doutor Diogo Lopes, meu físico moor, de que o theor de verbo é o seguinte: O doutor Diogo Lopes, comendador da Ordem de Christo e físico moor del Rey Nosso senhor em seus regnos e senhorios, faço saber a quantos esta minha carta de doutorado virem como por António Lopes, físico da mula ruça, morador em esta Évora, me foy apresentado hum allvará dellRey nosso senhor, por sua alteza assygnado e passado per sua chancelaria do qual o trellado he o seguinte: Eu ell Rey faço saber a vós Doutor Diogo Lopes seu fisico moor, que António Lopes, físico da mula ruça, morador en esta cidade, me dice por sua petiçam que elle estudou nove ou dez annos no estudo de Alcala de Henares.»
Orlando Neves, «Dicionário da origem das frases feitas», Lello & Irmão Editores,Porto
http://tinyurl.com/y9ojjoz
Dezembro 19, 2009 at 7:05 am
Bem explicado at.
Dezembro 19, 2009 at 8:26 am
Pilotos de simulador. Tudo pilotos de simulador!
Diverte-me sempre ver o tom “neutro” destes estudos, tipo documentario da BBC em que fingem todos que estao muito calmos.
Muitas citacoes, para no fim chegarem a conclusao do costume:
Ha que saber motiva-los!
Dezembro 19, 2009 at 11:44 pm
Todos dizem que é preciso motivar os alunos; mas nunca dizem como. Já sabemos que não sabem como, mas não precisavam de andar sempre a dizer o mesmo.
Dezembro 20, 2009 at 12:04 am
Há um claro pressuposto no estudo: a escola (professores incluídos) não se adaptou à nova realidade do seu público “consumidor”, os alunos.
E o teorizador nem tem consciência de que as suas propostas para combater ou evitar a indisciplina são repetidas até à exaustão em todas as fontes bibliográficas que cita abundantemente, não vá a gente descrer.
Tudo o que nos diz é velho como o andar a pé. Falta agora dizer-nos em que sentido mudaram os os alunos, o que os motiva, o que os atrai, o que podia ser sedutor no ensino.
Mas temos todos muito medo de pronunciar certas palavras, e isso impede-nos de ver à nossa volta. Façamos, então, de conta que somos cegos….