Novembro 2009


A avaliar por uma pequena amostra do que me chegou sobre a publicidade que surge no blogue.

Vou contactar o WordPress, em especial por causa da insinuação sobre a impotência dos frequentadores do blogue. Logo agora que até vamos erguendo o moral…

E o jornalista é o mesmo que no outro dia assinou uma peça a dizer que haveria 30.000. sem avaliação por não terem entregue os OI.

Isabel Alçada deixa cair divisão de professores em duas categorias

A ministra da Educação entrega hoje aos sindicatos a proposta de calendário negocial para a revisão do estatuto da carreira e da avaliação de desempenho docentes.

O Governo prepara-se para deixar cair a divisão da carreira docente entre professor titular e não titular, naquele que será um dos maiores passos dados pela nova ministra da Educação, Isabel Alçada, no sentido de chegar a um consenso quanto a um novo modelo de avaliação dos professores.

Por abuso de poder dos órgãos de gestão. Há quem não tenha sido avaliado por lhe ter sido vedado tal direito por directore(a)s adesivos. É preciso que isto seja claramente esclarecido.

O comunicado do ME vai mais longe do que alguma vez foi – e afinal os OI sempre eram não obrigatórios!!!! - mas falta qualquer coisinha ainda.

3. Assim, a apresentação do avaliado à primeira fase do processo de avaliação concretiza-se através da entrega da ficha de auto-avaliação, que é legalmente obrigatória (conforme dispõe expressamente o nº 2 do Artigo 16º do Decreto Regulamentar nº 2/2008, de 10 de Janeiro), ainda que não tenham apresentado previamente, no prazo previsto, a respectiva proposta de objectivos individuais.

É nestas alturas que apetece relembrar que…

Vamos conseguir empatar?

:mrgreen:

Professores que não entregaram elementos de avaliação não serão penalizados, diz Fenprof

Nota prévia: A Ana já retirou o post, mas eu não sou Gandhi, nem Cristo. Não retiro uma linha ao que escrevi. Apenas não faço um post com citações sobre o assunto, de textos meus sobre o tema de há meses para provar que traidores são outros.

Está no direito dela. Está é a ser injusta e a distorcer os factos, que estão documentados em imensos posts e comentários do Umbigo. Basta consultar as pessoas que assinaram o documento – desde logo a Reb e o Teo – e informar-se da minha posição desde o início.

Que foi assumida PUBLICAMENTE e não às escondidas.

Não vou sequer entrar aqui na desmontagem da traição de que me acusa, nem na incoerência da sua posição. Nem sequer vou dizer o que fiz ou tenho feito para que ninguém fique para trás.

Apenas assinalo que são atitudes e cobranças como esta que me fizeram – e fazem de novo – pensar em migrar para outras paragens e fechar o blogue, quando está tudo à beira de se conseguir.

Há quem realmente leia todas as entrelinhas erradas.

E nem digo mais da revolta que sinto. Mas a minha é genuína, é visceral, não política e instrumental.

Ahhhh, já agora, eu tenho uma quinta no Facebook e também um aquário. A Marta gosta e eu gosto também. Quem não gosta talvez tenha perdido a criança que deve ser existir dentro de nós. Tenho pena.

Os exaltados de serviço vão achar defeito?

Mário Nogueira confirma: este modelo de avaliação acabou

O secretário-geral da Federação Nacional de Professores, Mário Nogueira, confirmou hoje que o Ministério da Educação “vai parar” o segundo ciclo de avaliação docente até à aprovação de novas regras, o que significa que o modelo em vigor acabou.

White Lies, Unfinished Business

Mentiras brancas, negócio por acabar, tanto que se poderia falar acerca disso, mas…

PJ e MP falharam controlo das escutas de Sócrates

Presidente do Supremo não recebeu de imediato as gravações de conversas com Vara

Uma irregularidade atribuída aos investigadores do caso “Face Oculta” foi determinante para a anulação de seis escutas de José Sócrates, por decisão do presidente do Supremo. As conversas não deveriam ter sido analisadas pelo juiz de instrução.

De acordo com informações recolhidas pelo JN, o despacho de Noronha Nascimento, presidente do Supremo Tribunal de Justiça, de 3 de Setembro passado, considera nulo o procedimento até àquele momento seguido pelo Ministério Público (MP), Polícia Judiciária e magistrado de instrução criminal de Aveiro quanto ao controlo e fiscalização de seis comunicações telefónicas em que Armando Vara fala com o primeiro-ministro.

Aquela decisão considerou que, logo que os investigadores perceberam que José Sócrates era um dos intervenientes nas escutas telefónicas ao administrador do BCP deveriam, de imediato, ter remetido o material ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ).

Resta saber se agiram assim para recolher o máximo de elementos, com receio que fosse tudo anulado, se o fizeram na consciência de…

A terceira hipótese é incompetência. Duvido.

Pronto, pronto, era preciso arranjar qualquer coisa para encenar discordância e encher os espaços comunicacionais com qualquer coisa.

Só por isso, é que eu faço a vontade e destaco aqui uma absoluta irrelevância.

Mário Nogueira estranha convocatória de reunião com ministra tão repentina

Mas estes problemas não eram para estar resolvidos antes de ontem, antes mesmo do nascer do sol?

Agora são os sindicatos a queixar-se da pressa?

Claro que é para antecipar as sessões parlamentares de 5ª e 6ª feira. Mas o BE, CDS e PCP não mantêm os projectos sde suspensão da ADD por via parlamentar?

E o Pedro Duarte do PSD já não disse lamentar ter retirado a palavra suspensão do seu projecto?

NA SICN, pelas 9 da manhã passava a informação do final da divisão da carreira, principal reivindicação dos professores desde a aprovação do ECD ministerial de Janeiro de 2007.

Há quem pareça ter esquecido aquilo que sempre afirmou ser a prioridade.

Professores: ministra confirma que vai haver novo modelo de avaliação

Porque, por fim, para o ME acabou a unicidade parental.

REUNIÃO DA CNIPE COM O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO EM 2009/11/13

Na reunião realizada hoje, dia 13, pelas 17h, com a presença da Senhora Ministra da Educação, Dra Isabel Alçada e do Senhor Secretário de Estado Alexandre Ventura, a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) depois de apresentar os elementos que constituem os seus Órgãos Sociais elencou um conjunto de preocupações que por si só justificam a intervenção do Ministério da Educação.

Destas destacamos, o encerramento de algumas unidades de multideficiência, a falta de terapeutas da fala e psicólogos de acompanhamento familiar assim como a falta de assistentes operacionais que pudessem acompanhar os alunos abrangidos pela Educação Especial.

Foi ainda, abordado a falta de assistentes operacionais com a formação específica sobretudo as que tem a seu cargo as chamadas zonas sociais.
No seguimento dos temas o regime de faltas e os artigos das sanções disciplinares que se limitam a referir que os Pais/Encarregados de Educação e não prevêem a sua responsabilização também foram elencados.

Solicitou-se a regulamentação da Educação Sexual e posterior implementação nas Escolas/Agrupamento com formação específica dos professores.

No que diz respeito à Avaliação dos Professores concerne a CNIPE continua a defender que a mesma se deverá processar de forma a não prejudicar o ano lectivo, privilegiando o diálogo e a Paz social.

Atendendo a que actualmente muitos Encarregados de Educação têm dificuldades económicas na aquisição de manuais e materiais escolares foi sugerido o aumento de vigência dos mesmos alterando-se somente os materiais pedagógicos (DVD e CD’S).

A CNIPE propôs que fosse objectivo deste Ministério de Educação:
- A construção de um Pacto para a Educação à semelhança do que aconteceu com a Justiça;
- A criação de uma comissão/observatório de acompanhamento das Políticas Educativas;
- Fomentar a formação parental credível, consequente e permanente e não meras acções pontuais.

Finalmente os representantes da CNIPE referiram ainda que estando no movimento associativo de Pais por procuração dos seus filhos e Educandos têm como único objectivo o de construírem uma MELHOR ESCOLA proporcionadora de um MAIOR FUTURO para os mesmos.

Mas o Assis já esqueceu tudo o que moveu Felgueiras?

Francisco Assis diz que Sócrates está a ser alvo de tentativa de homicídio de carácter

Para  todos os meus contactos  de net vai a divulgação   do blog    http://noscomafrica.blogspot.com/ criado no âmbito do  projecto  Nós com África – projecto da

Escola José Saraiva, em Leiria.
É  um blog básico. Não somos prós no assunto. Apenas curiosas e interessadas e carolas qb para pormos  mãos à obras. ..
e se calhar um pouco inconscientes
Visitem-nos. Dêem-nos sugestões.
Mª das Dores

(c) Vandinha

Snow Patrol, Just Say Yes

Isto é para todos os gostos. Quem quiser que procure o sentido, esbraceje, gesticule e ulule. Eu apenas registo e passo adiante com olho e meio fechado.

PS quer garantias do PSD que não aprova suspensão da avaliação dos professores

Voto do PS sobre avaliação de professores “em aberto”

PCP quer suspender a avaliação dos professores esta sexta

PSD desvaloriza proposta comunista de decidir avaliação dos professores na sexta-feira

PSD continua a querer suspensão da avaliação dos professores

Professores: PSD elogia PS. Social-democratas gostaram da «evolução» dos socialistas

Avaliação: professores não querem modelo feito à pressa

Francisco Assis admite excesso de burocracia no actual modelo de avaliação

Confusos?
Com a cabeça à roda?
Nada disso!

Isto é apenas o exemplo de uma enorme camada de ruído, em que todos dizem que se chegam à frente mas estão a jogar à defesa em diferentes tabuleiros.

O peso político dos professores tornou-se fulcral no último ano e todos andam meio perdidos sem saber o que fazer e exactamente como votar na 6ª feira, quando se pode verificar um engarrafamento monumental…

A linha dura:

PCP quer “decisão definitiva” sobre suspensão da avaliação na sexta-feira

Eu acho que o jovem deputado da Nação levou com tantos mails em cima que ficou com medo de uma patuleia a descer-lhe para cá das linhas de Torres;

PSD diz que houve «grande evolução do PS» e nega ter mudado de posição

O deputado social-democrata Pedro Duarte considerou, esta terça-feira, que houve uma «grande evolução do PS» quanto à avaliação e ao estatuto da carreira dos professores e negou que o PSD tenha mudado de posição nestas matérias.

Recebi da deputada Ana Drago um mail a explicar o equívoco comunicacional nascido com a notícia de que o Bloco já não iria apresentar a votação o seu modelo de ADD. Porque isso não significa a não apresentação da proposta de suspensão da ADD, algo que pode dar uma hipótese a quem no PSD se arrependeu de alguma coisa na sua própria proposta.

Fica aqui a parte principal do mail em causa, descontadas partes de interesse mais restrito.

Decidimos no Grupo Parlamentar do Bloco na semana passada não levar para já o nosso modelo de avaliação à discussão no plenário, e por isso não o incluímos no “menu” dos debates de 5ª feira.

Porquê? Porque está a decorrer a negociação com os sindicatos, porque mais nenhum partido apresentou um modelo de avaliação e este iria ser discutido “sozinho”, e porque na 5ª o que se vai discutir é a suspensão.

Faria sentido que a AR aprovasse um modelo quando as negociações com os sindicatos estão a começar? Creio que não. Pelo contrário – ele seria liminarmente chumbado pelo PS e por toda a oposição, e se as negociações com sindicatos falharem já não o poderíamos reapresentar. Será super-estratégia? Eu diria cautela, e o bom senso de não multiplicar a dissensão numa oposição que está ter uma clamorosa dificuldade em cumprir o único compromisso eleitoral que nos é comum… Neste contexto faria sentido puxarmos da nossa bandeirinha: “aqui está, e é nosso, o único projecto até hoje apresentado”…?

Acontece que os serviços da AR colocaram o projecto de modelo de avaliação na agenda de 5ª feira (contra a nossa indicação), e então saiu uma notícia, pomposa, anunciado que o BE retirava o projecto. Daí os jornalistas acharam que se estaria a passar qualquer coisa… quando não se estava a passar nada!!

Para 5ª feira mantemos e votaremos o nosso projecto de suspensão do modelo de avaliação e o projecto de resolução para revisão do ECD (fim da divisão da carreira).

Não desistimos de nada, e não estamos a negociar “um passo atrás e dois à frente”. Não por sermos puros – mas porque a suspensão é “o” ponto de partida para se sair deste atoleiro em que a condução política da anterior Ministra colocou o debate sobre educação

Aqui fica a história e como parecia que estava a acontecer alguma coisa, mas afinal não se estava a passar nada. E de como os serviços da AR conseguiram fabricar um facto político.

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