O Ministério da Educação vai eliminar a divisão da carreira docente, confirmou Dias da Silva, da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE), no final do encontro com o secretário de Estado da Educação, Alexandre Ventura. Hoje continuam as reuniões com as estruturas sindicais dos professores sobre o calendário negocial relativo ao Estatuto da Carreira Docente e ao modelo de avaliação.
Agora só falta assegurar que ninguém será penalizado por dois anos de combate conta o modelo de ADD.
Ao contrário de muitos, acho que o Governo e o ME têm igualmente pressa em mudar o modelo de ADD. Porque enquanto não houver novo, não há ADD. E isso é a suspensão, de facto, da coisa.
MAs agora sou eu que estou com pressa. MAs voltarei a este assunto.
Interessante artigo de Santana Castilho hoje no Público (agora já tenho cópia graças à la Salette) a invectivar quem aceita a não suspensão do 1º ciclo de avaliação.
Tem razão. Foi ele que esteve ao lado de Aguiar Branco naquela iniciativa parlamentar em que o modelo de ADD foi adjectivado de forma soberba.
Ao longo dos anos instalaram-se diversos mitos sobre a formação contínua de professores. Má qualidade, temas desajustados, irrelevância para a prática pedagógica, etc, etc.
E vão-se buscar uns casos anedóticos para demonstrar que a formação de professores foi uma rebaldaria.
Até foi. Em alguns casos. Mas sempre creditados pelo Ministério da Educação. Ninguém frequentou acções de formação clandestinas, organizadas às escondidas por núcleos de professores malandros, mais interessados em tapetes de Arraiolos e danças de salão do que em formação em áreas nucleares da sua actividade.
Claro que houve negociatas, nepotismo nas escolha de formadores, esquemas esquisitos, acções de formação que não correspondiam ao anunciado e muito mais. Tudo com o beneplácito do ME e das suas estruturas, que muitos formadores forneceu e aos quais muito jeito deu os generosos pagamentos via PRODEP.
A minha experiência está longe de ser essa, porque sempre tive cuidados higiénicos em evitar formação marada. Frequentei formação em TIC, em Educação Especial, fiz duas vezes a formação para correcção de provas de aferição e fui creditado pela participação com comunicação num congresso internacional de História.
Agora frequento uma acção na Área da História e Património Local que fiz pressão para que existisse junto do meu Centro de Foirmação, onde está grande parte do meu Departamento, exactamente pela falta de formação especializada na nossa área disciplinar.
Espero em breve que se inicie uma formação em torno dos novos programas de Língua Portuguesa, a nível de escola e agrupamento, como consequência da formação que está a ser dada a dois colegas pela DGIDC.
Portanto, não enfio o barrete das bocas da formação feita a metro.
Pelo contrário, compreendo o que um estudo recente declara, acerca da necessidade que os professores portugueses sentem de mais e melhor formação, pois essa é a minha experiência. A de querer formação relevante e só apanhar com aquilo que o ME acha prioritário, deixando para trás a formação em muitas áreas científicas.
Para que conste a minha petiza frequenta a escola a pouco mais de 500 metros de casa (em linha recta, sem os malabarismos urbanísticos da praxe), na freguesia onde resido e não no agrupamento de qualquer dos pais ou outra coisa do género.
Alugam casas por semanas, simulam divórcios, pedem à avó que fique como encarregada de educação. São várias as manobras a que os pais recorrem para matricular os filhos numa escola que não a da respectiva área de residência. Este ano, em Inglaterra, uma mãe foi processada por dar uma morada falsa. Em Portugal, a prática vigora impune há anos. A tese de que os pais devem poder escolher livremente as escolas está a ganhar terreno.
A tese da escolha livre é uma falácia. Neste momento, quem quer e pode já o faz. Quem o quer e não pode, também não virá a poder, isso eu garanto com elevado grau de probabilidade.
À guetização socio-geográfica e cultural que acontece em algumas zonas sucederia uma muito mais acentuada guetização socio-económica (e cultural). Ou talvez não mudasse quase nada.
Pensando bem… porque não os deixar experimentar só para ter o gozo de provar que a teoria bem-pensante nada trará de positivo, apenas acentuando clivagens e desigualdades?
Chegado por mail, com pedido de reserva da identidade
Estou nesta tarde de sol na sala de estudo em “prevenção”. Este ano, por não haver instalações adequadas e suficientes, temos andado um pouco de Herodes para Pilatos. Após termos iniciado o nosso serviço de urgência na sala dos professores, passámos recentemente para um antigo pré-fabricado que aguarda uma reforma inverosímil. Tudo bem. O frio ainda não é muito e a instalação aguenta-se. O problema está na outra sala contígua onde turmas de CEFs, se “instruem” ao longo do dia. No momento em que não resisto a escrever este desabafo, tocou para intervalo…ufa que alívio, principalmente para a pobre da colega que durante 90 minutos foi literalmente esmagada por berros, cadeiras tresloucadas, comportamentos variados que tipificam que algo vai muito mal nesta republica em inicio de século. Colocar uma câmara e dar a conhecer situações destas seria possivelmente ilegal, mas daria a conhecer uma situação que seguramente se multiplica por muitas escolas deste pais. “Até quando, indisciplina, abusarás da nossa paciência?”…entretanto, eu, professor sortudo, tento preparar um guião para o visionamento do “Clube dos Poetas Mortos”…
Contou-me um amigo, habituado ao trilho político das escolhas partidárias locais, que as concelhias escolhem os candidatos às eleições, mais ou menos, assim:
Reúne o “consílio” ( não o dos deuses do Olimpo, mas o daquele conjunto de cidadãos que constituem o tal órgão partidário local), e, depois das tiradas da praxe ( do género: “ O Porto anda a precisar de ir ó bruxo!…”; ou: – Se fosse à Liga mandava analisar o Benfica…”; Tá bem abelha! E o Sporting? Aquilo era “Bento” a mais, ou “ar” a menos?”) começam a debitar opiniões sobre quem reúne as tais condições e legitimidade política para distribuir os tachos pela famelga (a de sangue e a outra…).
Eis o que, normalmente, discutem os “conselheiros” locais:
O PRESIDENTE:
- Pois, se me permitem, a minha opinião, por mim convidávamos “Fulano”.
O VICE:
-Já agora, pode(s) explicar porquê?
PRESIDENTE:
-Muito simples. Em primeiro lugar, porque é uma pessoa jovem, com muito futuro. Basta reparar nisto – está apenas há quatro anos na profissão e já mudou quatro vezes de carro!
VICE:
Quatro carros, não, cinco!
PRESIDENTE:
- Melhor ainda. ( Não me estava a lembrar do primeiro…), mas acabas de reforçar o que eu disse…
O OUTRO “ CONSELHEIRO ( C):
-E eu acrescentaria o seguin…
PRESIDENTE:
-Espera lá! Ainda não acabei… Em segundo lugar, estou a falar de um rapaz muito esperto.
QUARTO INTERVENIENTE ( D):
- É verdade! Eu até vos conto uma peripécia que aconte…
PRESIDENTE:
-Alto! Não me interrompas! Em terceiro lugar, tem muitos conhecimentos… Quer a nível social, quer a nível político…Ainda outro dia estivemos numa “tainada” no restaurante do … Daquele nosso amigo, o…
QUINTO CONSELHEIRO ( E):
-O que deu ao partido aqueles dez mil euros?
DE NOVO, C.:
-E nos “obrigou” a empregar o totó do filho mais velho na câm…
PRESIDENTE:
- Isso, esse mesmo! Mas como eu dizia… quando ele já estava a meio gás, ( tinha mamado uma “meia encosta”, sozinho) puxou do telemóvel e disse: “Estás a ver, este é o número do governador civil de … Olha este…este é do chefe de finanças de “Desfalques de Cima”… E mostrou-me muitos mais!
FALTAVA O “E” INTERVIR:
- Mas, desculpem lá, esse rapaz não acaba de ser constituído arguido?!
PRESIDENTE:
- E então, qual é o mal? Por acaso já foi acusado? Ou condenado?
O VICE ( EM REFORÇO DO CHEFE):
- Nunca ouviste dizer que “até prova em contrário, qualquer arguido é inocente”?
O “E” ( PERPLEXO):
- Eu…Bem… Eu…
PRESIDENTE:
- Está feita a escolha?
O VICE:
- Claro! Há mais alguém cá na Vila com tamanho currículo?
Levantaram-se, e foram “redigir a acta”, ao restaurante do Dito…
É a obra de Santa Engrácia do “edifício legislativo” nacional. Apesar da regionalização estar no programa que o PS levou às eleições, soube-se ontem que os socialistas não vão mexer uma palha para avançar com o processo sem garantirem previamente o apoio do PSD. E como o PSD não tem posição sobre o assunto (tem, aliás, várias posições antagónicas – Ferreira Leite é contra, Passos Coelho também, Marcelo é a favor), dentro dos dois maiores partidos ninguém vê uma luz ao fundo do túnel para a aventura da regionalização.
Estou contente com os últimos acontecimentos: fim do actual modelo de avaliação, fim da divisão da carreira sem quotas… mas na revisão do estatuto há matérias muito importantes que não podem esquecer:
- Aposentação (uma carreira contributiva de 38 anos, o máximo de 40, acho que chegaria bem para termos uma aposentação completa, independentemente da idade. Neste momento, pode haver pessoal com mais tempo de serviço, mas mais novos, que sofrem penalizações maiores do que alguns que são mais velhos e que têm menos tempo de serviço. Há que corrigir estas injustiças.
- Aulas de substituição. Para mim, são horas lectivas e só têm razão de existir se forem dadas por um professor da área, com plano deixado pelo professor que faltou. Neste caso, só haveria substituições nas faltas previstas. No caso das faltas imprevistas, cada aluno escolheria a tarefa e o local que entendesse, mesmo que fosse no recreio. Houve sempre furos e nunca fizeram mal a ninguém. Estas aulas da maneira que estão a ser dadas são autênticos focos de indisciplina.
- Rever os horários dos professores. Os professores precisam de um horário flexível, dentro do cômputo não lectivo. Há horas, por exemplo das aulas de apoio e de substituição, como já referi, que se enquadram apenas na parte lectiva. Que piada tem um professor com redução do tempo lectivo voltar para a sala de aula a dar apoios e aulas de substituição? Deixem esse tempo para o trabalho individual, reuniões, visitas de estudo, actividades na escola… (há tantos docentes no desemprego que poderiam dar essas aulas!) Somem essas horas e contarão muito, muito mais do que 35!!
- Indisciplina. Os professores devem poder actuar de imediato. Arranjem soluções para que o professor possa sancionar no momento em que há o problema e depois sim participar seguindo o processo normal, mas entretanto o aluno já sofreu a sanção que poderá ser corrigida posteriormente, agravando-a ou diminuindo-a. Um agente da autoridade, em certos casos, primeiro detém e depois é que há o julgamento. Dar ao professor algumas soluções sem ser preciso andar à procura do Director da Escola, Director de Turma ou de qualquer outro elemento da escola. Mandar o aluno para fora da sala, com tarefas distribuídas não chega para certos casos de indisciplina. As sanções pecuniárias (multas), por exemplo, não dariam resultado? Há que pensar, alguma coisa tem que ser feita.
- Turmas CEF e PCA estão a dar uma grande dor de cabeça, em muitos casos, aos professores. Os alunos, grande parte, não querem fazer nada, passam a vida a brincar e a ofender os professores com todo o tipo de baboseiras. Que rumo dar a estes cursos que foram bem intencionados, mas que não estão a dar os resultados esperados? Os diplomas devem corresponder às metas traçadas para esses cursos e não como estão a ser dados em muitos casos.
- Gestão das escolas – O Director não pode ter tantos poderes. Por que razão os coordenadores, por exemplo, não podem ser escolhidos pelos seus pares?
Há, com certeza, mais anomalias, mas agora fico por aqui.
Tenho um velho conhecido que está preso, com o máximo da pena prevista, por ter tentado praticar um crime contra a propriedade. Poupo-vos os detalhes. Digamos assim… quando soube foi uma surpresa, pois só dei por isso quando ele já estava lá dentro preventivamente. Mas uns meses depois até o compreendi, quando percebi que onde ele trabalhava era um tal fartar vilanagem que até o peixe-miúdo queria ser peixão.
Nada nos livra de isto nos acontecer.
Quando saiu em para a situação de prisão domiciliária acho que teve o telefone sob escuta. Antes de ser preso acho que também.
Obviamente, eu não sabia de nada e em nenhum momento falámos de coisas mais relevantes do que de actualidade política – ele é/era um fanático por questões internacionais e conhecia todas as facções em confronto no Médio Oriente, o que sempre me fascinou por considerar ser isso uma impossibilidade humana – de música, filmes, futebol como é bom de ver (ele fcp, eu scp) e de raspão dos seus amores passageiros.
Mas, se porventura eu tivesse sido apanhado a falar com ele de alguma malfeitoria, não sei se me ocorreria como principal prioridade, alegar que a escuta era ilegal, já que o essencial é se eu tinha feito algo de incorrecto ou não.
Isto vem a propósito da estratégia inaugurada – ou se não foi ele, pelo menos foi ele que fez mais barulho e gesticulou mais – por Valentim Loureiro de contestar formalmente o meio de obtenção da prova e não os factos propriamente ditos.
Mas enquanto era o major e uns quanto árbitos de futebol, mais o pinto da fruta e a carolina doce, ainda nós nos íamos rindo, mesmo se a contragosto.
Agora quando esta estratégia se começa a estender por figuras da alta finança e da condução política do país ao mais alto nível, algo está realmente podre por estas bandas…
Porque a verdade é que esse meu amigo está a cumprir os três aninhos que lhe foram dados oela forma tentada de um crime quye não chegou a acontecer.
A ministra da Educação considerou hoje «um tempo curto» o prazo de 30 dias recomendado sexta-feira pelo Parlamento para o Governo apresentar um novo modelo de avaliação dos professores, esclarecendo que o processo poderá não ficar fechado nesse período.
.
Se há na equipa quem estudou a coisa e fez pareceres e sugestões sobre a coisa, não é a curteza temporal que impedirá que o acto não fique consumado.
Por teimosia? Para castigo? Por rancor? Por mero princípio de igualitarismo social? Para imprimir uma diferenciação meritocrática à sua carreira?
Diríamos: há quem o queira fazer por tudo isso, mas também há quem deseje outra qualquer coisa que conviria esclarecer de momento.
O que imprime esta repentina fúria determinista quanto à avaliação de desempenho dos docentes, com objectivos meramente burocráticos e administrativos, é um movimento mais profundo e subliminar de fazer projectar na escola um conjunto de princípios e valores de uma sociedade neo-liberal a que a instituição escolar, enquanto reduto de cultura e saber, tinha conseguido escapar. Movimento esse que está relacionado com a necessidade de controlo social de uma classe que, até ao termo século XX, reclamou a autonomia da sua profissionalidade e exerceu uma eficaz gestão democrática das escolas.
O que se pretende não é aplicar um “modelo” de avaliação. A actual legislação não prevê qualquer “modelo”. Um modelo, todos o sabemos, é um paradigma, é um arquétipo, um exemplo alicerçado numa filosofia de princípios e de valores. Um modelo, diria Weber, é um “tipo ideal” e, por isso mesmo, dificilmente atingível, mas que nos deve guiar no estabelecimento de alvos e de condutas. E, precisamente porque é difícil alcançar, admite o erro e a justa tentativa de remediação.
Por exemplo: não há nenhuma sociedade que, em rigor, corresponda a todas as especificações do “modelo” de democracia parlamentar. Mas, sem esse “modelo ideal”, as sociedades democráticas perderiam o paradigma que as leva à auto-crítica e ao aperfeiçoamento contínuo.
Ora, dizíamos, o que lemos na actual legislação sobre a avaliação de professores não corresponde a um “modelo” sólido de um projecto contínuo e consistente. Quando muito, vemos aí um conjunto de “instrumentos” e “normativos” que pretendem aplicar um “sistema operacional”, diferenciador da função docente, com base em critérios duvidosos, e cuja aplicação redunda num desesperado e fatigante esforço diário dos professores, e cujo resultado só serve a tentativa de maior instrumentalização, docilização, estratificação, burocratização e controlo da classe.
Sob o princípio – “Não pensem. Cumpram e façam!” – co-existe uma vergonhosa tentativa de retirar à classe a sua profissionalidade, aumentando o seu desgaste profissional e contribuindo para a sua “proletarização”.
Faz agora um ano que tentámos responder à pergunta: “Avaliar professores é fácil?” (ver Ensino Magazine, nº 130, Dezembro 2008, em www.ensino.eu).
Então, escrevíamos: “Não! A avaliação de professores não é uma tarefa simples. Que o digam os supervisores que, durante décadas, promoveram a formação inicial e permanente dos nossos docentes. Para avaliar professores requerem-se características pessoais e profissionais especiais, para além de uma formação especializada e de centenas de horas de treino, dedicadas à observação de classes e ao registo e interpretação dos incidentes críticos aí prognosticados. Cuidado com as ratoeiras! Quem foi preparado para avaliar alunos não está, apenas pelo exercício dessa função, automaticamente preparado para avaliar os seus colegas…”
O que levou cerca de cem mil professores à rua não foi, certamente, a tentativa de cair na ratoeira. Não foi, seguramente, a tentação de erguer o “albergue espanhol” que resultará da inconsistente combinação da aplicação do actual “sistema” de avaliação, com a célere e ambígua construção de um novo “pseudo modelo” que se lhe deverá seguir, sem qualquer interrupção…
Os professores merecem mais que isso. Merecem o respeito que se exige num olhar responsável e atento da sua actuação profissional, a qual não se reduz aos indicadores observados e coligidos dentro da sala de aula.
Um bom professor é-o em inúmeras situações: como pedagogo, como homem de ciência, como gestor, como negociador, como mediador, e até como benemérito assistencialista. Logo, como se verá, a elaboração cuidada dos indicadores de avaliação remeterá muitas das preocupações do actual “sistema” para outros momentos avaliativos, como o são a avaliação externa das escolas, a auto-avaliação e o resultado das actividades de mútuo desenvolvimento e de avaliação recíproca proporcionados pelo coaching.
A avaliação de um professor requer, pois, uma actividade continuada, com a múltipla intervenção de uma diversidade de agentes, porque importam mais as actividades de reformulação que venham a ser consideradas e aconselhadas do que o simples diagnóstico da sua situação em determinado momento.
O compromisso com essa indispensável tarefa requer mais tempo e muita responsabilidade institucional. A não ser que os intervenientes que se sentam à mesa da actual negociação estejam dispostos a encontrar um “modo” que sirva a todos, em vez de procurarem elaborar um “modelo” que favoreça a melhoria da escola e o crescimento pessoal e profissional dos professores e dos educadores.
Desde que evitem da página 39 à 45 é um livro muito bom. Se lerem essas páginas, então excela… embora eu depois de ler me sinta o tipo ali mais à direita, para quem entra a contar de cima-
Só custa 5 euros e traz um cd com todos os artigos (é suposto a edição em appel trazer a nata cremosa). Eu comprei. Agora espero pelo meu exemplar.