Professores pedem números para avaliar propostas do Governo
Os sindicatos de professores querem saber qual será a duração da carreira proposta pelo Ministério da Educação, bem como o número de professores em cada escalão e o tempo necessário para a transição, antes de qualquer compromisso.
Novembro 30, 2009
Uma Questão De Números?
Posted by Paulo Guinote under Carreira, Docentes, Números, Negociações[45] Comments
Novembro 30, 2009 at 6:55 pm
Falta saber mais tanta coisa…
Novembro 30, 2009 at 7:03 pm
Se fosse só isso…
Novembro 30, 2009 at 7:10 pm
Números? Para quê?
Então agora há 3 “estrangulamentos” na progressão da carreira? Não é aceitável.
Novembro 30, 2009 at 7:12 pm
É…trocaram um funil por três funis e uma rolha.
Novembro 30, 2009 at 7:17 pm
E cheia de caruncho e com herpes ….
Novembro 30, 2009 at 7:21 pm
Claro que é importante conhecer os números.
Podem os estrangulamentos ser um disfarce político de um barramento na progressão ou podem ser um esquema para uma uniformização das escolas com um corpo docente homogéneo. Ou pior do que isso podem ser apenas para atrasar as progressões.
Sem números não se pode medir a intenção do ME.
Novembro 30, 2009 at 7:21 pm
Mas os númeroas valem o
Novembro 30, 2009 at 7:25 pm
“Para a Fenprof, não é necessário que todos os professores cheguem ao topo da carreira”
A Fenprof está irreconhecível”
Novembro 30, 2009 at 7:26 pm
Mas os números valem o que valem..eles podem atirar que são 60 mil vagas e abrir a conta gotas durante 30 anos… números são apenas isso: números..as pessoas são mais que números…Medir a intenção…para medir algo tem de se conhecer esse algo ..alguém acredita que se pode conhecer o ministério da educação…?
Alguém um dia disse que se faltar um professor 120 encarregados de educação dão pela sua falta…todavia se soltarem um leão no ministério da educação e ele comer uns QUANTOS funcionários NO DIA SEGUINTE NINGUÉM LHE NOTAVA A FALTA…
Novembro 30, 2009 at 7:27 pm
Claro..Kafka ou acha que um coveiro não éavalaido pelo númeri de mortos
Novembro 30, 2009 at 7:31 pm
Os números?
Coincidem com as golpadas na “banca”…
Novembro 30, 2009 at 7:31 pm
Estrangumentos administrativios da carreira e prova de ingresso são inaceitáveis. Ver comunicado da Fenprof em:
http://professores-unidos.blogspot.com/2009/11/funil-inaceitavel.html
Novembro 30, 2009 at 7:32 pm
Estrangulamentos…
até custa a escrever
Novembro 30, 2009 at 7:32 pm
O quê, o Pinóquio também quer avaliar os coveiros?
Novembro 30, 2009 at 7:33 pm
administrativos, idem…
Novembro 30, 2009 at 7:34 pm
Desculpem os erros, mas fico sempre assim quando leio comentários idiotas como o #8
Novembro 30, 2009 at 7:34 pm
Claro Kafka…um coveiro é avaliado pelo número de enterramento que faz e recebe bónus adicional se enterrar mais um x de mortos…todavia só uma pequena percentagem chega a coveiro mor…esses além de enterrarem um grande número de cadáveres complementam o serviço com flores naturais , utilização de pá personalizada e apoio à família durante dois anos…
A avaliação é feita pelo coveiro titular que fez formação em Alexandria em embalsamamento e enterramento de corpos…..Para chegar a coveiro titular
é necessário ter mais de 3000 mil enterramentos e que os corpos enterrados não se tenham deteriorado ao fim de pelo menos 6 anos…E acreditem mais dia menos dia para a profissão de coveiro vai ser isto..o pior é se os põem a trabalhar por objectivos..e para chegarem A ISSO COMEÇAM A MATAR DESALMADAMENTE…
Novembro 30, 2009 at 7:39 pm
#17.Além disso,acresce a tilularização dos defuntos, tendo em vista quais os coveiros que serão convocados.
Novembro 30, 2009 at 7:41 pm
“Os sindicatos de professores querem saber qual …. o número de professores em cada escalão”
!!!!!!!!!!
pensava eu que umas das principais exigências era o fim das quotas e que isso era inegociável.
será que os dirigentes dos sindicatos não eram titulares ou não tem nada ver?!
Novembro 30, 2009 at 7:41 pm
Nos jornais têm saído notícias a dizer que os professores comem tudo…
Lá continuam com a mesma música de embalar incautos.
Novembro 30, 2009 at 7:50 pm
Ui, a Alçada já está a tremer.
Unica resposta admissivel:
Ultimo escalão 100%; primeiro escalão 0%
Tudo o que fuja a isto será um reles e subserviente recuo.
Alçada, foge enquanto é tempo… You will be triturated.
Novembro 30, 2009 at 7:50 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/11/30/bruce-springsteen-fire-bem-e-preciso-num-dia-frio-e-gelado-como-o-que-esta-hoje/
Novembro 30, 2009 at 7:52 pm
VOU À JANTA…INTÉ…
http://bulimunda.wordpress.com/2009/11/30/cartoon-sobre-o-aluno-novas-oportunidades/
Novembro 30, 2009 at 7:57 pm
#21
Sabes mesmo qual a diferença entre um professor do 2º escalão e um do 3º? Se sim diz lá uma razão para a existência de funil
Novembro 30, 2009 at 8:02 pm
anda barrete no ar!!
Novembro 30, 2009 at 8:04 pm
fomos comidos….Isabel, Milou, nem de rir com ter me posso
Novembro 30, 2009 at 8:09 pm
# 17
Eh! Eh! Eh!
Novembro 30, 2009 at 8:11 pm
continuamos a ser comidos
mas agora é com delicadeza
Novembro 30, 2009 at 8:14 pm
“”A questão não era só o nome de professor ou professor titular, tinha só a ver com as consequências. Independentemente do mérito, os professores não podem passar a determinado patamar, em função de uma decisão política [abertura de vagas]“, argumentou.”"
Este comentário tem resposta óbvia! “Então está bem, fazemos as vagas por escola – ora, um director, seis coordenadores de departamento, um coordenador de DT’s,- resulta em 1 escalão máximo por escola e 6 escalões imediatamente inferiores – vá, e ainda oferemos uns 10 escalões sete em cada escola”
E depois, venham os muitíssimos nonos escalões existentes agora contestar isto..
A divisão entre titulares e não titulares foi feita “à la MLR” (leia-se, da pior maneira possível). Mas, para atingir uma estrutura piramidal nas escolas, até era uma divisão muito beneplácita para os professores. Agora deixam de ser titulares mas os putos que aí vêm apanham com não-um-mas-dois pontos de estrangulação. Claro que isso não interessa nada para a maioria da classe docente – que está entre o 5º e o 9º escalão!! – e assim já não se podem fazer manifs de 100 000.
Novembro 30, 2009 at 8:19 pm
#24, otário (no offense intended)
Então se não há diferença nenhuma, porque razão não recebem o mesmo??
Se querem ser todos tratados por igual, estejam dispostos todos a receber o mesmo.. Equal pay for equal work eram as palavras de ordem das feministas no século XX.. Para mim, ainda são palavras de ordem que fazem sentido..
Novembro 30, 2009 at 8:23 pm
então começa pelo Constâncio, ganha 3500 contos por mês e faz menos do que qualquer um de nós
Novembro 30, 2009 at 8:37 pm
#30
não é ofensa. è um facto. Cada vez me sinto mais otário. Cresci a respeitar as regras gerais da sociedade. e otário-mor eduquei os meus filhos no mesmo sentido: nao mentir não roubar etc cada dia que passa mais vejo o quanto errei.
Mas vejo que não apresentaste numa justificação para o funil.
Novembro 30, 2009 at 8:43 pm
Observação leiam a história do Coveiro no post 17 talvez elucide….
Novembro 30, 2009 at 8:49 pm
Ou então é uma estratégia de saldos e liquidações: anunciam uma baixa de 3 para, no final só baixarem 1, e os papalvos a pagar gato por lebre.
Já chega de areia para os olhos. Já chega de “saldos”. Queremos um produto genuíno.
Novembro 30, 2009 at 9:01 pm
#9 bulimunda e #19 otário
Isto de só ler o pouco da noticia que o Paulo Guinote colocou dá nisto. Fica-se com ideias erradas. Se tivessem lido o resto da noticia teriam visto o parágrafo “Tanto a FNE como a Fenprof pediram informação sobre o número de professores que estão actualmente em cada escalão para avaliarem o impacto das medidas propostas pelo Governo e manifestaram-se contra a manutenção da prova de ingresso na profissão.”
A minha dúvida é se o Paulo Guinote cometeu ou não o mesmo erro, ao colocar o título como o colocou. Até porque o próprio artigo responde ao Paulo, nestes 3 parágrafos:
“Se de uma forma geral registamos o fim da divisão carreira como positivo, a alternativa não é mais positiva do que aquilo que existia”, pois “deixa de haver duas categorias, mas passa a existir um estrangulamento com três escalões”, indicou à Lusa o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira.
“A questão não era só o nome de professor ou professor titular, tinha só a ver com as consequências. Independentemente do mérito, os professores não podem passar a determinado patamar, em função de uma decisão política [abertura de vagas]“, argumentou.
Para a Fenprof, não é necessário que todos os professores cheguem ao topo da carreira, mas aqueles que vierem a revelar mérito, no âmbito de um novo modelo de avaliação, “não podem ser impedidos” de atingir esse reconhecimento.”
Novembro 30, 2009 at 9:03 pm
#8 kafkazul
Admite a existência de maus professores?
Se admite a existência de maus professores estes devem atingir o topo da carreira, se continuarem a serem maus professores?
Novembro 30, 2009 at 9:23 pm
Questionador
admito o erro. não havia lido a noticia.
são tantas as volte-face, o não disse o que disse por parte de pessoas com tanta responsabilidade, o tanto tratar da nossa vidinha, o tanto aceitar o rouba mas faz, o mente mas …, que cada vez mais custa a acreditar em algo ou alguém.
Mas quero acreditar que estou enganado (otário?)
Novembro 30, 2009 at 9:27 pm
#8 kafkazul
Admite a existência de maus professores?
Se admite a existência de maus professores estes devem atingir o topo da carreira, se continuarem a serem maus professores?
Estava a ser irónico meu caro. O grande problema é como criar um sistema credível e justo de avaliação de desempenho. Não é tarefa fácil. Sistemas perfeitos não existem.
Novembro 30, 2009 at 9:35 pm
É curioso que os sindicatos, em dias de greve têm valores em tempo real da situação, coisa que as Direcções regionais não conseguem ter.
Do mesmo modo, não é difícil, terem dados acerca do posicionamento na carreira, número de contratados, por aí fora.
Esse trabalho para o ME é Missão impossível. Provavelmente terão de encomendar um estudo à Deloite para o saber.
Novembro 30, 2009 at 10:21 pm
#8
Não acho. A Fenprof defende a subida em função do mérito, e nem podia defender outra coisa.
Não pode colocar como condição a um acordo a subida ao topo da carreira para todos. Tão óbvio…
Mas a imposição de quotas pode impedir (e impede com certeza) a subida de alguns com tanto ou mais mérito que outros. Uma solução inaceitável por injusta.
Mas não há ninguém que não perceba esta coisa elementar. Talvez o rangel…
Novembro 30, 2009 at 10:30 pm
«Se admite a existência de maus professores estes devem atingir o topo da carreira, se continuarem a serem maus professores?»
Esat questão tem de ser discutida antes ou fora do âmbito da subida ao topo da carreira.
Antes de mais, tem de se instituir um conjunto universal de descritores, aplicável a todos os professores, que definam claramente o que são professores EXC, MB, B, REG e INSUF. Não como até agora que somos avaliados pelo olfacto do director, uma vez que as componentes científica e pedagógica têm um peso residual em relação a todo o outro folclore.
Depois é preciso decidir o que se faz com os REG e INSUF: matam-se logo ou dá-se-lhes oportunidade de irem trabalhar em campo de concentração até se tornarem B, pelo menos?
Só depois vale a pena começarmos a falar da sua subida na carreira…
Novembro 30, 2009 at 10:33 pm
Ai os descritores…
Palavra oca para definir o indefinível.
Pode alguém ser quem não é? ( dizia o Sérgio Godinho).
Novembro 30, 2009 at 10:39 pm
Não aceito estrangulamentos. Se um professor demonstrou competência e empenho deve subir na carreira.
Esta não é uma profissão de professores sargentos, professores coroneis e professores generais.
Para comandante já basta o director!
Novembro 30, 2009 at 10:46 pm
Ó 25, vou ali chamar o fafe.
Ele tem jeito para te responder.
Novembro 30, 2009 at 11:03 pm
#41
As aulas assistidas, supostamente, não servem para avaliar a componente cientifica e pedagógica, quando se arranjar um avaliador competente (outra boa questão, saber quem é competente)?