Estamos num período crítico das negociações em torno da revisão do ECD e de um modelo de carreira docente que pacifique as escolas. Os pontos de maior discórdia sempre foram a divisão entre professores e titulares e as quotas para a progressão.
Neste momento, a proposta do ME, embora contemple a eliminação da tal divisão hierárquica, introduz um conceito de carreira que faz lembrar uma espécie de pirâmide com patamares.
É certo que é uma proposta para negociar mas o facto de introduzir três pontos de estrangulamento na progressão dá a entender que um deles deve ser mesmo desejado (o que iria dar quase ao mesmo do que temos no ECD ainda em vigor), quiçá dois (impensável).
Isto representa um passo para o lado que, independentemente do novo estilo dos interlocutores e do ambiente mais suave das negociações, vai a breve prazo provocar um acréscimo de insatisfação entre a classe docente.
Ao contrário de algumas reacções mais epidérmicas, quanto mais baixo ficar o estrangulamento, maiores serão as poupanças do ME a médio e longo prazo pois este condicionamento será exercido sobre todos aqueles que de novo entrarem na carreira.
Se a contingentação de vagas se verificar mais acima, isso significará uma redução dos docentes que conseguirão chegar ao topo da carreira a curto prazo, mas tudo isso depende da distribuição do número de docentes por escalão.
Algo que neste momento não se sabe ao certo, depois do êxodo de muitos profissionais.
Há portanto uma importante zona cinzenta sobre aquilo que que o ME pretenderá.
Mas a ser poupança o que se pretende, porque será que foi criado o índice salarial 370 que ainda ninguém ocupa? Não será boa ideia esquecer esse escalão – visto que ninguém será prejudicado pela sua eliminação – e deixar a progressão verificar-se verdadeiramente por mérito até ao índice 340, como até agora?
Já alguém fez as contas?
Eu não tenho dados para isso.
O que sei é que – ao contrário das leituras militaristas – a carreira docente não se caracteriza, salvo raras excepções, por funções de tipo hierárquico, pelo que não faz sentido falar em soldados, sargentos, tenentes, capitães, coronéis e generais.
O que pode existir e existe, apesar de ser a docência a base fundamental da carreira, são diferenciações funcionais sem uma carga hierárquica. Um professor da Educação Especial não se encontra acima ou abaixo de um professor regular.
Se é verdade que existem funções de coordenação e orientação pedagógica, não é menos verdade que essas funções não são marcadas por uma componente de comando.
Se é verdade que existe uma responsabilização maior em alguns cargos, então que se atribuam prémios suplementares temporários pelo seu desempenho – e não escalões específicos da carreira – para quem ocupe essas funções, como já acontece com os órgãos de gestão.
Isso permitiria recompensar quem ocupa transitoriamente um cargo ou função, mas não fechar o seu exercício numa casta de acesso restrito.
E serviria a poupança, com a eliminação do prospectivo índice 370, recompensando o mérito ou o exercício de funções, ao mesmo tempo que evitaria a hierarquização da carreira e, de forma indirecta, a necessidade de quotas ou contingentações.
Novembro 30, 2009 at 9:44 pm
Pois, isto é uma questão de contas.
Não as sei fazer, confesso…
Mas parece-me que eles sabem que terão menos contestação se estrangularem no início da carreira do que no meio ou lá mais para a frente.
Julgo que vão jogar com esses dados, também.
Novembro 30, 2009 at 9:49 pm
#1-Claro! Mas há que pagar os desmandos do governo anterior!
Novembro 30, 2009 at 9:49 pm
Não concordo com a abolição do índice 370, mesmo que “ninguém lá chegue”.
Este índice equipara a função docente a outras funções de topo na função pública. Seria rídiculo situarmo-nos em patamar inferior.
Sobre a estrutura de carreira considero que deve existir a possibilidade de todos chegarem ao topo, ou por um percurso normal que apontaria para uma carreira próxima da completa (40 anos) ou por uma carreira acelerada que possibilitaria em menos tempo chegar lá. (entre 25 e 40 anos)
Daí ser inútil o estrangulamento, no meu ponto de vista, bem com essa abolição.
Não te esqueças que a aposentação passa a incidir sobre toda a carreira e não sobre o último vencimento.
Novembro 30, 2009 at 9:53 pm
Os mais velhos reformaram-se.
As pessoas mais antigas nas escolas têm cerca de 55 anos e estão a fazer contas à vida para saírem antes dos 60.
Eram os titulares.
Ninguém fala deles pq alguns assumiram o estatuto como quem recebe uma condecoração ( tipo general)…
Mas não foram todos.
Só eles estão no Pedagógico. Como Coordenadores, são responsáveis pelas maluquices todas que têm que ser escritas: PEE, PAA, RI, etc.
Não os invejo.
Não têm redução da componente lectiva.
Em tempos tive assento no Pedagógico. Detestava aquelas reuniões intermináveis, mas tinha redução lectiva.
Compensações para esses cargos? Julgo que a melhor será reduzir o nº de turmas…
Novembro 30, 2009 at 9:54 pm
#3-Exactamente! Entretanto foi criado um 4º índice de professor titular, para isso mesmo. E foi publicado no DR…
E agora,José?
De qualquer modo é como dizes, topo da carreira aos 42 anos de serviço?
PQP!
Novembro 30, 2009 at 9:55 pm
Digam-me lá uma coisa: acham mesmo que alguém vai progredir ( monetariamente) nos próximos tempos?
Novembro 30, 2009 at 9:55 pm
Aceito que o ME crie o que bem entender para subir ao índice 370:
- Contingências
- Quotas
- Provas
- Avaliação externa
- Doutoramentos
Agora até aí, NÃO.
Novembro 30, 2009 at 10:01 pm
Precisamente, Paulo.
Novembro 30, 2009 at 10:01 pm
o mérito é tu conheceres um ou mais gajos do ps e teres um espíto sistémico de concordância.. viras um professor sistémico .. carneirão sistémico… passas a concordar com as mesmíssimas coisas com que te revoltavas no passado.. a energia foi-se .. é a ternura do mais fraco
Novembro 30, 2009 at 10:02 pm
Concordo com Reb. Já fui muitas vezes delegada de grupo disciplinar e sei o trabalho e a disponibilidade que acarreta desempenhar com dignidade esse cargo. Sempre achei inadmissível que fossem os professores titulares a terem, preferencialmente, que desempenhar esse cargo. Muitos detestam-no. Outros nem têm perfil para o cargo. E ainda por cima não têm redução da componente lectiva. Ser titular, à parte o vencimento, tornou-se um presente envenenado.
Antigamente, as pessoas eram eleitas pelo seu grupo e os regimentos internos previam a rotatividade dos mandatos. É justo que quem ocupa cargos que exigem maior disponibilidade para reuniões veja a sua componente lectiva diminuída. Também não me choca que tenham um suplemento de vencimento. Mas o que faz mesmo falta é tempo para pensar, organizar e realizar trabalho.
Novembro 30, 2009 at 10:02 pm
#Reb: Não sei há quanto tempo estiveste em CP. Eu levo uma conta que nem…Para aí 22 anos. Todavia, este último biénio foi perfeitamente infernal. Não estando em escola Band-aid, é infernal na mesma.
Como titular fiz substituições (e muitas) e certos apoios a “casos pontuais”…
Novembro 30, 2009 at 10:02 pm
Topo da carreira aos 42 anos???????????
Novembro 30, 2009 at 10:03 pm
Quanto à #6…Se puderem, ainda nos baixam ordenados! Temos de estar atentos.
Novembro 30, 2009 at 10:04 pm
topo da carreira é no caixão
Novembro 30, 2009 at 10:05 pm
E se morrermos temos que repor essas aulas a q iremos faltar????
Novembro 30, 2009 at 10:07 pm
#11, fui coordenadora antes do mandato da Milu. Saí um ano antes. Pedi para sair. Ia dando em doida. Aulas, reuniões, secções do Pedagógico que reuniam por tudo e por nada.
A única coisa que me agradou neste últimos anos foi não poder ser eleita por não ser titular.
Sou DT, que é um cargo que tb dá muito trabalho mas em que posso gerir melhor o meu tempo.
Novembro 30, 2009 at 10:07 pm
#12-É o que parece, se existir o tal 4º índice de titular que foi publicado.
Isto independentemente de acabarem com a divisão da carreira.
Têm de arranjar uma maneira de limparem a m…. que fizeram. Como,não sei.
Novembro 30, 2009 at 10:09 pm
#17, eles sabem que ninguém lá chega…
Novembro 30, 2009 at 10:12 pm
#16-Até te digo uma coisa, mas não sai daqui, OK? Já houve alturas que gostei de estar no CP…
De director de turma, e fui muitos anos, há um aspecto que sempre gostei: o contacto com os pais. O pior é a burocracia, e todos os problemas.Agora,então,é uma função perfeitamente infernal.
Já corri os cargos todos, excepto de CD…
Novembro 30, 2009 at 10:12 pm
Reparem: antigamente os colegas mais velhos estavam na biblioteca ou a dar uns apoios.
Eram elementos fundamentais nas escolas, mas já não davam aulas.
Digam-me lá, alguém, nesta profissão, tem energia para aguentar aulas de 90 minutos com miúdos difíceis???
Todos nos reformaremos antes de tempo, e aceitaremos a penalização.
Talvez por isso eles não mexam nas aulas de 90 minutos nem nos nossos horários lectivos e não lectivos.
Sabem que é uma maneira de correr connosco antes de atingirmos os tais índices de topo.
Novembro 30, 2009 at 10:12 pm
#20, queria dizer: alguém com 60 anos…
Novembro 30, 2009 at 10:13 pm
#18-POR FAVOR…não chames Milú aquela megera…
Novembro 30, 2009 at 10:13 pm
reparem que em tudo há uma coisa comum: salários inferiores, mais horas grátis.
Novembro 30, 2009 at 10:14 pm
#19, de DT gosto da relação priviligiada com os miúdos e famílias.
A burocracia é o pior…
Novembro 30, 2009 at 10:15 pm
privilegiada
Novembro 30, 2009 at 10:17 pm
#24-Agora já me acontece uma coisa gira…fui professor dos pais, agora sou dos filhos,dos sobrinhos…estou há 20(?) anos na mesma escola.
Novembro 30, 2009 at 10:19 pm
Não concordo com ramificações; bastam as das árvores.
Carreira única; cargos com redução; avaliação com classificação só externa; bloqueios na carreira só vendo propostas.
Novembro 30, 2009 at 10:19 pm
#23-É, Watcher, com as substituições e as aulas de apoio não pagas, baixaram o preço por hora!
Novembro 30, 2009 at 10:20 pm
Sem esquecer que a ocupação de tais cargos (ainda para mais se passassem a ser bonificados), especialmente de coordenação (Departamento, Directores de Turma…) não deveria depender do arbítrio do director, mas deveria resultar de eleição. Para evitar as trocas de caixas de robalos entre os interessados.
Novembro 30, 2009 at 10:21 pm
Prefiro mais carreiras de tiro…
Novembro 30, 2009 at 10:21 pm
Eles deviam dar-se por muito contentes pq cada vez precisam de menos professores. Desde que os apoios passaram a componente não lectiva, pouparam bastante.
É a lógica do: por cada dois que saem, só entra um.
Novembro 30, 2009 at 10:22 pm
Já consegui perceber mais um bocadinho.
Mas:
1-”Se é verdade que existe uma responsabilização maior em alguns cargos, então que se atribuam prémios suplementares temporários pelo seu desempenho”.
a temporaridade (e respectivas benesses pecuniárias) desses cargos não irá conduzira a uma confusão e agitação enormes na escola?
2- Estamos a falar ainda em poupar? Com todos os congelamentos e perda do poder de compra? Por isso propõe-se o ficar-se no índice 340? Porque não no 370 – equiparação a Técnico superios da FP?
3- Concordo inteiramente com a proposta da Fenprof. É clara, é justa, é exequível, é simples e não cria “constrangimentos”.
Para quê complicar, quando há propostas simples e honestas?
Hum?
Novembro 30, 2009 at 10:22 pm
Não chego ao topo da carreira, com “carraspana” que estou a desenvolver desde o fim de semana.
Aquela conversa sexta à noite, apenas em camisa, ao fresco da Quina do Anjo, ajudou…
Vou-me acamar e depois logo volto.
A música entra mais logo.
Novembro 30, 2009 at 10:23 pm
#29-De facto, fui designado para coordenador, e não eleito. Mas de facto era o único elegível.
Novembro 30, 2009 at 10:23 pm
#29, espero não ser nomeada nem eleita para esses cargos.
Já tive a minha dose.
Novembro 30, 2009 at 10:23 pm
Os intelectuais, como nós, são complicados, não somos?
Novembro 30, 2009 at 10:24 pm
100% de acordo com a segunda metade do post do Paulo, (a 1ª não compreendo, nunca compreendi os escalões).
Aos directores devia ser dado um crédito significativo de horas ou de €s para gerirem, que poderiam “distribuir” pelos cargos pouco aliciantes. Mas a carreira seria sempre única, professor.
Nunca me canso de repetir isto.
Novembro 30, 2009 at 10:25 pm
“introduz um conceito de carreira que faz lembrar uma espécie de pirâmide com patamares.”
Hum!, uma mastaba. Isso não é um túmulo?
Querem ver que o ME da min jocker crê na vida para além da morte?
Em tempo, deve ser em episódios.
Novembro 30, 2009 at 10:25 pm
#33, pensei que “carraspana” era bezana.
Só depois de ler duas vezes é que percebi.
As melhoras!!
Novembro 30, 2009 at 10:25 pm
#30 Buli,ou então…
Novembro 30, 2009 at 10:26 pm
Paulo: 2 aspirinas dentro de um preservativo…
Novembro 30, 2009 at 10:27 pm
#40, olha o zabriskie point.
Novembro 30, 2009 at 10:28 pm
Com um shaker de Tequilha Gin e Vodka e isso passa…
Novembro 30, 2009 at 10:29 pm
#34-No novo Regime de Autonomia só os titulares são designáveis para coordenadores. Mas nunca elegíveis, porque não está prevista nenhuma eleição para tais cargos. É tudo por designação do director.
Novembro 30, 2009 at 10:29 pm
É Antonioni, Pink Floyd, Explosivo!!!
Novembro 30, 2009 at 10:32 pm
Se não queríamos titulares ( e não, não foi só porque essa separação foi arbitrária) porque raio as escolas têm que ter ramificações? Carreira única para além da de tiro.
Novembro 30, 2009 at 10:33 pm
Isto é mais explosivo…
Novembro 30, 2009 at 10:34 pm
#44-Exacto.
Novembro 30, 2009 at 10:34 pm
Concordo com a diferenciação funcional que se defende nesta entrada. Julgo que o nosso sistema educativo muito beneficiaria se fosse dada a possibilidade aos professores de, mediante uma formação prévia exigente, exercerem cargos com perfis específicos (coordenação educativa, educação especial, etc.). O que actualmente se pede aos docentes é que sejam superprofessores que tudo fazem e que tudo podem. Mas, simultaneamente, esta opção não deve penalizar todos aqueles que só desejam concentrar-se na docência.
O que me levanta algumas objecções é isto: “Se é verdade que existem funções de coordenação e orientação pedagógica, não é menos verdade que essas funções não são marcadas por uma componente de comando.” Quero que os professores titulares desapareçam, mas não quero o regresso ao igualitarismo “basista” de antigamente. Como é que isto se faz, ainda por cima no quadro de um novo modelo de gestão com uma enorme concentração de poderes na figura do director, não sei muito bem.
Novembro 30, 2009 at 10:36 pm
Caro Dr. Paulo Guinote
Em primeiro lugar quero aqui expressar a minha inquietação perante a confusão que se gerou nas fileiras umbiguistas.
Penso que os números podem um contributo fundamental para clarificar o que se passa no ensino. Um desses números é o que diz respeito à Educação e ao valor desta rubrica no Orçamento de Estado/2009. Esse número é de 7.974,3 !!!!!
Ou seja quase 8 MIL MILHÕES DE EUROS POR ANO gastos com o Sistema Publico de Educação.
Mas para além deste enorme ROBÁLO, há mais peixe no cabaz. Um desses peixes dá pelo nome de ADSE.
A ADSE é um subsistema de saúde para uma casta de privilegiados poderem dispensar os centros de saúde e escolherem livremente a unidade privada em que são tratados. A arraia-miúda que não trabalha no Estado (mas que trabalha para o estado, contribuindo com os seus impostos) é-lhe vedado este tipo de mordomia.
Sabem por acaso quanto custa a ADSE aos contribuintes??????
Mas para além deste peixe mais miúdo, chamado de ADSE, há mais peixe no cabaz. Não é ROBALO. Chama-se CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES.
Novembro 30, 2009 at 10:36 pm
#47, olha o Blow up.
Novembro 30, 2009 at 10:37 pm
«Mas a ser poupança o que se pretende, porque será que foi criado o índice salarial 370 que ainda ninguém ocupa?»
O problema deles é a poupança? Não me parece. Se fosse, já tinham acabado com uma das estruturas mais estranhas que temos: os governos civis. E ainda agora foram mais umas dezenas de governadores continuarem a governar-se.
Novembro 30, 2009 at 10:37 pm
Vamos pra Bingo:«la notte» de Antonioni.Jeanne Moreau e Mastriani…
Novembro 30, 2009 at 10:37 pm
Cakazul, capitão de pântanos e efluentes duvidosos.
Já pagaste o irs, coisinho?
Novembro 30, 2009 at 10:39 pm
Xibanga meta o Robalo na boca , para não dizer noutro lado, e faço um fellatio ao mesmo…pode pôr chantilly…no seu caso será melhor tal é a a amargura…
Novembro 30, 2009 at 10:39 pm
Dedicado ao Ricardo Toureiro
Novembro 30, 2009 at 10:40 pm
«Sabem por acaso quanto custa a ADSE aos contribuintes??????
Mas para além deste peixe mais miúdo, chamado de ADSE, há mais peixe no cabaz. Não é ROBALO. Chama-se CAIXA GERAL DE APOSENTAÇÕES.»
Aqui estamos de acordo. Nada disto prest e devemos acabar com o robalo já amanhã. Comam sardinha, seus calaceiros. É muito mais saudável e barata….
Novembro 30, 2009 at 10:40 pm
#49 Mas todos os professores podem ser profs de educação especial? a mim não me deixam , mas eu também não queria. A minha formação é outra. Não entendo o que diz.
Quanto ao resto, não sei que raio de formação deva ter um Coordenador; só ser for para preencher tabelas e, mapas e coisas do género, porque se os professores não fazem o servicinho bem feito , o Coordenador bem pode fazer grelhas que coordenar está quieto. Que dê as suas aulas como devem ser e já tem muito que fazer. O que tenho observado não deixa dúvidas.
Novembro 30, 2009 at 10:41 pm
Vai-te
Novembro 30, 2009 at 10:42 pm
Regina,
Concordo.
Mas há pessoal que complica.
Saem os titulares de cena, entram os ramificados com benesses pecuniárias e tudo.
Ora bolas!
Novembro 30, 2009 at 10:43 pm
#57
8 MIL MILHÕES DE EUROS POR ANO gastos com o Sistema Publico de Educação.
Novembro 30, 2009 at 10:44 pm
O #52 tem inveja de todos. Há-de morrer descalço, que é como quem diz, descalço.
Então, temos que ajudar, pá! Calça lá as meias, não olharemos nem cheiraremos.
Era só o que faltava, se cheirássemos!
Novembro 30, 2009 at 10:45 pm
A Caixa Geral de Aposentações já está a saque dos meninos…e a CGD vai pagar os desmandos do BPN…
Novembro 30, 2009 at 10:45 pm
Opus 61
Não se observa. É em estudos do iscte?
Novembro 30, 2009 at 10:45 pm
Fernanda 1.
Não estou a gostar desta conversa. Querem complicar o que é simples. Uma rede com tantos entrançados – director, adjuntos, assessores, e agora, mais dinheiro para apascentar ovelhas. Vou zarpar.
Novembro 30, 2009 at 10:46 pm
«Julgo que o nosso sistema educativo muito beneficiaria se fosse dada a possibilidade aos professores de, mediante uma formação prévia exigente, exercerem cargos com perfis específicos (coordenação educativa, educação especial, etc.)»
E uma outra coisa que dava muito jeito: que todos soubessem ler e escrever bem ou muito bem, e tivessem (ou fizessem um transplante, no caso de não terem) uma coluna vertebral de outra coisa que não arame, que lhes permitisse andar direitos.
Novembro 30, 2009 at 10:46 pm
Acima dos 50 anos, só não se vai reformar até 2014 quem não puder de todo.
Eu tenho 8 horas de redução da componente lectiva, o que quer dizer que tenho catorze lectivas. Tenho o mesmo número de turmas e de níveis que os meus colegas que têm 22, 20, 18 horas lectivas. Trocava de bom grado a minha componente não lectiva por componente lectiva porque tenho muitas mais responsabilidades e trabalho acrescido.
Quando os colegas mais novos criticam o que chamam os nossos privilégios esquecem-se que já temos mais 10, 15, 20 anos de trabalho a mais do que eles.
Quanto à carreira, não me parece que uma compensação monetária seja solução. Preferia maior atribuição de horas da componente não lectiva para o desempenho de determinados cargos. Reparem que o Director tem compensação econónica e não tem componente lectiva.
Tive e tenho funções de coordenação. Nunca contabilizei o número de horas “gastas” nessas funções, mas sei que trabalhei muitas horas para além do meu horário.
Esquecia-me de dizer que ainda sobravam e sobram 3 tempos por semana para fazer substituições.
É preciso que a questão do horário dos professores fique bem definida no estatuto. Há escolas que estão a tirar as horas para todo o tipo de reuniões nas horas de trabalho individual que se resumem a 8 ou 9 em vez de 10 ou 11.
Não me repugna que o desempenho de determinadas funções seja atribuído a quem tenha formação especializada para elas. O acesso a essa formação é livre. O problema é que a maior parte das pessoas que tirou esse tipo de formação foi para progredir mais rápido na carreira e não com a intenção de a usar efectivamente. Também é verdade que a alguns nunca foi dada a oportunidade para o fazerem.
Também acho que as pessoas devem ser eleitas e não nomeadas.
Novembro 30, 2009 at 10:49 pm
Pronto. Agora aqui d’el rei que são os basismos e que não pode ser.
Claro que não pode. Por isso considero a proposta da Fenprof justa, simples e não basista, o que quer que isso queira dizer!
Novembro 30, 2009 at 10:49 pm
# 50
Que tal levar com um spray insecticida.
Você vomita inveja a comando do seu dono.
Alguém é capaz de dar uma trela para o “dono” levar o “cachorrinho” a passear com a “namorada”.
Pfffff!
Novembro 30, 2009 at 10:49 pm
Bem vou…mas deixo um dos mais belos filmes que já vi…foi o professor de psicologia que nos levou a ver este filme estava eu no 11º ano em Lisboa..marcou-me…retrato de um tempo duro mas belo…Curioso esse professor nem era um grande professor mas marcou-me pelO
o contacto humano e pelas portas que nos abriu culturalmente falando…CARPE DIEM…
Novembro 30, 2009 at 10:50 pm
#64-Opus para ele é deitar pérolas a porcos…
Novembro 30, 2009 at 10:51 pm
O HOMEM MASTURBA-SE A OUVIR O NÚMERO 7 OU JÁ DEVE TER A MÃO EM FERIDA ….
Novembro 30, 2009 at 10:51 pm
#67
“Eu tenho 8 horas de redução da componente lectiva, o que quer dizer que tenho catorze lectivas.”
É demasiado, como é que se pode ensinar?
Novembro 30, 2009 at 10:51 pm
Olhe que não é muito comparando com o que andam a roubar nos bancos ou nos negócios das sucatas .
Novembro 30, 2009 at 10:53 pm
#61,
Ouviu o primeiro ministro dizer na cimeira que o conhecimento, a tecnologia e a Educação (embora esta última palavra já tenha sido quase que abafada), eram a componente essencial para o futuro da comunidade?
Então, isso não dá lucro imediato (como os patos bravos dos empresários Portugueses julgam). Dá despesa. Só mais tarde se colhem os frutos.
To everything there is a time….
Novembro 30, 2009 at 10:53 pm
#71
Nunca vi nem assisti. Isso está mal contado.
Novembro 30, 2009 at 10:53 pm
Olhe que não é muito comparando com o que andam a roubar nos bancos ou nos negócios das sucatas SR xIBANGA
Novembro 30, 2009 at 10:54 pm
#50 – A ser verdade!!!, 8 milhões de euros é uma insignifancia no orçamento de estado.
O Governo deve, efectivamente, abolir o 4.º escalao criado.
O Governo deve também retirar os Directores e Vices e Adjuntos e voltar aos PCE’s. E pagar o que pagava antes de toda esta confusão.
Até digo mais: há excelentes professores nas escolas, capazes de as gerirem a custo zero, desde que seja de uma forma democrática, colegial.
Novembro 30, 2009 at 10:54 pm
Além disso, eu pago uma enormidade de impostos. Usem-nos.Bem.
Novembro 30, 2009 at 10:55 pm
«O #52 tem inveja de todos.»
Fafe
Não. Só da colheita própria. Mas continuo a acreditar que um dia destes irei abrir uma garrafinha com um saca especial que por aqui anda. Tem uma cabeça do grande Brejnev, o especialista.
Novembro 30, 2009 at 10:56 pm
O Pinóquio a falar de conhecimento?
Botem o boneco de pau ao lume,carago!
Novembro 30, 2009 at 10:57 pm
Opus 75
“To everything there is a time….”
Yé! Adoro shakes peer.
Novembro 30, 2009 at 10:58 pm
#73
Fafe se calhar não me fiz entender bem. O que eu queria dizer é que, no meu grupo, tenho o mesmo trabalho que os colegas que têm 22 h. Tenho 2 disciplinas para leccionar como eles, logo o mesmo trabalho. Estou é menos tempo com os alunos. Se não for pedir muito releia o que escrevi.
Novembro 30, 2009 at 10:59 pm
#82-to peer…
Novembro 30, 2009 at 11:00 pm
#50
Querem lá ver que os ” 8 MIL MILHÕES DE EUROS POR ANO gastos com o Sistema Publico de Educação.” foram só para pagar os salários dos professores.
E adivinhem …
“A ADSE é um subsistema de saúde para uma casta de privilegiados poderem dispensar os centros de saúde e escolherem livremente a unidade privada em que são tratados. A arraia-miúda que não trabalha no Estado (mas que trabalha para o estado, contribuindo com os seus impostos) é-lhe vedado este tipo de mordomia.” , os professores são únicos beneficiários.
Tenha “santa” paciência.
Novembro 30, 2009 at 11:03 pm
#80
Ainda não perceberam que não se abre nada com um morto. A religião dos adoradores da morte dos outros; comunistas, em suma.
Novembro 30, 2009 at 11:06 pm
prof1,
Como é que tem o mesmo nº de turmas e níveis com 14h que um professor com 22h? Em que disciplina?
Novembro 30, 2009 at 11:08 pm
Regina,
Também não estou gostando da conversa.
Querem alguns uma verdadeira web.
Ando eu aqui a tentar ensinar, ENSINAR, os meus alunos e levo com estas confusões pelas ventas acima.
Ai que não há pachorra!
É uma WEB!
Já passámos do conceito de empresa. Já demos 1 passo em frente – a caminho da escola multinacional, tipo Tabaqueira aqui do bairro!
E que tal um outsourcing?
Vai tudo para a rua e contratam-se serviços especializados.
Estamos nessa!!!!
Novembro 30, 2009 at 11:08 pm
Opus 83
Ninguém tem 22 horas.
Leia o que não escrevi.
Novembro 30, 2009 at 11:11 pm
Opus 82,
Estás enganado.
Há quanto tempo não lês a Bíblia?
Novembro 30, 2009 at 11:13 pm
Paulo,
é que é tal e qual!
Nem mais!
Estamos aqui estamos na rua…ou
Novembro 30, 2009 at 11:14 pm
#85
Cara Dr. Maria
“Querem lá ver que os ” 8 MIL MILHÕES DE EUROS POR ANO gastos com o Sistema Publico de Educação.” foram só para pagar os salários dos professores.”
Claro que não.
Mas uma parte significativa foi SIM.
Leia o Orçamento de Estado
Novembro 30, 2009 at 11:14 pm
Concordo com a proposta da Fenprof.
Para o desempenho de funções de coordenação que haja reduções da componente lectiva.
Novembro 30, 2009 at 11:16 pm
Que modelo de carreira?
Estou a imaginar assim um esquema tipo Wassily Kandinsky…..
Novembro 30, 2009 at 11:17 pm
#90
Não tens a ver com isso, a menos que tenha havido alguma evolução.
Novembro 30, 2009 at 11:19 pm
O saudosismo do anti-tretas:
“O Ministério de Educação não precisa de simpatia mas sim de autoridade!
23/11/2009 por anti-tretas
Hoje estive pela primeira vez em contacto directo com Isabel Alçada e devo dizer que fiquei ainda mais convencido que apesar do seu sorriso fácil, não tem carisma para o cargo de Ministra da Educação.
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1ª nota negativa deste Governo
19/11/2009 por anti-tretas
Ministério de Educação – Avaliação de Professores e o que mais virá em marcha atrás…
Quando o laxismo e a incompetência ganham ao mérito e à competência, percebe-se que Isabel Alçada será mais um Ministro que vai passar sem obra pela 5 Outubro.
O BE e PCP não querem avaliação nenhuma para cativar votos, o CDS deita a ideologia para o lixo, na esperança que lhe calhem mais uns votos, isto porque estes pequenos partidos nunca hão-de ser Governo, o PSD como também não acredita que por estes anos mais próximos estará no poder, vai tentando disfarçadamente que as suas propostas não sejam muito ridículas ideologicamente, agora o PS deitar fora 4 anos de reformas na Educação que tanto trabalho e dissabores deram a Maria Lurdes Rodrigues, demonstra que em matéria de Educação começa a defraudar os seus eleitores.
Assim não!
Publicado em Anti-tretas ”
Ó anti-tretas olhe que o seu dono lhe põe de castigo… eh eh eh
Novembro 30, 2009 at 11:19 pm
#93
Pedro Castro!!!!!!!!!
Fogo!
Já somos 2!
Claro.
Mas essa de benesses pecuniárias temporárias (tipo recibos verdes), nem lembra a um constipado!
Paulo, espero que esteja melhor da constipação e não leve a mal esta conclusão.
É a brincar.-:)
Novembro 30, 2009 at 11:19 pm
Novembro 30, 2009 at 11:20 pm
#94-Enquanto for Kandinsky não é mau. Mas cheira-me a Jeff Koons…
Novembro 30, 2009 at 11:21 pm
Opus 95,
Ai isso é que tenho.
É que andas a confundir poesia.
Novembro 30, 2009 at 11:22 pm
8 mil milhões? E ninguém quer ouvir quando os professores dizem que há desperdício. Excesso de horas perdidas em reuniões inúteis, aulas de “substituição” que não servem para nada, tempo gasto (e só falo do remunerado) com a defunta “avaliação”, contratos milionários de magalhães e microsofts e intels e portugal telecoms e prometheans que estão nas escolas a ganhar pó. Há muita maneira de gastar (mal) 8 mil milhões.
Alguém presta contas da maneira como são derretidos esses milhões?
Novembro 30, 2009 at 11:22 pm
Opus 93
A redução da componente do professor? Quem coordena tem que mostrar melhor!
Aliás, não o faz só, assessores e o diabo a sete.
Quem dá o exemplo e sabe mais do que todos não lecciona?
É melhor ler aquilo tudo da fenprof, está muito artilhado.
Novembro 30, 2009 at 11:23 pm
Ou então é Tony Carreira.Isto é mesmo uma carreira para Toinos!
Novembro 30, 2009 at 11:25 pm
Que modelo de carreira?
Novembro 30, 2009 at 11:28 pm
Para os ramificados.(Tadinhos dos ex-titulares!)
Novembro 30, 2009 at 11:28 pm
Reb alguns já progrediram e mudaram de escalão em setembro, oitibro….até uma colega mudou em setembro e recebeu retroactivos de março.
Novembro 30, 2009 at 11:28 pm
#100
Que outra coisa há para confundir?
Vais errada pelo caminho errado, apenas relato o facto.
Poesia pode ser o que se queira, os factos é que não, a poesia não se limita a odes.
Novembro 30, 2009 at 11:32 pm
Fernanda 1
“#93
Pedro Castro!!!!!!!!!
Fogo!
Já somos 2!”
Mas neste ponto estivemos quase sempre sintonizados.
Novembro 30, 2009 at 11:35 pm
# 102
“A redução da componente do professor? Quem coordena tem que mostrar melhor!”
Mas nesse ponto estamos de acordo. Se temos uma gestão democrática (parece que temos ainda a mesma lei de bases) então devemos eleger os melhores. Penso eu de que… independentemente do escalão que ocupa.
Novembro 30, 2009 at 11:36 pm
“E serviria a poupança, com a eliminação do prospectivo índice 370, recompensando o mérito ou o exercício de funções, ao mesmo tempo que evitaria a hierarquização da carreira e, de forma indirecta, a necessidade de quotas ou contingentações.”
O problema é que a questão do mérito está muito hierarquizada… conhece-se…
Novembro 30, 2009 at 11:36 pm
#108,
Tens a certeza?
Não tinhas 1 visão mais prova pública da coisa a juntar a toda esta tonteria?
Se calhar estou a confunfir…..
ehhhh
Novembro 30, 2009 at 11:38 pm
Vou dormir. Volto às cinco.
Novembro 30, 2009 at 11:40 pm
Prof. Xibanga, pelo discurso vejo que está pronto a aderir às brigadas. Aliste-se!
Novembro 30, 2009 at 11:40 pm
JÁ AGORA LEMBRO A TODOS QUE AINDA TEMOS UMA LEI DE BASES QUE PRECONIZA A ELEIÇÃO PARA CARGOS DE GESTÃO INTERMÉDIA E PARA A GESTÃO DE TOPO.
É QUE POUCO A POUCO VAI-SE DESVIRTUANDO A LEI DE BASES!
EU SEI QUE ESTE MODELO É ÚNICO NA EUROPA…
MAS NÃO ANDÁMOS AQUI A LUTAR PARA O CUMPRIMENTO DA LEI?
OU CUMPRE-SE A LEI OU MUDEMOS DE LEI ORGÂNICA E DEIXEMOS DE FALAR DE ESCOLA DEMOCRÁTICA…
Novembro 30, 2009 at 11:40 pm
Opus 107,
Tudo é poesia.
Até a discussão sobre a CD.
Só que nem toda o pusia é boa……
Novembro 30, 2009 at 11:43 pm
È verdade, Pedro. Esquecemos isso…..
Novembro 30, 2009 at 11:44 pm
# 111
Fernanda não uma prova pública!
Mas sim a discussão pública de um relatório público…para que não haja chico -espertos a apresentarem relatórios muito bonitinhos a relatarem aquilo que não faziam… que como sabes também os havia.
Novembro 30, 2009 at 11:46 pm
# 117 queria dizer
“Mas sim a discussão pública de um relatório crítico…
Novembro 30, 2009 at 11:47 pm
Regressou a velha questão economicista:
Há que atalhar na despesa! Parece que os problemas da escola, de repente, se vão reduzir à decisão de quem vai ou não ter prémios pecuniários, de quem vai ter “título não titular” ou de saber em que escalão tem de ser penalizado na progressão.
Desculpem o pessimismo mas… receio que esta, já perdemos!
Novembro 30, 2009 at 11:53 pm
#117,
Vai dar ao mesmo.
Tu nem sabes do que os verdadeiros artistas/chicos-espertos são capazes!
Novembro 30, 2009 at 11:55 pm
Oh Homem! Mas tu não estás satisfeito com coisa nenhuma! Isso não será mal crónico. Sei lá, tipo insastisfação congénita?!
Novembro 30, 2009 at 11:56 pm
Não sei se já alguém respondeu ao chifrudo armado em toureiro. Mas façamos umas contas: se cada prof. ganhar 2 000 euros por mês em média X 14 meses = 28 000 anuais. Isto X 150 000 profs. = 4 200 000 000. Certo? Sensivelmente metade do orçamento para a Educação. É muito? Não sei. O que sei é que a média não é de 2 000 euros mensais. Portantos, pá, vai para o … com as tuas contas.
Já agora, para reduzir os gastos, proponho:
1.º) Extingam as DREs e os CAEs;
2.º) Extingam o próprio ME.
Dezembro 1, 2009 at 12:00 am
E um par de bandarilhas e olé
Dezembro 1, 2009 at 12:00 am
# 122
“Extingam as DREs e os CAEs”
Nem mais e que nos deixem em paz!
O ME deveria manter-se como entidade que estabelecesse um currículo nacional mínimo e como órgão regulador.
Dezembro 1, 2009 at 12:01 am
Caros Umbiguistas
O País já não está de Tanga. O País está de fio dental.
Os números podem dar um contributo fundamental para clarificar o que se passa no ensino. Um desses números é o que diz respeito à Educação e ao valor desta rubrica no Orçamento de Estado/2009. Esse número é de 7.974,3 !!!!!
Ou seja quase 8 MIL MILHÕES DE EUROS POR ANO gastos com o Sistema Publico de Educação.
Dezembro 1, 2009 at 12:03 am
# 125
Poupe-se nas 5 auto-estradas contratadas à Mota Engil e que foram reprovadas no Tribunal de Contas.
Dezembro 1, 2009 at 12:06 am
#122
Caro Dr. Sem paciência
Desculpe. Mas das duas uma ou o Doutor não sabe quais são os custos médios de um professor ou ….. enfim !!!!!
Dezembro 1, 2009 at 12:07 am
e o que virá…
Dezembro 1, 2009 at 12:07 am
“8 MIL MILHÕES DE EUROS POR ANO”
Já agora qual a percentagem do PIB?
Já agora compare-se a percentagem do PIB gastos na educação com a de outros países.
Então não queremos o 12º ano obrigatório? E quando isto acontecer não aumentará as despesas com a Educação?
Quem gosta de andar de Ferrari que pague a manutenção. Ou quer-se mostrar capot de Ferrari e motor de Fiat 600?
Dezembro 1, 2009 at 12:08 am
# 127
Uma coisa sei: utilizo melhor a pontuação.
Outra coisa: prove-me o que afirmou.
Dezembro 1, 2009 at 12:09 am
#92
Por curiosidade fui ver e os valores que encontrei em nada se pareciam com o que referiu.
Apenas encontrei o valor 8605851, no mapa XVI, que pelo que depreendi, nada tem a ver com a despesa que o governo tem para pagar os salários dos professores.
Já agora se não for pedir muito, poderia indicar o local do orçamento de estado onde poderei encontrar o tal valor de 8 milhões, relacionado com os vencimentos dos professores?
É que agora fiquei com uma certa curiosidade em saber onde encontrar esse valor e como o professor parece dominar este assunto.
E sendo docente, não de econimia, goste de ver todas as dúvidas esclarecidas.
Dezembro 1, 2009 at 12:10 am
“O País já não está de Tanga. O País está de fio dental.”
Mas o Professor Xibanga não andava a dizer que tínhamos um PM de sucesso?
Afinal estamos de fio dental
Que ingrato!!!!
Dezembro 1, 2009 at 12:15 am
O XIBANGA sabe perfeitamente que há dias apareceu nos jornais que as despesas com professores estão na ordem de 4500 milhões de euros, o que dá o salário médio mensal a cada professor na ordem daquilo que afirmou o “Não há paciência”.
Dezembro 1, 2009 at 12:17 am
1 de Dezembro
Viva Portugal
Dezembro 1, 2009 at 12:22 am
Sem uma boa escola pública não há independência.
Alguém disse ” Se acha cara a educação experimente a ignorância”
Dezembro 1, 2009 at 12:25 am
Poupem com a vergonha das Novas Oportunidades! Os formandos até a afia, a borracha …recebem… andam nas escolas a fazer de conta, a falar da sua vida, nada aprendem, ficam com o 12º ano, ou com outro quqlquer, mas pouco mais sabem do que já sabiam. Eu tive que estudar, tive exames desde a minha 4ª classe, se não queria ter estudava para ter notas para dispensar dos exames… agora como professora dou essas coisas todas, não posso exigir porque me desvio das metas, para corrigir os testes tenho que comprar a esferográfica, se gasto mais uma folha nos testes já estou a ser chamada a atenção. Enfim, tudo isto é uma vergonha!!!!!
Dezembro 1, 2009 at 12:26 am
Dada a situação do país, a negociação da alteração do ECD não pode resultar no aumento despesa pública. Além do mais, já toda a gente percebeu, o privilégio de todos os professores chegarem aos últimos escalões da carreira acabou. Ou seja, tal como em todas as carreiras públicas, nem todos poderão chegar ao topo da carreira como acontecia anteriormente.
Desta forma, faz sentido perguntar, se só alguns podem chegar ao topo, como os seleccionar?
A resposta a esta pergunta deve estar na Avaliação de Desempenho Docente, num modelo que, verdadeiramente, diferencie e premeie, através da progressão na carreira, os que o merecem.
Mas qual a melhor forma de o fazer?
Na minha opinião, a proposta de contingentação na progressão com base em abertura de vagas em alguns escalões, não é a melhor solução (especialmente, se não for acompanhada com quotas nas classificações mais altas…).
Em alternativa, preferiria a alteração dos tempos de permanência em cada escalão (diminuindo o nº de anos de permanência nos escalões mais baixos e aumentando nos escalões mais altos), de forma a conseguir-se a tornar a progressão até aos últimos escalões mais selectiva (através de “aceleramentos” ou “abrandamentos” resultantes da ADD) e, assim, garantir o controlo da despesa.
Dezembro 1, 2009 at 12:28 am
Queremos sair da crise, diminuir o endividamento e aumentar o PIB?
Muito bem, vamos a isso:
1) Acabar com o RIS para quem pode trabalhar e pô-los a fazer isso mesmo;
2) Promover a criação de empresas;
3) Exportar serviços especializados(medicina, educação, egenharia…);
4) Dar uma volta no turimso e promovê-lo novamente como em finais de 80 e princípios de 90;
5) Valorizar e rentabilizar a nossa floresta, antes que a queimemos a 100%;
6) Desenvolver os nossos recursos naturais: o turismo, a agricultura exportadora, a pesca;
7) Fomentar o associativismo.
Dezembro 1, 2009 at 12:30 am
#138
Acho que foi isso que fizeram em Cuba.
Dezembro 1, 2009 at 12:30 am
# 137
Com tanto aceleramento e travagem já estamos todos enjoados. Fuja, que ainda lhe vomitamos em cima.
Dezembro 1, 2009 at 12:30 am
Estes governantes querem destruir a escola pública. Sem escola pública não há mobilidade social. A quem interessa este estado de coisas. Aos pescadores de robalos?
Dezembro 1, 2009 at 12:37 am
Os portugueses têm de mudar de estilo de vida. Os portugueses, isto é, eles; nós, os que sabemos da poda, não; eles, os portugueses.
Dezembro 1, 2009 at 12:41 am
MAT
afinal o problema é só o controlo da despesa!!!
então o ME que assuma isso de uma vez por todas e deixe atirar poeira para os olhos da opinião pública.
Dezembro 1, 2009 at 12:42 am
Dezembro 1, 2009 at 12:47 am
#143
Não tenho dúvidas que o controlo da despesa é um problema. Mas não é “só” esse. Como sabe, a avaliação de docente, também pretende, através da diferenciação do desempenho, estimular e valorizar o empenho de todos e, dessa forma, contribuir para uma melhor prática docente.
Dezembro 1, 2009 at 12:48 am
«passam a vida a falar nos vencimentos dos profs e que nem todos podem ser generais ou directores de serviço ….. conversa estafada. Todos temos amigos ou irmãos, nem sempre melhores alunos do que nós, que seguiram outras carreiras. Sabemos bem que somos os mais pelintras de todos, pela simples razão de termos passado muitos anos a “pagar para trabalhar” e a correr Portugal. Enquanto isso eles estabilizaram. Os que não chegaram a generais, passaram a reserva como Coronéis – compare-se os vencimentos e estatuto. Os que num hospital não chegaram a chefe de servidos – são especialistas – compare-se os vencimentos. Os que na magistratura não chegaram ao Supremo ficaram pela Relação e os que não chegaram lá, compare-se os vencimentos. Por tudo isto não se pode agora “cortar” na expectativa de chegar ao topo da carreira, pela simples razão que ela não é famosa, comparativamente com outras, como os professores estão descapitalizados ….»
(comentário que subscrevo sacado de um outro post)
Dezembro 1, 2009 at 12:50 am
Dezembro 1, 2009 at 12:51 am
# 145
MAT,
Quer que lhe volte a recordar a avaliação de desempenho dos professores nos outros países?
Dezembro 1, 2009 at 12:53 am
Não deixa de ser chocante que, no actual contexto, com todos os escândalos financeiros que varrem o país, aja alguém que se sente incomodado com o vencimento dos professores.
Dezembro 1, 2009 at 12:55 am
# 145
Com as cotas, o que iríamos ter era um conjunto enorme de desmoralizados, ou seja, a ADD teria um efeito contrário ao que apregoa.
É o velho exemplo: a turma tem 20 alunos; só 10% podem ter 5 e 4. Ora, eu tenho quatro alunos que merecem 5 e outros tantos 4. Como só um pode ter 5, os restantes terão quatro; os que mereciam 4 terão 3, como todos os outros.
Chama-se a isto mérito? Eu chamo-lhe canalhice.
Dezembro 1, 2009 at 12:56 am
# 145
MAT
Qual o vencimento base de um médico no início e fim de carreira – só “soldado”?
Qual o vencimento base de um magistrado “soldado” no in´cio e fim de carreira – só soldado?
Qual o vencimento base de um professor de um politécnico no início e fim de carreira – só “soldado”?
Qual o vencimento base de um professor do universitário no início e fim de carreira – só “soldado” ?
Dezembro 1, 2009 at 12:56 am
Ainda não li os comentários! Assim de repente, oferece-me dizer: PORRA, QUANDO É QUE SAIO DO MALDITO 2.º ESCALÃO? ANDO NISTO HÁ ANOS! Quanto mais leio mais me convenço que “vira o disco e toca o mesmo”…
Dezembro 1, 2009 at 12:59 am
#148
anahenriques,
antesque faça mais um copypaste, quer que lhe volte a perguntar o porquê de ninguém, nem sindicatos, nem partidos políticos, nem associações de professores, nem nenhum (pseudo)académico-entendido-famoso, ter proposto qualquer um dos modelos que existem nos outros países?
Porque será, se esses modelos são assim tão bons?
Dezembro 1, 2009 at 1:00 am
Não tenho nada contra o controlo da despesa. Acho muito bem que o Governo poupe o nosso dinheiro. tenho pena é considere os gastos em educação como despesa e não como investimento.
se quer “estimular e valorizar o empenho de todos” qual a razão das quotas? Qual a razao de argumentar que não há profissão em que todos chegam ao topo? O topo da carreira médica é ser director de hospital? o topo de qualquer serviço público é chegar a chefe?
Quem é que disse que todos queremos chegar a Director da Escola ( o topo).
Mat não sabe que a carreira de professor não é nem nunca hierárqica pelo que, quantoa mim nem tem sentido falar em progressão. Apenas mudança de escalão.
Dezembro 1, 2009 at 1:03 am
O buraco (negro) nas Estradas de Portugal já vai para cima de Mil e Quatrocentes milhões …
entretanto pretendem-se betomar mais não sei quantos milhares de Kms.
Muito ro(u)ba-lo.
Muito ro(u)bá-lo.
Dezembro 1, 2009 at 1:05 am
Que tal exportarmos ROBA-LOS?
…
Dezembro 1, 2009 at 1:05 am
#150
As quotas não são perfeitas em si (e até admito que, pontualmente, até gerem algumas injustiças). Porém é uma medida indispensável para garantir (ou “obrigar”) uma diferenciação nas classificações (ainda para mais quando a avaliação é feita entre “pares”…).
Tem dúvidas disso?
Dezembro 1, 2009 at 1:06 am
MAT
já pensaram em responsabilizar quem avalia?
Dezembro 1, 2009 at 1:08 am
“ter proposto qualquer um dos modelos que existem nos outros países?” – # 153
Refere-se a qual?
Ao finlandês? O tal sistema que o sokas e o sampaio dão como exemplo?
Ao português que existia e que é comum a muito outros?
Dezembro 1, 2009 at 1:08 am
Ou o avaliador ainda não avaliou e já é acusado de mau avaliador?
Dezembro 1, 2009 at 1:09 am
QUE ONDA! QUANDO SERÁ QUE DEIXAM OS PROFESSORES EM PAZ?
NÃO SOMOS NÓS QUE CONTRIBUÍMOS PARA O DESCALABRO DAS CONTAS PÚBLICAS…NÃO PASSAMOS DE UMAS MIGALHINHAS!
EXTINGAM-SE DRE’S, CAE’S,…
ACABEM COM OS FAVOREZINHOS ÀS CONSTRUTORAS…QUANTAS ESTRADAS SÃO REALMENTE PRIORITÁRIAS E DE INTERESSE NACIONAL? UM N.º CERTAMENTE INFERIOR AO QUE DÁ JEITO AOS COMPRADES!
Dezembro 1, 2009 at 1:14 am
#158
Quer melhor forma de responsabilizar os avaliadores do que a introdução das quotas?
A verdade é que as quotas “obrigam” que os avaliadores sejam criteriosos na diferenciação e classificação dos avaliados, pois sabem que estarão sob o escrutínio de, pelos menos, os que ficaram fora delas.
Dezembro 1, 2009 at 1:14 am
Lá estamos nós a falar do mérito, do estímulo, da valorização, da melhoria da prática docente. A questão é financeira como muito bem confirmam os pára-quedistas que por aqui passam. É o controlo da despesa de um lado para poderem gastá-lo à tripa forra do outro. Mas agora já ninguém cai na treta do défice e dos sacrifícios para salvar o país, ou cai?
Dezembro 1, 2009 at 1:17 am
#161
O problema é que todas as “corporações” (enferneiros, médicos, polícias, juízes, procuradores, administrativos, empregadas de limpeza, e.t.c.) pensam como a Filomena.
Dezembro 1, 2009 at 1:17 am
# 157
Um sorteio vai dar ao mesmo resultado que as cotas.
Na minha escola, ninguém apresentou OI nem teve aulas observadas, pelo que o PCE fez O chapa igual para todos.
Quando, agora, tratou de avaliar todos com 7, verificou, numa primeira fase, que, mediante aqueles critérios, uma maioria de profs. tinha avaliação de MB. O que é que ele fez? Põs-se a cortar pontos aqui e ali para dar o tal 7.
É a isto que chama mérito? Canalhice!
Dezembro 1, 2009 at 1:18 am
Nas escolas trabalham os OPERACIONAIS do sistema de ensino. Têm todos o mesmo conteúdo funcional.
Se a longa formação de base (MUITO DISPENDIOSA PARA O ESTADO – $$$$$) não está correcta deve ser revista.
Um professor/um médico/ um juiz tem uma alta formação inicial de base – são profissões “auto reguladas” por essa formação inicial e por um conjunto vasto e complexa de prescrições inerentes ao exercício da profissão. Aliás, gozam de AUTONOMIA CIENTÍFICA E TÉCNICA.
Tal como alguém a quem lhe é reconhecido estar apto a conduzir (possui carta de condução).
…
Dezembro 1, 2009 at 1:18 am
É ÓBVIO QUE TUDO ISTO NÃO PASSA DE UMA QUESTÃO FINANCEIRA!
Dezembro 1, 2009 at 1:21 am
#163
A questão é também financeira, não tenha dúvidas. Aliás, na última década, Portugal tem feito um enorme investimento público em educação. À conta disso, Portugal é o país da OCDE que maior percentagem da despesa corrente gasta em salários de professores, e onde os rácios de aluno por professor são dos mais favoráveis da União Europeia. Há muito que o problema deixou de ser o dinheiro. Essa desculpa, usada por sucessivos governos para fugirem à responsabilidade de fazer o que deveria ser feito, já não serve. Pelo contrário, num país onde o estado gasta mais do que tem, seria injusto, numa altura em que o estado tem obrigatoriamente de cortar na despesa pública, que na área de educação se deixasse tudo como está, isto é, que se continuasse a por dinheiro na escola sem dela se exigir resultados e uma melhor gestão, racionalização e optimização de meios e recursos.
Dezembro 1, 2009 at 1:25 am
# 168
Não é verdade. Lá está, como o Dr. Bandarilha, a jogar com números.
Dezembro 1, 2009 at 1:26 am
VOU COLOCAR UMA QUESTÃO:
POR QUE DEVE SER UM PROFESSOR AVALIADO SE TODOS OS QUE O RODEIAM NÃO O SÃO?
FALEMOS, POR EXEMPLO, DOS ALUNOS: SERÁ QUE A SOCIEDADE ESTÁ CONVENCIDA DE QUE OS ALUNOS QUE FREQUENTAM A ESCOLA PÚBLICA SÃO ALVO DE UMA AVALIAÇÃO EXIGENTE/JUSTA, CRITERIOSA, ISENTA DE VÍCIOS,…? SALVO AS DEVIDAS EXCEPÇÕES, O ENSINO ESTÁ UMA M*** E A AVALIAÇÃO DOS ALUNOS É UMA TRETA! QUEREM VER QUE A CULPA É DOS PROFESSORES!? DÁ JEITO ÀS ESTATÍSTICAS DO PAÍS, AOS RANKINGS, AOS EE QUE SE DERRETEM COM A ESPERTEZA DO SEU MENINO!
Dezembro 1, 2009 at 1:29 am
#165
Olhe, como escrevo sob anonimato, não tenho nenhum constrangimento em contar-lhe a minha experiência pessoal:
eu requeri a avaliação “completa” e fui classificado com um Excelente. Contudo,por causa das quotas (e não “cotas”), tive um Muito Bom.
Acha que não fiquei chateado? Claro que fiquei.
Mas, por outro lado, percebi que havia colegas que de facto mereciam mais essa classificação do que eu (a verdade é que nunca me considerei excelente…).
Se não fossem as quotas teria tido a mesma classifiacação do que os meus colegas que tiveram excelentes quando, de facto, eles fizeram um melhor trabalho do que o meu.
Dezembro 1, 2009 at 1:30 am
MAT, COMPREENDO A SUA OBSERVAÇÃO!
É VERDADE QUE GRÃO-A-GRÃO ENCHE A GALINHA O PAPO!
MAS LANÇO-LHE UM PEDIDO: DÊ-ME EXEMPLO DE OUTRA “CORPORAÇÃO” QUE FAÇA A DIFERENÇA E QUE ESTEJA NA BERLINDA!
Dezembro 1, 2009 at 1:30 am
# 168
Olhe lá você vem para aqui gozar com quem, diga lá?
Pensa que sou da sua família ou quê?
Dezembro 1, 2009 at 1:31 am
# 171
Bah! Tretas! Fica-lhe tão bem esse «humilitas»…
Dezembro 1, 2009 at 1:33 am
#168:
Eu começo por contestar justamente isso a que chama investimentos. Que investimento fez este governo na educação? Magalhões? Obras de construção civil em muitos casos inúteis ou desajustadas das reais necessidades das escolas? Gadgets tecnológicos onde o dinheiro gasto nas adjudicações falta depois para a formação e a manutenção das maquinetas?
O único investimento sério na educação é aquele que se faz apostando nas pessoas. E aí, nem alunos nem professores ficaram a ganhar com as políticas socratinas!
Dezembro 1, 2009 at 1:33 am
TABELA DA EX CARREIRA DOS PROFESSORES DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO
http://www.spgl.pt/cache/bin/XPQ3jTwXX3782eV28FetSMaZKU.pdf
O topo da carreira de professor possuidor do grau de bacharel de base era o 9º escalão e o topo do topo era o 10º escalão.
Dezembro 1, 2009 at 1:34 am
COMO É QUE SE PODE AVALIAR UM PROFESSOR QUANDO NÃO O DEIXAM DESENVOLVER UM TRABALHO DE QUALIDADE E RIGOR JUNTO DOS SEUS ALUNOS?
OS ALUNOS ESTÃO A APRENDER O QUÊ? E APRENDEM BEM? E SÃO BEM AVALIADOS?
Dezembro 1, 2009 at 1:36 am
#171:
E já que está em maré de confissões, confesse lá mais esta: só apanhou o Muito Bom porque outros melhores do que você tiveram a dignidade de recusar esta avaliação e não requereram a avaliação completa…
Dezembro 1, 2009 at 1:37 am
#170
Não concordo nada consigo. Sinceramente não acho que a escola esteja pior (ou menos exigente) do que há 15 anos atrás. isso é um mito, que curiosamente também já ouvia há 15 anos atrás. Pelo contrário, apesar de hoje se ensinarem, em alguns casos, coisas diferentes, não tenho dúvidas que saem hoje da nossa escola pública melhores e mais alunos do que há 15 anos atrás.
Isso não quer dizer que a escola não esteja mais difícil para os professores. Claro que está. Mas isso é consequência de muitas outras coisas que nos levariam a noite inteira (“massificação”, sociedade, estrutura familiar, ofertas formativas, condições sociais, e.t.c.)
Dezembro 1, 2009 at 1:38 am
BOM…PODE SEMPRE DIZER-SE: MAS OS ALUNOS SÃO SUJEITOS A AVALIAÇÃO EXTERNA – FAZEM EXAMES!
EXAMES??? AQUILO SÃO EXAMES? E OS CRITÉRIOS DE CORRECÇÃO IMPOSTOS AOS PROFESSORES CORRECTORES? É UMA VERGONHA!
Dezembro 1, 2009 at 1:39 am
#168
Dados falsos, manipulação de números. E se os resultados não correspondem ao investimento, a responsabilidade é da cúpula. Incompetentes, é o que já sabemos que são, e não só na educação.
#171
História da carochinha. Não há blogues infantis por aí?
Dezembro 1, 2009 at 1:40 am
A actual (des)carreira do(c)ente, para lá da malta do compadrio pessoal e político, ficaria por volta do ex-7º escalão.
Fantástico, não é verdade?
Como um professor circula anos de casa ás costas, faz dezenas/centenas de Kms tudo do seu bolso, paga quase tudo do seu bolso para trabalhar e tem escritório em casa com todos os equipamentos e materiais pagos do seu bolso … a coisa é PAGAR PARA TRABALHAR.
E querem resultados e tal à moda da Noruega ou da Finlândia? Paguem o mesmo!
É para rir! …
Dezembro 1, 2009 at 1:41 am
#178
No meu caso, isso não se aplica, visto que quase a totalidade dos professores contratados (e, mais uma confissão, eu sou professor contratado)requereram o “menú” completo da avaliação. Por isso, não vá por aí…
Dezembro 1, 2009 at 1:42 am
No Reino Unido, no ano de 1800, foi erradicado o analfabetismo. Nos países nórdicos há uns cem anos.
Esta gente não regula bem da moleirinha – só pode!
Dezembro 1, 2009 at 1:43 am
#177:
Os professores são trabalhadores intelectuais que estão a ser claramente subaproveitados pelo actual modelo “eduquês” de ensino-aprendizagem.
Quando eu, com certas turmas, tenho de passar talvez metade da aula a tentar captar a atenção de uns alunos, a mandar calar outros, a repetir mais não sei porque uns desatentos não ouviram, é evidente que o meu trabalho não irá “render” o que devia e a maioria dos alunos não vai aprender o que estaria ao seu alcance se as questões relacionadas com o saber-estar na sala de aula não tivessem tomado, em muitas escolas, o lugar preponderante na relação pedagógica.
Dezembro 1, 2009 at 1:43 am
MAT, DISCORDO DE SI! HÁ 15 ANOS COMECEI EU A LECCIONAR E SEI BEM A FORMA COMO ABORDAVA E LECCIONAVA OS ASSUNTOS, SEI BEM AQUILO QUE EXIGIA AOS MEUS ALUNOS DE HÁ 15 ANOS É IMPENSÁVEL EXIGIR AOS DE HOJE EM DIA! PARA MIM, DIZER QUE A EDUCAÇÃO ESTÁ PIOR NÃO É UMA FRASE FEITA!
Dezembro 1, 2009 at 1:44 am
#181
Se os dados são falsos apresente lá os verdadeiros.
Mas já agora, diga-me lá, antes desta história da ADD e que mais, acha que tudo ia bem na escola pública? Estava contente com a escola e com os resultados que a escola pública produzia?
Dezembro 1, 2009 at 1:46 am
# 183
Ah!, bom! A «quase» totalidade. Devem ser muitos contratados na sua escola, para haver E, MB, B e não «menuados».
E já houve falar em qualquer coisa há 15 anos???
Dezembro 1, 2009 at 1:47 am
#184
Como sabe, a questão do analfabetismo tem mais que ver com a história da religião do que que com a história da Educação.
O catolicismo nunca foi muito amigo dos livros…
Dezembro 1, 2009 at 1:49 am
#188
como vê, é só fazer as contas (e já agora, espero que tenha percebido, se alguém de todos nós tem razão de queixa do sistema não é você de certeza…
Dezembro 1, 2009 at 1:49 am
SERIA UMA CATÁSTROFE PARA O PAÍS, DE DIMENSÃO GIGANTESCA COM CUSTOS IMPOSSÍVEIS DE QUANTIFICAR caso, dentro de muito pouco tempo, não sejam repostas as condições da carreira dos professores nos termos em que estava antes da doida do ISCZÉ.
Dezembro 1, 2009 at 1:49 am
#187
Eu sei: a pergunta não é para mim, mas não acabou de referir acima que hoje «apesar de hoje se ensinarem, em alguns casos, coisas diferentes, não tenho dúvidas que saem hoje da nossa escola pública melhores e mais alunos do que há 15 anos atrás.»
Em que ficamos? A escola é tão miserável assim que «produz» mais e melhores alunos do que há 15 anos? Está a ver porque não teve E? Contradição na argumentação…
Dezembro 1, 2009 at 1:50 am
#187
Fique-se pela manipulação dos números, não passe à manipulação dos argumentos. Quem introduziu a questão foi você, portanto avance com os números e as fontes. E não venha com essa do “e antes estava tudo bem?”. É uma forma de fugir à discussão. Eu podia perguntar-lhe “e agora, está tudo melhor?”
Dezembro 1, 2009 at 1:50 am
MAT, OS DADOS VERDADEIROS SÃO A NOSSA PALAVRA (DOS PROFESSORES)!
Dezembro 1, 2009 at 1:54 am
#192
Mas quem disse que a escola era miserável. Eu luto contra essa ideia todos os dias. Estou farto de ouvir “que a escola está cada vez pior”. Isso é um mito quese ouve desde sempre.
leia #179
p.s. Há 15 anos atrás era aluno…
Dezembro 1, 2009 at 1:55 am
JÁ NÃO POSSO OUVIR FALAR EM MASSIFICAÇÃO!
E AINDA APELAM À NATALIDADE…NÃO PERCEBO ESTA GENTE!
Dezembro 1, 2009 at 1:56 am
(…) Com o clima de corrupção generalizada existente, com os métodos usados na revisão dos preços, com os objectivos anunciados e com as prioridades conhecidas do Governo a serem a EDP, a PT a Mota-Engil, a Ongoing, Joaquim de Oliveira, a Martifer, a Sá Couto e quejandos, é fácil de ver para onde irão os milhares de milhões de euros de investimentos públicos previstos. (…)
Ou seja, a grande prioridade de José Sócrates não são os postos de trabalho, mas a ajuda às empresas do regime e o controlo dos meios de comunicação, para que os portugueses não se apercebam disso. (…)
Henrique Neto
http://www.jornaldeleiria.pt/files/_Edicao_1324_4b0d5eb78c07d.pdf
Isto mais não é do que o princípio basilar da redistribuição socialista: tirar pouco (mas cada vez mais) a muitos para benefício de alguns.
Dezembro 1, 2009 at 1:57 am
Se a escola não está cada vez pior, se isso é um mito, é porque está melhor, pré-Maria e C.ª.
Dezembro 1, 2009 at 1:59 am
MAT, LEIA, POR FAVOR, O QUE ANTÓNIO DUARTE ESCREVEU EM #185. CONCORDA? DISCORDA? NÃO SABE?
Dezembro 1, 2009 at 2:02 am
#193
os dados são de um relatório da ocde, por isso informe-se.
Dezembro 1, 2009 at 2:06 am
De facto, o índice 370, recentemente criado, equipara, de novo, os professores a técnicos superiores.
Por outro lado, com o aumento da idade da reforma para os 65 anos, no meu caso, estaria 19 anos sem qualquer possibilidade/esperança de progressão, uma vez que já estou há oito anos no 10º escalão e faltam-me 11 anos para os 65. Duvido que lá chegue (de uma maneira ou outra), mas estou a ser profundamente penalizada por ter começado a carreira muito jovem (aos 19 anos era bacharel e aos 21 licenciada – comecei a trabalhar com 20).
Finalmente, não vejo grande vantagem em fazer um doutoramento para aceder a esse escalão e ir para a reforma logo a seguir.
Tenho quase 35 anos de serviço. Contava reformar-me para o ano. Se me reformasse para o ano, levava 10 anos de penalização a 4.5%. É só fazer as contas!
Vejo, no entanto, gente com menos tempo de serviço e de descontos a reformar-se com a reforma completa, porque é mais velha! É a vida!
Dezembro 1, 2009 at 2:08 am
http://www.fliscorno.blogspot.com/2009/12/face-oculta.html
Dezembro 1, 2009 at 2:08 am
#200:
E desde quando a OCDE, uma organização económica cada vez mais enfeudada ao pensamento único neoliberal, é a referência em termos de política educativa?
Exacto, desde que os socratinos tomaram o poder.
E eles percebem mesmo de educação?
NÃO! Eles sabem, isso sim, que tipo de sistema educativo serve melhor as necessidades económicas do sistema capitalista.
Aprenda, Mat, que os professores mais velhos não vão andar por cá para sempre!
Dezembro 1, 2009 at 2:08 am
#199
Filomena,
tem alguma solução milagrosa para resolver os problemas da indisciplina, desinteresse ou coisa parecida na sala de aula?
Não sei se já percebeu, mas a sociedade de hoje não é a mesma de ha uns anos atrás.
Como é que a escola podia ser?
No entanto se tiver a solução milagrosa garanto-lhe que vai ser um sucesso internacional…
p.s. tenho de ir dormir. boa noite.
Dezembro 1, 2009 at 2:10 am
#200
Jovem, ou ex-jovem, socialista. Relatórios há muitos e leituras dos mesmos ainda mais. Até há relatórios “tipo OCDE”. Mas o que há mais é emprenhar pelos ouvidos e decorar recados para causar boa impressão.
“fazer o que deveria ser feito”, diz ele. É curioso como os queridos líderes têm sempre um efeito mimético sobre os seguidores, nos gestos, nas frases feitas, na demagogia, na postura. Enfim, vá aprendendo, pode ser que um dia lá chegue.
Dezembro 1, 2009 at 2:10 am
#199
Filomena,
tem alguma solução milagrosa para resolver os problemas da indisciplina, desinteresse ou coisa parecida na sala de aula?
Não sei se já percebeu, mas a sociedade de hoje não é a mesma de há uns anos atrás. Como é que a escola podia ser?
No entanto se tiver a solução milagrosa garanto-lhe que vai ser um sucesso internacional… ou pensa que esses probelmas são um exclusivo de Portugal?
p.s. tenho de ir dormir. boa noite.
Dezembro 1, 2009 at 2:11 am
TENHO A SOLUÇÃO E NÃO É PRECISO UM MILAGRE. HEI-DE REGISTAR A PATENTE.
Dezembro 1, 2009 at 2:12 am
~Como é possível Portugal (ainda) existir com tanto ro(u)ba-lo.
É milagre.
Milagre.
Dezembro 1, 2009 at 2:12 am
EXIGÊNCIA.
Dezembro 1, 2009 at 2:13 am
Faltava o discurso da sociedade que mudou e blá, blá, blá.
Bons sonhos! A noite não será a mesma!
Dezembro 1, 2009 at 2:14 am
filomena
mande-o(a) ir dar banho-ao-cão …
Dezembro 1, 2009 at 2:18 am
BOA NOITE.
Dezembro 1, 2009 at 2:21 am
#210:
Só os aldrabões que nos (des)governam é que não mudam!!!
Boa noite a todos!
Dezembro 1, 2009 at 2:50 am
A propósito da semelhança com a carreira geral de técnico superior, esta está cheia de cotas/vagas. Muitos poucos chegam aos últimos patamares salariais.
(comentário que repetido de um post abaixo)
Dezembro 1, 2009 at 2:52 am
Desempenham todos as mesmas tarefas?
Ná!
Dezembro 1, 2009 at 3:42 am
Depois de ler tanto comentário vou escrever o meu com a certeza que a esta horada madrugada já ninguém me vai ler.
Estou pessimista quanto ao termo das negociaçoes. ninguém se vai entender.
Que fazer?
Apetece-me um exercício fantasioso, apontar novos rumos. Não sei se sou eu a pensar ou se estou a sonhar mas imaginei os seguintes cenários.
1- Extinguir o MInistério da Educação. Caberia aos cidadãos investirem na sua formação académica procurando no sector privado ofertas formativas.
2- Caso continuássemos com o ME um novo tipo de estrutura de carreira completamente diferente. Ordenados mais altos nos escalões inferiores que iriam diminuindo à medida que aumentasse a idade. Reforma igual ao último salário.
Acordei do sonho, ou do pesadelo.
Dezembro 1, 2009 at 5:03 am
Nem sei porque perco tempo a ler e a responder aos comentários de alguns artistas. Talvez por caridade…
Professor Xibanga, as despesas totais do Ministério da Educação, previstas no Orçamento de estado para 2009 são de 6 651 902 156 €, dos quais 80% (5,3 mil milhões) são efectivamente gastos nas escolas com ordenados de professores e funcionários e verba para o orçamento da escola. Os 20% restantes pagam a pesada máquina do ME.
Os números que apresentou (7, 97 mil milhões de euros) num louvável esforço de manipulação estatística são os gastos de todos os ministérios, em funções educativas (nos quais se incluem, por exemplo, os gastos dos vários ministérios com a formação de pessoal).
O seu lugar é na NASA ou no IPCC, o mundo real não é compatível com as suas fantasias.
Já agora, como julgo que gosta da transparência dos números, seria bom que divulgasse aqui quanto custa o funcionamento dos órgãos de soberania. Como não o fez, faço-o eu, trata-se da modesta quantia de 28,15 mil milhões de euros, 5,3 vezes mais que o que é gasto nas escolas.
Caro MAT, em tempo, vossa excelência ainda acertava uma em cada dez, agora evoluiu, já não acerta uma em cem. Mas não se preocupe, não vou rebater todos os seus comentários, seria excessivo tempo perdido (a minha “boa vontade” e o tempo disponível, não vão tão longe, por isso comento apenas alguns).
#162 “Quer melhor forma de responsabilizar os avaliadores do que a introdução das quotas?
A verdade é que as quotas “obrigam” que os avaliadores sejam criteriosos na diferenciação e classificação dos avaliados, pois sabem que estarão sob o escrutínio de, pelos menos, os que ficaram fora delas.”
As quotas são boas, apliquem-se aos alunos: só passa quem tiver classificação ≥ 13, a bem da qualidade do ensino, pois estimula a obtenção de melhores resultados.
#168 “Portugal tem feito um enorme investimento público em educação.”
É verdade, na minha escola estão, desde Março, 360 computadores fixos à espera de serem ligados.
“Portugal é o país da OCDE (…) onde os rácios de aluno por professor são dos mais favoráveis da União Europeia.”
Como não temos turmas mais pequenas, deduz-se que estes números foram obtidos devido ao número dos andam pelos serviços centrais e regionais a dar brilho às paredes com a parte final das costas.
“numa altura em que o estado tem obrigatoriamente de cortar na despesa pública.”
Agora o Estado tem de cortar na despesa pública? Mas aumentou-a nos últimos 4 anos de governo com o mesmo Primeiro-Ministro. Será conforme a direcção do vento?
#171 “eu requeri a avaliação «completa» (…) tive um Muito Bom.”
Aqui tem a prova da ineficácia do modelo.
#179 “Não concordo nada consigo. Sinceramente não acho que a escola esteja pior (ou menos exigente) do que há 15 anos atrás.”
É fácil, pegue num teste de há 15 ou 20 anos atrás, elimine o que já não está no programa e distribua-o aos seus alunos. Eu fi-lo no ano passado, acho que não imagina a dimensão da surpresa.
“não tenho dúvidas que saem hoje da nossa escola pública melhores e mais alunos do que há 15 anos atrás.”
Isto é para rir, não é. Já reparou como escrevem para não dizer, o que conhecem de literatura, salvo honrosas excepções) os alunos do 12º ano ou até os recém-licenciados. Já observou o que sabem de ciência os alunos do 12º ano. Acabaram com os exames nacionais das disciplinas de Física e de Química no 12º ano, tal era o escândalo das médias nacionais, colocaram-no na disciplina de Física e Química A, no final do 11º ano, fornecem formulário e os alunos levam os cadernos e livros digitalizados na memória das calculadoras, sabe qual é a média nacional desta disciplina, não sabe?
#187 “antes desta história da ADD e que mais, acha que tudo ia bem na escola pública? Estava contente com a escola e com os resultados que a escola pública produzia?”
A pergunta não é para mim mas eu respondo-lhe. Não estava contente, gostava que fossem ainda melhores, infelizmente pioraram e muito. É que “resultados” não significa número de diplomas passados mas conhecimentos adquiridos.
#189 “Como sabe, a questão do analfabetismo tem mais que ver com a história da religião do que com a história da Educação.”
Não percebi, mas aconselho-o a não tentar explicar. Sabe (certamente) que a criação das escolas se deve à Igreja e a Instituição Militar, que aliás, à época, se não distinguiam muito bem.
“O catolicismo nunca foi muito amigo dos livros…” acho que não era bem isto que queria escrever. Talvez, «a Igreja nunca foi muito amiga da educação para todos…». Teoria agora privilegiada pelos governantes com a estupidificação para «todos», via escola pública.
Dezembro 1, 2009 at 8:25 am
#199:
MAT, como voce diz, a sociedade de hoje ja nao e a mesma.
Mas experimentem comecar a expulsar sem possibilidade de ser transferido nesse ano lectivo uns tantos energumenos que infernizam a vida na escola, e vai ver como a “sociedade” se comeca a modificar num instante.
Dezembro 1, 2009 at 8:26 am
Corrijo: 206:
Dezembro 1, 2009 at 8:52 am
#217
de saída e sem tempo para lhe responder. Apenas lhe digo que devia estudar mais a história das religiões e perceber que o nosso atraso cultural e educacional também se deve à nossa cultura católica (em oposição aos países nórdicos, Inglaterra, Alemanha que são de matriz protestante)…
Dezembro 1, 2009 at 8:59 am
Nisso até concordo consigo Mat..o n osso atraso começou com a Inquisição e o bloqueio as novas ideais do Renascimento e dos humanistas…mas isso não explica tudo..nem a sua obsessão pelo sucesso a todo o preço…
Claro MAT…um coveiro é avaliado pelo número de enterramento que faz e recebe bónus adicional se enterrar mais um x de mortos…todavia só uma pequena percentagem chega a coveiro mor…esses além de enterrarem um grande número de cadáveres complementam o serviço com flores naturais , utilização de pá personalizada e apoio à família durante dois anos…
A avaliação é feita pelo coveiro titular que fez formação em Alexandria em embalsamamento e enterramento de corpos…..Para chegar a coveiro titular
é necessário ter mais de 3000 mil enterramentos e que os corpos enterrados não se tenham deteriorado ao fim de pelo menos 6 anos…E acreditem mais dia menos dia para a profissão de coveiro vai ser isto..o pior é se os põem a trabalhar por objectivos..e para chegarem A ISSO COMEÇAM A MATAR DESALMADAMENTE…
Dezembro 1, 2009 at 8:59 am
digo ideias….
Dezembro 1, 2009 at 9:17 am
http://bulimunda.wordpress.com/2009/12/01/mylene-farmer-cest-dans-lair/
Dezembro 1, 2009 at 9:18 am
http://bulimunda.wordpress.com/2009/12/01/o-valor-da-ingenuidade/
Dezembro 1, 2009 at 9:43 am
A extinção das dre seria de facto uma medida sensata, Concordo. A gente metia-se nos conselhos geras a mandar nisto, arrajávamos um tontinho para fazer de director e prontos. FIXE!
Dezembro 1, 2009 at 10:37 am
E se isto acontecer?
http://www.ionline.pt/conteudo/35573-eleicoes-antecipadas-mais-dia-menos-dia-corda-parte
Dezembro 1, 2009 at 12:21 pm
# 226
Seria ÓPTIMO.
Sem roba-los, certo?
Dezembro 1, 2009 at 12:23 pm
“o funcionamento dos órgãos de soberania é de 28,15 mil milhões de euros, 5,3 vezes mais que o que é gasto nas escolas.”
Eis o atraso crónico do (des)país …
Dezembro 1, 2009 at 12:35 pm
#87
oelc, no ensino secundário, há disciplinas com uma carga horária de 7 h para os alunos. Se a turma desdobrar, são 10 h no horário do professor, por turma.
Dezembro 1, 2009 at 1:07 pm
#225-Tontinhos já lá temos. Mais os da bancada sodomita!
Dezembro 1, 2009 at 1:08 pm
# 225
Qual é a utilidade das DREs? E do próprio ME? E em Portugal até há dois…
Há muita parasitagem nos CAEs, nas DREs e no ME. Aí, a Maria alguém fez algo de útil: pôs meia dúzia a mexer em direcção às salas de aulas.
Dezembro 1, 2009 at 1:29 pm
#229 prof1,
Já sei. Está a falar de Biologia 12º ano, por exemplo.
É por isso que o nº de horas não diz tudo.
Professores com menos horas lectiva podem ter muito mais trabalho. Tem a ver com o nº de turmas, nº alunos, tipo de alunos, critérios de avaliação da disciplina, disciplinas com ou sem exame nacional, etc.
Por isso é que este assunto é muito complicado e não há uma solução simples.
Dezembro 1, 2009 at 1:35 pm
Contentores: Liscont ganhou 3 milhões numa SEMANA!!!
[Jorge Coelho lidera o Grupo Mota-Engil, que detém a Liscont]
Em apenas uma semana, o valor dos rendimentos líquidos dos accionistas da
Liscont com o negócio dos contentores passou de 4,2 milhões de euros para
7,4 milhões de euros, refere o relatório do Tribunal de Contas. No parlamento o PS optou pelo silêncio, depois da intervenção da deputada do Bloco Helena Pinto, que classificou o negócio do Estado com a empresa do grupo Mota-Engil de “escândalo nacional”.
O aumento súbito dos rendimentos da Liscont com o a prorrogação da exploração do Terminal de Alcântara deveu-se, segundo o Tribunal de Contas, às alterações à Taxa Interna de Rentabilidade (TIR) accionista, que passou de 12,9% no dia 13 de Outubro de 2008 para 13,78% a 20 de Outubro, dia da
assinatura do contrato, o que implica um acréscimo de 3,2 milhões de euros
nos lucros da Liscont.
Recorde-se que esta taxa começou por ser de 11% em Abril de 2008, data do
memorando de entendimento. Todos os ajustamentos e alterações introduzidos
no contrato- durante esses seis meses – foram “sempre desfavoráveis para o
concedente público”, refere o relatório, que acusa também o Estado de errar
ao não ter promovido um concurso público.
O relatório do Tribunal de Contas não deixa dúvidas: “os representantes do sector público que negociaram este projecto aceitaram, nas últimas revisões efectuadas ao caso base, durante a semana que precedeu à data de assinatura do contrato, aumentar a rendibilidade accionista, sem contrapartida alguma para o concedente público”, considerando essa atitude de “objectivamente incompreensível”. E acrescenta que ” a referida TIR accionista de quase 14% não deixa de ser objectivamente considerada como uma remuneração desproporcionada, face ao nível do risco incorrido pela concessionária no
âmbito deste contrato”.
Além desta vantagem para a Liscont, o TC sublinha que a empresa vai recuperar 70% do investimento realizado através da isenção de taxas a pagar à Administração do Porto de Lisboa (a Liscont recupera desta forma 199 milhões dos 294 milhões investidos).
No parlamento *a deputada do Bloco Helena Pinto afirmou http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=12900&Itemid=1>que o negócio em causa “é um escândalo nacional” e que “este é o contrato
mais prejudicial para o interesse público que o Estado português alguma vez
celebrou.”. O PS optou por não fazer qualquer intervenção, remetendo-se ao
silêncio.
No final das intervenções das bancadas da oposição, o Presidente da Assembleia da República anunciou que, por sugestão da comissão parlamentar, irá enviar a documentação sobre este caso para a Procuradoria-Geral da República.
Leia também:
*Concessão à Liscont é originalidade portuguesa: capitalismo sem
riscos http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=12900&Itemid=1>
http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=12903&Itemid=1
2 Comentários
“Nação Valente e Imortal”
em 23 de Julho de 2009 18:15
por António Margalha*
Este negócio representa tudo aquilo que foi o Governo do sócrates no seu esplendor.
O Partido Socialista é também hoje em dia tudo isto.
Peço encarecidamente ao Bloco que não deixem morrer este caso na praia e que lhe deêm o devido destaque.
1″A falta de vergonha!!!!”
em 23 de Julho de 2009 14:34por Maria Fernanda*
É preciso denunciar com firmeza e crueza a falta de vergonha destes “patrões” acolitados pelos srs do poder dito socialista. Outra vergonha, chamarem-se socialistas… Outra vergonha, haver um Primeiro ministro que se acha o máximo, num exercício de narcisismo inacreditável, a necessitar urgência de tratamento psiquiátrico. Mas os portugueses, muitos portugueses não perceberão muito bem o que este PM significa para o País. É preciso
desmascarar esta personalidade doente e este governo sem moral
Dezembro 1, 2009 at 1:40 pm
Buscas judiciais na empresa que fabrica portátil Magalhães
http://www.economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1387094&idCanal=57
Dezembro 1, 2009 at 1:50 pm
Eu cá confesso que puxei a página até ao fundo, saltei montanhas e escombros e, atónita
reparo que a bota já não dá com a perdigota, ou seja, do título do post aos comentários, 234!… termina em: ” Buscas judiciais na empresa que fabrica portátil Magalhães ”

Desculpem lá, colegas, mas não resisti a brincar.
Dezembro 1, 2009 at 1:51 pm
Contentores: Liscont ganhou 3 milhões numa SEMANANITA!!!!
Numa SEMANA, o amigo “Coelho” arrecada do dinheiro (NOSSO), TRÊS MILHÕES.
Contas:
Em SETE SEMANAS, poderia arrecadar 21 milhões …
APROXIMADO ao primeiro roubo feito ao trabalho honesto de TODOS os professores do país.
Tem piada. Né?
20 milhões, né?
Dezembro 1, 2009 at 11:09 pm
xibanga, hoje choveu bastante…
os papelinhos ficaram agarrados aos pára-brisas.
a minha solidariedade:(