A FNE anunciou que também apresentará proposta.
A minha recomendação é que todos leiam e se informem, recolham as opiniões sobre o assunto e formem a vossa. Depois é importante debater argumentos. E não esperar que os outros façam um trabalho que é de todos.
Desta vez são duas folhas A4, de cada um dos lados.
Novembro 26, 2009 at 8:28 pm
Não me apetece ser o primeiro a fazer um comentário a este post.
Novembro 26, 2009 at 8:28 pm
Raios…
Novembro 26, 2009 at 8:31 pm
O que quererá dizer o ME com avaliação especializada?
Novembro 26, 2009 at 8:32 pm
Novembro 26, 2009 at 8:33 pm
Saberão do que propôem?
Novembro 26, 2009 at 8:40 pm
Com jeitinho.. misturando bem as 4 folhas… dá para sair algo interessante dali.
Bem interessante mesmo.
Novembro 26, 2009 at 8:42 pm
“Propostas Em Cima Da Mesa”
Isso não me preocupa, debaixo é que é “entendimento”.
Novembro 26, 2009 at 8:43 pm
Novembro 26, 2009 at 8:44 pm
Fafe, és um homem com H?
Novembro 26, 2009 at 8:56 pm
Eu só ainda não percebi a questão dos escalões. Não percebo a correspondência entre o que temos agora (embora deva dizer-se que o que temos agora também não se percebe…) e o que está proposto.
A Fenprof fala em 8. O ME fala em 10, dano especial destaque a quem esteja do 4.º para cima.
Mas qual a correspondência com o sistema dos 10 escalões que existia antes daquela fulana que foi ministra (?) nos últimos 4 anos?
Novembro 26, 2009 at 8:57 pm
não é «dano», é «dando»
Novembro 26, 2009 at 8:58 pm
Tb poderia ser dano.
Novembro 26, 2009 at 9:02 pm
#10
Também gostava de perceber.
Novembro 26, 2009 at 9:03 pm
#10
A correspondência será mais ou menos esta:
1.º – 167
2.º – 188
3.º – 205 [acesso condicionado a vagas]
4.º – 218
5.º – 235 [acesso condicionado a vagas]
6.º – 245
7.º – 272 [acesso condicionado a vagas]
8.º – 299
9.º – 340
10.º – 370 [acesso condicionado a classificações sujeitas a quotas]
Novembro 26, 2009 at 9:07 pm
Ou estou mesmo a ver muito mal a coisa ou isto ainda é pior que o que estava antes.
Novembro 26, 2009 at 9:09 pm
Obrigado ms.
Bem me parecia que me ia calhar uma daquelas fatias do bolo com fava…
Novembro 26, 2009 at 9:09 pm
Desculpem a minha ignorância, qual a diferença entre cotas e vagas.
O número de cotas ou vagas, não vai ser determinado pelos professores existentes na escola, indiferentemente de ser o ministério das finanças a decidir ou não?
Continua o factor sorte a decidir tudo, ou não?
Novembro 26, 2009 at 9:10 pm
Bastante pior….
Novembro 26, 2009 at 9:13 pm
#15-Nem mais, trocas um funil por três funis! Negócio da china…conversa de bichas…
Novembro 26, 2009 at 9:15 pm
Paulo, a proposta da FNE foi apresentada em tempos.
Aqui:
http://www.fne.pt/upload/pareceres%20fne/PropostaFNE_estrutura_carreira.pdf
e aqui:
http://www.fne.pt/upload/pareceres%20fne/PropostaFNE_avaliacao_desempenho.pdf
esse link refere-se à construção destas duas e é de outubro de 2008.
Novembro 26, 2009 at 9:15 pm
Três funis e uma rolha.
Novembro 26, 2009 at 9:17 pm
Ainda só li o “esboço” do ME.
Não falam dos coordenadores…
Vou ler a da fenprof.
Novembro 26, 2009 at 9:17 pm
14 ms
Mas não o ME não tinha já reduzidoo tempo de permanência em alguns escalôes?
Novembro 26, 2009 at 9:18 pm
Em relação aos escalões, outra coisa que também não se compreende, na proposta do ME, é a duração de cada um dos escalões.
Na proposta da Fenprof está claro, na do ministério nem por isso.
Penso que tudo isto vai ser pior do que o tínhamos. É lógico que o ME não ia dar ponto sem nó, deixou cair os titulares mas arranjou maneira de continuar a penalizar os professores.
O mais interessante é que, são sempre os mesmos a sofrerem com as muitas alterações que tem havido, aqueles que estão a meio da carreira, curioso!?
Ou, talvez não!
Novembro 26, 2009 at 9:19 pm
no ecd actual o condicionamento das vagas começa na carreira de titular, e a proposta do ministério é começar já no 3º escalão?
Pior que a Milú? Será possível?
Novembro 26, 2009 at 9:19 pm
qual a diferença entre cotas e vagas
Na prática vão dar ao mesmo.
As cotas/vagas para titulares foram determinadas em função do n.º de professores do quadro. Tudo muito mal feito já que não tinham em conta os professores a exercer efectivamente funções nas escolas.
Novembro 26, 2009 at 9:20 pm
A Fenprof fala de “mérito absoluto”.
O que é isso???
Mérito absoluto??
Novembro 26, 2009 at 9:21 pm
Só Deus tem mérito absoluto.
Novembro 26, 2009 at 9:21 pm
Pois só quem é muito ingénuo ou acredita que os porcos podem voar..mesmo baixinho é que pensam que destas pessoas-chamar-lhes assim é uma ofensa de lesa majestade à palavra pessoas- podiam atira cá para fora algo diferente disto…
Novembro 26, 2009 at 9:21 pm
Foi por isto que ainda não consegui comemorar nada…
Novembro 26, 2009 at 9:22 pm
#14
Vagas ou quotas. Qual será a diferença?
Eu não a vejo… a diferença, entenda-se!
Novembro 26, 2009 at 9:23 pm
Valter na SIC, agora.
Novembro 26, 2009 at 9:23 pm
Semântica…tipo corrupção ou apropriação por meios mais ou menos ilícitos de algo…a 2ª soa melhor mas não deixa de ser o mesmo que a 1ª …
Novembro 26, 2009 at 9:23 pm
O que estava em causa desde o início da divisão da carreira foi a arbitrariedade do sorteio do cocurso a prof titular.Penso que esta arbitrariedade é que muitos de nós não aceitamos.
Honestamente se me apresentarem uma carreira séria e limpa inseriada na conjectura da dita crise…entenderei o estrangulamento, acho.
Novembro 26, 2009 at 9:23 pm
#24
O mais interessante é que, são sempre os mesmos a sofrerem com as muitas alterações que tem havido, aqueles que estão a meio da carreira, curioso!?
Ou, talvez não!
São os que ainda não saem caro. O objectivo do governo é que não custem tanto com os que já estão nos últimos escalões.
Novembro 26, 2009 at 9:23 pm
Olha….o nosso muito adorado valter Lemos ta na tv!
Novembro 26, 2009 at 9:24 pm
O que ainda não percebemos é qual o modelo de avaliação que nos querem aplicar.
Novembro 26, 2009 at 9:24 pm
Porque, como disse a Alçada, avaliação e estatuto são 2 faces da mesma moeda…
Novembro 26, 2009 at 9:25 pm
#19
3 funis, o tanas! 5 FUNIS!!!
Um à entrada, outro no 3º, mais um no 5º, outro no 7º e por causa das dúvidas, já à beira da reforma, apanhas com outro no 10ª
Um espanto! ahahahahha
Novembro 26, 2009 at 9:26 pm
#30
Nem eu!!
Novembro 26, 2009 at 9:26 pm
“como os que” em vez de “com os que”
Novembro 26, 2009 at 9:27 pm
#23
Que eu saiba, não.
Novembro 26, 2009 at 9:28 pm
Lá estamos nós com questões de semântica, não usam a palavra cotas e passamos a ficamos dependentes da “vagas”, que provavelmente vão ser determinadas pelo número de professores do agrupamento.
Ainda está muita coisa por explicar.
Novembro 26, 2009 at 9:28 pm
Três funis e três rolhas.Então toca a comemorar?
Novembro 26, 2009 at 9:30 pm
#21-A rolha é para impedir o acesso ao topo. Isto é o autêntico jogo do pau ensebado.
A rolha, proponho que a metam na bicha para parar a fétida e aleivosa legislação
Novembro 26, 2009 at 9:31 pm
Eu comemoro o inicio da negociações, mas não descanso.
Novembro 26, 2009 at 9:31 pm
Acabaram com os titulares e ainda não estão contentes?
Não vêem que muitos titulares ficaram tristes?
Novembro 26, 2009 at 9:32 pm
#44-Rolha é só uma …42 anos de carreira..vão-se….
Novembro 26, 2009 at 9:34 pm
Pois eu não entenderei o estrangulamento. Ganho a vida honestamente, pago os meus impostos, por isso quero receber um ordenado justo pelo meu trabalho. Tanto mais que por esse país fora é o que se vê: é a ver quem é que saca mais! E o fosso entre ricos e pobres vai-se agravando!
Por isso as palavras do MAT sobre as necessidades de contenção salarial devido à crise que o país atravessa não me comovem nem um pouco!
Novembro 26, 2009 at 9:34 pm
O Valter pintou o cabelo?
Novembro 26, 2009 at 9:34 pm
#47
Já pensou que vai haver uma carreira funcional de avaliador? Não serão “outros titulares”?
Novembro 26, 2009 at 9:35 pm
Tá tao giro!!!!!!!!!!!! e fez nuances…
Novembro 26, 2009 at 9:35 pm
#35
O objectivo de tudo isto sempre foi esse, evitar que os professores chegassem ao topo da carreira.
Foi sempre uma questão de DINHEIRO, digam o que disserem, irei sempre pensar desta forma.
O ME não quer saber se os prof. são “excelentes” ou “regulares” quer é impedir que cheguem ao topo, não esquecer que as coisas estão feias lá para os lados da Segurança Social e para os lados do Ministério das Finanças.
Novembro 26, 2009 at 9:35 pm
“27
“mérito absoluto” é a classificação não estar sujeita a quotas!
Novembro 26, 2009 at 9:37 pm
#54, ai é?
Obrigada pelo esclarecimento.
Novembro 26, 2009 at 9:38 pm
A Maria Campos anda de óculos escuros?
Novembro 26, 2009 at 9:38 pm
#43
A senhora com mau feitio (MLR) preferia a palavra menos simpática – Quotas.
A simpática prefere uma a condizer – Vagas.
Novembro 26, 2009 at 9:38 pm
# 51
Concordo plenamente, o nome muda mas, é a mesma coisa.
Novembro 26, 2009 at 9:39 pm
Que susto!
Liguei a tv e vi o caniche!!
já desliguei!
Novembro 26, 2009 at 9:40 pm
#51, e enqto não sai uma fornada de avaliadores especializados, quem nos vai avaliar???
Isto tem de ter regime transitório.
Novembro 26, 2009 at 9:42 pm
#60
Acho mesmo que os colegas com actual função de avaliadores vão manter-se (com umas acções pelo meio)até chegarem os Experts…
Novembro 26, 2009 at 9:42 pm
E não é que 150000 otários continuam a cair na esparrela?Já me estou a passar com toda esta treta.
Novembro 26, 2009 at 9:43 pm
reb Says:
Novembro 26, 2009 at 9:38 pm
A Maria Campos anda de óculos escuros?
PELOS VISTOS ANDA!
Novembro 26, 2009 at 9:43 pm
#59-Eu não deixo entrar esses cães dentro de casa
Novembro 26, 2009 at 9:44 pm
#60
Distribuição de responsabilidades funcionais:
• A atribuição de funções de coordenação, orientação, supervisão pedagógica e avaliação são
reservadas aos docentes posicionados a partir do 45 escalão da carreira, preferencialmente
detentores de formação especializada e, de entre eles, sempre que possível aos docentes dos dois
últimos escalões que tenham optado pela especialização funcional correspondente;
• A Direcção de cada escola poderá, por motivo justificado, designar para as funções referidas no ponto anterior docentes posicionados no 3º escalão, desde que possuam formação especializada para o desempenho das funções em causa.
Novembro 26, 2009 at 9:44 pm
A mulher tá parva!
Eu não tinha dito que depois do coelhinho vinha o lobo mau…
Não queria mais nada, não?
Novembro 26, 2009 at 9:45 pm
4º , não 45
Novembro 26, 2009 at 9:45 pm
#63-Muito boa! Essa é do tempo em que eu andava no Técnico!
Novembro 26, 2009 at 9:45 pm
Também por aqui, e não só no Brasil, se está muito longe de valorizar quem mais contribui para a evolução de uma sociedade, o Professor
Novembro 26, 2009 at 9:48 pm
Ou seja, poderá candidatar-se quem seja detentor de especialização nas áreas referidas, podendo mesmo o director nomear um professor do 3º escalão.
Novembro 26, 2009 at 9:51 pm
#27 reb
A ideia não será antes mérito próprio (não condicionado ao mérito alheio)?
Novembro 26, 2009 at 9:55 pm
#68 Sandra Battona
Idem
Novembro 26, 2009 at 10:02 pm
Acabei de descobrir mais um funil. E já vão 6.
“Selectividade no ingresso na carreira realiza-se através de uma prova pública de acesso e da aprovação no final de um período probatório de um ano, em que é obrigatória a observação de aulas e a avaliação da prática docente não lectiva.”
E o que entenderão por prática docente não lectiva? Pomada no chefe?
Novembro 26, 2009 at 10:03 pm
Não são só 3 os ‘estrangulamentos’. O ‘gargalo’ também encurtou. Os últimos 2 escalões ficam para funções ‘afunilantes’. Trocado por miúdos, esta carreira pressupõe um tecto máximo para a maioria que coincide com o antigo 9º escalão, 2º de titular (ou 8º na linguagem da proposta). A D. Lurdes deve-se estar a rebolar de riso.
Novembro 26, 2009 at 10:11 pm
Estão no gozo…
Novembro 26, 2009 at 10:12 pm
Recuso-me a discutir esta proposta.
Novembro 26, 2009 at 10:12 pm
Isto é do piorio…Com tantos funis, e depois é a escola afunileirada!
o truque do caniche da madame…
Novembro 26, 2009 at 10:12 pm
#9
Que te interessa?, nunca terás o prazer.
Novembro 26, 2009 at 10:14 pm
#78-chisca-lhe (salvo seja…)
Novembro 26, 2009 at 10:15 pm
É o que dá quererem pôr remendos num monte de bosta…nem com lifting lá vão. Começa a dança da semântica, das meias palavras cheias de multiplos significados e entendimentos. O Legislês ao serviço da domesticação das hostes…Numa coisa o governo tem razão, apesar de não assumir publicamente que não precisa de professores, não é preciso quem ensine, há sempre um diploma saído na farinha amparo…a bem da qualificação dos portugueses.Um diploma Novas Oportunidades fica sempre bem na sala de jantar ou à porta da cozinha…é rápido, é mais barato e
opera milagres na auto-estima e nos bolsos da clic do costume…Viva a legislação que aperta e rouba quem trabalha, mas liberta pedófilos, corruptos e ladrões por falta de provas inequívocas, escutas imaginárias ou ilegais.
Novembro 26, 2009 at 10:16 pm
Vai: Botox na Bosta!
Novembro 26, 2009 at 10:17 pm
Ai Fafe, não te faltam pretendentes
Novembro 26, 2009 at 10:18 pm
Segundo a proposta do Ministério, ainda não consegui perceber bem em que escalão me vão encaixar…Estou no índice 290( antigo 9º escalão) e ainda não passei para o índice 340 porque não “ganhei” o título …
Novembro 26, 2009 at 10:18 pm
#80
palavras cheias de multiplos significados
Polissemias…
Pura pusia, como diria a Popota.
Novembro 26, 2009 at 10:20 pm
#70, qtos professores haverá com essa formação??
Não conheço nenhum.
Entretanto…
se isto se vier a concretizar, teremos professores especializados do 3º escalão a avaliarem professores do 8º e 9º.
Lindo!!
Novembro 26, 2009 at 10:22 pm
#83, acontece-me o mesmo: estarei entre-escalões.
Novembro 26, 2009 at 10:24 pm
Opus 82:
Não sei o que este tipo de tipos espera de mim, mas eu digo o que podem esperar: um beijinho no cu com uma sovela.
Ainda me entusiasmo e invisto numa fábrica das ditas, as mais afiadas do mercado.
Novembro 26, 2009 at 10:24 pm
Sabem o que me apetece dizer: “deslarguem-nos!”
Deixem-nos trabalhar em paz!
Novembro 26, 2009 at 10:24 pm
Reb, essa formação ainda agora vai começar e penso que só pode ser feita por quem já tenha, pelo menos, 15 anos de serviço.
Novembro 26, 2009 at 10:24 pm
…teremos professores especializados do 3º escalão a avaliarem professores do 8º e 9º
Reb, qual é o problema?
Novembro 26, 2009 at 10:25 pm
A paz virá depressa se for possível progredir na Carreira sem dar aulas. Aí a paz chegará de súbito.
Novembro 26, 2009 at 10:26 pm
#90, desconfio que a experiência conta muito na nossa profissão!
Novembro 26, 2009 at 10:26 pm
Ajuda, mas não chega.
Novembro 26, 2009 at 10:26 pm
#89, Olinda, entretanto, quem avalia quem??
Novembro 26, 2009 at 10:27 pm
#85
Há reb, que eu conheço alguns.
Se isto fosse para diante veríamos muitos a tirarem especializações nestas áreas, para não serem ultrapassados por outros de escalões mais baixos.
Continuam a dividir para reinar!
Novembro 26, 2009 at 10:28 pm
#93, desconfio que alguém posicionado no 3º escalão possa ensinar muito a outro alguém posicionado no 8º.
Mesmo que tenha um curso de especialização em avaliação…
Novembro 26, 2009 at 10:28 pm
Realmente!, lendo isto tudo, dou uma certa razão aos sindicatos: tratar da nossa vidinha e esquecer os doidos.
Os doidos que, em comum, só têm o egocentrismo. Fu!
Novembro 26, 2009 at 10:30 pm
#95, MJ, mas os que existirem serão sempre insuficientes para avaliarem todos os outros.
E demorará pelo menos 1 ano a sair nova fornada…
A não ser que o ME encha o pessoal que quer ser avaliador de “chouriços” de 3 dias por período lectivo, como fizeram no ano passado.
Novembro 26, 2009 at 10:31 pm
Não custa ler. Custa-me acreditar nas coisas e coisos que vão debitando ferozmente as leis com que apertam o cerco às dignidades que tantos têm.
Novembro 26, 2009 at 10:31 pm
Não sei Reb, anda tudo baralhado com a falta de regras mas não chegam a acordo para a criação de novas regras.
Novembro 26, 2009 at 10:34 pm
E PORQUE NÃO AVALIADORES ESTRANGEIROS…?
A sério…até porque eu acredito que um professor médio português se inseria facilmente nas escolas finlandesas..já o contrário não lhe dava mais do que 15 dias..e estou a ser bonzinho…
Novembro 26, 2009 at 10:34 pm
#100, não é fácil numa carreira como a nossa, encontrar avaliadores.
à tradição era o estágio e mais nada.
Inventar novas regras a meio de um percurso que foi concebido de forma diferente, de origem, é muito complicado.
Novembro 26, 2009 at 10:35 pm
149999 doidos. Eu já era, mas de uma carreira anterior.
Novembro 26, 2009 at 10:35 pm
Hum… isto está a ficar complicado.
- Acho melhor marcar uma nova manifestação!
E já aviso que vou de cabeça raspada.
Em homenagem ao Rangel…
Novembro 26, 2009 at 10:36 pm
Especializações em… supervisão, gestão, avaliação. Mais uns cursos à pressão, para uns diplomas à pressão, para ocupar uns cargos dourados. É como agora uns certos diplomas de gestão escolar passados a eminentes directores, que afinal de contas nem sequer conhecem as leis elementares da função. Eu conheço gente dessa.
Novembro 26, 2009 at 10:37 pm
#98
Na prática, esta candidatura será similar com a anteriormente feita para professores titulares.
Só cairá no logro quem assim o entender.
Novembro 26, 2009 at 10:38 pm
Cuidava-se melhor em avaliadores extraterrestres. E pinto da costa como consultor dourado.
Para quando avaliadores profissionais? Isto da arbitragem já não me aborrece.
Novembro 26, 2009 at 10:39 pm
A questão dos avaliadores diplomados resolve-se muito facilmente, depois da vasta experiência em Novas Oportunidades. Agora com os computadores e as impressoras, a questão de diplomar uns quantos é a coisa mais fácil deste mundo.
Novembro 26, 2009 at 10:40 pm
E haverá sempre candidatos, sabendo que ganham nessa função mais do que os outros…
Novembro 26, 2009 at 10:47 pm
Consta-se que a MLR tirou licença e está para elaborar os Curriculos de Cursos para todos os adesivos serem avaliadores. Tem certificação ISCTE!
Novembro 26, 2009 at 10:49 pm
Não deixa de ser engraçado: há 4,5 anos estão a 2 escalões do topo da carreira. Agora já estou no 6º, logo a 4 escalões do topo. Por este andar, ainda devo ter que fazer a tal prova de ingresso que é um atestado de incompetência às instituições do ensino superior. Não querem acabar com o tacho dos amiguinhos do superior. Depois de anos de gastos das famílias e do estado diz-se a um indivíduo: desculpa pelos anos perdidos, não serves para esta profissão!
É maui de mais para tudo isto ser verdade!
Novembro 26, 2009 at 10:52 pm
reb eu estou no 3º escalão e etenho especialização em supervisão…estou a fazer dissertação…há muita gente
Novembro 26, 2009 at 10:56 pm
Ehhh pá!
Os Titulares não têm legitimidade/capacidade para avaliar outros professores e estão no fim de carreira.
Os que estão a meio também não!
Quem terá?
Novembro 26, 2009 at 10:59 pm
O David Justino é que lá vai tratando da vidinha (e da bolsa).
http://www.esec-qta-marques.rcts.pt/documentos/ESCXEL_apresentacao.pdf
Novembro 26, 2009 at 11:00 pm
3º escalão corresponde a qtos anos de ensino?
Novembro 26, 2009 at 11:00 pm
reb estou no 3º escalão e tenho 16 anos de serviço…não quero avaliar ninguém, mas penso que assistir a aulas não é para ensinar coisas, mas observar que é diferente de ensinar…é preciso ler algumas coisas…supervisão de aulas não é ensinar os outros a dar aulas….olhem os médicos quando tiram especialidade..são acompanhados por um médicos mais velhos que fazem a supervisão….
Novembro 26, 2009 at 11:02 pm
#113, não é por serem titulares, é por não terem formação.
Julgo que essa formação só deveria existir a partir de determinado nºde anos de experiência.
Para não se dar a situação caricata de alguém sem experiência avaliar outro alguém muito mais experiente no mesmo ofício.
Novembro 26, 2009 at 11:04 pm
#116, julguei que o 3º escalão era mais no início de carreira.
Entendo a avaliação num contexto de formação, percebes?
Novembro 26, 2009 at 11:05 pm
“5) Regime transitório:
• Transitoriamente, aos docentes que actualmente se encontram posicionados nos índices 299 e 340
aplicam-se as regras de progressão previstas no Decreto-Lei n.5 270/2009.”
Alguém me sabe dizer em que se traduz tal regime?
Sempre sofri de síndroma de bloqueamento mental mal me ponho a ler Decretos. Consultei o dito Decreto, o 270/2009 e aqueles ponteados todos (porque se trata duma revisão, até sei eu…dãhhhh)despistaram me! Assobiei pr’ó alto!
Reb, acho que estamos na mesma situação: conta aí, o que vai acontecer “à gente”?!
……………:)
Novembro 26, 2009 at 11:06 pm
#116, essa era a função que os professores mais velhos tinham, nas escolas, em relação aos principiantes.
Integravam-nos, orientavam-nos.
Lembro-me bem das ajudas que tive de colegas mais velhos e das que vim a dar, mais tarde.
Havia bom senso, que se tem vindo a perder.
Novembro 26, 2009 at 11:07 pm
Ai reb, eles aí vêm…
Novembro 26, 2009 at 11:07 pm
#119, Célia, tb li isso e desconheço essa lei.
Deixa-os. Devem ter inventado essa.
Novembro 26, 2009 at 11:09 pm
Mudaram as moscas, a mer… é a mesma. Começa é a cheirar pior!
Novembro 26, 2009 at 11:09 pm
Mas o problema, pelo que me parece,é que não vão avaliar formativamente/observar. Vão classificar.
Palpita-me que o reino do eduquês vai expandir-se para império, com uma tal proposta.
Quanto aos funis, só posso acreditar que é para negociar. Só pode…
Novembro 26, 2009 at 11:10 pm
claro….eu também…mas nem sempre ter mais experiencia significa ser melhor…no mestrado que fiz tive um prof. que dava a disciplina de supervisão, que era excelente professor, com muita experiencia pois já está no fim da carreira académica, que supervisiona estágios e no entanto dizia que se os alunos se portam mal nas aulas, fazem barulho a culpa é do professor…enfim…imagina ele a assistir a aulas actualmente…e tem muita experiencia.
Novembro 26, 2009 at 11:12 pm
#125, isso dizem os formadores de professores, pq não dão aulas.
Novembro 26, 2009 at 11:17 pm
pois por isso é que não quero avaliadores externos apesar de tudo
Novembro 26, 2009 at 11:20 pm
o meu irmão, que é formador, experiente, mas só dá aulas a adultos pensa algo parecido…
Novembro 26, 2009 at 11:45 pm
Um avaliador tem sempre de ser uma pessoa com pratica docente qb.
De teorias está o inferno cheio…
Novembro 26, 2009 at 11:51 pm
Deixamos de ter quotas e 2 categorias.
Yupiii!
Passamos a ter vagas para 5 níveis?
Ou 3…
Depois de muito bem negociado, claro!
Novembro 26, 2009 at 11:54 pm
Conclusão fomos enrabados a sangue frio e ainda estamos a rir e a pedir mais…Fui…
Novembro 27, 2009 at 1:04 am
Por este andar não comemoro nada. Dão com uma mão e tiram com as duas. Bem tinha razões para desconfiar destes aldrabões…
Tanta especialização e tantos funis para aceder a escalões…Um treta de Ministra.
Ainda bem que nada comemorei e ou os sindicatos desbloqueiam isto ou deveríamos ir para a rua manifestar.
Este é o presente envenenado do PSD? Parabéns, bela política de verdade.
Gostaria tb de saber que raio se aplica aos docentes dos indices 299 e 340. Para o 340 são as menções qualitativas de muito bom e excelente para passar ao escalão seguinte, será isto?
Novembro 27, 2009 at 2:40 am
Lidos os comentarios, verifico que anda aí uma falsa maria campos.
Ainda não li as propostas, ainda não fiz qualquer comentário sobre as mesmas, e nem sei se farei…
Novembro 27, 2009 at 4:28 am
#119 e #125
O Decreto-Lei nº 270/2009 é o Estatuto da carreira actualmente em vigor.
A proposta da Fenprof é um bom ponto de partida, apesar de ser um pouco exigente quanto aos índices dos escalões. Convém não esquecer que (com os congelamentos e alargamentos) há muitos professores que já completaram 15 anos de serviço (e mais) e ainda estão no 2º escalão, é o meu caso.
A proposta do ME é lixo. São inaceitáveis quaisquer mecanismos que dificultem de forma artificial a progressão na carreira. O governo está farto de berrar que é necessário premiar o mérito, o que implica que todos os “meritórios” progridam. A prova de acesso também é inaceitável, se o ME duvida das instituições de ensino superior, promova a sua avaliação.
Novembro 27, 2009 at 7:45 am
#134
Nem mais, de contrário estar-se-á a promover a mediania.
#133
A sua opinião não é menos importante do que qualquer outra.
Novembro 27, 2009 at 11:02 am
# 34 O que estava em causa desde o início da divisão da carreira foi a arbitrariedade do sorteio do cocurso a prof titular.Penso que esta arbitrariedade é que muitos de nós não aceitamos.
Honestamente se me apresentarem uma carreira séria e limpa inseriada na conjectura da dita crise…entenderei o estrangulamento, acho.
TAMBÉM ACHO! É MAIS FÁCIL ENTENDER QUE ME ENTREM NO BOLSO DEVIDO Á CRISE DO QUE DEVIDO A INJUSTIÇAS NA AVALIAÇÃO!
Novembro 27, 2009 at 11:09 am
# 85 Entretanto…
se isto se vier a concretizar, teremos professores especializados do 3º escalão a avaliarem professores do 8º e 9º.
Reb, repito o que já aqui foi dito. Qual é o problema? Se a formação for séria, penso que deve ser valorizada. Um professor do 8.º escalão não é necessarimente melhor do que um do 3.º só por ser mais velho e por ter mais experiência. Conta, mas não chega!
Novembro 27, 2009 at 1:01 pm
#119. Eis o que diz o ponto 7 do art. 7º do DL 270/2009:
7 — Os professores titulares que à data da entrada em
vigor do presente decreto -lei se encontrem posicionados
no 3.º escalão podem aceder ao 4.º escalão nas seguintes
condições:
a) Até ao final do ano civil de 2012, os docentes que estejam
posicionados no índice correspondente ao 3.º escalão
há pelo menos seis anos e tenham obtido na avaliação de
desempenho duas menções qualitativas de Muito bom ou
Excelente;
b) Nos anos civis de 2013 e 2014, os docentes que estejam
posicionados no índice correspondente ao 3.º escalão há pelo
menos seis anos e tenham obtido, nos três ciclos da avaliação
de desempenho, pelo menos uma menção qualitativa de
Muito bom ou Excelente e nenhuma inferior a Bom;
c) A partir do ano civil de 2015, os docentes que estejam
posicionados no índice correspondente ao 3.º escalão há
pelo menos seis anos e tenham cumprido os requisitos
previstos no artigo 37.º do Estatuto da Carreira Docente.
Novembro 27, 2009 at 1:14 pm
Com algum desagrado verifico que alguns dos intervenientes até acham gira a ideia da divisão da carreira, só não acharam igualmente giro o que lhes coube nesse concurso a titular.
Como professor ex-titular que lutou sempre para que esta divisão injusta terminasse, sinto-me moralmente em posição para reprovar essa atitude de quem reclama apenas por ter “ficado do lado errado da barricada”.
Se aparecerem novos estrangulamentos mas a lotaria dos concursos/prestação de provas lhes correr bem certamente que já não opinarão neste blog.
Tristes motivações, falsas convicções!
Está dito!
Novembro 27, 2009 at 2:10 pm
É preciso reunir.
Novembro 27, 2009 at 2:59 pm
#138, Gastão Pinto,
Obrigada. De qualquer modo, eu estou no índice 299, nem era titular , e apenas me cinjo à actual proposta do ministério relativamente ao regime de “avaliação” e não à progressão propriamente dita, embora uma implique a outra.
Procurei o tal decreto mas encontro a versão com as últimas alterações e com omissões sobre o aspecto em questão, ou seja, remeterá para versões anteriores.
Obrigada.
Novembro 27, 2009 at 3:11 pm
Quero, no entanto, criticar as várias barricadas à progressão na carreira que a actual proposta do ministério apresenta. Uma das mais gritantes é a prova de ingresso: é a perversão total. Há que ir a montante e avaliar as instituições superiores responsáveis pelos cursos ministrados, bem como a formação inicial. Sou favorável ao período probatório por razões óbvias, mas tantas barragens ao longo do percurso…
Não tardará muito que esta profissão passe a ficar sem “contingentes”.
Novembro 27, 2009 at 4:45 pm
Então e a questão da redução horária, como é que fica? esqueceram que agora a 1.ª redução é apenas aos 50 anos de idade??
Novembro 27, 2009 at 6:03 pm
Aspectos positivos:
1. Não haverá professores de primeira e professores de segunda – haverá professores.
2. Não haverá o concurso aberrante para professor titular.
Aspectos negativos:
3. Haverá quotas.
Aspectos duvidosos:
4. os últimos dois escalões estarão reservados para determinados professores, sendo que o último (370) será de mais difícil acesso.
Normas de transição: ainda pouco claras.
A proposta do sindicato é bastante mais facilitadora à progressão.
Resumindo e baralhando as duas (ou mais), é capaz de sair uma coisa mais ou menos aceitável.