Oliveira Costa teve um ganho ilícito de 19,8 milhões no BPN
Acordo na avaliação custa pelo menos 20 milhões
Vá, chamem-me demagógico, chamem…
Mas números são números, dizem os economistas.
Novembro 26, 2009
Oliveira Costa teve um ganho ilícito de 19,8 milhões no BPN
Acordo na avaliação custa pelo menos 20 milhões
Vá, chamem-me demagógico, chamem…
Mas números são números, dizem os economistas.
Novembro 26, 2009 at 7:53 pm
É a economia estúpido dirão eles…direi eu são os corruptos estúpidos..são os corruptos…Bem vou ÁS PRESAS IBÉRICAS E AO PURÉ DE MAÇA RAINETA…iNTÉ…
Novembro 26, 2009 at 7:56 pm
mas segundo o CM de ontem o buraco é de nove mil (9000) milhões que está muito acima destes 19
“O Ministério Público responsabiliza o antigo presidente do BPN, Oliveira e Costa, e os ex-administradores Luís Caprichoso e Francisco Sanches pela montagem de um esquema que resultou num buraco de 9,7 mil milhões de euros em operações fora da contabilidade do Banco Insular (BI).”
Novembro 26, 2009 at 7:59 pm
ou será que o homem teve que fazer um buraco de 9.000 para ganhar 19?
Novembro 26, 2009 at 7:59 pm
tem a broca avariada…..
Novembro 26, 2009 at 8:02 pm
Mais uma injustiça: uma coisa não deve ter na a ver com a outra…
Novembro 26, 2009 at 8:03 pm
A fronteira entre ganhos lícitos e ilícitos está cada vez mais ténue, a ponto de não ser possível distinguir o trigo do joio. O que têm em comum? O contribuinte.
Novembro 26, 2009 at 8:07 pm
Querem lá ver que 150 mil professores se comparam a um bonhôme do reyno?
Ética socratina:
Andam os professores incomodados com os conflitos de interesses pelo facto de avaliadores e avaliados concorrerem ao mesmo lotes da vagas.
Rui Patrício, advogado de defesa de José Penedo, Presidente suspenso da REN como arguido no caso “Face Oculta”, acumula funções no Conselho Superior da magistratura, o órgão responsável pela avaliação dos juízes. Ora, a acreditar na douta opinião de Rui Patrício, estas duas funções podem ser cumpridas respeitando a ética em ambas.
Notícia aqui.
Novembro 26, 2009 at 8:15 pm
Foi o país inteiro envenenado contra os professores, com argumentos vários que, segundo me lembro, começaram por dizer respeito à falta de assiduidade, lembram-se?
Então e as notícias de hoje sobre o regime de justificação de faltas dos “digníssimos” deputados?
Coitadinhos, que ataque à sua dignidade profissional! Era o que faltava terem de se justificar!
Novembro 26, 2009 at 8:17 pm
O Jaime Gama esqueceu-se de propor o “regime de substituições”!
Novembro 26, 2009 at 8:19 pm
#9 hope
O deputado ao faltar deveria deixar um plano (de aula)!!! Neste caso, um plano com as suas supostas intervenções previstas para esse dia!!!
E NÓS é que somos uns malandros!!
Novembro 26, 2009 at 8:39 pm
E os presentes no plenário, teriam de “substituir” os colegas “faltistas”!
Iriam, de certo, logo cobrar as “respectivas horas extraordinárias” mais as “ajudas de custo” da deslocação do outro, que estando ausente, deveria ganhar e por conseguinte, passariam a ser devidas ao “substituto” presente no plenário!
*Penso que é assim que as coisas funcionam por aquelas bandas!
Claro… o que eu tenho é muita inveja!
Novembro 26, 2009 at 8:42 pm
Eu também queria ser deputada, como a outra a Ciciolina, ou lá como se diz.
Novembro 26, 2009 at 8:48 pm
“Coincidências”
Hum!, não era ele que ia “ensinar” tudo e mais alguma coisa? Pelos vistos!…
Novembro 26, 2009 at 8:49 pm
Se fosse a Caixa Geral de Depósitos seria preocupante…
Neste caso trata-se de um banco privado, que circunstancialmente foi nacionalizado…
Novembro 26, 2009 at 8:49 pm
#12
Não tens mamas.
Novembro 26, 2009 at 8:52 pm
O quê? Como te atreves?
Falas sem saber, nunca te mostrarei os meus dotes.
Novembro 26, 2009 at 9:01 pm
Começou nova campanha para angariar apoios na opinião pública. Com o país em “tanga”, vêm dizer que o acordo vai custar 20 milhões?
Na verdade esta campanha é mais soft, não usa os termos da defunta, mas os objectivos são os mesmos.
Novembro 26, 2009 at 9:11 pm
Hope, essa é boa ideia: os deputados que faltam terem de deixar um plano da sua participação no plenário, mas tinham falta na mesma, e seriam substituídos por outro deputado, que poderia ser de um partido diferente. Acrescento mesmo, à maneira daquele comentador televisivo, o filho da poetisa,…(não interessa) “Um deputado não é deputado nem é nada se não for capaz de subir à tribuna e, de improviso, falar durante noventa minutos, defendendo o ponto de vista de qualquer um dos cinco partidos, sobre qualquer tema!”
Novembro 26, 2009 at 9:58 pm
7
Rui Patrício foi um dos nomeados pelo ps para o Conselho Superior da Magistratura e que inviabilizou a avaliação do Juiz Rui Teixeira…
Que indicações irá depois dar para a avaliação da actuação do juiz que julgar o caso que representa na qualidade de advogado???
Ética??? Interesses e longos braços!!!!
Novembro 26, 2009 at 10:01 pm
#19
É a
lógicaética da batata…Novembro 26, 2009 at 10:03 pm
É o que eu digo: está tudo podre!!!
Novembro 26, 2009 at 10:05 pm
#14-Vai ser a CGD a aguentar o embate. Muitos de nós recebemos por lá,atenção!
Novembro 26, 2009 at 10:06 pm
Quer dizer, estamos correr os riscos também…
Novembro 26, 2009 at 10:14 pm
#22
Atenção que António Carrapatoso anda a dar voz a um grupo económico que se quer afiambrar com a Caixa Geral de Depósitos.
Primeira etapa (em curso): esgotar todos os recursos financeiros do Estado, empobrecendo-o o mais possível.
Segunda etapa: comprar a CGD a preço de saldo.
Novembro 26, 2009 at 10:18 pm
#16
Hum!, já estás em fase adiantada do tratamento hormonal. Eu logo vi.
Percebe-se pelo cheiro “vai morrei longe”.
Novembro 26, 2009 at 10:19 pm
Morrer, um gajo atrapalha-se por simpatia.
Novembro 26, 2009 at 10:35 pm
#24-Bom nenhum de nós é economista!…
Embora eu faça cartas astrológicas,que é quase o mesmo que o artolas do banco de Portugal.
Novembro 26, 2009 at 10:38 pm
Isto é que vai uma crise…Para relembrar a grande Ivone Silva, vou ao ortónimo
Novembro 26, 2009 at 10:48 pm
Ou então algo completamente diferente..mas mesmo diferente..
Novembro 26, 2009 at 11:05 pm
dedicado aos ranhosos da 5 de outubro, só o Simon le Bon
Novembro 26, 2009 at 11:07 pm
- Onde andam os milhões que a UE mandou para cá?
- Quantos mil milhões em BPN e similares?
- Quantos mil milhões em derrapagens de obras públicas (nível central e local)?
- Quantos mil milhões em ajustes directos?
- Quantos mil milhões o erário público perdeu com a entrega de projectos sem concurso público?
- Quantos mil milhões em concursos públicos que na 2ª fase disparam os custos para o dobro e o triplo?
- Quantos milhões que ao longo da última legislatura se pagaram a gestores públicos, directores, conselhos de administrações? E, quantos milhões em complementos remunerativos, automóveis/motoristas/ gasolinas…?
- Quantos milhões em promoções, progressões, indemnizações, ajudas de custos, subvenções, subsídios de … (que nos cargos intermédios e de topo da função pública não houve congelamentos)?
- Quantos milhões em “reformados activos”?
- Quantos milhões na manutenção de regalias incompreensíveis, após a conclusão dos exercício dos cargos e “ad eternum” ?
- Quantos milhões em obras no parlamento (e outras que tais) e carros de luxo?
- Quantos milhões em “viagens-fantasmas”, cartões de crédito, telecomunicações,… das figuras públicas?
- Quantos mil milhões por falta de declaração de rendimentos e/ou fuga aos impostos?
- Quantos mil milhões em licenciamentos em áreas protegidas e/ ou não edificáveis?
- Quantos mil milhões de euros na nomeação de direcções por conhecimentos partidários e não por competência técnica?
- Quantos mil milhões por más decisões técnico-financeiras?
- Quantos mil milhões pagos em estudos/ novos estudos e mais do mesmo a particulares/privados quando na função pública existem quadros qualificados para o efeito?
-…, …,
AVALIAÇÃO??? Andam a gozar com o pagode! Como são avaliados os arrogantes que vêm para a praça pública exigir (com desconhecimento de causa e mais grave: com profunda ignorância) moralidade para os outros quando a não têm para eles? Como subiu na vida essa gente? Qual a produtividade que tiveram e como a mediram? Que contributo dão pessoalmente para a riqueza do país? Que sacrifícios fizeram para o “bem comum”?
Não há dinheiro?????
A eterna mediocridade (que dá um jeitão a alguns) da visão portuguesa: produtividade à custa de baixos ordenados
Querem médicos, enfermeiros, professores… baratos? Na parte que me toca, contratem as mulheres-a-dias para ensinar os seus filhos!
Novembro 27, 2009 at 2:42 am
Coincidências?
Sim, um pouco…demagógico:
– 19,8 ilícitos, ilegais, imorais, fruto da aldrabice.
– 20 milhões, lícitos, legais, morais, fruto – para a maioria – de trabalho e de algumas canseiras.
– 19,8milhões só até 2009. Vai malhar com os ossos na prisão… uns meses, o lorde!
– 20 milhões (em crescimento?) todos os anos, para o resto dos tempos sem fim à vista, até aos 65Anos – para já!
Novembro 27, 2009 at 2:10 pm
Onde está Lopes da Mota?
O caso das alegadas pressões de Lopes da Mota, presidente do Eurojust, aos magistrados que investigam o caso Freeport, data de Abril passado, ou seja, tem já sete meses e ultrapassou três eleições.
Parece que deve estar à espera do arquivamento mais do que previsível do caso Freeport, a fim de – que pena! – perder o objecto por inutilidade superveniente da investigação…
(31 da armada)
Gracinha (de moi) – Está a presidir ao Eurojust que visa a colaboração entre polícias criminais dos vários países no combate à corrupção na UE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! AHAHAHAHAHAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!
«i»: «Freeport ern risco»
Atrasos em Londres encravam processo
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/i-jornal-i-quiosque-imprensa-jornais-tvi24/1106179-4555.html
Novembro 27, 2009 at 9:33 pm
Serão estas as fugas de informação a que se refere Jorge Lacão?
«Os arguidos no ‘processo Face Oculta’ deixaram de usar os seus telemóveis habituais a partir de 25 de Junho, no auge da polémica causada pelo negócio PT/ TVI, existindo a suspeita de uma fuga de informação nessa altura, quando começaram a chegar a Lisboa as primeiras certidões enviadas pelo DIAP de Aveiro» – SOL
Novembro 27, 2009 at 9:35 pm
A inevitabilidade das suspeitas, segundo o Sol:
No dia 24 de Junho de 2009, decorreu uma reunião na PGR com o PGR e magistrados do processo. No dia 25 de Junho, de manhã os telemóveis dos actuais arguidos deixaram de cantar. Ficaram subitamente mudos. Soube-se depois que todos eles, numa estranha coincidência decidiram mudar de aparelho e de cartão.
Todos, menos um deles: o principal suspeito. Esse só mudou de cartão. O IMEI lá ficou para se saber isto, agora.