Projecto de Resolução nº ___/XI
Recomenda que, no âmbito do processo negocial em curso e no prazo de trinta dias, seja revogada a divisão da carreira docente nas categorias hierarquizadas de “Professor” e “Professor titular” e seja concretizado um novo regime de avaliação do desempenho dos docentes
O XVII Governo Constitucional introduziu, através do Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro, profundas alterações ao Estatuto da Carreira Docente que careceram de um entendimento alargado entre os parceiros sociais. Esse facto contribuiu para que, desde o início da sua aplicação, tivesse merecido a contestação de uma ampla maioria daqueles que eram os seus destinatários.
Por sua vez, a regulamentação do referido Estatuto da Carreira Docente foi igualmente acompanhada de episódios de tensão e conflituosidade entre os diferentes intervenientes, designadamente, no que respeita ao modelo de avaliação do desempenho docente.
Sucede que, entre as alterações introduzidas ao Estatuto, a carreira docente foi dividida, passando a desenvolver-se pelas categorias hierarquizadas de “professor” e “professor titular”.
A experiência de concretização desta cisão na carreira permite evidenciar a sua artificialidade, não sendo reconhecida, pelos docentes, a razão para a distinção em causa. Acresce que a ponderação limitada aos últimos sete anos de carreira, para efeitos do primeiro concurso de acesso à nova categoria, originou legítimos sentimentos de injustiça na comunidade docente ainda hoje significativamente perceptíveis.
De igual modo, o actual Estatuto não leva em conta a especificidade da carreira docente, não pondera a singularidade do trabalho nas escolas, não promove o mérito e não incentiva a desejável melhoria de desempenhos. Pelo contrário, tem sido causa de injustiça, angústia e desmotivação para muitos professores.
Para tal contexto, também o modelo de avaliação de desempenho dos docentes e a imposição administrativa de percentagens máximas para a atribuição das classificações de “Muito Bom” e de “Excelente” por escola (quotas) têm contribuído decisivamente.
Ora, um processo de avaliação deve ser exigente e distinguir a excelência. E deve ser um instrumento indutor de melhorias do desempenho.
A divisão na carreira e as referidas quotas não contribuem para este desiderato.
A acção do Governo deve concentrar-se na melhoria das condições de ensino e de aprendizagem, não abdicando, em momento algum, de uma rigorosa avaliação a todo o sistema educativo: escolas, alunos, professores, programas, curricula, manuais, materiais didácticos, etc.
Em consequência, a progressão na carreira docente e os correspondentes escalões remuneratórios deverão ser acompanhados de um sistema de avaliação do desempenho que seja justo, exequível e que premeie a dedicação e o mérito individuais.
Nenhum destes princípios é posto em causa se a carreira docente não se encontrar hierarquizada nas categorias de “professor” e “professor titular”.
E esses princípios serão mesmo valorizados se não se impuser um sistema de quotas que, administrativamente, possam olvidar a efectiva avaliação do docente, gerando graves distorções e injustiças.
Não compete à Assembleia da Republica interferir nas negociações que decorrem entre o Ministério e as estruturas representativas dos professores.
Contudo, é da responsabilidade do Parlamento expressar posições políticas e contribuir construtivamente para a melhoria da qualidade do ensino nas escolas do nosso País.
A Educação é a melhor e mais duradoura solução para ultrapassarmos os momentos difíceis que o País atravessa.
Só prestigiando a função do professor na sala de aula e na sociedade e, assim, devolvendo às escolas a imprescindível serenidade para o sucesso do ensino e das aprendizagens, estará criada uma conjuntura favorável para a superação dos desafios que se nos colocam. Só com alunos empenhados e professores motivados, o País caminhará para o salto qualitativo no ensino de que tanto carece.
É tempo de fazer regressar a paz à comunidade educativa.
Assim, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da Constituição da República Portuguesa e da alínea b) do n.º 1 do artigo 4.º do Regimento, na esteira de um entendimento alargado com os parceiros sociais, a Assembleia da República resolve recomendar ao Governo que, no prazo de trinta dias:
- Elabore as normas do Estatuto da Carreira Docente e legislação complementar, designadamente, extinguindo a divisão da carreira docente entre as categorias hierarquizadas de “Professor” e “Professor titular”;
- Estabeleça um novo modelo de avaliação do desempenho docente que seja justo, exequível, que premeie o mérito e a excelência e que contenha uma componente de avaliação orientada para o desenvolvimento profissional e melhoria do desempenho dos docentes, e que contribua para o aprofundamento da autonomia das escolas;
- Crie as condições para que do 1º ciclo de avaliação não resultem penalizações aos professores, designadamente para efeitos de progressão na carreira, derivadas de interpretações contraditórias da sua aplicação.
Assembleia da República, 13 de Novembro de 2009.
Os Deputados,
Novembro 20, 2009 at 3:14 pm
Mesmo com essa aprovação eu festejei!
Novembro 20, 2009 at 3:15 pm
Yeeessss!
Novembro 20, 2009 at 3:18 pm
Vamos todos festejar. É momento para isso! Bora lá, pessoal, ir à garrafeira ou ao supermercado buscar um vinho de qualidade. Sei lá, qualquer coisa alcoólica ou inebriante!
Novembro 20, 2009 at 3:18 pm
NUNCA tinha votado PSD e desta vez, votei. Fui atrás dos estudos alternativos.
Estou arrependido, imensamente arrependido.
NUNCA MAIS VOTO PSD por mais estudos que haja.
Sinto-me TRAÍDO. Mentiram-me. Fui utilizado. O tal “Compromisso de Verdade” que dizia que iam suspender a avaliação, deu lugar ao “Compromisso da Mentira”.
São mentirosos como mentiroso é o Sócrates. São iguais.
Votarei CDS no futuro. Para já…
Novembro 20, 2009 at 3:34 pm
Eu votei PSD, nas últimas legislativas. Não me senti traída, porque:
1. tudo indica que a divisão da carreira cairá, para mim questão fulcral;
2. o primeiro ciclo avaliativo não foi suspenso; se fosse, teríamos problemas acrescidos com os que tiveram as notas de mérito, ainda que dentro do contexto que todos nós sabemos (ninguém gosta de perder algo adquirido);
3. o segundo ciclo avaliativo, com alterações ou correcções é como que uma suspensão; suspender efectivamente era criar um vazio legal e um tempo morto;
4. essa alternativa dá espaço à negociação com os sindicatos, que, neste momento, têm a função importante de acalmar a malta, pelo que o PS agradece;
5. todos ficam bem nessa história, menos o PSD, para alguns professores que votaram neles e esperavam a suspensão também do 1º ciclo.
Essa resolução parece-me boa. A não ser que por detrás de tudo isto ainda haja muitos coelhos na cartola… o tempo o dirá…
Novembro 20, 2009 at 3:37 pm
Pela primeira vez vi publicidade no wordpress.
Descobre quem foste na outra vida.
Adds by google.
PC formatado de novo com Explorer.
Novembro 20, 2009 at 3:38 pm
Fiz login, desapareceu.
Agora que eu estava tentado a descobrir quem fui…
Novembro 20, 2009 at 3:39 pm
O que me chateia é a política de verdade
http://www.politicadeverdade.com/?idc=904&idi=2426
Novembro 20, 2009 at 3:39 pm
Pois. Gosto, especialmente, da atitude relativamente a todos os outros, já que pressupunham suspensão.
Como já gostei, em Dezembro passado, quando não apareceram para votar.
Pois, não votei neles.
Nem agora, nem nunca.
Se me restassem como alternativa ao Ps, nem saía de casa para votar. Porque tinha consciência que o não eram.
Novembro 20, 2009 at 3:42 pm
Que efeitos concretos tem este Projecto de Resolução?
Obriga o governo a alguma coisa?
Expliquem-me!
Novembro 20, 2009 at 3:43 pm
Passou a ser Resolução da AR. Até aí tudo bem, e …
Novembro 20, 2009 at 3:44 pm
O projecto não contempla processos para desfazer a lavagem ao cérebro que fizeram aos portugueses em termos de opinião pública.
Novembro 20, 2009 at 3:45 pm
#5 Puro oportunismo do PSD.
Antes das eleições dizem uma coisa, depois, fazem outra.
Então para quê que tiveram o lema do “Compromisso de Verdade”? Para mentirem como o PS?
Independentemente do que possa estar adjacente ao Projecto de Resolução e ser bom ou mau, há aqui uma coisa que é muito FEIA: a mentira.
O Programa do PSD ANTES das eleições dizia ipsis verbis: “Suspenderemos” …
MENTIROSOS …
Novembro 20, 2009 at 3:46 pm
#5
Concerteza não leu o programa do PSD. Ou então o PSD funciona para si como um Clube. Independentemente da verdade ou da mentira…têm sempre razão.
É por pessoas assim que esta classe nunca irá a lado nenhum.
O PSD, com o sentido nas votações que houve hoje…MENTIU DESCARADAMENTE AOS ELEITORES PORTUGUESES.
Os professores e os portugueses não vão continuar a permitir que se MINTA DESCARADAMNTE.
O PSD terá cometido hoje um dos seus maiores equívocos da sua história. E não tenho dúvidas que poderá ter começado hoje a perda da sua hegemonia na direita portuguesa.
Novembro 20, 2009 at 3:55 pm
A suspensão criaria um vazio? E daí? Obviamente que nas negociações (abertas e sem avaliação vigente) para um novo modelo, se acordaria também sobre os detalhes do período de transição, isto é, contagem do tempo de serviço para progressão para todos os professores, não produção de efeitos das menções da avaliação, etc. O resultado final é este: o PSD não cumpriu o compromisso.
Novembro 20, 2009 at 4:02 pm
Penso que o que se passou resulta de algo muito simples: o PSD não quis correr o risco de o CDS liderar este processo e colher os dividendos da resolução do problema. Veremos o que vai acontecer nos próximos 30 dias. E se não acontecer nada de positivo?
Novembro 20, 2009 at 4:04 pm
O Projecto de Resolução do PSD tem obviamente importância, mas fica muito aquém do que era exigido. E como recomendação que é, vale zero. O mérito deste debate e votação foi expor o “centrão” à vista de todos. Excepto dos míopes incuráveis.
Novembro 20, 2009 at 4:05 pm
O PSD mentiu aos professores portugueses.Quem nele votou deve sentir-se com uma grande mona…
Novembro 20, 2009 at 4:08 pm
biba a berdadeira politica de berdade. ela sempre disse que ia rasgar todos os compromissos. houve quem pensasse que eram só os do ps. somos uns otários.
Novembro 20, 2009 at 4:13 pm
Estou mesmo a ver o que vai acontecver depois dete tempo: pedimos mais 30 dias porque o tempo não foi suficiente para elaboarar algo de concreto ..passdos esss 30 dias mais 30 dias e assim por aí adiante..
Conclusão: a montanha pariu um rato, melhor vão todos para puta que pariu!
Novembro 20, 2009 at 4:15 pm
Na sequência do comentário do Arlindovsky também eu vi hoje, mais uma vez, a publicidade do costume (vidas passadas, acho eu).
Novembro 20, 2009 at 4:18 pm
De recomendações está o inferno cheio.Quem votou PSD foi um grande otário.Agora aguentem-se à bomboca…
Novembro 20, 2009 at 4:18 pm
Às 17.10 na SIC Notícias, uma boa oportunidade para agradecer ao PSD:
http://sic.sapo.pt/online/noticias/programas/opiniao-publica/
Novembro 20, 2009 at 4:37 pm
Ouçam lá: essa de imitar o Ramadão é no minímo um despudor para a comunidade muçulmana portuguesa.
Não me digam que nesses trinta dias não podem ter relações sexuais nem comer durante o dia!
O nosso amigo Kafka já deve estar habituado a estes jejuns não é ?
Novembro 20, 2009 at 4:40 pm
Novembro 20, 2009 at 4:41 pm
Quis chegar-se à frente! Mas a forma não justifica a substância…
A estratégia (desonesta) sobrepôs-se à Palavra!
Métodos velhos num parlamento que tem uma situação nova… percebeu-se, assim, que pouca diferença fará (nos próximos tempos) da situação anterior.
Mais do que a honestidade das situações, o compromisso das palavras e a defesa da justiça no tratamento dos cidadãos (quaisquer que eles sejam), imperou o jogo da política pequenina, interesseira e de possíveis vantagens partidárias!
Não consigo sentir satisfação…:
- Quando ao longo de 4 anos os professores foram humilhados na praça pública, foram caluniados, foram desprezados, ameaçados e profundamente injustiçados.
- Quando ao longo de 4 anos foram sujeitos a discricionariedades e ilegalidades sem perdão e continuamente impunes.
- Quando ao longo de 4 anos foram subtraídos de direitos legítimos e acrescidos, em contínuo, de deveres para os quais não há condições de tempo, espaço e recursos.
- Quando ao longo de 5 anos as escolas (sem recursos humanos e materiais), foram atoladas em toneladas de legislação de um profissionalismo duvidoso, intragável, intratável, convenientemente confusa, contraditória, descontextualizada das realidades,…, que as lançou num caos de funcionamento , organização e gestão onde as prioridades pedagógicas, o Saber e a aprendizagem dos alunos, a ética e os valores foram completamente submergidos pela aparência, o fingimento e a inenarrável burocracia.
-Quando ao longo de 4 anos desautorizaram os professores, desacreditaram aquela que deveria ser a sua função principal: Ensinar, embustearam a relação professores-pais-alunos e iludiram todos aqueles que lutam e ou estão expectantes por um bom e reconhecido sistema de ensino,
-Quando ao longo de 4 anos conduziram os bons profissionais ao desgaste, ao desespero, à reforma (daqueles que puderam), ao desalento e ao profundo desencanto.
-Quando …
Não, não consigo sentir qualquer satisfação quando a impunidade, perante tanta vileza e barbaridade, passa no parlamento!
Novembro 20, 2009 at 4:46 pm
Ainda haveria ingénuos pensando que o psd não iria roer a corda? Mas era tão óbvio!!
Tal como a “pescada”, antes de ser já o era…
Quem andou atento, previu que esta era a única forma de o psd sobressair na AR. Aos olhos de quem acreditou neles, ficou tudo muito mal. Aliás, conseguiram ter toda a oposição contra, foram o alvo das críticas, ficando o ps a rir-se de os ter usado. Que burrice! Só para fazerem o jeito ao centrão. Nem tiveram vergonha, os deputados que mais se expuseram a defender a sua dama, do vexame que proporcionaram! Coitados…foram mandados!? Claro. Era obrigatório rasgar o seu próprio compromisso!
Sócrates só é “cor-de-rosa/socialista” na opinião daquela parcela de povo que acredita em tudo. Ele sempre foi do psd, desde novo. Só virou para uma aparência socialista, porque lhe deu jeito para entrar no poder mais facilmente. Quem não o conhecer que o compre.À boa maneira de Medina Carreira:
Isto é tudo uma intrujice! Políticos? Baah…
Novembro 20, 2009 at 4:46 pm
Os partidos devem assumir os seus compromissos. O PCP, o BE e o CDS merecem os meus parabéns porque cumpriram aquilo que prometeram aos professores durante a campanha eleitoral. Os partidos se querem credibilizar a democracia devem cumprir as suas promessas.
O PSD, apesar de se saber que houve muita contestação interna à opção da direcção da bancada parlamentar, não cumpriu com o que prometeu. Traiu a confiança dos seus eleitores, nomeadamente de alguns milhares de professores que acreditaram nas propostas do partido. Fez um mau serviço à democracia.
Não percebo o que levou o PSD a tomar tamanha opção. No programa Quadratura do Círculo foi perceptível que Pacheco Pereira lamentou a decisão de Aguiar Branco e de Pedro Duarte. Também sei que António Arnaut e a própria Manuela Ferreira Leite estiveram contra a opção da maioria da bancada parlamentar.
Porém nunca tive ilusões sobre a posição do PSD. Neste momento o partido encontra-se numa campanha eleitoral interna divido entre duas facções: a facção Pedro Passos Coelho e uma facção que apela ao regresso de Marcelo Rebelo de Sousa, sendo adepto desta facção o líder da bancada parlamentar Aguiar Branco e a maioria dos deputados do PSD na AR. Ora Marcelo já tinha defendido que não apoiava a suspensão da avaliação. Quanto a PPC nunca se lhe conheceu qualquer opinião sobre a matéria em questão.
A resolução aprovada na AR estabelece 30 dias para que o Governo aprove uma nova ADD e faça a revisão do ECD.
Não acredito que este prazo seja cumprido. O que vai fazer o PSD se este prazo não for cumprido?
Estamos a três semanas do final do 1º período. O governo e os sindicatos irão negociar o nosso estatuto e a nossa avaliação num período em que os docentes estão ocupados com a avaliação dos seus alunos e durante a interrupção das actividades lectivas. Como bem sabemos a capacidade de mobilização dos professores durante este período é ineficaz. Também sabemos que são nestes períodos que o governo lança os grandes ataques aos zecos.
Espero SINCERAMENTE QUE ISTO NÃO ACONTEÇA!
O que deveremos fazer entretanto:
1 – Estarmos em permanente alerta!
2- Exigir dos dirigentes sindicais a maior transparência nas negociações. Assim apelo aos movimentos e aos blogs activistas (ou semi-activistas)de professores que estejam em permanente estado de alerta máximo.
3- O cumprimento escrupuloso do prazo aprovado pela Assembleia.
Apelo no entanto aos colegas que se deixem de recriminar uns aos outros pelas opções de voto nas últimas eleições. Eu confesso que não votei no PSD, mas estar num post abaixo a recriminar colegas que votaram neste partido, QUE INTERESSE TEM?
O TEMPO NÃO VOLTA PARA TRÁS!
…. E SEMPRE VIGILANTES…. PORQUE
VENCEREMOS!
Novembro 20, 2009 at 4:50 pm
Um projecto de resolução deve ser mais ou menos o mesmo que uma redistribuição do orçamento!
Novembro 20, 2009 at 4:52 pm
#28 Pedro Castro
Podemos vergar, mas não partimos assim tão fácil!
VENCEREMOS!
Novembro 20, 2009 at 4:54 pm
Grande Ana Drago!
Novembro 20, 2009 at 4:54 pm
30
Bia
VENCEREMOS, podes ter a certeza, porque este PS está moribundo!
Novembro 20, 2009 at 4:56 pm
# 31
Gostei de Ana Drago como gostei de Paulo Portas. Foram ambos espectaculares!
Novembro 20, 2009 at 5:00 pm
PCP, BE e CDS estão mesmo de parabéns, como diz Pedro Castro.
Novembro 20, 2009 at 5:02 pm
APELO:
O QUE DEVEREMOS FAZER:
1 – ESTARMOS EM PERMANENTE ALERTA!
2- EXIGIR DOS DIRIGENTES SINDICAIS A MAIOR TRANSPARÊNCIA NAS NEGOCIAÇÕES. ASSIM QUERO APELAR AOS MOVIMENTOS E AOS BLOGS ACTIVISTAS (OU SEMI-ACTIVISTAS)DE PROFESSORES QUE ESTEJAM EM PERMANENTE ESTADO DE ALERTA MÁXIMO.
3- O CUMPRIMENTO ESCRUPULOSO DO PRAZO APROVADO PELA ASSEMBLEIA.
Novembro 20, 2009 at 5:11 pm
Uma Infitada!
Novembro 20, 2009 at 5:17 pm
São tão mentirosos uns como outros. A resolução não passa de uma recomendação…
PS 1- PSD-0
Novembro 20, 2009 at 5:19 pm
#36
Concordo. Temos sido muito bonzinhos, apesar da fama em contrário.
Ou seja, fama sem proveito. Já ia sendo tempo de fazer jus à fama…
UNs calhaus no sítio certo faziam maravilhas.
Novembro 20, 2009 at 5:20 pm
Ou fardos de palha a arder…
Novembro 20, 2009 at 8:07 pm
É por estas e por outras que o PSD está como está e é o que é…
Novembro 20, 2009 at 8:22 pm
#4
Eu votei CDS e não estou arrependida. No entanto não podemos condenar quem votou PSD. Quem podia adivinhar tamanha traição? A justiça tarda, mas não falha e nas próximas eleições os professores ajustarão contas com o PSD. A ver vamos!
Novembro 20, 2009 at 8:23 pm
# 35
Não confio nos sindicatos. São tão bons como os partidos. É tudo politiquice!
Novembro 20, 2009 at 10:00 pm
#41
“Quem podia adivinhar tamanha traição?”
Na anterior legislatura, não foi o psd que se acobardou, fazendo desaparecer do hemiciclo 35 deputados, mesmo no dia em que o projecto do CDS queria exactamente suspender o modelo de ADD?
Foi esse partido que ajudou o ps a manter o monstro. Foi tudo combinado, tal como agora.
Eles são iguais!
Novembro 22, 2009 at 1:01 am
Não me espanta nada,mas mesmo nada a atitude do PSD na AR, já fizeram igual a nível local… Mentem e fazem, fazem e mentem e vangloriam-se do que fizeram…
Grande esquerda, esquerda mesmo e uma direita que sabe que não é com esta divisão de carreira que se vai para a frente, baseada no mérito e excelência??? De quem?
Mas concordo como que já foi dito – é urgente para garantir a nossa sobrevivência que manter o estado de alerta.