O texto chegou-me por mail e coincide em muito com a minha posição, mas não é necessário ninguém (ok, caro Reitor?) insinuar que eu estou a pregar por voz alheia..
É necessária uma avaliação para todos.
Com os sorrisos da Ministra, o diálogo com os sindicatos e o desnorte do PSD, parece-me importante saber o que queremos e, antes de mais, que todos sejam avaliados no biénio 2007/2009. Ficam excluídos desta tomada de posição os que não querem avaliação. Devem ser avaliados os que não entregaram os OI (objectivos individuais) e os que apresentaram um texto de auto-avaliação no final do processo, qualquer que seja a forma usada, a oficial ou outra. Os professores sempre apresentaram um relatório crítico no final dos anos lectivos, porque não continuar a fazê-lo!
Claro, depois, temos de acabar com a divisão da carreira, com o fim das quotas, e só por fim se deve falar num regime de avaliação a implementar.
Eu não entreguei objectivos, apresentei uma reflexão crítica e fui avaliado. Se tivesse dado com um director adesivado, não tinha sido avaliado, portanto não acho justa estas diferentes interpretações da lei, conforme as ideias do director. O meu estabeleceu OI para todos os professores.
Por aqui podem tentar-nos dividir, pelo que acho que no imediato a nova bandeira deve ser avaliação para todos no biénio que terminou, e por isso se for preciso devemos manifestar-nos e ir à luta.
R. Viseu
Novembro 17, 2009 at 12:34 pm
Mas a avaliação para todos é um direito, nunca uma reivindicação.
As circulares ilegais, as falsas interpretações e outras confusões tiveram origem no ME e nos directores, por isso quem fez asneira que corrija.
Permanece a questão central dos efeitos dos MB e EXC para efeitos de progressão e concurso.
Sem isto resolvido, não é possível avançar.
Novembro 17, 2009 at 12:55 pm
Já vejo que queres conversa…
Agora estou esticado numa espreguiçadeira, na varanda, com o sol a bater-me na tola.
Talvez mais logo, pode ser?
Mas, espera lá, dizes que o texto coincide com a tua opinião? Hum. Não me parece.
O R. de Viseu não fala nos excelenets e MBs nem sequer na “troca” que tanto defendes.
Hã! Também já percebi ontem que não gostas de missas. Talvez de um sermãozito, não?
Novembro 17, 2009 at 1:22 pm
Subscrevo este texto da linha 1 à 8
e da linha 11 à 14.
Novembro 17, 2009 at 2:18 pm
Desculpem lá, não quero ser chato nem lançar mais areia para a engrenagem, mas tenho de deixar mais esta questão bicuda:
alguém está em condições de afirmar que todos os colegas que não entregaram NADA de NADA serão todos NÃO AVALIADOS? Têm mesmo a certeza disso?
E a pergunta que se segue é mortal: se realmente existirem casos (e eu sou capaz de apostar que sim) de professores que apesar de nada terem entregue vão acabar por ser avaliados com o BOM da ordem, será justo que outros o não sejam?
Ainda não perceberam que as disparidades brutais na aplicação desta farsa só podem ser travadas e corrigidas se for encontrada uma solução POLÍTICA para TODOS os professores, que evite injustiças e iniquidades?
Novembro 17, 2009 at 2:19 pm
Quando entrámos nesta guerra para ganhar, também sabíamos que podíamos perder, se não tudo, pelo menos alguma coisa.
Esta fixação nos MB e EXC ainda nos vai distrair das coisas importantes. De repente, parece que tudo se resume a evitar que alguns poucos colegas (alguém sabe quantos?)tenham algum hipotético benefício das classificações atribuídas.
Ainda não sabemos que novo ECD vamos ter nem tão pouco qual o novo modelo de avaliação. Para quê tanta preocupação com os famigerados MBs e Excs? Alguém consegue prever a importância que eles vão ter no futuro? Não era melhor mudar de disco e começar a pensar no ECD e no modelo de avaliação que o governo nos quer dar?
Novembro 17, 2009 at 3:07 pm
123
Novembro 17, 2009 at 3:07 pm
Ricardo Silva
O colega quer que os que não entregaram mesmo nada, para se armarem em heróis, depois sejam avaliados pela porta do cavalo?
Não é oportunismo puro e simples?
Santa paciência!
Novembro 17, 2009 at 3:16 pm
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/isabel-alcada-educacao-professores-fenprof/1103810-4555.html
Novembro 17, 2009 at 3:25 pm
Novembro 17, 2009 at 3:43 pm
Se bem entendi, devemos exigir aquilo que o ME quer, ou seja, “avaliação para todos no biénio que terminou”´, desde que tenhamos entregue um qualquer relatório crítico, como antes de Sócrates…
E eu que pensava que o governo pensava que antes dele nunca tinha sido efectuada a avaliação docente…
Novembro 17, 2009 at 3:48 pm
prof1 disse:
“Para quê tanta preocupação com os famigerados MBs e Excs?”
A minha explicação é simples: é a diferença entre uma postura pragmática, equilibrada e razoável e uma postura irrealista, maximalista e irrazoável.
Os que estão obcecados com os Muito Bons e Excelentes não pretendem deixar uma saída ao governo, não lhes bastando ganhar. Pretendem exibir a cabeça do adversário nas muralhas da cidade conquistada. No fundo não querem a paz, mas a “guerra total”, parafraseando a célebre de expressão de Joseph Goebbels proferida em Fevereiro de 1943.
Novembro 17, 2009 at 3:49 pm
A confusão generalizada.
Quem criou isto?
Nós?
Novembro 17, 2009 at 4:14 pm
#9
Que saudades da minha velha academia.
Novembro 17, 2009 at 4:47 pm
A questão central, onde todos os esforços se justificam, é o Estatuto da Carreira Docente. Há muitos prejuízos pessoais que resultaram da aplicação do ECD em vias de substituição. Os prejuízos consumados (antecipação das reformas, por exemplo) não têm remédio. Alguns que estão em vias de se consumar não deveriam neste momento ofuscar a razão ao ponto de comprometer a oportunidade em aberto de corrigir o que está mal definido, com reflexos para os anos vindouros. Não se confunda o acessório com o principal.
Novembro 17, 2009 at 4:57 pm
Tenho sérias dúvidas da adesão a uma luta após estes meses de sujeição a directores(as) adesivados e à guerrilha psicológica que se instalou em muitas escolas…
P.S.- vislumbro publicidade à disfunção eréctil neste post. Será uma alegoria?
Novembro 17, 2009 at 5:03 pm
#2,
Escrevi:
coincide em muito com a minha posição
Qual das palavras se revelou incompreensível?
O conjunto “em muito” que não significa “na totalidade”?
Novembro 17, 2009 at 5:05 pm
#4,
A tua postura é que talvez inviabilize – caso seja adoptada – a solução de todos seguirem em cionjunto.
Claro que há quem não entregou nada e teve BOM.
Só que é à boca pequena..
Estou cansado de fingirmos que não sabemos o que sabemos.
Novembro 17, 2009 at 5:07 pm
#16
Comovem-me sempre as subtilezas.
Novembro 17, 2009 at 5:11 pm
Folgo em saber que já há proposta de solução … para a disfunção eréctil!
Novembro 17, 2009 at 5:29 pm
Para além dos sorrisos:
http://professores-unidos.blogspot.com/2009/11/mais-respeito-pelos-sindicatos.html
Novembro 17, 2009 at 5:38 pm
Clarificação à vista:
http://professores-unidos.blogspot.com/2009/11/na-sexta-feira-ou-sim-ou-sopas.html
Novembro 17, 2009 at 5:59 pm
1.Não me importo que sejam atibuídos os Muito bons e Excelentes desde que não tenham aplicabilidade seja para que efeito for, agora e até ao fim dos tempos. Quem tiver carácter e um mínimo de respeito por si e pelos outros poderá declinar essa atribuição de mérito. Os outros,…, serão sempre os outros, é bom que os conheçamos.
2. Não me importo que não seja avaliada mas não com o argumento ilegal da não entrega de OIs e desde que não existam consequências sejam de que natureza forem. Não me importo de não ser avaliada a partir de um modelo de avaliação que mais não é que uma farsa, um falhanço, uma vergonha.
Ironia…
Novembro 17, 2009 at 6:03 pm
Ricardo Silva
Há escolas (não escola) onde houve gente QUE NÃO ENTREGOU NADA DE NADA (MAS MESMO NADINHA), MAS FOI AVALIADA!
Desculpa escrever-te em letra maiúscula porque não tenho paciência para escrever em BOLD!
Mas é evidente que vou manter em anonimato o nome destes directores. DE certeza concordarás, que divulgarmos agora essas escolas, poderíamos colocar problemas disciplinares aos respectivos dirigentes.
Novembro 17, 2009 at 6:26 pm
Colegas!
Neste momento há escolas onde já termonou o prazo de entrega para os OI do próximo ciclo avaliativo!
Não é incrível?
Por favor, não há quem páre essa gente?!
Esses directores deviam ser punidos!!!
Novembro 17, 2009 at 6:56 pm
O homem é o único animal que não aprende nada sem ser ensinado: não sabe falar, nem caminhar, nem comer, enfim, não sabe fazer nada no estado natural, a não ser chorar
Fonte: “História Natural”
Novembro 17, 2009 at 6:56 pm
Plinío…
Novembro 17, 2009 at 6:57 pm
pois 24 e alguns ainda continuam a discutir aquilo que não interessa…quando repararmos estamos com o mesmo sistema e depois quero ver….já aborrece esta discussão do passado….quem teve as notas teve …não vale a pena discutir o que passou….interessa é o presente e futuro e resolver esta questão…injustiças há todos os dias…vamos ser nos agora a remediar….sinceramente colegas…j´+a estou cansada de discussões sobre o que passou quero é ver um futuro melhor.
NOta: Não pedi aulas assistidas….para que conste….é que daqui a nada dizem já que estou a defender a minha dama…só tou cansado!!!!!!!!
Novembro 17, 2009 at 7:03 pm
Assim vão os debates entre professores sobre a sua carreira, avaliação etc…
Novembro 17, 2009 at 7:19 pm
É preciso clareza e tomar decisões. Sexta-feira há oportunidade para isso. Veremos o que acontece.
Novembro 17, 2009 at 7:19 pm
“DECLARAÇÃO DE VITÓRIA DO 1º MINISTRO!!!
“PARABÉNS” A TODOS AQUELES QUE TOMBARAM NA MAIOR LUTA JAMAIS ALCANÇADA POR UMA CLASSE PROFISSIONAL.
Aqueles que “morrem” em combate, normalmente, são apelidados de heróis. Não é disso que se trata. Mas aqueles que sucumbem à estratégia do inimigo e deixam de lutar, normalmente, são apelidados de traidores…fracos…e na história não rezam os fracos.(às vezes não é bem assim)
A todos aqueles que desistiram da luta…e mais aos oportunistas…que a cabeça lhes pese até à morte. Porque disso não se vão livrar.
Sinto-me envergonhado de alguns colegas. E não se trata de uma questão de liberdade. Trata-se sim de…verticalidade.
Nada será como dantes. Peço encarecidamente a todos que andaram de de “bandeira” no ar e que caíram nas “garras” do inimigo e oportunisticamente, se candidataram à avaliação que não me considerem mais amigo, colega…ou conhecido.”
Este foi um texto endereçado a todos os colegas de uma escola por um professor.
Há feridas que vão ser difíceis de sarar…mas o que está em causa é o futuro de toda uma classe.
Que o passado sirva para projectar um futuro melhor.
Novembro 17, 2009 at 7:24 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/11/16/exclusivo-bulimunda-uma-aula-assistida-de-um-titular/
Novembro 17, 2009 at 7:27 pm
Não gosto de repetir, mas tem de ser:
http://educar.wordpress.com/2009/11/16/testemunho-de-uma-que-apelidam-de-oportunista/#comment-317682
“Como sabem eu não entreguei os OI nem a FAA logo, em princípio, estou em situação de não ser avaliado.
Também, para já, estão no mesmo saco os colegas da minha escola que não entregaram os OI mas entregaram a FAA.
No entanto, com alguma sabedoria, a minha Directora só avaliará os professores no mês de Dezembro.
Serve esta pequena introdução, para alertar todos os colegas para as seguintes premissas algo pragmáticas:
1) Não é com vinagre que se apanham moscas.
2)Ostracizando professores que entregaram os OI, ostracizando professores titulares e ainda ostracizando professores que pediram Muito Bom e/ou Excelente PERDEREMOS ALIADOS IMPORTANTES PARA O NOSSO COMBATE.
EXISTEM AQUI COLEGAS QUE RESPEITO MUITO PELO SEU PASSADO DE RESISTÊNCIA, MAS QUE A NÍVEL DE ESTRATÉGIA NÃO OS QUERIA PARA GENERAIS.
Vejamos os factos:
a) A maior parte dos colegas, que conheço, e que pediram Muito Bom e Excelente, não estão de acordo com a divisão da carreira nem com esta avaliação. A nível das ideias, embora com algum peso da consciência, estão do nosso lado, mas ouvindo todos os dias os impropérios do nosso lado não me admira que se passem para o “outro lado”.
2 – O mesmo acontece com aqueles que entregaram os OI. Embora estejam em total desacordo com o governo, não duvido, que se continuamos a ostracizá-los, os perderemos indubitavelmente.
3 – O mesmo se passa com muitos professores titulares, muitas vezes dinamizadores das lutas nas suas escolas, mas que começam a sentir as suas “orelhas” quentes de tantas “varadas” que vão ouvindo nas escolas e nos blogues.
Isto das generalizações é muito perigoso. Se permanecermos hostis a muitas destas pessoas, não tenhamos dúvidas que ficaremos em minoria, logo mais frágeis na luta contra esta governo.
Logo é hora de cativarmos todos os colegas para o nosso lado.
A diferença entre os bons e os maus líderes da luta está na capacidade de reunir o maior número de soldados.
Deixem-se de idealismos puros e passemos a ter algum pragmatismo e uma certa dose de diplomacia!”
Novembro 17, 2009 at 7:33 pm
PCP quer suspensão do modelo até 6ª feira.
Leiam isto:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1423184
Novembro 17, 2009 at 7:35 pm
Ricardo Silva (4),
alguém está em condições de afirmar que algum colega “tritolé” está de “tritolé” segundo as regras da “legalidade” das próprias sinistralidades?
“…que evite injustiças e iniquidades?”
Estás a referir-te aos CINCO ANOS.
Correcto?
Novembro 17, 2009 at 7:36 pm
Na minha escola já está afixado um papel com o prazo para entrega dos próximos oi! A fantochada não acaba…
Espanta-me que muitas pessoas achem normal os políticos não cumprirem as promessas eleitorais, particularmente neste aspecto da suspensão da avaliação, a até classificarem de ingénuo quem estivesse à espera da coerência ! Tanta sofisticação blasée, e dá-se livre curso à mentira, à vigarice, deixando passar esses politicozecos sem o insulto merecido, no mínimo, de “hijos de p..ta” para baixo (como diriam os nossos hermanos que não são de meias tintas)? Se ninguém se importa com a vigarice, com a mentira, afinal porquê tanto barulho e tanta indignação com a degradação do regime? Seguindo a lógica dessa postura sofisticada, de quem observa as nuances das jogadas políticas, (são políticos, já se sabe…)temos de aceitar como normais todas as trafulhices e roubos…
Novembro 17, 2009 at 7:36 pm
São os únicos coerentes.
Novembro 17, 2009 at 7:36 pm
Já sabemos com o que podemos contar. Na próxima sexta-feira, com mais clareza:
“PCP ouve professores”
Terça, 17 Novembro 2009
Na intervenção inicial da Audição Pública realizada hoje na AR pelo PCP, Jerónimo de Sousa reafirmou que para o PCP «a cessação de vigência do actual regime de avaliação é um imperativo político, para garantir uma negociação que não esteja condicionada pela possibilidade de continuação do modelo actual» e anunciou a apresentação de um requerimento que permita a votação na especialidade e final global «de forma a garantir que já na próxima sexta feira a AR possa tomar decisões claras e inequívocas sobre esta matéria».
Áudio de Jerónimo de Sousa na Audição
O PCP entende que a cessação de vigência do actual regime de avaliação é um imperativo político, para garantir uma negociação que não esteja condicionada pela possibilidade de continuação do modelo actual.
Com o projecto lei do PCP, será determinada a cessação de vigência do regime actual e aberto um processo de negociação para a revisão do Estatuto da Carreira Docente, que deve respeitar alguns princípios básicos de que o modelo de avaliação actual não se designa, como a eliminação da divisão da carreira em categorias hierarquizadas – a injusta divisão entre professores titulares e não titulares – ou a garantia do seu carácter formativo e orientado para a promoção efectiva da melhoria do desempenho, a par da alteração dos critérios definidos para elaboração de horários de docentes, bem como dos conteúdos das componentes lectiva e não lectiva.
A Assembleia da República tem todas as condições para legislar sobre esta matéria e pode e deve fazê-lo através de uma decisão legislativa. Não se trata aqui de matéria da competência exclusiva do Governo, em que não poderíamos fugir à forma de resolução. Neste caso trata-se de matéria em que a Assembleia da República tem plena competência.
Assembleia da República tem esta semana de tomar decisões claras e inequívocas. O PCP entende que o resultado da votação da próxima sexta-feira não pode ser inconclusivo. Daí que se torne indispensável aprovar o projecto lei na generalidade, mas também na especialidade e em votação final global. O PCP irá apresentar um requerimento de avocação da votação na especialidade em Plenário, de forma a garantir que nesse dia a Assembleia toma decisões definitivas. O PCP está disponível para encontrar, com as outras bancadas parlamentares, incluindo o PS, um consenso em relação ao texto definitivo a aprovar. Mas tudo fará para que a Assembleia da República não deixe para o Governo aquilo que pode decidir por si, nem deixe para depois aquilo que pode decidir de imediato.
Muito há a fazer para defender a escola e restituir a dignidade e as condições profissionais aos professores e educadores portugueses. Podem contar com o PCP para essa luta.
Novembro 17, 2009 at 7:39 pm
#37, tb recebi esse mail.
Esta semana vai correr bem!
Novembro 17, 2009 at 7:39 pm
Os actos ficam com quem os pratica, por isso, os MB e Excelentes dos outros não me beliscam. Contudo, não compreendo que alguém insista em retirar benefícios de uma uma situação recheada de vícios, sabendo, de antemão, das tramóias do jogo.
Novembro 17, 2009 at 7:41 pm
Desculpe a pergunta mas é necessário uma avaliação porquê e para quê?
Novembro 17, 2009 at 7:42 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/11/17/playtime-businessman-tati-a-espera-de-algo/
Novembro 17, 2009 at 7:43 pm
E, por favor, fiquemo-nos pelo debate de ideias.
Seria conveniente que não passássemos a ataques pessoais, insinuações, etc, que criam climas de suspeição e não levam a nada.
Todos fomos muito úteis nesta luta.
O que ganharmos terá sido fruto da nossa persistência.
Não precisamos de louros ( “eu já tinha dito isso”, “eu fui o 1º a prever”, etc), pq o ser humano é frágil e é orgulhoso, e não somos Jesus Cristo, retaliamos.
As ideias, as estratégias,…isso sim, mas num plano intelectual.
Novembro 17, 2009 at 7:45 pm
De início do consulato sinístrico dei-me ao trabalho de recolher provas documentadas de ilegalidades de todo o género e feitio e de as apresentar, oficiar, alertar, etc.
De nada serviram. NADA.
O número de ilegalidades de toda a ordem, de abusos de poder e de todas as tácticas e técnicas de compadrio pessoal/ profissional atingiram níveis da TOTAL LOUCURA.
Desisti de coleccionar documentos comprovativos da maior pouca vergonha a que nunca na vida imaginei presenciar. Conservo (ainda) alguns. Um dia lhe darei um fim.
Novembro 17, 2009 at 7:48 pm
#43, o reinado Socas-Milu ainda será escrito.
É preciso não esquecer, para poder aprender.
Novembro 17, 2009 at 7:49 pm
A ministra da Educação vai apresentar nesta quarta-feira um calendário aos sindicatos para negociar novas regras na avaliação de desempenho e no estatuto da carreira docente.
Isabel Alçada admite que haverá um novo modelo de avaliação e um novo estatuto, mas frisou que optou por não suspender o que está em vigor para não haver «um vazio legal», informa a agência Lusa
Além do calendário, a ministra assumiu que apresentará mais alguma coisa aos sindicatos para fechar este ciclo de avaliação, escudando-se a revelar pormenores do que tenciona apresentar em primeira-mão aos representantes dos professores.
«Vamos propor aos sindicatos um calendário quarta-feira e depois analisaremos em conjunto a articulação entre o estatuto e a avaliação. Há um processo de trabalho e a nossa perspectiva é que esse trabalho seja reconhecido», reafirmou, acrescentando: «Não há suspensão porque não deve haver um vazio legal. Vamos fechar um ciclo. Começará um novo modelo e um novo estatuto».
A Fenprof, entretanto, emitiu um comunicado, em que se queixou de ter sido avisada da reunião apenas hoje. O encontro realiza-se amanhã, pelas 12:00, e terá a duração máxma de 45 minutos. Em agenda está a apresentação de uma proposta de calendário para a revisão do Estatuto da Carreira Docente.
«A FENPROF já fez saber que, dada a urgência de avançar com este processo de revisão, estará presente, mas referiu que, tratando-se de uma reunião negocial, nos termos da lei, deverá ser convocada com 5 dias de antecedência. É que, sendo convocada de véspera, poderá impedir a presença de alguns Presidentes de Sindicatos, nomeadamente os que terão de se deslocar das regiões autónomas», refere o comunicado, em que também existem críticas à curta duração do encontro.
Fonte TVI24
Novembro 17, 2009 at 7:52 pm
Começo a ficar cada vez mais cansado para argumentar. Mas no ar, paira uma sensação desagradável.
Novembro 17, 2009 at 7:52 pm
O que é que eu disse num comentário anterior Reb..? Eu só eu e mais eu e ainda eu..Próprio dos ser humano…É assim vai ser durante muito tempo assim e só deixará de o ser quando formos extintos…Mas tens razão…eu estou disposto a prescindir de algo e a ser pragmático… todavia uma coisa não prescindo é a de pensar que todo este processo kafkiano está adulterado desde o inicio..e quem pensar o contrário não tem, a meu ver, um mínimo de decência nem de ética…mas isto sou eu a sinapsar.se calhar sou ingénuo ..deixa….antes assim…
Novembro 17, 2009 at 7:52 pm
#45, o PCP em coerência.
Novembro 17, 2009 at 7:53 pm
“avaliação para todos no biénio que terminou, e por isso se for preciso devemos manifestar-nos e ir à luta.”
Claro.
Novembro 17, 2009 at 7:57 pm
#47, Buli, não me referia a ti nem a ninguém em particular.
O melhor deste blog é que é feito de pessoas que pensam pela sua cabeça.
Isso gera, por vezes, atritos, o que é natural.
Todos gostamos que concordem connosco. É da natureza humana e não acho negativo.
Mas acho que nós, pela nossa profissão, temos a mente mais preparada, talvez, que outros que se atiram a quem os contradiz.
Isto não é uma questão de egos, é uma questão de ideias e ideais.
Se nos lembrarmos disso, ouvimos os argumentos do outro e rebatemos se não concordarmos, mas evitamos entrar na esfera mais emocional.
Penso eu de que…
Novembro 17, 2009 at 7:57 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/11/17/coldplay-fix-you-live-at-toronto-para-o-guinote-e-todos-os-umbiguistas-atentem-na-letra/
Bem vou à janta..Intè…
Novembro 17, 2009 at 7:59 pm
Bem mais Reb..
Novembro 17, 2009 at 8:02 pm
Buli, além disso penso que estamos numa fase de catarse destes 4 anos.
E precisávamos disso.
Foi tão injusto, tão retorcido, tão brutal o que nos caiu em cima que, se começarmos por uma ponta e acabarmos na outra, parece um filme de terror.
Como suportámos tudo é que nem sei.
Pela minha parte, suportei porque tinha o Umbigo.
Novembro 17, 2009 at 8:09 pm
Se a ministra vai apresentar soluções que as apresente sem prejudicar nenhum professor. Novo modelo de avaliação e novo estatuto, Se os anteriores não servem, então que encontre soluções para que nenhum professor deixe de ser avaliado. Todos devem ter oportunidade de progredir porque a grande confusão instalada esteve do lado do ministério. Nova ministra, novas políticas. Se há mudança oque ficou para trás não deve ter consequências negativas para os docentes.
Novembro 17, 2009 at 8:10 pm
Tal como nenhum professor pode dizer, considerando os critérios adoptados, que é professor titular com legitimidade, também nenhum professor, considerando o espectáculo que foi a ADD, poderá dizer que a menção de Muito bom ou excelente é merecida.
Portanto pergunto?
Por que razão não poderá haver uma determinação legal que defina excelente para todos? Assim, ninguém ficaria, de facto, prejudicado e, seguiríamos todos de cara lavada.
Afinal não é isso que o PSD determina no seu projecto?: criar condições para que nenhum professor não seja prejudicado.
Novembro 17, 2009 at 8:13 pm
#55, essa de Excelente para todos…
Novembro 17, 2009 at 8:13 pm
Ontem foi o último dia do prazo estabelecido para entrega dos oi.
Os meus colegas “acagaçaram-se” porque o calendário deste ciclo avaliativo está no Regulamento Interno do agrupamento e acham que não podemos desobedecer.
Mais uma vez não os entreguei mas a dúvida ficou, o director pode penalizar-me por não cumprir algo que o RI prevê?
Por outro lado, como pode um RI sobrepor-se à lei, uma vez que não há nada que nos obrigue a entregar-los?
Esta m**** não acaba!!
Novembro 17, 2009 at 8:13 pm
Seria o mesmo que Bom para todos, uma vez que não haveria diferenciação.
Novembro 17, 2009 at 8:13 pm
Os excelentes e muito bons só não deveriam contar para efeitos de concurso. Aí é que não é mesmo justo. Prontos.
Novembro 17, 2009 at 8:14 pm
Boas…
Estou cansada e só li os comentários na diagonal…
Como sabem eu entreguei um CLIP…
Na minha escola ainda ninguém sabe nada sobre a avaliação e nem se fala da próxima!
Gostava que TODOS os PROFESSORES continuassem a LUTAR porque deixámos de ter uma SINISTRA para termos uma SONSA!
Eu recuso dizer que a Ministra da Educação se chama Isabel Alçada! Apesar de ser um fantoche não deixa de ser uma personagem de ficção… O que aqui estou a afirmar já o disse aos meus alunos de 10º e 11ºanos.
Ah! deixo de ser a professora Fátima Freitas e “passo” a ser a Maria Mattos!
Novembro 17, 2009 at 8:14 pm
Novembro 17, 2009 at 8:14 pm
Tens razão Reb, desta vez concordo contigo
“Eu avisei, eu já tinha dito aqui, eu é que estava cheia de razão…” São palavras vazias que não contribuem para o debate.
A História mostra-nos que o enriquecimento da cultura resulta de se porem em questão os valores da sociedade, as suas ideologias, a qualidade das suas produções, a humanidade das suas instituições e dos seus políticos, as tendências do seu desenvolvimento.
Novembro 17, 2009 at 8:15 pm
Nenhum professor não seja prejudicado? Nenhum professor seja prejudicado? Espera lá, tenho de ir estudar isto outra vez.
Novembro 17, 2009 at 8:15 pm
#57, houve quem entregasse? lolollll
Nem esperam por 6ª feira?
Bem, a não ser que o RI das escolas esteja acima de qualquer lei..
Acho que nem a Alçada entregaria….nem a Milu..
Novembro 17, 2009 at 8:16 pm
digo nem…
Novembro 17, 2009 at 8:18 pm
Novembro 17, 2009 at 8:18 pm
#60, olá, Maria Mattos, seja bem aparecida por estas bandas.
#62, Olinda, só desta vez é que concordas comigo?
Esqueces-te que concordámos que a feijoada de lebre foi o melhor manjar que já provámos.
Novembro 17, 2009 at 8:19 pm
#57
adultos responsáveis a acagaçarem-se??? Muito jogo….
Novembro 17, 2009 at 8:20 pm
#67
Com a fome que estou, agora ia uma pratada dessa feijoada.
Novembro 17, 2009 at 8:21 pm
#59 a questão é que conta, a questão é que diferenciaram com lei pantanosa, com sinuosidade, com atropelos e muitos outros substantivos e adjectivos que me inibo de mencionar. Portanto, e, repito, considerando que o ponto 3 do projecto do PSD diz que o ministério deve criar condições para que nenhum professor seja prejudicado, a única solução para que nenhum professor seja prejudicado é dar excelente a todos.
Será assim um absurdo tão grande?
E, garanto-vos: não sou ingénuo, há muito que passei os 40 e também não sou cínica.
Novembro 17, 2009 at 8:21 pm
Vou jantar uma mijurdice que ficou de ontem.
Quem me dera atropelar lebres como a Olinda e ter quem mas cozinhasse para o jantar.
Novembro 17, 2009 at 8:21 pm
É verdade Reb, esse almoço umbiguista da feijoada de lebre foi dos mais suculentos e conseguiu pôr toda a gente de acordo
com a boca cheia e caladitos.
Novembro 17, 2009 at 8:23 pm
#72, nunca provei nada semelhante.
Um manjar para as deusas que somos.
Vou comer ali qq coisita com o meu pessoal.
Inté…
Novembro 17, 2009 at 8:24 pm
Reb
Não brinques que ainda me arranjas problemas com a sociedade protectora das lebres
Novembro 17, 2009 at 8:24 pm
#55,
“Afinal não é isso que o PSD determina no seu projecto?: criar condições para que nenhum professor não seja prejudicado.”
E a credibilidade do PSD vale exactamente o quê?
Fui avaliado e estou disposto à luta por quem não foi. E para mim, luta é mesmo luta e não grevezinhas de um dia, manifestaçõezinhas de fim-de-semana, etc.
Novembro 17, 2009 at 8:25 pm
Olá Reb e Olinda não gosto de feijoada mas “curto” a companhia.
Tenho andado atolada de coisas para fazer…
Passo por aqui embora não comente!
Novembro 17, 2009 at 8:28 pm
Olá Fátima, andamos todos cansados e precisamos de uma interrupção, e de jantares umbiguistas antes ou depois
Novembro 17, 2009 at 8:28 pm
Quem lutou ate´ hoje, vai esperar mais uma semana para saber o que decidem os Deputados no Parlamento até ao final desta semana.
Confiar na democracia e nos seus mais importante órgão representativo.
Depois, trata-se de continuar a viver com a respeitabilidade e a nobreza de carácter que este processo trouxe a cada Pessoa de acordo com a capacidade de intervenção que tem.
Continuo a pensar que a responsablidade individual foi o “toque decisivo” durante todo este processo.
Já não é hora de chorar pelo leite derramado…
O pesadelo vai acabar, mas é preciso acordar e viver com o nosso próprio rosto frente ao olhar do outro!
Novembro 17, 2009 at 9:09 pm
“adultos responsáveis…”
Aí é que está, eles consideram que eu fui irresponsável porque não obedeci ao estipulado no RI do agrupamento.
Novembro 17, 2009 at 9:15 pm
Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu,eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu,eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, o meu umbigo e eu!
Novembro 17, 2009 at 9:20 pm
Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu,eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu,eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, o meu umbigo e e e mais o meu…..umbiguem para lá com este já batido mas actual neste momento…
Novembro 17, 2009 at 9:20 pm
#63
“Criar condições para que nenhum professor seja prejudicado” é este o texto,desculpem a gralha introduzida pelo “não”.
Talvez fosse coisas do subconsciente, mas é que eu acredito, mesmo, mesmo, que o PSD não quer que “nenhum professor seja prejudicado” e sendo assim, a única solução é excelente para todos.
Novembro 17, 2009 at 9:53 pm
#78 make it better
Olá, long time; no see…
Toda a razão…
Novembro 18, 2009 at 11:36 pm
#50
Poix…
Novembro 18, 2009 at 11:40 pm
#24
É o caso da minha escola do ano passado, segundo me contam…A realidade é bem pior do que a ficção…