Bom dia!
Devemos ter esperança?
Acho que sim.
O que pode a teimosia do governo perante o país inteiro?
Só espero que seja só uma “guerra de palavras”. Mas espero, tb, que se suspenda ( não há como “aperfeiçoar”) este 2º ciclo avaliativo que ainda se baseia numa divisão da carreira que deve ser suspensa ( não encontro outra palavra).
Mário Nogueira
“O jogo a sério começa hoje”
O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, diz que “o jogo a sério” entre sindicatos de professores e Governo “começa hoje”, esperando um relacionamento institucional entre as duas partes “significativamente diferente” daquele que se verificou no passado.
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Jornal de Negócios com Lusa
O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, diz que “o jogo a sério” entre sindicatos de professores e Governo “começa hoje”, esperando um relacionamento institucional entre as duas partes “significativamente diferente” daquele que se verificou no passado.
“O jogo a sério começa hoje porque vamos ter uma reunião com o Ministério da Educação para tentar perceber quais são, de facto, as disponibilidades desta equipa ministerial para podermos avançar para um tempo de maior tranquilidade. A nossa abertura é completa e total”, afirmou.
O líder da Federação Nacional dos Professores falava aos jornalistas à porta do Ministério da Educação, onde hoje a nova ministra, Isabel Alçada, recebe todos os sindicatos do sector para discutir a avaliação de desempenho e o Estatuto da Carreira Docente.
Sublinhando tratar-se de um reunião “para começar tudo de novo”, o sindicalista disse estar com “expectativas positivas”, até porque “toda a equipa ministerial foi substituída”.
“É também o reconhecimento de que alguma coisa esteve mal no passado”, afirmou, lembrando que tudo o que foi proposto pelos sindicatos na anterior legislatura foi “recusado”.
Mário Nogueira indicou que a Fenprof vai entregar à ministra um dossier com todas as “posições, propostas e pareceres” apresentadas à anterior ministra, Maria de Lurdes Rodrigues, levando “à cabeça” a suspensão do modelo de avaliação de desempenho e o fim da divisão da carreira entre professores e professores titulares
“Esperamos que esta equipa ministerial entenda os benefícios da suspensão deste modelo. Suspender e não prosseguir no segundo ciclo avaliativo com um modelo que está condenado à partida”, afirmou.
Quanto ao Estatuto da Carreira Docente, o secretário-geral da Fenprof manifestou-se confiante em que da reunião de hoje possa sair um calendário negocial, tendo em vista a sua revisão.
Questionado sobre o regresso dos professores às manifestações na eventualidade da avaliação não ser suspensa, Mário Nogueira disse que colocar já essa possibilidade “é prematuro”.
“Até agora não tivemos mais do que um aquecimento”, afirmou.
Achei o MN bem disposto. Com optimismo mas sem exageros.
O modelo é para suspender mas não significa que se deitem fora estes dois anos. Foi o que foi dito. Peço aos sindicatos que não se esqueçam que há professores que não foram avaliados por não terem entregue os objectivos.
Era injustíssimo que quem colaborou com este modelo (moribundo) tenha avaliação e quem o combateu seja prejudicado.
“O calendário para as negociações será entregue na próxima semana.”
…tanto tempo para quê? não conseguiram fazer o calendário na reunião ou ainda estão à espera da reunião da tarde?
“O Supremo Tribunal de Justiça, órgão máximo da magistratura judicial em Portugal, já decidiu decretar a nulidade da certidão envolvendo escutas telefónicas em que aparece o primeiro-ministro José Sócrates
…”
1 frango grande ou galo do campo, partido aos bocados e ao qual se retirou a pele.
2 colheres de sopa margarina
2 colheres de sopa de óleo
1 litro de vinho carrascão
1 cabeça de alhos
sal q.b.
Confecção:
Aquece-se a margarina e óleo num tacho e passam-se os bocados de frango de um lado e outro, sem deixar fritar, só até ficarem brancos, deita-se o vinho carrascão no tacho de modo a cobrir o frango e só nessa altura é que se põe o sal e os alhos pelados, deixa-se ferver em lume brando com o tacho destapado até desaparecer o vinho todo e ficar com um molhinho espesso e suficiente para que seja possível “molhar” as batatas.
Como leva pelo menos 2/3 horas a cozinhar não deve utilizar-se frango muito pequeno e tenro porque se desfaz.
Depois de cozinhado deite o frango numa travessa onde previamente colocou, depois de peladas, as batatas cozidas com alhos.
#26, Teresa, vê o vídeo com a entrevista ao Màrio Nogueira que a Maria Lisboa colocou em #24.
Gostei do que ouvi.
Step by step chegamos lá.
Gostei de o ouvir dizer que os sindicatos precisarão da mobilização dos professores para conseguirem uma efectiva revisão do ECD.
Claro que o que mudou em 3 meses não foi só a simpatia da nova ministra.
O que mudou foi o cenário de maioria do PS na Assembleia.
O que podem eles fazer contra todos?
Chegou a altura do Socas engolir o sapo da Educação.
Pela 3ª vez (se não me engano) coloco de novo a pergunta (eu, armado em Maria Campos): Então, continuamos optimistas?
Deixa-me rir. Que é apenas uma maneira de “dezer” vão para o raio que os parta. Se já não me sentia representado pelos sindicatos, agora, definitivamente sinto-me usado pelos sindicatos, pelo menos pelos que foram recebidos até agora.
Senhores da FENPROF não estão autorizados a falar em meu nome, nem sequer a definir calendários em meu nome.
Alôôô… algum partido da oposição está a ouvir?…
Bye-bye mudanças. Vão preparando os porta-folhas.
estou a ouvir o Paulo na TVI e até estiuy a gostar do discurso… apesar de na história dos professores titulares achar que o Paulo não foi nada convincente.
Estive em linha para participar no programa mas depois já não deu tempo.
Queria ter expressado a minha gratidão ao Paulo pelo papel que tem tido nesta luta.
#48
Margarida
Infelizmente muitas acções de formação deixaram muuuuuito a desejar.
Tenho defendido que os centros de formação deveriam ter tido um papel fulcral na formação dos professores.
Não tiveram. Mas aí continuam: frescos que nem umas alfaces!
No nosso centro de formação faziam-se as acções que eles queriam e não as que interessavam aos professores a quem eram destinadas. O mal é de quem governa os centros de formação!!!!!!!!! Mais uma vez de “jobs for the boys”…
A culpa não é só, nem principalmente, dos centros de formação, a meu ver.
Porque quem define os critérios e atribui os finaciamentos sempre foi o ME. Por mais interessante que sejam as acções propostas, se não se enquadrarem nas prioridades (que nos últimos anos têm sido as TIC, Bibliotecas, Português, Matemática e pouco mais) só se fazem se os formandos as pagarem…
Pois, mas os directores apenas candidatam acções à acreditação e respectivo financiamento. Certamente que entre todos terá havido uns mais preocupados com as reais necessidades de formação que lhes foram solicitadas, enquanto outros terão dado prioridade à contratação dos “amigos”.
Mas no final tanto uns como outros ficaram dependentes da última palavra que sempre pertenceu ao ME.
Se os governos fossem competentes,honestos e interessados na evolução séria dos seus cidadãos, em vez de estarmos a tentar negociar educação estaríamos a EDUCAr para a vida!
Na próxima semana penso que já teremos uma proposta de calendário negocial, com a revisão do Estatuto da Carreira Docente em primeiro plano. Aí será possível uma abordagem mais específica das matérias que neste momento mais preocupam os educadores e professores, sublinhou Mário Nogueira, à saída da primeira reunião com a nova Ministra da Educação, Isabel Alçada, nesta terça-feira, 10 de Novembro.
Dirigida pelo Secretário Geral, a delegação da FENPROF integrou António Avelãs (SPGL), Manuela Mendonça (SPN), Anabela Sotaia (SPRC), Joaquim Páscoa (SPZS), Paulo Cafofo (SPM) e Clara Torres (SPRA).
“Nesta primeira reunião foi possível uma abordagem larga de um dossier de temas que neste momento preocupam as escolas e os professores, na perspectiva, naturalmente, da alteração de quadros legais”, observou Mário Nogueira, no final da reunião. O dirigente sindical sublinhou a urgência das medidas a tomar pelo ME, afirmando, a propósito da avaliação, que “não tem sentido continuar (com o actual modelo), para daqui a três meses termos uma avaliação diferente”.
No diálogo com os jornalistas – em peso na 5 de Outubro -, Mário Nogueira lembrou que avaliação é um dos aspectos centrais, mas está intimamente ligado com outras matérias também essenciais. O Secretário Geral da FENPROF apontou questões como os concursos e a necessidade de realização, já no próximo ano, de um novo concurso para colocação de professores; a aposentação; e os horários de trabalho (“é urgente corrigir o que está mal”).
FENPROF
A FENPROF reafirmou hoje, junto da nova equipa do Ministério da Educação, a exigência de suspensão do actual modelo de avaliação, a revisão urgente do Estatuto da Carreira Docente (ECD) e, neste âmbito, a eliminação da divisão dos professores em categorias e a substituição do actual modelo de avaliação, entre outros aspectos.
A nova Ministra da Educação afirmou ser prioridade da sua equipa a alteração do modelo de avaliação, a concretizar num quadro de revisão do ECD, referindo, a esse propósito, não haver possibilidade der analisar a avaliação sem analisar as questões da carreira. Quanto a este processo de revisão, o ME comprometeu-se a enviar à FENPROF, com a máxima brevidade (aguarda-se que tal aconteça na próxima semana), uma proposta de calendário negocial. Relativamente à futura estrutura da carreira (com ou sem categorias), o ME reservou para as negociações a apresentação da sua posição e de uma proposta, tendo a FENPROF referido, com grande clareza, que o fim da fractura da carreira será um dos pressupostos para o normal desenvolvimento desse processo de revisão.
Já em relação ao futuro modelo de avaliação, houve consenso nos grandes princípios por que se deverá orientar – formativo, com implicação na carreira e relevante para o desenvolvimento profissional dos docentes – faltando agora conhecer quais as propostas que o ME apresenta para a sua concretização. A FENPROF reafirmou a necessidade de abolir as quotas de avaliação e de centrar o futuro modelo no que é essencial na actividade profissional dos docentes: a leccionação e todo o trabalho que o professor desenvolve em torno da sua relação directa com os alunos, sem esquecer, obviamente, o seu contributo para um melhor desempenho da escola em que exerce actividade.
Foi neste quadro de alteração, no futuro próximo, do actual modelo de avaliação que a FENPROF colocou, nesta primeira reunião com a nova equipa ministerial, a necessidade de suspender o regime que vigora. Nesse sentido, a FENPROF esclareceu o seu conceito de suspensão:
a) Encerramento do primeiro ciclo avaliativo, sendo garantida a avaliação de todos os docentes, independentemente de terem apresentado proposta de objectivos individuais;
b) Não produção de efeitos da atribuição, no primeiro ciclo avaliativo, de Muito Bom e Excelente, de imediato nos concursos para contratação a realizar ainda este ano lectivo;
c) Não prosseguimento do segundo ciclo avaliativo, ficando as escolas dispensadas de desenvolver os procedimentos a que estariam obrigadas caso este não fosse suspenso.
Relativamente a esta matéria, a Ministra da Educação apenas afirmou que, em relação ao passado, há um ciclo a completar, nada referindo quanto ao futuro, o que faz supor que, sendo dada prioridade à revisão do ECD e do seu modelo de avaliação, o regime que ainda vigora cairá por si.
Face a esta reunião, ganham, ainda, maior importância, as iniciativas legislativas em curso na Assembleia da República – projectos de resolução, de deliberação parlamentar e de lei –, visando suspender a avaliação. Da mesma forma, ganha importância acrescida a mobilização dos professores e educadores que deverá manter-se, residindo nela a força que a FENPROF encontrará para, em sede de negociação, apresentar e defender as propostas dos professores em torno das quais vêm lutando há mais de dois anos. É de acrescentar que sobre o ECD, a FENPROF ainda referiu a necessidade de abolir a prova de ingresso na profissão, alterar as regras para a aposentação dos docentes e as condições de exercício da profissão nos anos que a antecedem, rever os critérios para a elaboração dos horários de trabalho, entre muitos outros aspectos para que apresentará propostas concretas.
Quem disse que nenhum modelo me serve? Qualquer 36 me encaixa na perfeição.
E não sou de modas.
O anterior devidamente regulamentado era melhor que este. Mas não interessava regulamentar, interessava complicar. E complicaram tanto que ficámos com um menos exigente que o outro.Tu és o exemplo acabado de que não interessa a escola. Interessa a carreira política de uns quantos e dos seus seguidores.
Professores: FNE dá 60 dias ao Ministério
Estrutura sindical pressiona nova ministra da Educação
Depois da FENPROF e de outras estruturas sindicais de professores, também a FNE teve oportunidade de falar com a nova ministra da Educação sobre a avaliação dos professores. O líder João Dias da Silva ficou convencido de que o actual modelo tem os dias contados.
«A FNE dá 60 dias ao Ministério para terminar as negociações sobre o processo de avaliação. Não podemos esperar muito mais tempo», disse à saída da reunião, considerando que «existem outras matérias a discutir, pelo que não se pode demorar muito mais tempo».
«Apostamos neste processo negocial. Numa solução que vá de encontro às aspirações dos professores», frisou, considerando que foi uma «reunião simpática de trabalho».
Discussão no Parlamento ainda este mês
A Assembleia da República discute nos próximos dias 19 e 20 de Novembro as iniciativas legislativas de todos os partidos sobre o modelo de avaliação de professores e o estatuto da carreira docente, agendou a conferência de líderes.
Segundo a porta-voz da conferência de líderes parlamentar, a deputada do PS Celeste Correia, o prazo para entrega das iniciativas sobre educação termina na próxima sexta-feira.
1) Eu fiz parte da equipa do Projecto Coménius
da minha escola que trabalhou numa rubrica de intercâmbios de experiências entre órgãos
de gestão entre países da União Europeia.
2) O meu conhecimento sobre a avaliação de desempenho dos professores na Europa decorreu
integrado nesse projecto, durante um período que decorreu entre 1999 a 2008. Mesmo após
ter deixado o cargo de PCE em 2005 continuei a participar nesse projecto.
3)Foram realizados, no âmbito acima referido, intercâmbios entre a minha Escola e escolas
dos seguintes países europeus: Áustria, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Finlândia,
Reino Unido(Inglaterra), Reino Unido (Escácia), Chipre, Luxemburgo, Irlanda, Suécia,
Dinamarca, Noruega, Letónia, Estónia, Lituânia, Eslovénia, Itália, Alemanha, Itália,
Roménia, Malta, Grécia e República Checa, Eslováquia, Polónia e Hungria. (estive a fazer
uma revisão de todos os intercâmbios e parece-me que não me esqueci de nenhum País).
4) Num dos encontros, realizado em 2004 na Holanda, foram convidados directores de duas
Escolas dos Estados Unidos pertencentes aos estados do Kentucky e do Estado do Alabama.
5) Dentro deste projecto os coordenadores dos encontros (meetings), em regime de
rotatividade, foram sempre exercidos por um núcleo de escolas dos seguintes países:
Suécia, Finlândia, Dinamarca, Holanda, Alemanha e Portugal.
6) Em todos esse encontros (headteachers, principals, directors, etc) foram abordados
problemas relacionados com a organização escolar e curricular, avaliação de sistemas de
ensino, avaliação interna e externa de escolas e avaliação de professores.
7) Entre os países que não têm um sistema de avaliação de carácter geral contam-se:
Áustria, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Itália, Noruega, Países Baixos,
Reino Unido (Escócia), Suécia, Eslováquia, Hungria e Letónia. O que existe nestes países
baseia-se praticamente num relatório não formal enviado pelo professor ao Director ou ao
seu imediato responsável onde, relata o trabalho efectuado ao longo do ano, enumera as
dificuldades encontradas, sugere estratégias para o ano lectivo seguinte. No caso
particular da Finlândia cada professor faz um relatório do trabalho desenvolvido durante
o ano ao seu responsável imediato, este, entretanto, realiza uma reunião de trabalho com
os colegas onde faz um balanço do trabalho prestado e elabora de seguida um relatório
síntese da equipa de trabalho. Em seguida esse responsável de departamento (ciclo de
ensino) reúne com outros responsáveis de outros departamentos e com o director onde
realizam uma auto-avaliação. O relatório de auto-avaliação da escola é feito pelo
director coadjuvado por uma equipa e daquilo que me apercebi é um documento que goza de
grande credibilidade por parte da comunidade educativa. A Holanda cometeu, nos anos 90, a
loucura de avaliar professores “à grelha”, mas depressa arrepiou caminho, pois a
debandada dos professores foi enorme e além disso veio a verificar-se que a qualidade de
ensino tinha piorado. Praticamente nesta década a Holanda não tem uma avaliação formal de
docentes. Nestes países a carreira está divida em vários escalões que variavam entre 3 a
5/6 no máximo. No fundo todos progrediam na carreira em resultado da antiguidade. NA
GENERALIDADE DESTES PAÍSES FUNCIONA O SEGUINTE PRINCÍPIO: TODO O PROFESSOR DEPOIS DE
DEVIDAMENTE HABILITADO É CONSIDERADO BOM ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO. Mas atenção, nestes
países, em especial nos países nórdicos, O TRABALHO DE EQUIPA É UMA MARCA FUNDAMENTAL.
Caso curioso a Itália foi onde encontrei um funcionamento mais individualista da classe
docente.
Pelo contrário, foi implementada uma avaliação formal do desempenho docente de nos
seguintes países: Alemanha, Eslovénia, Estónia, França, Grécia, Lituânia, Malta, Polónia,
Portugal, Espanha, Reino Unido (Inglaterra), República Checa e Roménia. No Reino Unido
(Inglaterra) encontrei um sistema de avaliação instável onde durante vários anos
imperaram as grelhas. Em Portugal e em Espanha o relatório crítico de avaliação era a
prática habitual. Nos restantes países a avaliação era exercida pela observação directa
de várias aulas, ou pelo responsável da área disciplinar, ou pelo Director (vi um
Director na área da Literatura a observar uma aula de um professor de Matemática na
Roménia), ou ainda por um avaliador externo (inspector se bem me recordo em quase todos
os países). Na Alemanha achei a avaliação caricata pois disseram-me que a assistência às
aulas do inspector, por vezes, não demorava mais de 15 minutos. Imaginem tamanho
sacrilégio! Se bem me lembro a avaliação era realizada por avaliador externo (sempre
inspectores) em França, na Eslovénia, na Polónia e na Alemanha. Os inspectores
avaliadores em conjunto com os directores eram os responsáveis pela notação da avaliação.
DE FACTO FOI NO REINO UNIDO QUE ENCONTREI NA ESCOLA PÚBLICA UMA POLÍTICA INSTÁVEL EM
RELAÇÃO AOS PROFESSORES.
9) Do Kentucky e do Estado do Alabama foi onde encontrei a avaliação mais grelhada.
Embora a do Estado do Kentucky fosse de simples preenchimento pelo Director da escola,
quando na altura o principal de uma escola de avaliação do Alabama apresentou a sua
grelha de avaliação, TODA A GENTE SE ASSUSTOU. Foi de facto a primeira avaliação idiota
que me apareceu, em tudo muito parecida com a avaliação chilena.
Como podes verificar Reb a avaliação feita por entidades externas são raras na Europa e
segundo me disseram são dispendiosas.
DECLARAÇÃO: Esta minha impressão resulta de conversas que tive com os directores de
escolas que participaram em “trocas de experiências” no âmbito do Coménius. No entanto.
CONCLUSÕES: Daquilo que observei destaco que na avaliação de professores na maioria dos
diferentes países impera essencialmente a confiança do professor até prova em contrário.
APRENDI TAMBÉM QUE O SUCESSO DOS SISTEMAS EDUCATIVOS DOS PAÍSES MAIS A NORTE BASEIA-SE NO
TRABALHO DE EQUIPA E NA TROCA DE EXPERIÊNCIAS. O INDIVIDUALISMO NA CARREIRA DOCENTE É
INIMIGA DA QUALIDADE DE ENSINO.
(postado no Umbigo)
Sessenta dias é o tempo para acabar este ciclo de avaliação que é isso que o governo pretende.
O pessoal fica avaliado até finais de Dezembro e depois inicia-se o outro modelo. Será?
Os números do PISA. Quem é quem com melhores resultados a Matemática, Ciências e Leitura?
O Estudo Internacional que avalia as competências dos alunos até aos 15 anos, através de exames de matemática, Ciências e Leitura, vulgarmente conhecido por PISA, dá-nos a seguinte resposta:
Finlândia: 1º em Ciências; 2º em Matemática; 2º em Leitura. Canadá: 3º em Ciências; 4º em Leitura; 4º em Matemática. Coreia do Sul: 11º em Ciências; 1º em Leitura; 4º em Matemática. Japão: 6º em Ciências; 15º em Leitura; 10º em Matemática. Noruega: 33º em Ciências; 25º em leitura; 29º em Matemática. Espanha: 31º em Ciências; 35º em Leitura; 32º em Matemática. França: 25º em Ciências; 23º em Leitura; 23º em Matemática.
Portugal está à frente da Espanha, com resultados muito semelhantes aos de França. Os países mediterrânicos, Portugal, Espanha, França, Grécia, Turquia e Itália, têm resultados semelhantes. Encontram-se a meio da tabela ou um pouco mais para trás.
Ao contrário do que o Governo de Sócrates quis fazer crer, os alunos portugueses tiveram, em 2006, um desempenho muito razoável nos testes do PISA.
Do que nos tem valido as manifes ao sábado e dois dias de greve?
Para fazermos a figura que MC faz por aqui.De tontos.
Bater com a porta é que não…até chegar 2013(na melhor das hipóteses) e começarem a contratar profes brasileiros e dos PALOPS, enquanto nós fazemos pela vida no estrangeiro. Sim, porque os nossos ordenados têm sido pagos pelos outros países da UE, não tenhas dúvidas. Pelos países que depois de nos darem milhares de milhões, ainda vão ter ccapacidade para nos dar emprego e aos nossos filhos. E nós, como os pais, à espera que a fatalidade nos bata à porta…
Em 2013 acabam-se as verbas da UE…e vamos ter que começar a devolver os fundos (nem tudo foi a fundo perdido…)
Não é nenhum crápula faxista (de fax), nem os (ou as)seus lambe-botas, ministras ou não, que vai estilhaçar o problema da pseudoavaliação.
É a oposição. No parlamento.
Os sindicatos fazem bem em mostrar esperança, apregoar que estão esperançados… Tornam-se vítimas do bluff socratino e simultaneamente autores dum outro, preparando-se para comporem com a I.Alçada os restos que sobrarão para montarem um outro engenho avaliativo.
Eu não acredito que seja qualquer engenho desses que dê, por si, alguma qualidade ao ensino e à aprendizagem no nosso país. O resto é muito mais importante. Resta saber o que é o resto.
Pipa, para variar o Maria Campos distorce tudo. O que Santana Castilho disse foi que a avaliação de desempenho dos professores não pode ser quantificada como a de um “sapateiro”, no final do seu dia. Que o governo lançou cá para fora a ideia de que os professores eram maus profissionais, quando os problemas que existem nas escolas são outros bem diferentes (tal como os que já disse em cima).
Haja pachorra para estes trolls…eu já não tenho nenhuma. Acho-os uns dementes.
Tenho pena de não ter ouvido o Prof. SC. Diz umas verdades incómodas para muito boa gente.
Mas gostei de ouvir o Paulo na TVI24. O tempo é que é escasso para tanta informação que seria importante passar. Esteve muito bem e respondeu lindamente ao “Mferrer”.
Também gostei do pormenor da caneta. Seria da pequena Van Gogha?
” ao afirmarem que o dossier vai ser negociado com os sindicatos, retiram à AR a sua atenção deste problema porque os partidos vão ficar na expectativa e vão embrenhar-se moutros assuntos enquanto esperam pelos resultados da negociação, quebrando-lhes, desta forma, o ímpeto com que chegaram à nova legislatura. As negociações vão recomeçar, mas já todos conhecemos como são feitas as negociações dum governo sob a alçada deste sr e quais as instruções com que a srª vai: dar uma corzinha (assim a tender para o rosa, de preferência), mas não mudar muito o que está feito. E enquanto se negoceia faz-se por cansar o pessoal com um sorriso…” Maria Lisboa
(comentário # 150 … http://www.educar.wordpress.com/2009/11/05/para-memoria-futura-2-2/
Eu sempre afirmei que os sindicatos dos professores trairam os professores.
Mensagem …
Os professores AFINAL foram avaliados (grande vitória deles, claro, porque nunca o foram, segundo os próprios) e AFINAL está tudo bem, faltam uns pequenos retoques e tal.
Já começou!
Começaram a cozinhar-nos lentamente. 60 dias???
Vou repetir o que já disse. Daqui a uns tempos estamos, de novo, envoltos num outro memorando de entendimento em nome da pacificação das escolas, do bem estar dos alunos e de… blá, blá, blá…
O PS lá vai levando a sua avante. Já vi essse filme!
Os sindicatos que não se ponham a cozinhar isto em lume brando, de acordo com interesses próprios.
A minha esperança não está, para já, com eles mas com a oposição na Assembleia da República.
O que é que podemos esperar quando a FNE dá 60(?) dias ao ME para terminar as negociações!
Estamos fartos disto!!!
O MN é realmente estúpido pelo que afirmou no fim da reunião.
É lógico que IA não vai dizer publicamente que suspende este modelo de ADD, contudo, IA disse em directo que iria dar instruções às escolas para que não produzissem “trabalho inconsequente”.
É preciso mais para dizer que este modelo está finito?
Não sei se mais alguém ouviu, na SICn, que foi agendado um debate na Assembleia da República, para os próximos dias 19 e 20 de Novembro, sobre Educação.
Não sei se mais alguém ouviu, na SICn, que foi agendado um debate na Assembleia da República, para os próximos dias 19 e 20 de Novembro, sobre Educação.
MC é um indivíduo reles; este Natal vai fazer rabanadas com pão bolorento, aquele que sobrou desde a última vez que sua exc. entrou na cozinha (no últiumo natal).
Mas na altura o PS tinha a maioria e podia fazer o que bem queria. A oposição pediu a ida de MLR à Assembleia e ela não foi. Neste momento, quem tem a maioria é a oposição o que me parece bem diferente…
acabo de ouvir a Ministra na sua 1ª conferência de imprensa e, apesar de o discurso não ser muito fluente, ficaram claros alguns pontos:
1. Este ciclo de avaliação vai até ao fim, não será suspenso e terá as consequências de progressão previstas por lei.
2. Todos os professores deverão ser avaliados até ao final deste ano.
2. Está a ser negociado uma evolução do modelo de ADD em vigor, assente nos mesmos princípios do actual.
3. O modelo de avaliação, na sua aplicação concreta, pode ser reformulado, reforçando a componente formativa, mas terá sempre uma grande implicação com a ECD e a progressão na carreira docente.
4. Para o novo ciclo de avaliação, as escolas serão informadas para não prosseguirem com procedimentos inúteis.
5. A divisão da carreira docente é uma questão em cima da mesa.
6. A proposta do MAT é a melhor proposta que está em cima da mesa
“Isabel Alçada, a nova ministra da Educação, não vai suspener o actual modelo de avaliação dos professores mas promete fazer os “ajustamentos” que forem “necessários” até ao final do ano.”
“Esperemos que até Dezembro se encerre um ciclo de avaliação e possamos partir para outro”, afirmou a governante após uma reunião com os sindicatos de professores.
Sublinhando que a avaliação não será suspensa e que não haverá um novo modelo de avaliação, Isabel Alçada garantiu que “há abertura para dialogar com os professores” e admitiu ser necessário “avançar para uma nova forma de trabalhar”, não havendo “nada que se considere definitivo” nesta altura.
Por isso, assegurou, serão feitos os “ajustamentos necessários” ao modelo de avaliação que tem sido tão criticado pelos sindicatos dos professores. No entanto, frisou, o ponto de partida é “uma avaliação séria, eficiente, em que haja reconhecimento do mérito daqueles que se dedicam mais aos alunos”.
Parabéns ao Maurício e à Fátima Freitas pelas suas esposições no Fórum TSF e no Programa da TVI respectivamente.
E ao Paulo pela sua participação lúcida no TVI24.
“Isabel Alçada, a nova ministra da Educação, não vai suspender o actual modelo de avaliação dos professores mas promete fazer os “ajustamentos” que forem “necessários” até ao final do ano.
“Esperemos que até Dezembro se encerre um ciclo de avaliação e possamos partir para outro”, afirmou a governante após uma reunião com os sindicatos de professores.
Sublinhando que a avaliação não será suspensa e que não haverá um novo modelo de avaliação, Isabel Alçada garantiu que “há abertura para dialogar com os professores” e admitiu ser necessário “avançar para uma nova forma de trabalhar”, não havendo “nada que se considere definitivo” nesta altura.
#149
Também me parece ter ouvido que a penalização para aqueles que não cumpriram com o estipulado, sofrerão as consequências previstas.
Terei ouvido bem?
Reescrevendo:
Também me parece ter ouvido que a penalização, para aqueles que não cumpriram com o estipulado, será a igualmente prevista no enquadramento legal.
Alguém confirma?
Vamos ter o mesmo circo.
Vamos ter o mesmo “bailinho da Madeira”.
Vamos ter novamente as palavras dúbias.
Arrastar, alongar, enervar, desmobilizar é essa a estratégia do governo.
Mas há sempre alguém que ainda acredite em algum humanismos de José Sócrates… eu também já acreditei, em alguns momentos, que o homem fugisse para a razão.
Lembro-me de JS recuar devido à pressão dos professores para de seguida contra-atacar nos momentos de desmobilização ou nos momentos de interrupções das actividades lectivas. Recuava 10 metros para de seguida avançar 200 m. E era ver os professores a apanhar bonés!
Ele, José Sócrates o guerrilheiro, está à espera que nos acalmemos para CONTRA-ATACAR SEM DÓ NEM PIEDADE!
A ministra fala muito, mas diz pouco. Tudo em aberto. Tudo em aberto. Tudo em aberto. Irra, com tanta abertura! Colegas, sindicatos, esta é uma estratégia do PS para ganhar tempo, enfraquecer a nossa luta e esfriar a oposição no Parlamento, como alguém aqui já opinou. Portanto, há que ir pela via da Oposição no Parlamento, se não, temos mais do mesmo, com uma capinha de verniz (que facilmente estala). Não nos deixemos enganar com estas falinhas mansas. Mostremos a nossa indignação! NOVAMENTE!
Pela 3ª vez (se não me engano) coloco de novo a pergunta (eu, armado em Maria Campos): Então, continuamos optimistas?
Deixa-me rir. Que é apenas uma maneira de “dezer” vão para o raio que os parta. Se já não me sentia representado pelos sindicatos, agora, definitivamente sinto-me usado pelos sindicatos, pelo menos pelos que foram recebidos até agora.
Senhores da FENPROF não estão autorizados a falar em meu nome, nem sequer a definir calendários em meu nome.
Alôôô… algum partido da oposição está a ouvir?…
Bye-bye mudanças. Vão preparando os porta-folhas.
#153
Pedro.
O PS está decidido a fazer o papel de coitadinho.
As palavras de IA são para os MC e os Ferreres pensarem que o governo está determinado e que não pudará de rumo.
O rumo será mudado por via parlamentar.
Infelizmente não concordo com esta via, mas é a única possível para fazer as alterações necessárias ao ECD e à ADD sem que o PS perca a cara para uma maioria absoluta em 2011.
O que vale é que em 21/12/2012 já não existirá Portugal para Sócrates governar (Nostradamus).
Vou ser sincera! Para os descrentes posso até dizer, sincero!
Isto já lá não vai com aberturas nem negociações!
Se fosse pelos seguidores do UMBIGO e por aquele intelectual de pacotilha SC, que diz umas banalidades e salta de assunto em assunto, como uma passarinho asustado numa árvore, só havia paz sem avaliação alguma!
Na realidade, quando argumentam fazem-no pela negativa.
São contra tudo, nunca concordam com nada mas não conseguem apresentar uma ideia positiva.
Avaliação de professores? Não, pois os problemas são a disciplina, a exigência, blá, blá.
Avaliação por pares? Não, pois não sao os colegas capazes de avaliar colegas, de ver se os colegas trabalham bem ou não, blá, blá.
Avaliar professores quantitativamente? Não? pois os professores não fazem sapatos ou botas, Blá, blá.
Viva a ausência de avaliação, os professores são todos excelentes, que progridam como sempre aconteceu, pois somos uns desgraçadinhos explorados!
Desculpem os que têm uma atitude cítica séria, mas a ironia não é para esses!
Num comentário que aqui deixei noutra altura, alertei para o que vinha aí…
Mas estavam todos muito optimistas e não abriram os olhos a tempo. Vamos ser comidos de cebolada!
Podem continuar a debater, sobretudo com MC e afins… Divirtam-se e não se esqueçam que o circo ainda não começou.
Preparem-se!
Não haverá rede para amparar a queda.
Não tive hipotese de ler os comentários anteriores.
Apenas digo que, após quase 12 horas fora de casa e sem proximidades a computadores para blogar, já há um post para onde podem deslocar a discussão.
Não estou tão descrente quanto muitos comentadores.
E gostava de reafirmar se todos se lembram das prioridades há muito definidas: revisão do ECD com eliminação da divisão da carreira e das quotas para a progressão.
Aposto que a MC é daquelas que gosta à bruta…bem vou à janta que cheguei à dez minutos da escola..minudência para a MC que deve ser sopeira de qualquer engenheiro…
Depois de ouvir a nova Ministra da Educação na RTP, não pude deixar de reconhecer que o seu “discurso” é velho, velho…
Mas as falinhas são mansas!
Nada que não fosse de esperar.
Ouvi também que as prioridades do PSD vão ser a crise económica e os problemas sociais, ou seja, já nada disseram sobre a Escola e o modelo de avaliação.
Nada que eu não estivesse à espera…
Mastigar, mastigar e mastigar, ou a história deliciosa das bananas que li num outro blogue?
Este modelo não é para suspender diz a ministra..pois…quem acreditar em mudanças é igual aqueles que tendo 13 anos ainda acreditam que é o pai natal a trazer as prendas pela chaminé…Cresçam e caiam na real….
Novembro 10, 2009 at 8:44 am
Bom dia!
Devemos ter esperança?
Acho que sim.
O que pode a teimosia do governo perante o país inteiro?
Só espero que seja só uma “guerra de palavras”. Mas espero, tb, que se suspenda ( não há como “aperfeiçoar”) este 2º ciclo avaliativo que ainda se baseia numa divisão da carreira que deve ser suspensa ( não encontro outra palavra).
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1416042
Novembro 10, 2009 at 8:56 am
Bom dia! Quero acordar de um pesadelo de olhos abertos!
Novembro 10, 2009 at 9:53 am
Bom dia…
… e vamos acreditar!
Novembro 10, 2009 at 10:07 am
Bom dia.Acreditemos.Mas…
Novembro 10, 2009 at 10:11 am
Bom dia.
Novembro 10, 2009 at 11:18 am
Bom dia.
Novembro 10, 2009 at 11:42 am
Pois eu não tenho nenhuma esperança!
Novembro 10, 2009 at 12:01 pm
Mário Nogueira
“O jogo a sério começa hoje”
O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, diz que “o jogo a sério” entre sindicatos de professores e Governo “começa hoje”, esperando um relacionamento institucional entre as duas partes “significativamente diferente” daquele que se verificou no passado.
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Jornal de Negócios com Lusa
O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, diz que “o jogo a sério” entre sindicatos de professores e Governo “começa hoje”, esperando um relacionamento institucional entre as duas partes “significativamente diferente” daquele que se verificou no passado.
“O jogo a sério começa hoje porque vamos ter uma reunião com o Ministério da Educação para tentar perceber quais são, de facto, as disponibilidades desta equipa ministerial para podermos avançar para um tempo de maior tranquilidade. A nossa abertura é completa e total”, afirmou.
O líder da Federação Nacional dos Professores falava aos jornalistas à porta do Ministério da Educação, onde hoje a nova ministra, Isabel Alçada, recebe todos os sindicatos do sector para discutir a avaliação de desempenho e o Estatuto da Carreira Docente.
Sublinhando tratar-se de um reunião “para começar tudo de novo”, o sindicalista disse estar com “expectativas positivas”, até porque “toda a equipa ministerial foi substituída”.
“É também o reconhecimento de que alguma coisa esteve mal no passado”, afirmou, lembrando que tudo o que foi proposto pelos sindicatos na anterior legislatura foi “recusado”.
Mário Nogueira indicou que a Fenprof vai entregar à ministra um dossier com todas as “posições, propostas e pareceres” apresentadas à anterior ministra, Maria de Lurdes Rodrigues, levando “à cabeça” a suspensão do modelo de avaliação de desempenho e o fim da divisão da carreira entre professores e professores titulares
“Esperamos que esta equipa ministerial entenda os benefícios da suspensão deste modelo. Suspender e não prosseguir no segundo ciclo avaliativo com um modelo que está condenado à partida”, afirmou.
Quanto ao Estatuto da Carreira Docente, o secretário-geral da Fenprof manifestou-se confiante em que da reunião de hoje possa sair um calendário negocial, tendo em vista a sua revisão.
Questionado sobre o regresso dos professores às manifestações na eventualidade da avaliação não ser suspensa, Mário Nogueira disse que colocar já essa possibilidade “é prematuro”.
“Até agora não tivemos mais do que um aquecimento”, afirmou.
Novembro 10, 2009 at 12:02 pm
# 7
Nem eu…
Novembro 10, 2009 at 12:13 pm
A Tia vai ensinar aos sindicatos como se cozinha em Banho-Maria.
Novembro 10, 2009 at 12:34 pm
http://gataescondida.wordpress.com/2009/11/10/5533/
bjos
Novembro 10, 2009 at 12:40 pm
Huumm.
Parece que já há fumo esbranquiçado.
Vamos a ver se não acaba tudo esvaziado, para que o 1º fique de peito cheio de semântica.
Esperemos atentos.
Novembro 10, 2009 at 12:51 pm
Já se sabe alguma coisita da reunião?
Novembro 10, 2009 at 12:54 pm
Terá sido um bom começo? O pouco que ouvi de Mário Nogueira não deu para perceber.
Vamos ver o que se vai passar à tarde…
Boa tarde para todos!
Novembro 10, 2009 at 1:09 pm
#12…não me parece que venha a haver fumo algum; acho que nós é que vamos ficar a arder outravez!
Novembro 10, 2009 at 1:10 pm
Mário Nogueira diz que saiu contente da reunião, mas que só agora é que começou o “”jogo”".
Novembro 10, 2009 at 1:11 pm
Achei o MN bem disposto. Com optimismo mas sem exageros.
O modelo é para suspender mas não significa que se deitem fora estes dois anos. Foi o que foi dito. Peço aos sindicatos que não se esqueçam que há professores que não foram avaliados por não terem entregue os objectivos.
Era injustíssimo que quem colaborou com este modelo (moribundo) tenha avaliação e quem o combateu seja prejudicado.
Novembro 10, 2009 at 1:12 pm
http://www.publico.pt/Educação/fenprof-diz-que-ministra-tem-urgencia-na-revisao-do-estatuto-da-carreira-docente_1409203
Novembro 10, 2009 at 1:13 pm
#17
Concordo a 100%
Novembro 10, 2009 at 1:15 pm
“O calendário para as negociações será entregue na próxima semana.”
…tanto tempo para quê? não conseguiram fazer o calendário na reunião ou ainda estão à espera da reunião da tarde?
Novembro 10, 2009 at 1:16 pm
“O Supremo Tribunal de Justiça, órgão máximo da magistratura judicial em Portugal, já decidiu decretar a nulidade da certidão envolvendo escutas telefónicas em que aparece o primeiro-ministro José Sócrates
…”
http://aeiou.expresso.pt/supremo-diz-que-escutas-a-socrates-sao-nulas=f546583
Novembro 10, 2009 at 1:21 pm
Frango em Vinho Carrascão
Ingredientes:
1 frango grande ou galo do campo, partido aos bocados e ao qual se retirou a pele.
2 colheres de sopa margarina
2 colheres de sopa de óleo
1 litro de vinho carrascão
1 cabeça de alhos
sal q.b.
Confecção:
Aquece-se a margarina e óleo num tacho e passam-se os bocados de frango de um lado e outro, sem deixar fritar, só até ficarem brancos, deita-se o vinho carrascão no tacho de modo a cobrir o frango e só nessa altura é que se põe o sal e os alhos pelados, deixa-se ferver em lume brando com o tacho destapado até desaparecer o vinho todo e ficar com um molhinho espesso e suficiente para que seja possível “molhar” as batatas.
Como leva pelo menos 2/3 horas a cozinhar não deve utilizar-se frango muito pequeno e tenro porque se desfaz.
Depois de cozinhado deite o frango numa travessa onde previamente colocou, depois de peladas, as batatas cozidas com alhos.
Novembro 10, 2009 at 1:31 pm
Bom dia.
Aguardemos…
Novembro 10, 2009 at 1:54 pm
http://economico.sapo.pt/noticias/fenprof-esta-tudo-em-aberto_74068.html
Novembro 10, 2009 at 1:57 pm
Caiu a 1ª pedra do muro?
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1416203
Novembro 10, 2009 at 2:03 pm
#25 Reb
Novembro 10, 2009 at 2:11 pm
TVI24
das 15:10 às 16 Paulo Guinote!
Novembro 10, 2009 at 2:12 pm
#26, Teresa, vê o vídeo com a entrevista ao Màrio Nogueira que a Maria Lisboa colocou em #24.
Gostei do que ouvi.
Step by step chegamos lá.
Gostei de o ouvir dizer que os sindicatos precisarão da mobilização dos professores para conseguirem uma efectiva revisão do ECD.
Claro que o que mudou em 3 meses não foi só a simpatia da nova ministra.
O que mudou foi o cenário de maioria do PS na Assembleia.
O que podem eles fazer contra todos?
Chegou a altura do Socas engolir o sapo da Educação.
Só depende mesmo de nós.
Novembro 10, 2009 at 2:25 pm
#28 Reb
Estava em casa e vi MN em directo. Lê o que escrevi em 17.
Novembro 10, 2009 at 2:27 pm
Face Oculta: Supremo diz que escutas a Sócrates são nulas.
http://www.publico.clix.pt/Sociedade/face-oculta-supremo-diz-que-escutas-a-socrates-sao-nulas_1409212
Alguém adivinhava outro fim?
Novembro 10, 2009 at 2:35 pm
A face oculta da ignorância
Armando Vara, melhor, o Dr. Armando Vara, um turbo-licenciado à pressa na Independente no mesmo tempo de Sócrates, pede a “suspenção” do seu mandato (e não a suspensão)!
http://1.bp.blogspot.com/_O85J5QRODss/Sva5lQP3EzI/AAAAAAAAAjY/6FykK9Aihuc/s1600-h/111.jpg
Tiago Carneiro
http://www.clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/545884
Novembro 10, 2009 at 2:36 pm
Olá Umbiguistas! A ver vamos…
Novembro 10, 2009 at 2:42 pm
27# Espero que diga as verdades que conhecemos.
Tenho a certeza que assim será…
Novembro 10, 2009 at 2:54 pm
Linda, a fotografia.
Novembro 10, 2009 at 3:07 pm
Pela 3ª vez (se não me engano) coloco de novo a pergunta (eu, armado em Maria Campos): Então, continuamos optimistas?
Deixa-me rir. Que é apenas uma maneira de “dezer” vão para o raio que os parta. Se já não me sentia representado pelos sindicatos, agora, definitivamente sinto-me usado pelos sindicatos, pelo menos pelos que foram recebidos até agora.
Senhores da FENPROF não estão autorizados a falar em meu nome, nem sequer a definir calendários em meu nome.
Alôôô… algum partido da oposição está a ouvir?…
Bye-bye mudanças. Vão preparando os porta-folhas.
Novembro 10, 2009 at 3:14 pm
OIçam o Paulo na TVI24 !!!!!!!!!
Novembro 10, 2009 at 3:20 pm
http://www.tvi24.iol.pt/
Novembro 10, 2009 at 3:36 pm
Formação específica para o exercício de funções.

O que sempre disse.
Novembro 10, 2009 at 3:39 pm
O Paulo hoje está chumbado. Não fez post automático para o programa.

A Fátima Freitas está a falar.
Novembro 10, 2009 at 3:44 pm
Boa tarde.
estou a ouvir o Paulo na TVI e até estiuy a gostar do discurso… apesar de na história dos professores titulares achar que o Paulo não foi nada convincente.
Continuemos…
Novembro 10, 2009 at 3:57 pm
Muito bem , Paulo.
Nivelar pela medriocridade!
Novembro 10, 2009 at 3:58 pm
ressalvo “mediocridade”
Novembro 10, 2009 at 3:58 pm
Estive em linha para participar no programa mas depois já não deu tempo.
Queria ter expressado a minha gratidão ao Paulo pelo papel que tem tido nesta luta.
Novembro 10, 2009 at 4:00 pm
Na sicn às 17h, debate sobre o estatuto e a avaliação dos professores, com Santana Castilho.
Novembro 10, 2009 at 4:03 pm
Parabéns, Paulo.
5 estrelas, mais uma vez.
Acho é que hoje esteve por ali um “Trabalhador da Silva” rosado.
Nervosinho, o homem…
…
…
…
Novembro 10, 2009 at 4:05 pm
E que tal as danças de salão diárias por parte dos professores??
O homem só podia ser do pêésse socretino…
Novembro 10, 2009 at 4:05 pm
Parabéns, Paulo!
O seu discurso foi muito claro e só não entendeu quem não quer entender.
Obrigada.
Novembro 10, 2009 at 4:08 pm
#48
Margarida
Infelizmente muitas acções de formação deixaram muuuuuito a desejar.
Tenho defendido que os centros de formação deveriam ter tido um papel fulcral na formação dos professores.
Não tiveram. Mas aí continuam: frescos que nem umas alfaces!
Novembro 10, 2009 at 4:11 pm
Mais uma vez PARABÉNS ao Paulo, não só pela forma como falou, mas também pelas respostas que deu aos intervenientes no programa “discurso directo”.
Novembro 10, 2009 at 4:15 pm
#45 Eu cá acho que era o darquense
Novembro 10, 2009 at 4:17 pm
#48
Teresa, acho que tens imensa razão.
No nosso centro de formação faziam-se as acções que eles queriam e não as que interessavam aos professores a quem eram destinadas. O mal é de quem governa os centros de formação!!!!!!!!! Mais uma vez de “jobs for the boys”…
Novembro 10, 2009 at 4:19 pm
#50
Ana, o darquense ou o/a Maria Campos!
Faça-se assim, que assim é que é…
Novembro 10, 2009 at 4:26 pm
O estilo era mais MFerrer…
Ass:
MBrito
…
Novembro 10, 2009 at 4:31 pm
#51:
A culpa não é só, nem principalmente, dos centros de formação, a meu ver.
Porque quem define os critérios e atribui os finaciamentos sempre foi o ME. Por mais interessante que sejam as acções propostas, se não se enquadrarem nas prioridades (que nos últimos anos têm sido as TIC, Bibliotecas, Português, Matemática e pouco mais) só se fazem se os formandos as pagarem…
Novembro 10, 2009 at 4:35 pm
#54 António Duarte
Eu disse que a culpa é de quem “governa” os centros de formação…
Novembro 10, 2009 at 4:48 pm
#55, Margarida:
Pois, mas os directores apenas candidatam acções à acreditação e respectivo financiamento. Certamente que entre todos terá havido uns mais preocupados com as reais necessidades de formação que lhes foram solicitadas, enquanto outros terão dado prioridade à contratação dos “amigos”.
Mas no final tanto uns como outros ficaram dependentes da última palavra que sempre pertenceu ao ME.
Novembro 10, 2009 at 4:51 pm
Ouviram o Paulo??
Correu bem??
Apareceu por lá o MFerrer?
Estou a chegar agora.
Espero poder vê-lo logo à noite qdo o Paulo aqui puser o vídeo.
Novembro 10, 2009 at 4:54 pm
Olha este. Afinal não confirma nem desmente…
Cheira-me a esturro.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/noronha-nascimento-escutas-socrates-face-oculta-justica-tvi24/1102204-4071.html
Novembro 10, 2009 at 5:04 pm
No post abaixo, o Pedro Castro lança um alerta.
Será que está algo a cozinhar-se?
Novembro 10, 2009 at 5:15 pm
#59
Reb, agora Santana Castilho na SICn.
Novembro 10, 2009 at 5:21 pm
Santana castilho a dizer que o problema das escolas é muito mais amplo do que a avaliação dos professores.
Novembro 10, 2009 at 5:23 pm
Os Ps socretinos todos em fila para falar para a sicn
Novembro 10, 2009 at 5:24 pm
Novidades da FNE???
Novembro 10, 2009 at 5:26 pm
#63 1111
Ainda não ouvi nada…
Novembro 10, 2009 at 5:27 pm
Santana a dizer banalidades!
Novembro 10, 2009 at 5:27 pm
Estas eram as propostas da FNE
http://www.fne.pt/content/item/show/id/3184
Novembro 10, 2009 at 5:33 pm
Agora fala de outros assuntos; (corrupção, desemprego dos jovens)
Novembro 10, 2009 at 5:40 pm
#67
Minudências…
Novembro 10, 2009 at 5:41 pm
O que é isso ao pé da importância de construir pontes?
Levem elas onde levarem… (na pior das hipóteses, levam a mais corrupção e desempreego…)
Novembro 10, 2009 at 5:42 pm
#65
Santana não disse banalidades, mas verdades, entre elas o facilitismo, a falta de trabalho na escola e em casa, por parte dos alunos…
Novembro 10, 2009 at 5:42 pm
desemprego…
minud~encias…
aquele homem só diz minudências…
Tudo o que tem marca socialista são apenas minudências…
Novembro 10, 2009 at 5:43 pm
Fugiu ao tema do debate completamente. O tema é “negociações na educação”.
Novembro 10, 2009 at 5:44 pm
#70
Margarida, não tenho TV cabo, mas aposto que disse umas boas minudências, não?
Os socilistas detestam minudências. Tirando o Vara, é tudo em grande estilo!
Novembro 10, 2009 at 5:44 pm
Negociação na educação? A educação é apenas um negócio?
Novembro 10, 2009 at 5:45 pm
Ele não tem modelo nenhum após 2 anos de discussão do tema.
Ora uma boa ideia: Discutir os papéis! Nisso concordo, quero poucos papéis.
Novembro 10, 2009 at 5:45 pm
leiam isto , por favor:
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1416439
Novembro 10, 2009 at 5:45 pm
#65
MC, uma ala não socratina do PS avisou-me para não nos deixarmos cair em tentação…
Então a estratégia é protelar, protelar, protelar… tenha santa paciência!
Eu não tenho confiança na ala socratista do PS!
Logo colegas voltemos as nossa atenções para a Assembleia!
Novembro 10, 2009 at 5:46 pm
MC, Olhe que o PS está a começar a ficar bastante dividido…
Avalie as suas fontes!
Novembro 10, 2009 at 5:47 pm
Se os governos fossem competentes,honestos e interessados na evolução séria dos seus cidadãos, em vez de estarmos a tentar negociar educação estaríamos a EDUCAr para a vida!
Novembro 10, 2009 at 5:47 pm
Proposta de calendário negocial nos próximos dias
Na próxima semana penso que já teremos uma proposta de calendário negocial, com a revisão do Estatuto da Carreira Docente em primeiro plano. Aí será possível uma abordagem mais específica das matérias que neste momento mais preocupam os educadores e professores, sublinhou Mário Nogueira, à saída da primeira reunião com a nova Ministra da Educação, Isabel Alçada, nesta terça-feira, 10 de Novembro.
Dirigida pelo Secretário Geral, a delegação da FENPROF integrou António Avelãs (SPGL), Manuela Mendonça (SPN), Anabela Sotaia (SPRC), Joaquim Páscoa (SPZS), Paulo Cafofo (SPM) e Clara Torres (SPRA).
“Nesta primeira reunião foi possível uma abordagem larga de um dossier de temas que neste momento preocupam as escolas e os professores, na perspectiva, naturalmente, da alteração de quadros legais”, observou Mário Nogueira, no final da reunião. O dirigente sindical sublinhou a urgência das medidas a tomar pelo ME, afirmando, a propósito da avaliação, que “não tem sentido continuar (com o actual modelo), para daqui a três meses termos uma avaliação diferente”.
No diálogo com os jornalistas – em peso na 5 de Outubro -, Mário Nogueira lembrou que avaliação é um dos aspectos centrais, mas está intimamente ligado com outras matérias também essenciais. O Secretário Geral da FENPROF apontou questões como os concursos e a necessidade de realização, já no próximo ano, de um novo concurso para colocação de professores; a aposentação; e os horários de trabalho (“é urgente corrigir o que está mal”).
FENPROF
Que giro!
Novembro 10, 2009 at 5:48 pm
Modelos modelos modelos
Este gajo só pensa em modelos.
Dedica-te à passarelle!
Novembro 10, 2009 at 5:49 pm
A FENPROF reafirmou hoje, junto da nova equipa do Ministério da Educação, a exigência de suspensão do actual modelo de avaliação, a revisão urgente do Estatuto da Carreira Docente (ECD) e, neste âmbito, a eliminação da divisão dos professores em categorias e a substituição do actual modelo de avaliação, entre outros aspectos.
A nova Ministra da Educação afirmou ser prioridade da sua equipa a alteração do modelo de avaliação, a concretizar num quadro de revisão do ECD, referindo, a esse propósito, não haver possibilidade der analisar a avaliação sem analisar as questões da carreira. Quanto a este processo de revisão, o ME comprometeu-se a enviar à FENPROF, com a máxima brevidade (aguarda-se que tal aconteça na próxima semana), uma proposta de calendário negocial. Relativamente à futura estrutura da carreira (com ou sem categorias), o ME reservou para as negociações a apresentação da sua posição e de uma proposta, tendo a FENPROF referido, com grande clareza, que o fim da fractura da carreira será um dos pressupostos para o normal desenvolvimento desse processo de revisão.
Já em relação ao futuro modelo de avaliação, houve consenso nos grandes princípios por que se deverá orientar – formativo, com implicação na carreira e relevante para o desenvolvimento profissional dos docentes – faltando agora conhecer quais as propostas que o ME apresenta para a sua concretização. A FENPROF reafirmou a necessidade de abolir as quotas de avaliação e de centrar o futuro modelo no que é essencial na actividade profissional dos docentes: a leccionação e todo o trabalho que o professor desenvolve em torno da sua relação directa com os alunos, sem esquecer, obviamente, o seu contributo para um melhor desempenho da escola em que exerce actividade.
Foi neste quadro de alteração, no futuro próximo, do actual modelo de avaliação que a FENPROF colocou, nesta primeira reunião com a nova equipa ministerial, a necessidade de suspender o regime que vigora. Nesse sentido, a FENPROF esclareceu o seu conceito de suspensão:
a) Encerramento do primeiro ciclo avaliativo, sendo garantida a avaliação de todos os docentes, independentemente de terem apresentado proposta de objectivos individuais;
b) Não produção de efeitos da atribuição, no primeiro ciclo avaliativo, de Muito Bom e Excelente, de imediato nos concursos para contratação a realizar ainda este ano lectivo;
c) Não prosseguimento do segundo ciclo avaliativo, ficando as escolas dispensadas de desenvolver os procedimentos a que estariam obrigadas caso este não fosse suspenso.
Relativamente a esta matéria, a Ministra da Educação apenas afirmou que, em relação ao passado, há um ciclo a completar, nada referindo quanto ao futuro, o que faz supor que, sendo dada prioridade à revisão do ECD e do seu modelo de avaliação, o regime que ainda vigora cairá por si.
Face a esta reunião, ganham, ainda, maior importância, as iniciativas legislativas em curso na Assembleia da República – projectos de resolução, de deliberação parlamentar e de lei –, visando suspender a avaliação. Da mesma forma, ganha importância acrescida a mobilização dos professores e educadores que deverá manter-se, residindo nela a força que a FENPROF encontrará para, em sede de negociação, apresentar e defender as propostas dos professores em torno das quais vêm lutando há mais de dois anos. É de acrescentar que sobre o ECD, a FENPROF ainda referiu a necessidade de abolir a prova de ingresso na profissão, alterar as regras para a aposentação dos docentes e as condições de exercício da profissão nos anos que a antecedem, rever os critérios para a elaboração dos horários de trabalho, entre muitos outros aspectos para que apresentará propostas concretas.
Que giro!
Novembro 10, 2009 at 5:50 pm
Á passarelle dedique-se você, pois como nenhum modelo lhe serve, teria êxito não vestindo nenhum!
Novembro 10, 2009 at 5:52 pm
Pois eu já decidi o modelo:
QUERO SER AVALIADO À FINLANDESA!
Novembro 10, 2009 at 5:54 pm
#83
Quem disse que nenhum modelo me serve? Qualquer 36 me encaixa na perfeição.
E não sou de modas.
O anterior devidamente regulamentado era melhor que este. Mas não interessava regulamentar, interessava complicar. E complicaram tanto que ficámos com um menos exigente que o outro.Tu és o exemplo acabado de que não interessa a escola. Interessa a carreira política de uns quantos e dos seus seguidores.
Novembro 10, 2009 at 5:55 pm
#83
E não visto qualquer porcaria por falta de escolha, como tu.
Novembro 10, 2009 at 5:55 pm
Podem não me pagar o ordenado dos professores finlandeses…
Mas as escolas e a avaliação dos professores podiam ser como na Finlândia!
Novembro 10, 2009 at 5:56 pm
Professores: FNE dá 60 dias ao Ministério
Estrutura sindical pressiona nova ministra da Educação
Depois da FENPROF e de outras estruturas sindicais de professores, também a FNE teve oportunidade de falar com a nova ministra da Educação sobre a avaliação dos professores. O líder João Dias da Silva ficou convencido de que o actual modelo tem os dias contados.
«A FNE dá 60 dias ao Ministério para terminar as negociações sobre o processo de avaliação. Não podemos esperar muito mais tempo», disse à saída da reunião, considerando que «existem outras matérias a discutir, pelo que não se pode demorar muito mais tempo».
«Apostamos neste processo negocial. Numa solução que vá de encontro às aspirações dos professores», frisou, considerando que foi uma «reunião simpática de trabalho».
Discussão no Parlamento ainda este mês
A Assembleia da República discute nos próximos dias 19 e 20 de Novembro as iniciativas legislativas de todos os partidos sobre o modelo de avaliação de professores e o estatuto da carreira docente, agendou a conferência de líderes.
Segundo a porta-voz da conferência de líderes parlamentar, a deputada do PS Celeste Correia, o prazo para entrega das iniciativas sobre educação termina na próxima sexta-feira.
PCP, BE, CDS-PP e PEV foram os partidos que apresentaram iniciativas legislativas que propõem a suspensão do actual sistema de avaliação de professores e a aplicação de um novo.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/professores-fne-educacao/1102220-4555.html
SESSENTA DIASSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS??????????????????????????????????????????????????????????????????????!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Novembro 10, 2009 at 5:57 pm
Se bem que, sem nenhum, nem faço má figura…modéstia à parte…
Novembro 10, 2009 at 5:58 pm
NO COMENTÁRIO # 30 DESTE POST, NOVAMENTE “MARIA CAMPOS” REVELA-NOS QUE NÃO É MULHER …
“Ficarei positivamente surpeendido se resultarem acordos.” – 30
VEJA-SE O TIPO DE APOIANTES DO SOIKAS E DA TRUPE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
http://www.educar.wordpress.com/2009/11/07/bons-augurios-2/
Novembro 10, 2009 at 5:59 pm
Pois o problema é esse! A Pipa e muitos defendem o modelo de avaliação que existiu durante anos e eectivamente era um embuste completo!
Nunca vi a Pipa nem ninguém vir defender qualquer regulamentação dessa pseudo avaliação.
Enfim, não será melhor como parece querer dizer o Dr. Santana Castilho, que é impossível avaliar os professores?
Pelo menos acabavam com a hipocrisia e toda a gente ficava a saber que efectivamente muitos não querem ser avaliados!
Novembro 10, 2009 at 6:00 pm
# 83
Ó MC,
Aguardo a sua resposta à pergunta básica que qualquer professor faz a um colega: Qual é o seu grupo disciplinar?
Novembro 10, 2009 at 6:02 pm
Pedro Castro Says:
Outubro 9, 2009 at 6:58 pm
#122 Reb
1) Eu fiz parte da equipa do Projecto Coménius
da minha escola que trabalhou numa rubrica de intercâmbios de experiências entre órgãos
de gestão entre países da União Europeia.
2) O meu conhecimento sobre a avaliação de desempenho dos professores na Europa decorreu
integrado nesse projecto, durante um período que decorreu entre 1999 a 2008. Mesmo após
ter deixado o cargo de PCE em 2005 continuei a participar nesse projecto.
3)Foram realizados, no âmbito acima referido, intercâmbios entre a minha Escola e escolas
dos seguintes países europeus: Áustria, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Finlândia,
Reino Unido(Inglaterra), Reino Unido (Escácia), Chipre, Luxemburgo, Irlanda, Suécia,
Dinamarca, Noruega, Letónia, Estónia, Lituânia, Eslovénia, Itália, Alemanha, Itália,
Roménia, Malta, Grécia e República Checa, Eslováquia, Polónia e Hungria. (estive a fazer
uma revisão de todos os intercâmbios e parece-me que não me esqueci de nenhum País).
4) Num dos encontros, realizado em 2004 na Holanda, foram convidados directores de duas
Escolas dos Estados Unidos pertencentes aos estados do Kentucky e do Estado do Alabama.
5) Dentro deste projecto os coordenadores dos encontros (meetings), em regime de
rotatividade, foram sempre exercidos por um núcleo de escolas dos seguintes países:
Suécia, Finlândia, Dinamarca, Holanda, Alemanha e Portugal.
6) Em todos esse encontros (headteachers, principals, directors, etc) foram abordados
problemas relacionados com a organização escolar e curricular, avaliação de sistemas de
ensino, avaliação interna e externa de escolas e avaliação de professores.
7) Entre os países que não têm um sistema de avaliação de carácter geral contam-se:
Áustria, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Itália, Noruega, Países Baixos,
Reino Unido (Escócia), Suécia, Eslováquia, Hungria e Letónia. O que existe nestes países
baseia-se praticamente num relatório não formal enviado pelo professor ao Director ou ao
seu imediato responsável onde, relata o trabalho efectuado ao longo do ano, enumera as
dificuldades encontradas, sugere estratégias para o ano lectivo seguinte. No caso
particular da Finlândia cada professor faz um relatório do trabalho desenvolvido durante
o ano ao seu responsável imediato, este, entretanto, realiza uma reunião de trabalho com
os colegas onde faz um balanço do trabalho prestado e elabora de seguida um relatório
síntese da equipa de trabalho. Em seguida esse responsável de departamento (ciclo de
ensino) reúne com outros responsáveis de outros departamentos e com o director onde
realizam uma auto-avaliação. O relatório de auto-avaliação da escola é feito pelo
director coadjuvado por uma equipa e daquilo que me apercebi é um documento que goza de
grande credibilidade por parte da comunidade educativa. A Holanda cometeu, nos anos 90, a
loucura de avaliar professores “à grelha”, mas depressa arrepiou caminho, pois a
debandada dos professores foi enorme e além disso veio a verificar-se que a qualidade de
ensino tinha piorado. Praticamente nesta década a Holanda não tem uma avaliação formal de
docentes. Nestes países a carreira está divida em vários escalões que variavam entre 3 a
5/6 no máximo. No fundo todos progrediam na carreira em resultado da antiguidade. NA
GENERALIDADE DESTES PAÍSES FUNCIONA O SEGUINTE PRINCÍPIO: TODO O PROFESSOR DEPOIS DE
DEVIDAMENTE HABILITADO É CONSIDERADO BOM ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO. Mas atenção, nestes
países, em especial nos países nórdicos, O TRABALHO DE EQUIPA É UMA MARCA FUNDAMENTAL.
Caso curioso a Itália foi onde encontrei um funcionamento mais individualista da classe
docente.
Pelo contrário, foi implementada uma avaliação formal do desempenho docente de nos
seguintes países: Alemanha, Eslovénia, Estónia, França, Grécia, Lituânia, Malta, Polónia,
Portugal, Espanha, Reino Unido (Inglaterra), República Checa e Roménia. No Reino Unido
(Inglaterra) encontrei um sistema de avaliação instável onde durante vários anos
imperaram as grelhas. Em Portugal e em Espanha o relatório crítico de avaliação era a
prática habitual. Nos restantes países a avaliação era exercida pela observação directa
de várias aulas, ou pelo responsável da área disciplinar, ou pelo Director (vi um
Director na área da Literatura a observar uma aula de um professor de Matemática na
Roménia), ou ainda por um avaliador externo (inspector se bem me recordo em quase todos
os países). Na Alemanha achei a avaliação caricata pois disseram-me que a assistência às
aulas do inspector, por vezes, não demorava mais de 15 minutos. Imaginem tamanho
sacrilégio! Se bem me lembro a avaliação era realizada por avaliador externo (sempre
inspectores) em França, na Eslovénia, na Polónia e na Alemanha. Os inspectores
avaliadores em conjunto com os directores eram os responsáveis pela notação da avaliação.
DE FACTO FOI NO REINO UNIDO QUE ENCONTREI NA ESCOLA PÚBLICA UMA POLÍTICA INSTÁVEL EM
RELAÇÃO AOS PROFESSORES.
9) Do Kentucky e do Estado do Alabama foi onde encontrei a avaliação mais grelhada.
Embora a do Estado do Kentucky fosse de simples preenchimento pelo Director da escola,
quando na altura o principal de uma escola de avaliação do Alabama apresentou a sua
grelha de avaliação, TODA A GENTE SE ASSUSTOU. Foi de facto a primeira avaliação idiota
que me apareceu, em tudo muito parecida com a avaliação chilena.
Como podes verificar Reb a avaliação feita por entidades externas são raras na Europa e
segundo me disseram são dispendiosas.
DECLARAÇÃO: Esta minha impressão resulta de conversas que tive com os directores de
escolas que participaram em “trocas de experiências” no âmbito do Coménius. No entanto.
CONCLUSÕES: Daquilo que observei destaco que na avaliação de professores na maioria dos
diferentes países impera essencialmente a confiança do professor até prova em contrário.
APRENDI TAMBÉM QUE O SUCESSO DOS SISTEMAS EDUCATIVOS DOS PAÍSES MAIS A NORTE BASEIA-SE NO
TRABALHO DE EQUIPA E NA TROCA DE EXPERIÊNCIAS. O INDIVIDUALISMO NA CARREIRA DOCENTE É
INIMIGA DA QUALIDADE DE ENSINO.
(postado no Umbigo)
Novembro 10, 2009 at 6:02 pm
#91
Tã ceguinha quéla é!
Abre o olho, Maria. Lê! Não te limites a juntar as letras!
Vai ter com a tua malta, ou nem a tua malta te atura?
Novembro 10, 2009 at 6:03 pm
#92
«Qual é o seu grupo disciplinar?»
É o grupo da bicha solitária.
Nem os outros parasitas estão para o aturar…
Novembro 10, 2009 at 6:04 pm
Libertam-se os béus béus!
Novembro 10, 2009 at 6:06 pm
#95
Não vês como ele deambula por aqui, à procura de alimento?
Nem tem capacidade de socializar com os dele e não sai daqui, a carraça.
É uma relação amor-ódio. Um case-study para um bom psicanalista. Leva porrada todos os dias mas volta sempre.
Novembro 10, 2009 at 6:07 pm
# 88
Sessenta dias é o tempo para acabar este ciclo de avaliação que é isso que o governo pretende.
O pessoal fica avaliado até finais de Dezembro e depois inicia-se o outro modelo. Será?
Novembro 10, 2009 at 6:08 pm
A MENTIRA COMO MEIO DE MANIPULAÇÃO DAS PESSOAS …
Os números do PISA. Quem é quem com melhores resultados a Matemática, Ciências e Leitura?
O Estudo Internacional que avalia as competências dos alunos até aos 15 anos, através de exames de matemática, Ciências e Leitura, vulgarmente conhecido por PISA, dá-nos a seguinte resposta:
Finlândia: 1º em Ciências; 2º em Matemática; 2º em Leitura. Canadá: 3º em Ciências; 4º em Leitura; 4º em Matemática. Coreia do Sul: 11º em Ciências; 1º em Leitura; 4º em Matemática. Japão: 6º em Ciências; 15º em Leitura; 10º em Matemática. Noruega: 33º em Ciências; 25º em leitura; 29º em Matemática. Espanha: 31º em Ciências; 35º em Leitura; 32º em Matemática. França: 25º em Ciências; 23º em Leitura; 23º em Matemática.
Portugal está à frente da Espanha, com resultados muito semelhantes aos de França. Os países mediterrânicos, Portugal, Espanha, França, Grécia, Turquia e Itália, têm resultados semelhantes. Encontram-se a meio da tabela ou um pouco mais para trás.
Ao contrário do que o Governo de Sócrates quis fazer crer, os alunos portugueses tiveram, em 2006, um desempenho muito razoável nos testes do PISA.
http://www.profblog.org/2009/02/os-numeros-do-pisa-quem-e-quem-com.html
Novembro 10, 2009 at 6:09 pm
#96
Não vês que te tornas ridículo a vir aqui constantemente provocar com a mersma conversa? És um triste, pá! És um caso patológico e triste.
Gostas de ser palhaço? Queixas-te do quê? De vires para aqui escarnecer de quem está e levares pancada? Não venhas!
Novembro 10, 2009 at 6:10 pm
# 98
Serei EU (assim) tão esperta da tola que até esta já percebi ….?
Novembro 10, 2009 at 6:14 pm
Pipa
Estás de serviço de guarda ao Blog?
Novembro 10, 2009 at 6:17 pm
#101
Pois…
Do que nos tem valido as manifes ao sábado e dois dias de greve?
Para fazermos a figura que MC faz por aqui.De tontos.
Bater com a porta é que não…até chegar 2013(na melhor das hipóteses) e começarem a contratar profes brasileiros e dos PALOPS, enquanto nós fazemos pela vida no estrangeiro. Sim, porque os nossos ordenados têm sido pagos pelos outros países da UE, não tenhas dúvidas. Pelos países que depois de nos darem milhares de milhões, ainda vão ter ccapacidade para nos dar emprego e aos nossos filhos. E nós, como os pais, à espera que a fatalidade nos bata à porta…
Em 2013 acabam-se as verbas da UE…e vamos ter que começar a devolver os fundos (nem tudo foi a fundo perdido…)
Novembro 10, 2009 at 6:17 pm
Não é nenhum crápula faxista (de fax), nem os (ou as)seus lambe-botas, ministras ou não, que vai estilhaçar o problema da pseudoavaliação.
É a oposição. No parlamento.
Os sindicatos fazem bem em mostrar esperança, apregoar que estão esperançados… Tornam-se vítimas do bluff socratino e simultaneamente autores dum outro, preparando-se para comporem com a I.Alçada os restos que sobrarão para montarem um outro engenho avaliativo.
Eu não acredito que seja qualquer engenho desses que dê, por si, alguma qualidade ao ensino e à aprendizagem no nosso país. O resto é muito mais importante. Resta saber o que é o resto.
Novembro 10, 2009 at 6:18 pm
#102
Estou entre amigos. E tu, podes dizer o mesmo?
Fica na tua, pá. Vai socializar com que te compreende.
Novembro 10, 2009 at 6:20 pm
# 102
Maria,
Usas bigode?
Novembro 10, 2009 at 6:22 pm
# 102
Pertences ao movimento de voluntários do amado e kerido líder. Isso todos sabemos.
Estiveste em Portimão recentemente como kerido líder e com o “amigo” Dioguinho?!
Diz lá. Vá.
Novembro 10, 2009 at 6:24 pm
#100
Pipa
Novembro 10, 2009 at 6:24 pm
#79
Pipa, para variar o Maria Campos distorce tudo. O que Santana Castilho disse foi que a avaliação de desempenho dos professores não pode ser quantificada como a de um “sapateiro”, no final do seu dia. Que o governo lançou cá para fora a ideia de que os professores eram maus profissionais, quando os problemas que existem nas escolas são outros bem diferentes (tal como os que já disse em cima).
Haja pachorra para estes trolls…eu já não tenho nenhuma. Acho-os uns dementes.
Novembro 10, 2009 at 6:27 pm
A importância de manter a mobilização:
http://www.fenprof.pt/?aba=27&cat=34&doc=4353&mid=115
Novembro 10, 2009 at 6:32 pm
#102
Tu é que estás de guarda ao ME???
Novembro 10, 2009 at 6:36 pm
# 110
Quase CINCO ANOS chegou para nos enganarem. Aos professores!
Novembro 10, 2009 at 6:37 pm
Já estamos informados quem é o ME – Sócrates.
Alguém (no seu juízo perfeito) acredita em negociações com um ME destes???????????!
Novembro 10, 2009 at 6:38 pm
#109
Adiante, Margarida, adiante…
Tenho pena de não ter ouvido o Prof. SC. Diz umas verdades incómodas para muito boa gente.
Mas gostei de ouvir o Paulo na TVI24. O tempo é que é escasso para tanta informação que seria importante passar. Esteve muito bem e respondeu lindamente ao “Mferrer”.
Também gostei do pormenor da caneta. Seria da pequena Van Gogha?
Novembro 10, 2009 at 6:38 pm
#110
Não há dúvidas. Permaneceremos atentos.
Continuaremos a ser o farol que ilumina a escuridão deste país.
Por muito que isso lhes doa.
Novembro 10, 2009 at 6:41 pm
Farolllllllllllllllllll????????????????
Livra.
É só pusia.
Novembro 10, 2009 at 6:42 pm
#107?
Em Portimão? Que amante rasca…
A transformista vai com ele para o Quénia, Menorca e Suiça e o Dioguinho fica num hotel de beira de estrada em Portimão?
Novembro 10, 2009 at 6:43 pm
” ao afirmarem que o dossier vai ser negociado com os sindicatos, retiram à AR a sua atenção deste problema porque os partidos vão ficar na expectativa e vão embrenhar-se moutros assuntos enquanto esperam pelos resultados da negociação, quebrando-lhes, desta forma, o ímpeto com que chegaram à nova legislatura. As negociações vão recomeçar, mas já todos conhecemos como são feitas as negociações dum governo sob a alçada deste sr e quais as instruções com que a srª vai: dar uma corzinha (assim a tender para o rosa, de preferência), mas não mudar muito o que está feito. E enquanto se negoceia faz-se por cansar o pessoal com um sorriso…” Maria Lisboa
(comentário # 150 …
http://www.educar.wordpress.com/2009/11/05/para-memoria-futura-2-2/
Eu sempre afirmei que os sindicatos dos professores trairam os professores.
Vão continuar? Esta é a minha única dúvida.
?
Novembro 10, 2009 at 6:46 pm
Sessenta dias é óptimo. Claro.
Mensagem …
Os professores AFINAL foram avaliados (grande vitória deles, claro, porque nunca o foram, segundo os próprios) e AFINAL está tudo bem, faltam uns pequenos retoques e tal.
Novembro 10, 2009 at 6:46 pm
#108
Novembro 10, 2009 at 6:49 pm
A única coisa em que acredito (francamente) é na iniciativa parlamentar do PSD para pôr fim a esta trampa toda.
O PSD tem um sentido de Serviço e de Estado em alguns dos seus dirigentes que neste momento estão no Parlamento.
Em tudo o resto não acredito.
Disse.
Para memória futura.
Novembro 10, 2009 at 6:57 pm
Os projectos de resolução na AR para suspender este modelo de avaliação podem permitir, de certo modo, uma saída para o ME/Governo. Mas até lá, não podemos desmobilizar:
http://professores-unidos.blogspot.com/2009/11/ponto-da-situacao.html
Novembro 10, 2009 at 6:57 pm
Já começou!
Começaram a cozinhar-nos lentamente. 60 dias???
Vou repetir o que já disse. Daqui a uns tempos estamos, de novo, envoltos num outro memorando de entendimento em nome da pacificação das escolas, do bem estar dos alunos e de… blá, blá, blá…
O PS lá vai levando a sua avante. Já vi essse filme!
Novembro 10, 2009 at 7:02 pm
#116
Desculpe Ana, não entendi.
Parece-me que não estamos no mesmo contexto ou não me terei feito perceber.
Novembro 10, 2009 at 7:06 pm
Enquanto não vem o poste da música…
Novembro 10, 2009 at 7:12 pm
Os sindicatos que não se ponham a cozinhar isto em lume brando, de acordo com interesses próprios.
A minha esperança não está, para já, com eles mas com a oposição na Assembleia da República.
O que é que podemos esperar quando a FNE dá 60(?) dias ao ME para terminar as negociações!
Estamos fartos disto!!!
Novembro 10, 2009 at 7:12 pm
O MN é realmente estúpido pelo que afirmou no fim da reunião.
É lógico que IA não vai dizer publicamente que suspende este modelo de ADD, contudo, IA disse em directo que iria dar instruções às escolas para que não produzissem “trabalho inconsequente”.
É preciso mais para dizer que este modelo está finito?
Novembro 10, 2009 at 7:13 pm
Não sei se mais alguém ouviu, na SICn, que foi agendado um debate na Assembleia da República, para os próximos dias 19 e 20 de Novembro, sobre Educação.
Novembro 10, 2009 at 7:15 pm
Não sei se mais alguém ouviu, na SICn, que foi agendado um debate na Assembleia da República, para os próximos dias 19 e 20 de Novembro, sobre Educação.
Os deputados da oposição, anteciparam-se…
Novembro 10, 2009 at 7:15 pm
#128
Ouvi. Acho é que já se debateu muito e nada se fez.
Novembro 10, 2009 at 7:16 pm
MC é um indivíduo reles; este Natal vai fazer rabanadas com pão bolorento, aquele que sobrou desde a última vez que sua exc. entrou na cozinha (no últiumo natal).
Novembro 10, 2009 at 7:19 pm
128 e 129
Sim.
Ficou agendada a supensão parlamentar.
Preferia uma outra alternativa.
Novembro 10, 2009 at 7:19 pm
porque não consigo comentar?
Novembro 10, 2009 at 7:20 pm
Foste expulso.
Novembro 10, 2009 at 7:22 pm
#133
aqui está um belo paradoxo!?
mas alguém está com problemas em comentar?
Novembro 10, 2009 at 7:22 pm
#130prof
Mas na altura o PS tinha a maioria e podia fazer o que bem queria. A oposição pediu a ida de MLR à Assembleia e ela não foi. Neste momento, quem tem a maioria é a oposição o que me parece bem diferente…
Novembro 10, 2009 at 7:23 pm
Paulo,
acabo de ouvir a Ministra na sua 1ª conferência de imprensa e, apesar de o discurso não ser muito fluente, ficaram claros alguns pontos:
1. Este ciclo de avaliação vai até ao fim, não será suspenso e terá as consequências de progressão previstas por lei.
2. Todos os professores deverão ser avaliados até ao final deste ano.
2. Está a ser negociado uma evolução do modelo de ADD em vigor, assente nos mesmos princípios do actual.
3. O modelo de avaliação, na sua aplicação concreta, pode ser reformulado, reforçando a componente formativa, mas terá sempre uma grande implicação com a ECD e a progressão na carreira docente.
4. Para o novo ciclo de avaliação, as escolas serão informadas para não prosseguirem com procedimentos inúteis.
5. A divisão da carreira docente é uma questão em cima da mesa.
6. A proposta do MAT é a melhor proposta que está em cima da mesa
* matavaliaodeprofessores.blogspot.com/
Novembro 10, 2009 at 7:23 pm
Porque nunca nos conseguiu demover da nossa certeza.
Novembro 10, 2009 at 7:25 pm
ABRAM OS OLHOS!
“Isabel Alçada, a nova ministra da Educação, não vai suspener o actual modelo de avaliação dos professores mas promete fazer os “ajustamentos” que forem “necessários” até ao final do ano.”
“Esperemos que até Dezembro se encerre um ciclo de avaliação e possamos partir para outro”, afirmou a governante após uma reunião com os sindicatos de professores.
Sublinhando que a avaliação não será suspensa e que não haverá um novo modelo de avaliação, Isabel Alçada garantiu que “há abertura para dialogar com os professores” e admitiu ser necessário “avançar para uma nova forma de trabalhar”, não havendo “nada que se considere definitivo” nesta altura.
Por isso, assegurou, serão feitos os “ajustamentos necessários” ao modelo de avaliação que tem sido tão criticado pelos sindicatos dos professores. No entanto, frisou, o ponto de partida é “uma avaliação séria, eficiente, em que haja reconhecimento do mérito daqueles que se dedicam mais aos alunos”.
http://economico.sapo.pt/noticias/governo-mexe-na-avaliacao-de-professores-no-final-do-ano_74092.html
Novembro 10, 2009 at 7:25 pm
#137
Se se baseia na avaliação por pares deita-a ao lixo.
Novembro 10, 2009 at 7:27 pm
#132 Arlindovsky
Mas não é para a discussão das propostas/projectos, apresentados pelos partidos da oposição???
Novembro 10, 2009 at 7:30 pm
Parabéns ao Maurício e à Fátima Freitas pelas suas esposições no Fórum TSF e no Programa da TVI respectivamente.
E ao Paulo pela sua participação lúcida no TVI24.
Novembro 10, 2009 at 7:31 pm
141.
E o que são os projectos?
Novembro 10, 2009 at 7:32 pm
vejam bem!
“Sublinhando que a avaliação não será suspensa e que não haverá um novo modelo de avaliação”
Novembro 10, 2009 at 7:32 pm
144
Mais um que não percebe o limite das palavras.
Novembro 10, 2009 at 7:33 pm
“Isabel Alçada, a nova ministra da Educação, não vai suspender o actual modelo de avaliação dos professores mas promete fazer os “ajustamentos” que forem “necessários” até ao final do ano.
“Esperemos que até Dezembro se encerre um ciclo de avaliação e possamos partir para outro”, afirmou a governante após uma reunião com os sindicatos de professores.
Sublinhando que a avaliação não será suspensa e que não haverá um novo modelo de avaliação, Isabel Alçada garantiu que “há abertura para dialogar com os professores” e admitiu ser necessário “avançar para uma nova forma de trabalhar”, não havendo “nada que se considere definitivo” nesta altura.
Por isso, assegurou, serão feitos os “ajustamentos necessários” ao modelo de avaliação que tem sido tão criticado pelos sindicatos dos professores. No entanto, frisou, o ponto de partida é “uma avaliação séria, eficiente, em que haja reconhecimento do mérito daqueles que se dedicam mais aos alunos”.
http://economico.sapo.pt/noticias/governo-mexe-na-avaliacao-de-professores-no-final-do-ano_74092.html
Novembro 10, 2009 at 7:33 pm
# 139
Pedro,
OS SINDICATOS ESTÃO DE NOVO A GOZAR CONNOSCO.
Basta ler o comentário # 110 para o percebermos.
Com o teu comentário é cheque-mate. Para qualquer pessoa com 3 neurónios.
Novembro 10, 2009 at 7:34 pm
#139
Pedro, é claro que é mais do mesmo!
Novembro 10, 2009 at 7:34 pm
# 146
Maria João, estamos sintonizados na mesma frequência!
Lê # 139
Novembro 10, 2009 at 7:35 pm
# 139
O tipo “jogo padrão” é o mesmo.
Novembro 10, 2009 at 7:35 pm
Desculpem, não vi comentário 139.
Novembro 10, 2009 at 7:36 pm
Sem dúvida,Pedro. As nossas incertezas são as mesmas.
Novembro 10, 2009 at 7:37 pm
# 143 Arlindovsky
Não entendi!
Novembro 10, 2009 at 7:37 pm
Entretanto a malta dos não OI que não foi avaliada tem mesmo de ir para Tribunal,,,,,,
Novembro 10, 2009 at 7:37 pm
Estou com a ligeira impressão que me estão a apalpar onde não quero…deve ser impressão.
Novembro 10, 2009 at 7:39 pm
#149
Também me parece ter ouvido que a penalização para aqueles que não cumpriram com o estipulado, sofrerão as consequências previstas.
Terei ouvido bem?
Novembro 10, 2009 at 7:42 pm
Reescrevendo:
Também me parece ter ouvido que a penalização, para aqueles que não cumpriram com o estipulado, será a igualmente prevista no enquadramento legal.
Alguém confirma?
Novembro 10, 2009 at 7:43 pm
Mas esta porcaria não acaba nunca?
Quantos meses de reuniões?
Tudo à rua!
Livra, que há meses que quero dar aulas com tranquilidade!
Novembro 10, 2009 at 7:52 pm
Vamos ter o mesmo circo.
Vamos ter o mesmo “bailinho da Madeira”.
Vamos ter novamente as palavras dúbias.
Arrastar, alongar, enervar, desmobilizar é essa a estratégia do governo.
Mas há sempre alguém que ainda acredite em algum humanismos de José Sócrates… eu também já acreditei, em alguns momentos, que o homem fugisse para a razão.
Lembro-me de JS recuar devido à pressão dos professores para de seguida contra-atacar nos momentos de desmobilização ou nos momentos de interrupções das actividades lectivas. Recuava 10 metros para de seguida avançar 200 m. E era ver os professores a apanhar bonés!
Ele, José Sócrates o guerrilheiro, está à espera que nos acalmemos para CONTRA-ATACAR SEM DÓ NEM PIEDADE!
Ainda acreditam no homem?
IA é um mero peão de brega!
Novembro 10, 2009 at 7:58 pm
# 159
Pedro Castro
É tão óbvio que qualquer “3 neurónios” percebe.
Novembro 10, 2009 at 8:00 pm
Se dúvidas existissem sobre quem é o ME (PURA INGENUIDADE … ou talvez não), hoje, elas foram inteiramente dissipadas.
É Sócrates.
Novembro 10, 2009 at 8:06 pm
Vamos esperar por Dezembro?
Natal, prendas, avaliações, relatórios…
Alguém acredita numa mobilização no Natal?
Vamos cair outra vez no mesmo erro?
Novembro 10, 2009 at 8:08 pm
A ministra fala muito, mas diz pouco. Tudo em aberto. Tudo em aberto. Tudo em aberto. Irra, com tanta abertura! Colegas, sindicatos, esta é uma estratégia do PS para ganhar tempo, enfraquecer a nossa luta e esfriar a oposição no Parlamento, como alguém aqui já opinou. Portanto, há que ir pela via da Oposição no Parlamento, se não, temos mais do mesmo, com uma capinha de verniz (que facilmente estala). Não nos deixemos enganar com estas falinhas mansas. Mostremos a nossa indignação! NOVAMENTE!
Novembro 10, 2009 at 8:09 pm
Repito o meu comentário das 15.07 h.
Pela 3ª vez (se não me engano) coloco de novo a pergunta (eu, armado em Maria Campos): Então, continuamos optimistas?
Deixa-me rir. Que é apenas uma maneira de “dezer” vão para o raio que os parta. Se já não me sentia representado pelos sindicatos, agora, definitivamente sinto-me usado pelos sindicatos, pelo menos pelos que foram recebidos até agora.
Senhores da FENPROF não estão autorizados a falar em meu nome, nem sequer a definir calendários em meu nome.
Alôôô… algum partido da oposição está a ouvir?…
Bye-bye mudanças. Vão preparando os porta-folhas.
Novembro 10, 2009 at 8:09 pm
#153
Pedro.
O PS está decidido a fazer o papel de coitadinho.
As palavras de IA são para os MC e os Ferreres pensarem que o governo está determinado e que não pudará de rumo.
O rumo será mudado por via parlamentar.
Infelizmente não concordo com esta via, mas é a única possível para fazer as alterações necessárias ao ECD e à ADD sem que o PS perca a cara para uma maioria absoluta em 2011.
O que vale é que em 21/12/2012 já não existirá Portugal para Sócrates governar (Nostradamus).
Que boca foleira.
Novembro 10, 2009 at 8:21 pm
Ena tanta inteligência
A quem é que ela aproveita?
Será direito de tendência
Ou tendência para a direita?
Novembro 10, 2009 at 8:37 pm
Vou ser sincera! Para os descrentes posso até dizer, sincero!
Isto já lá não vai com aberturas nem negociações!
Se fosse pelos seguidores do UMBIGO e por aquele intelectual de pacotilha SC, que diz umas banalidades e salta de assunto em assunto, como uma passarinho asustado numa árvore, só havia paz sem avaliação alguma!
Na realidade, quando argumentam fazem-no pela negativa.
São contra tudo, nunca concordam com nada mas não conseguem apresentar uma ideia positiva.
Avaliação de professores? Não, pois os problemas são a disciplina, a exigência, blá, blá.
Avaliação por pares? Não, pois não sao os colegas capazes de avaliar colegas, de ver se os colegas trabalham bem ou não, blá, blá.
Avaliar professores quantitativamente? Não? pois os professores não fazem sapatos ou botas, Blá, blá.
Viva a ausência de avaliação, os professores são todos excelentes, que progridam como sempre aconteceu, pois somos uns desgraçadinhos explorados!
Desculpem os que têm uma atitude cítica séria, mas a ironia não é para esses!
Novembro 10, 2009 at 8:43 pm
Num comentário que aqui deixei noutra altura, alertei para o que vinha aí…
Mas estavam todos muito optimistas e não abriram os olhos a tempo.
Vamos ser comidos de cebolada!
Podem continuar a debater, sobretudo com MC e afins… Divirtam-se e não se esqueçam que o circo ainda não começou.
Preparem-se!
Não haverá rede para amparar a queda.
Novembro 10, 2009 at 8:43 pm
Não tive hipotese de ler os comentários anteriores.
Apenas digo que, após quase 12 horas fora de casa e sem proximidades a computadores para blogar, já há um post para onde podem deslocar a discussão.
Novembro 10, 2009 at 8:45 pm
Boa noite Paulo.
Fui , mas prometo voltar á meia noite.
Novembro 10, 2009 at 8:46 pm
O grupo disciplinar da Maria Campos é o 69 tira e mete…
Novembro 10, 2009 at 8:46 pm
Não estou tão descrente quanto muitos comentadores.
E gostava de reafirmar se todos se lembram das prioridades há muito definidas: revisão do ECD com eliminação da divisão da carreira e das quotas para a progressão.
Novembro 10, 2009 at 8:48 pm
Aposto que a MC é daquelas que gosta à bruta…bem vou à janta que cheguei à dez minutos da escola..minudência para a MC que deve ser sopeira de qualquer engenheiro…
Novembro 10, 2009 at 8:48 pm
#170,.
À meia- noite espero estar algur
Novembro 10, 2009 at 8:49 pm
Pois Paulo mas a essa hora é que dá para certas pessoas..é sempre a aviar…
Novembro 10, 2009 at 8:54 pm
já não sei o que pensar.
Só sei que ainda nos falta muitas energias para continuar a lutar…
Novembro 10, 2009 at 8:56 pm
Depois de ouvir a nova Ministra da Educação na RTP, não pude deixar de reconhecer que o seu “discurso” é velho, velho…
Mas as falinhas são mansas!
Nada que não fosse de esperar.
Ouvi também que as prioridades do PSD vão ser a crise económica e os problemas sociais, ou seja, já nada disseram sobre a Escola e o modelo de avaliação.
Nada que eu não estivesse à espera…
Mastigar, mastigar e mastigar, ou a história deliciosa das bananas que li num outro blogue?
Novembro 10, 2009 at 9:33 pm
Este modelo não é para suspender diz a ministra..pois…quem acreditar em mudanças é igual aqueles que tendo 13 anos ainda acreditam que é o pai natal a trazer as prendas pela chaminé…Cresçam e caiam na real….
Novembro 10, 2009 at 11:26 pm
Declarações de Mário Nogueira (Secretário Geral da FENPROF)
à saída da reunião com a Ministra da Educação
ver em ….www.fenprof.pt