José Sócrates ensaia, por fim, na apresentação do programa do Governo, uma atitude responsável. Era tempo.
Para os cépticos e todos aqueles que sabem ser o nosso primeiro um hábil jogador, é importante não assustar a lebre e amarrá-la ao que acabou de afirmar: que a ministra vai iniciar um processo de negociação com os sindicatos e que se pretendem resultados.
Que a abertura de espírito não seja como a rodada pós-eleitoral com os partidos. É muito importante que estas declarações fiquem gravadas e sirvam para relembrar quem as proferiu do compromisso agora assumido.
Novembro 5, 2009 at 10:50 am
Recuso-me, com esse sr, a ver para crer e, muito menos, a apalpar!
Novembro 5, 2009 at 10:58 am
Paulo,
o primeiro ministro José Sócrates anunciou que a Ministra desnvolverá imediatamente negociações com os sindicatos (e outros), estando disponível, com toda a abertura, para dar resposta às questões colocadas pelos professores, sindicatos e comissões científicas no sentido de melhorar, aperfeiçoar o modelo em vigor (que resultará numa alteração do modelo em vigor). Porém ficou claro, mais uma vez, que não se pretende começar do zero, nem fazer “tábua rasa” de tudo o que foi feito. Aliás, tal intervenção vai completamente de encontro ao comentário que deixei aqui ontem:
Em primeiro lugar, o governo não está a embarcar em nenhuma estratégia de confronto que prolongue o conflito com os professores. Mais, este silêncio do ME, é o sinal evidente de que está a ser preparada uma solução para esta situação que, de repente, parece a situação mais importante do país!
Em segundo lugar, a proposta que será feita não será um prolongamento do modelo “simplex”, mas sim uma evolução deste modelo. Evolução no sentido em que não se pode deitar fora um modelo que já foi experimentado e que funcionou na maior parte das escolas, apesar do boicote de boa parte dos professores. Claro que há muitas coisas para corrigir mas seria muito estranho começar do zero outra vez, quando já se perdeu tantas horas a trabalhar sobre isto. Por isso, estou certo que este modelo pode ser alterado e melhorado respondendo a um conjunto de questões colocadas pela experimentação do modelo em vigor (divisão da carreira, periodicidade e simplificação). Aguardemos com paciência as novidades.
Em terceiro lugar, o que o Ministro dos assuntos parlamentares disse é que o governo não defenderá nunca uma suspensão da avaliação, sem alternativa, só para cair nas boas graças dos professores. A avaliação dos professores é irreversível e um ganho que este governo pretende capitalizar, mesmo que altere este modelo de avaliação. O imbróglio júridico/político existe nem que seja pelo facto de o governo ter a legitimidade de pretender governar de acordo com o seu programa eleitoral e não com o programa das oposições…
Em último lugar, espanta-me que os professores tenham perdido todo o sentido crítico que conquistaram nestes últimos tempos, “comendo” tudo o que lhe entregam e lhe fazem passar como a “solução”. No fundo todos já perceberam que não há modelos perfeitos e a ter que haver algum tipo de avaliação que seja numa forma “fraquinha” e “inconsequente”, isto é, que não se note, que não altere as suas rotinas e não afecte a sua progressão… A verdade é que a maior parte dos professores foi avaliado de uma forma natural e sem grandes dramas. Aliás, por muito que se grite o contrário, esta avaliação, apesar de tudo e contra todos, já produziu consequências directas (efeitos na progressão na carreira) e indirectas (baixou o nível de absentismo, a prática lectiva melhorou, o insucesso foi reduzido).
Novembro 5, 2009 at 11:04 am
Aprendi, que tudo o que veio desse lado foi mau! É mau! Será mau!
O resto é um ensaio político de qualidade duvidosa, embrulhado numa farpela “Armani”.
Novembro 5, 2009 at 11:18 am
Mat
Muitos não querem mesmo nada!
Até a avaliação do privado estavam já prontos a comer!
Mente aberta! Precisa-se neste país!
Novembro 5, 2009 at 11:21 am
Isto para mim é conversa da noite. Sai uma rodada, que pago eu, sai outra, paga o Zé, mais outra, paga o jaquim…noite fora, saem todos a cair de bêbedos.
O assunto que os levou ao bar para discutir,esqueceram-no…
Novembro 5, 2009 at 11:27 am
#2
“Aliás, por muito que se grite o contrário, esta avaliação, apesar de tudo e contra todos, já produziu consequências directas (efeitos na progressão na carreira) e indirectas (baixou o nível de absentismo, a prática lectiva melhorou, o insucesso foi reduzido).”
Produziu consequências directas a um número restrito de professores: aqueles que não foram opositores ao primeiro concurso para titular (todos os escalões até ao sétimo antigo escalão); aqueles que arbitrariamente passaram a titulares (assunto que dá pano para mangas). Os restantes foram condenados pelo congelamento, pelos trabalhos forçados da prova pública e do primeiro-concurso-sério-para-titualares, que ainda não aconteceu e espero nunca vir a acontecer. São milhares e milhares de casos de injustiça e o colega atreve-se a falar deste ASPECTO POSITIVO? Desculpe-me a frontalidade, mas é preciso ter muita lata.
Quanto às restantes duas “positividades”, nem vale a pena comentar. Desculpe, vive em que país?
Novembro 5, 2009 at 11:35 am
#6
“Desculpe, vive em que país?”
Vivo num país onde muitos professores ainda se encontram aprisionados a um passado que já não existe e a um corporativismo que os impede de aceitar a mudança como algo de positivo.
Novembro 5, 2009 at 11:35 am
“Para os cépticos e todos aqueles que sabem ser o nosso primeiro um hábil jogador, é importante não assustar a lebre e amarrá-la ao que acabou de afirmar: que a ministra vai iniciar um processo de negociação com os sindicatos e que se pretendem resultados.”
PG, eu não acredito nisso. Acho que é uma estratégia para ganhar tempo, enrolar a coisa. Receiam de facto a oposição e os “estragos” que esta poderá causar na sua imagem.
Novembro 5, 2009 at 11:53 am
O iluminado acaba de dizer:
“Não quero regressar ao tempo em que não havia avaliação”
“Suspender agora a avaliação era irresponsável, absolutamente irresponsável!”
É este o nosso primeiro ministro. Tristeza ter que suportar este ignorante.
Novembro 5, 2009 at 11:56 am
“e que funcionou na maior parte das escolas, apesar do boicote de boa parte dos professores.” Funcionou mesmo? Os simplex não são a demonstração da sua não “funcionalidade”? Em que mundo é que você vive? Por acaso tem alguma relação com os autores do modelo, para querer à viva força que funcione? IRRA!
Novembro 5, 2009 at 12:00 pm
Consequências indirectas: 5 professores com baixa por esgotamento numa escola próxima de Lisboa. Isso não seria grande novidade… O que constitui novidade é o que veio depois. Passadas três semanas, ainda a Comissão Administrativa Provisória não conseguiu professores para substituir (apesar de as baixas abrangerem períodos superiores a um mês). Agora a CPA telefona para casa dos professores para retomarem as aulas antes do fim das baixas.
Serão estas as consequências que tanto entusiasmam MAT? Estou certo que não, há apenas um problema de informação deficiente.
Um único resultado é absolutamente inconveniente para Sócrates: a quebra de unidade da bancada do Partido Socialista.
Novembro 5, 2009 at 12:03 pm
“O imbróglio júridico/político existe nem que seja pelo facto de o governo ter a legitimidade de pretender governar de acordo com o seu programa eleitoral e não com o programa das oposições…”
Qual o papel dos deputados na AR? Aprovar todas as iniciativas legislativas do governo,mesmo que não concordem com elas? Nesse caso, basta que estejam na AR só os deputados do PS. Meu caro, a maioria absoluta ACABOU! Ainda não deram conta?
Novembro 5, 2009 at 12:05 pm
Claro que não deram conta que a maioria termiou!Basta ler MC…
Novembro 5, 2009 at 12:05 pm
#2, “Evolução no sentido em que não se pode deitar fora um modelo que já foi experimentado e que funcionou na maior parte das escolas, apesar do boicote de boa parte dos professores.”
Li até este ponto e parei, deu-me asco.
Quem escreve e pensa assim NÃO é professor, não acredito!!!
Santa paciência que batemos sempre na mesma tecla.
Este modelo tem de ser suspenso, só começando de um inicio, com honestidade, sem segundas intenções é que qualquer modelo de avaliação poderá ter alguma credibilidade.
Fui.
Novembro 5, 2009 at 12:06 pm
” já produziu consequências directas (efeitos na progressão na carreira)”.
Aqui tem razão, temos 2/3 dos professores sem possibilidade de sair do escalão onde se encontram! É isso que pretende?
Você é um Jotinha com aspirações políticas?
Novembro 5, 2009 at 12:07 pm
“o insucesso foi reduzido” Como? Em que estatísticas se baseia?
Vá arrazoar para outro lado!
Novembro 5, 2009 at 12:13 pm
Gostava de ver a faceta dialogante do Pinto de Sousa.
O mais provável é a repetição do “diálogo” ME anterior/Sindicatos.
Novembro 5, 2009 at 12:16 pm
Mente aberta é o que é necessário.
Não fiquem sequestrados por posições passadistas!
Novembro 5, 2009 at 12:18 pm
“Vão trabalhar malandros…”
Isto é para uma tal Maria e quejandos…
Novembro 5, 2009 at 12:19 pm
Marcar a agenda de um País cheio de problemas graves no seu desenvolvimento global e produção de riqueza, com contas públicas em derrapagem é pura demagogia. Uma táctica para distrair as atenções das politicas erradas deste governo.
A mim tanto se me dá que haja simplex 3 modificado ou outra coisa qualquer.
Não gosto que a classe dos professores seja usada como tema fracturante em conjunto com os casamentos gay para desviar atenções.
Para este peditório já dei, estou farto…
Novembro 5, 2009 at 12:19 pm
q
Tem falta de argumentos, pelos vistos!
Novembro 5, 2009 at 12:21 pm
Coehn
Aplaudo o seu comentário.
O país está farto desta discussão sobre a avaliação e tem assuntos mais sérios a discutir.
A recuperação económica, desemprego..novos pobres..
Novembro 5, 2009 at 12:28 pm
#11
Caro António,
Antes desta ADD não havia baixas médicas, depressões, esgotamentos e o que mais?
Mais, o que teve mais impacto na vida dos professores não foi a ADD, como insinua. Se me disser que a a escola se tornou mais difícil e a vida dos professores mais complicada, aí dou-lhe total razão (tal como daria razão se me dissesse que uma das coisas que mais afectou a qualidade de vida dos professores foi o facto de agora terem que passar um maior nº de horas na escola do que no passado das tais 12 horinhas…)
Novembro 5, 2009 at 12:29 pm
O primeiro continua um mete nojo insuportável!
Assim que o ouvi dizer que regressar ao passado era regressar ao tempo em que os professores não eram avaliados, tive que ir apanhar ar fresco! Com que descaramento e falta de seriedade se dizem mentiras destas!
O que ele deveria dizer é que os professores deixaram de ser avaliados com ele no governo, sim, com ele e a ministra mais medíocre que alguma vez por cá passou! Foi ele quem acabou com a avaliação de professores!
Novembro 5, 2009 at 12:32 pm
#12
O compromisso eleitoral, assim como o programa de governo, define um rumo de governação e uma estratégia para o país assente em ideias e princípios que não são alteráveis pelo facto der se ter ou não maioria absoluta para governar.
Pelo contrário, o programa de governo deve ser fiel aos compromissos assumidos com os portugueses na campanha eleitoral e com os quais a maioria dos eleitores se identificou.
Se houve algo que ficou claro nas eleições foi com que ideias e programas políticos os portugueses não se identificam – ou seja, não há nenhuma legitimidade política para os partidos “vencidos” reclamarem que o governo governe com os programas das oposições.
O programa de governo define a estratégia que os portugueses escolheram para o país nesta legislatura. Cabe depois ao parlamento “construir” as medidas concretas que vão de encontro, ou não, a essa estratégia. E aí sim, terá que haver disponibilidade para negociar, criar pontes e entendimentos com as oposições e com os srs. deputados.
Esclarecida?
Novembro 5, 2009 at 12:34 pm
Grande Primeiro MInistro a dar coça na oposição que estão na defensiva.
Grande MInistra da Educação a Maria de Lurdes Rodrigues, foi a que durou mais anos à frente do ME e implementou políticas importantes:: 1º ciclo, AECs, Novas Oportunidades, ADD, Gestão, etc etc
Novembro 5, 2009 at 12:36 pm
#16
“o insucesso foi reduzido” Como? Em que estatísticas se baseia?
bem não foi só o insucesso que foi reduzido. De facto, as taxas de abandono e insucesso escolar reduziram-se substancialmente; o sistema de ensino inverteu a tendência dos últimos anos e aumentou o número total de alunos; a oferta de cursos profissionais atingiu 50% das vagas no ensino secundário; a acção social escolar foi reforçada e mais do que duplicou o número de beneficiários. As iniciativas para a qualificação da escola pública incluíram, ainda, uma reforma profunda do primeiro ciclo do ensino básico (escola a tempo inteiro, refeições escolares, ensino do inglês e outras actividades de enriquecimento curricular; acesso ao computador Magalhães…), mas também o Plano Tecnológico da Educação e em especial o programa e.escolas; a qualificação do parque
escolar, e.t.c.
fonte: http://www.min-edu.pt/np3content/?newsId=4148&fileName=ApresentaResultados08_09_1.pdf
Novembro 5, 2009 at 12:37 pm
Este miudo do PSD a dizer que h+a milhares de professores a reformarem-se com medo da avaliação!
Em que país vive este jota?
Não é o caso e se é melhor, pois haverá mais vagas!
Novembro 5, 2009 at 12:39 pm
Não fiquem sequestrados por posições passadistas! #18 Maria Campos (o falso)
Desde há trinta anos que Portugal não tinha um sistema de avaliação dos professores (o verdadeiro)
Que mal veio ao mundo? Havia cursos martelados em universidades independentes? Os exames de matemática do nono ano estavam ao alcance dos alunos da quarta classe? Todas as pessoas que frequentaram a escola nessa altura “desmereceram” as suas habilitações?
E qual era o sistema que existia antes dos tais trinta anos? Era o modelo que tanta falta faz agora? Era bom, mau, sofrível?
Custa-me dar credibilidade a pessoas que julgam que o mundo nasceu depois deles. Diga-se então: todas as gerações antes de Sócrates não produziram valores intelectuais dignos desse nome, porque nasceram numa época em que não existia avaliação de professores. Estes os disparates que estão no prolongamento directo dos, como direi, argumentos de Sócrates, que tanto fascinam esta outra caixinha de ressonância que dá pelo nome de Maria Campos. Que pobreza. Existirá ainda alguém que se deixe levar por tamanha dose de estupidez? Quem? Os deputados do Partido Socialista? Não quero acreditar.
Novembro 5, 2009 at 12:40 pm
Respondendo aos Verdes, o 1º fax disse:
“aberração era não haver avaliação”
Espero pela resposta da oposição.
Novembro 5, 2009 at 12:46 pm
#23 MAT
Não brinque com coisas sérias. Não o tenho nessa conta. Se desconhece o que tem poder suficiente para desencadear um esgotamento, informe-se. Garanto-lhe que não é o trabalho. Fui irónico quando disse que 5 baixas de professores na mesma escola não constituiam novidade. São uma das consequências de o sector da educação ter sido entregue em mãos crimonosas durante os últimos quatro anos. Agora a situação é esta: os alunos estão sem aulas e já
á não é possível o lugar. Diga-me lá porque razão estas coisas acontecem? Há empregos a mais?
Novembro 5, 2009 at 12:47 pm
MC
Você aplaude tudo?
Não se entusiasme tanto… olhe que se aeconomia continuar a falhar pode ser o seu tacho que fica em causa. É verdade que alguns já salvaguardaram possíveis (não sei se é o seu caso) desastres económicos enchendo os bolsos até dizer chega.
Novembro 5, 2009 at 12:49 pm
M. Campos, o caminho mais rápido para a descredibilização das suas posições é manter a k7 ou o mp3.
Neste momento, ler o que escreve ~e uma perda de tempo.
His master’s voice e mais nada.
Novembro 5, 2009 at 12:49 pm
# 29
aNTÓNIO fERRÃO
É verdade que antes não havia avaliação digna desse nome e nem por isso as escolas ensinavam, e se eminavam, se exigia no básico.
Antes como sabe havia mais exigência, os exames do actual 6º são mais simples que os da 4ª classe de há 30 anos.
Mas sabe também que a falta de exigência da escola (da universidade ao 1º ciclo) actual tem a ver com outros factores. Um deles é a massificação do ensino. Há mais.
Não se pode, no entanto, deixar de ter um sistema de avaliaçao individual (e não em grupo) do desemoendho de qualquer funcionário com o argumento de que antes não havia avaliação.
Os dinheiros públicos têm de ser bem aplicados, e ninguém pode hoje em dia ter uma organização sem avaliação.
Novembro 5, 2009 at 12:50 pm
28#
“Este miudo do PSD a dizer que h+a milhares de professores a reformarem-se com medo da avaliação!
Em que país vive este jota?”
Vive e sabe mais do dia-a-dia das escolas nos últimos 4 anos do que a Maria Campos que se intitula professora. Pode ter sido mas não está no terreno tal como o MAT.
É tão evidente para quem é professore continua a sê-lo nas escolas básicas e secundárias deste pais, que estas 2 personagens não passam de adesiadas ou subcontratadas do PS.
Novembro 5, 2009 at 12:50 pm
#34,
Atenção ao teclado.
Novembro 5, 2009 at 12:54 pm
Mas sabe também que a falta de exigência da escola (da universidade ao 1º ciclo) actual tem a ver com outros factores. Um deles é a massificação do ensino.
Totalmente falacioso.
Classificação: 3 numa escala de 20 (parafraseando Fafe)
Resultado: reprovado/a.
Novembro 5, 2009 at 12:55 pm
Perda de tempo é continuarmos a fazer da avaliação o cavalo de todas as batalhas, quando a escola tem tantos problemas para resolver.
A escola e o país!
Passa-se uma mannhã a discutir a avaliação dos professores, quando devíamos era saber para onde queremos levar este país, falar nos problemas básicos dos portugueses.
Esconde-se que h+a uns tantos a viver à custa disto tudo.
Exemplos:
Directores de bancos a ganharem 35o mil euros ano.
Vara- 34 mil mes
Silva Lopes – 400 mil
Pinto da Costa- 700 mil
Etc
Etc
e o povo geme e esperneia, ecada vez que um destes nababos espirra ou arrota, de imediato a comunicação social passa horas a dar notícias do evento.
Nas horas vagas, fala-se da avaliação e do casamento dos gays como se isso fosse vital para o país.
Tenhamos paciência, deixemo-nos de distracções que a ADD é o actual circo que ilude o povo!
Novembro 5, 2009 at 1:00 pm
Politica de saúde… pedrada no charco…
JS preocupado não esperava esta…
A cassete da ADD… já parece o pcp.
Novembro 5, 2009 at 1:03 pm
Vou reconhecer que é difícil vencer o JS em debate!
Esta de chamar a atenção ao deputado para o ouvir com atenção foi de quem está muito seguro.
Novembro 5, 2009 at 2:16 pm
Bom, pelos vistos continua o espectáculo de travesti!
A chamada «fase anal» on-line! diria o Buli, e bem!
Novembro 5, 2009 at 2:18 pm
Oh Santinha travestida: Os Professores não têm medo da avaliação!
Não gostam é de ser roubados e insultados.
Novembro 5, 2009 at 2:21 pm
Chegado agora mesmo à minha caixa de e-mail:
http://www.20min.ch/digital/dossier/clips/story/26097499
Excepcional.
Novembro 5, 2009 at 2:29 pm
#25
Dispenso os seus esclrecimentos e comentários aos quais decidi deixar de prestar a pouca atenção que prestava. Bastam-me os dislates e propaganda do governo a que não consigo escapar.
Novembro 5, 2009 at 3:03 pm
Cortar o mal pela raiz.
Não acredito em negociatas muito menos aquelas que são propostas pelo sofinge!
É preciso que a democracia mostre a sua face pois a maioria dos portugueses não votou no PS. (O mais votado foi a oposição.)
Novembro 5, 2009 at 3:04 pm
(A mais votada foi a oposição ado PS.)
Novembro 5, 2009 at 3:08 pm
Ainda a avaliação de Professores
A Tese deste post é a seguinte: Sócrates mente quando diz que introduziu a avaliação de professores. Explicando:
Vamos imaginar, caro leitor que não tínhamos o pior Primeiro-Ministro da nossa história.
Agora imaginem que iam ler a Lei que regulava a avaliação dos professores – a tal que nunca existiu: o Decreto- regulamentar 11/98, de 30 de Abril.
Com alguma atenção poderiam ver um tal de Documento de reflexão crítica (artigo 5º) que constava destes itens:
ANEXO 1
Quadro de referência para a elaboração do documento de reflexão crítica
Actividade do docente
1 Conteúdo:
1.1 Serviço distribuído (componente lectiva e componente não lectiva);
1.2 Cargos desempenhados, considerando:
1.2.1 Administração e gestão;
1.2.2 Orientação educativa;
1.2.3 Supervisão pedagógica;
1.2.4 Outros.
2 Desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem:
2.1 Planificação do processo ensino-aprendizagem, considerando:
2.1.1 Selecção de modelos e métodos pedagógicos;
2.1.2 Cumprimento dos núcleos essenciais dos conteúdos programáticos;
2.1.3 Cooperação com os professores da escola/turma/grupo disciplinar;
2.1.4 Outros aspectos relevantes;
2.2 Concepção, selecção e utilização de instrumentos pedagógicos auxiliares do processo ensino-aprendizagem, considerando:
2.2.1 Manuais escolares;
2.2.2 Outros;
2.3 Processo de avaliação dos alunos, considerando:
2.3.1 Critérios de avaliação e definição de conteúdos nucleares da aprendizagem para a
progressão dos alunos;
2.3.2 Aferição dos critérios para uma coerência pedagógica da aprendizagem;
2.3.3 Práticas inovadoras no processo de avaliação dos alunos;
2.3.4 Outros aspectos relevantes;
2.4 Participação em actividades de apoio pedagógico e de diversificação curricular;
2.5 Participação na organização de actividades de complemento curricular.
3 Análise crítica do processo de acompanhamento dos alunos, considerando:
3.1 Informação e orientação dos alunos (vocacional e profissional);
3.2 Detecção de dificuldades na aprendizagem e desenvolvimento de estratégias para a sua
superação;
3.3 Gestão de conflitos comportamentais e de índole disciplinar na sala de aula e na
escola e desenvolvimento de estratégias para a sua superação;
3.4 Relacionamento com os encarregados de educação;
3.5 Outros.
4 Participação em actividades desenvolvidas na escola, considerando:
4.1 Projecto educativo;
4.2 Área-escola;
4.3 Formação;
4.4 Projectos culturais, artísticos e desportivos, considerando:
4.4.1 Participação em projectos culturais locais e de defesa do património;
4.4.2 Organização e participação em visitas de estudo;
4.5 Outros aspectos relevantes.
5 Participação na articulação da intervenção da comunidade educativa na vida da escola.
6 Promoção e participação em actividades intergeracionais.
7 Participação em actividades no domínio do combate à exclusão.
8 Participação em actividades no domínio da promoção da interculturalidade.
9 Participação em actividades de solidariedade social.
10 Formação:
10.1 Plano individual de formação, considerando:
10.1.1 Identificação das necessidades de formação, designadamente nos planos
científico-pedagógico e profissional;
10.1.2 Articulação do plano individual de formação com o plano de formação da
escola/associação de escolas;
10.1.3 Participação em equipas de formação para a inovação e a qualidade;
10.2 Formação contínua, considerando:
10.2.1 A articulação das acções de formação realizadas com o plano individual de formação;
10.2.2 Actividades de aperfeiçoamento profissional e académico, nomeadamente participação
em seminários, conferências, colóquios e jornadas pedagógicas;
10.2.3 Outras actividades relevantes;
10.3 Formações acrescidas, considerando:
10.3.1 Graus académicos;
10.3.2 Outros diplomas.
11 Assiduidade do docente.
12 Actividades de substituição.
13 Outras actividades relevantes no currículo do docente.
14 Estudos e trabalhos realizados e publicados.
15 Louvores.
16 Sanções disciplinares
Se chegou aqui, caro leitor é porque está mesmo sem sono. E o que é que eu, Professor, vou ter que fazer agora?
Simples: preencher isto: http://www.sc.dgrhe.min-edu.pt/fichas/avaliados/ficha403.html
Se não fosse trágico, daria para rir, mas enfim.
Vamos lá ao copy / past!
http://www.aventar.eu/2009/07/02/ainda-a-avaliacao-de-professores/
Novembro 5, 2009 at 3:11 pm
PS quer impor ao país um programa político rejeitado por 63,45% dos votos expressos.
Programa do Governo é igual ao compromisso eleitoral do PS.
Novembro 5, 2009 at 3:17 pm
63,45% dos votos expressos foram contra estas políticas (des)educativas!
Os quatro partidos políticos com representação parlamentar defendem a posição dos 63,45% dos votos expressos e estão todos de acordo que estas (des)políticas conduzem ao abismo.
Prontes.
A Democracia é uma chatice. Uma chatice. Para os Sócrates deste mundo.
O tipo terá de mudar de país – Atenção, não desejo nenhum mal a outros povos.
Novembro 5, 2009 at 3:29 pm
# 6
“Apache Says:
Novembro 4, 2009 at 2:34 am
Em geral subscrevo o que foi dito pelo Pedro Castro, pelo António Ferrão e pelo Mário Silva, excepto isto: “Qualquer lei aprovada, lamento dizer isto, tem de acautelar os interesses de quem obteve Muito Bom e Excelente. A acontecer o contrário poderá estar ferida de inconstitucionalidade: direitos adquiridos….” [Pedro em #31]
Não se pode, de facto, legislar contra direitos adquiridos, mas…
Já antes aqui tinha explicado e volto a insistir:
1- Os direitos de quem obteve Muito Bom ou Excelente só se tornam efectivos (só contam) após a obtenção de duas destas classificações em avaliações consecutivas ou três em avaliações interpoladas;
2- As classificações foram obtidas numa avaliação regulamentada por um decreto (regulamentar) ilegal que viola amiúde o ECD;
3- Os titulares avaliadores foram nomeados (titulares) na sequência de um concurso inconstitucional, por indevida retroactividade da lei e violação do princípio constitucional da protecção na doença;
4- O Governo, a recorrer ao Tribunal Constitucional, nunca poderá invocar a protecção de direitos adquiridos, porque (como alguns comentadores já disseram) o congelamento da carreira (por mais de 2 anos) violou direitos adquiridos; o aumento do tempo de duração dos escalões, idem; as quotas, a mesma coisa; e qualquer destas violações atingiu 100% dos docentes, enquanto o fim dos Muito Bons ou Excelentes, agora ilegalmente obtidos, afecta (na melhor das hipóteses) 25% dos docentes (20% de MB e 5% de Exc). De qualquer forma, sublinho, estes “direitos” foram adquiridos ilegal e inconstitucionalmente.”
Novembro 5, 2009 at 3:34 pm
“Excelente Estudo: Incentivos Aos Docentes, Desempenho Dos Alunos e Inflacção das
Classificações
Caro Dr Guinote,
Publiquei recentemente um estudo sobre os efeitos das reformas recentes na educação em termos do desempenho dos alunos no ensino secundário.
Penso que este estudo tem interesse em termos de divulgação junto de um público alargado, para alem do académico.
Os resultados indicam que o desempenho dos alunos no ensino secundario foi prejudicado
significativamente pelas alteracoes introduzidas no Estatuto da Carreira Docente.
O trabalho esta disponivel em http://ftp.iza.org/dp4051.pdf e um resumo nao-tecnico em
http://economiadaspessoas.blogspot.com/
Obrigado pela atenção.
Dr Pedro Martins
http://www.educar.wordpress.com/2009/03/12/excelente-estudo-incentivos-aos-docentes-desempenho-dos-alunos-e-inflaccao-das-classificacoes/