O que eu ainda não percebi mesmo é a teimosia do Ps, ou melhor, do senhor primeiro-ministro (excelência, vénia) nesta questão.
Já percebeu que vai sair, no mínimo sem uma ou duas orelhas do cenário, mas não deslarga.
Oposição pode suspender modelo de avaliação dos professores, diz constitucionalista
Os partidos da oposição podem suspender no Parlamento o actual regime de avaliação dos professores, referiu à TSF o constitucionalista e professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Paulo Otero.
«Estando o modelo de avaliação dos professores configurado através de decreto-lei, a Assembleia da República pode revogar esse decreto. [E pode fazê-lo] ou através de uma revogação simples, ou a Assembleia da República poderá emanar sobre a avaliçao dos professores um novo regime Jurídico», explicou.
Paulo Otero reconhece que é mais fácil que a oposição se entenda no sentido de uma revogação simples, do que para um modelo alternativo e, por isso admite que durante algum tempo não vigore qualquer regime de avaliação de docentes.
O que pode ditar um “braço de ferro” legislativo, caso os partidos da oposição decidam unir-se na Assembleia da República para suspender o actual regime de avaliação dos docentes.
Também contactado pela TSF, António Barbas Homem, professor de Direito e presidente da Associação Portuguesa de Direito à Educação, considera que o Executivo poderia responder a esta iniciativa da oposição, mas esse seria um gesto que poderia ser entendimento como abuso de poder.
O problema é que não é um decreto-lei. Mas mesmo assim…
Novembro 4, 2009 at 8:40 am
Mais uma vez se demonstra que a jurisprudência e os escritórios de advogados servem sobretudo para suportar a corrupção que reina no país.
Seja através da fabricação das leis, seja na sua interpretação, ou, em último recurso, na sua ultrapassagem.
Depois temos a segunda linha: os juízes e os procuradores, que conduzem e travam as investigações, negoceiam pareceres e adequam as decisões aos interesses da Nomenklatura.
Tudo no reino de Sócrates funciona como no País das Al(drab)ices.
Lembremo-nos de que a primeira versão pública da “anticonstitucionalidade” da suspensão da ADD partiu exactamente do Director da TSF, ainda antes do governo estar formado.
Novembro 4, 2009 at 8:44 am
A avaliação é uma coisa muito importante…Dizem eles!
Novembro 4, 2009 at 9:02 am
Amarrar a educação a questões de burocracia e de gestão de recursos humanos é uma estratégia de colonização da escola e de lobotomização dos cidadãos.
Enquanto se discutem os contornos jurídico-administrativos, por um lado admite-se que os objectivos de gestão até são correctos, e por outro lado omite-se o essencial: a transformação da Educação Monopolista do Estado num departamento terapêutico da Assistência Social.
E não vejo praticamente ninguém a desmontar esta armadilha, uma vez que todos os partidos e sindicatos, e diga-se, a maioria dos professores, jogam com as mesmas regras, só mudando a baliza onde querem marcar pontos.
Novembro 4, 2009 at 9:10 am
Cadê a ministra? Afinal não há ministra? Afinal quem manda no MEducação? Lacão? Assis? Fagundes? Todos a mandarem “bitafes” e não há ministra? Afinal não foi mesmo convidada? Só deslizou na passarelle na tomada de posse? Até quando vai consentir que os outros falem por si? Ou foi esse mesmo o acordo? Dá só a cara pela pasta e a voz aos guardas do PS?
Novembro 4, 2009 at 9:53 am
O que eu não entendo ( … ) é dizer que é para continuar tudo na mesma mas ter substituído TODA uma equipa ministerial e mais umas figuras de peso (MM, p.ex.).
…
Que saísse apenas Maria de Lurdes, va lá, poderia ser por estar cansada, com as orelhas a arder, etc e coisa e tal.
Mas substituir TODA uma equipa – dando um sinal claro de ruptura com o passado recente – e vir dizer que é para não suspender, não substituir e ameaçar com mais “querelas”, enfim…
… há algo aqui que não bate o “forever young” com as calças…
…
…
…
Novembro 4, 2009 at 10:52 am
lá vai a carneirada dos profs voltar a rua ..
meéhhhhhhhhh
mééhhhh
um bando de carneiros unidos jamais será vencido
Novembro 4, 2009 at 11:31 am
#6. Sou professor mas não respondo a comentários com este tipo de linguagem.
Novembro 4, 2009 at 11:45 am
Acho que sim gastao pinto..
mas que fazes mééééééééééhhhh quanto o nogeira manda lá isso fazes..
lolol
Novembro 4, 2009 at 2:15 pm
Eu tb não consigo entender esta teimosia do PS.
Sabem que vão perder. Insistem porquê?
Escapa-me aqui uma parte do jogo.
Novembro 4, 2009 at 5:00 pm
MÃOZINHAS!
É a velha história das “mãozinhas”. Ou melhor, ter ou não ter. No bridge, curioso jogo perfeito, o sábio jogador, inebriado pelo carteio, busca as “mãozinhas” miraculosas. A estatística é para tais artistas, assunto sagrado e memorável. O que lhes interessa é, afinal, o prémio do jogo – honestíssimo e reparador. Mas o jogador não deve ser impetuoso. Audaz, talvez. Iluminado, decerto. Nunca fogoso nas vozes ou carteio. As “mãozinhas” são quase sempre cumpridoras.
Ora acontece que estes nossos dias-ligados-a-dias têm sido obscuros e inconsistentes. Estranhos! E não se fala aqui desse palavreado que é vertido nas caçoulas perfumadas dos jornais ou do que por aí é vibrantemente (re)dito, aliás muito bem joeirado pela turba dos Marcelinos, sobre a etérea governação do próximo governo do sr. engenheiro. É que entre o idiotismo do grupo do sr. Sócrates e o folhetinismo sobre a D. Manuela, a nossa educação política carece de sentimento e de decoro.
Tal como no carteio do bridge se trabalha para fazer as “passagens” de mão, também o sr. Sócrates se encontra viciado desse espírito assombroso. Festejar as “mãozinhas”, não delapidar o pecúlio do grupo de interesses, fazer as passagens certas (à esquerda ou à direita) será o espectáculo vulgar com que o sr. Sócrates se banqueteará. Os Marcelinos não irão faltar nessa saloiice de ameaçar com a trova de novas eleições e a vinhaça (já velha) de maioria absoluta. Porém não basta tal carteio deslumbrado. É que, e antes do mais, é preciso ter jogo para jogar e ir a jogo. No bridge, como na palestra política, o bluff é puro disparate.
http://www.almocrevedaspetas.blogspot.com/search/label/Governo
Novembro 4, 2009 at 5:07 pm
Reb (9)
Ainda não percebeste o jogo …?
Este é de “caras”.
Habilidosamente, com a central toda a trabalhar, veicula-se que os partidos da oposição (em clara maioria na AR!) estão a bloquear a acção (o programa) do (des)governo. Logo, “não podem governar”. Logo, abre-se uma crise por os partidos políticos serem uma “força de bloqueio”.
O objectivo é claro – eleições antecipadas para a tal da maioria absoluta (poder absoluto). Sócrates e Cª (I)limitada só sabem governar(-se) com o poder absoluto – são visceralmente anti democrata(s).
Não existem meios para atingir o fim – plena instalação do poder absoluto (vulgo, ditadura).
Prontes.
Novembro 4, 2009 at 5:10 pm
Sócrates é visceralmente um tipo autoritário. Tem desprezo total pelo regime democrático, pela Democracia.
Novembro 4, 2009 at 7:54 pm
“Paulo Otero reconhece que é mais fácil que a oposição se entenda no sentido de uma revogação simples, do que para um modelo alternativo e, por isso admite que durante algum tempo não vigore qualquer regime de avaliação de docentes.”
Eu também acho porque produzir legislação em cima do joelho poderá ser pior.
Também sei que o governo pode aproveitar o vazio legislativo para impedir a progressão na carreira dos professores. Esse é talvez o receio de alguns sindicalistas como Mário Nogueira.
Sem ECD e sem ADD o governo poderá fazer o “congelamento” sine die dos professores.
Novembro 4, 2009 at 7:55 pm
# 11 Ana
Eleições antecipadas o governo não quererá neste momento. A crise da “sucata” atingiu-lhes em cheio e vais assistir à maior história da corrupção em Portugal.
Novembro 4, 2009 at 8:10 pm
Pedro
Com os valores do deficit apresentados haverá congelamento quer haja avaliação quer não se faça nada.
Novembro 4, 2009 at 8:16 pm
# 15 Tb acho Zinha
Novembro 4, 2009 at 8:19 pm
A IA não falou até agora.
O que se passará no interior do PS?
Ou será que IA não está disposta a ser um pau mandado do gabinete do PM?
Novembro 4, 2009 at 8:26 pm
#6,
Já foi José, já foi Fernando Pinheiro.
No que ficamos?
Vergonha de ser o seu eu verdadeiro?
Novembro 4, 2009 at 8:26 pm
Como a anterior falava demais e mal…esta resguarda-se.lol
Novembro 4, 2009 at 8:28 pm
lollllllllllllll
Jorge Lacão não disse o q disse…
Novembro 4, 2009 at 8:30 pm
Pois o nogeira está habituado a fazer fellatio ao seu chefe..nós fazemos mé mas ele lambe-o todo da cabeça ao escroto.eu sou professor e respondo ..apaga se quiseres Paulo mas nogeiras deste mereciam o forno de birkenau..
Novembro 4, 2009 at 9:03 pm
Face Oculta: «É só mais um caso que não vai dar em nada»
Para Medina Carreira este é mais um caso onde não se verão condenados
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1100477&div_id=4058