Já se percebeu que o núcleo duro do governo optou pela estratégia do confronto com a oposição, prolongando o conflito com os professores a propósito do modelo de avaliação do desempenho docente.
Depois da remoção integral da anterior equipa do ME, esta opção é uma tonteria completa, a menos que isto sirva uma estratégia global do PS para, desde o início do mandato, se apresentar como vítima da maioria parlamentar que existe em São Bento.
É óbvio que o modelo não funciona e não é prolongando o simplex transitório pelo 3º ano que se resolve alguma coisa. Aliás, este prolongamento do simplex apenas por um ano, significaria que o ciclo de avaliação ainda definido para dois anos poderia ser marcado por dois modelos diferentes, tornando um disparate ainda maior todo o processo.
O que temos neste momento?
Um prolongamento anual do simplex, sem que se saiba exactamente o que se passará no segundo ano deste ciclo de avaliação (sendo que um dos actuais secretários de estado se pronunciou pela necessidade de reformular o modelo e a extensão dos ciclos de avaliação ainda há quatro meses). Dificilmente se poderá defender esta situação em nome da estabilidade do funcionamento das escolas.
Pelo que só se entende este finca-pé do governo – deixando o líder da bancada do PS no Parlamento numa espécie de terra de ninguém – como um pretexto para se vitimizar desde já, apostando num agudizar deste conflito com intuitos políticos tácticos.
No caso da Assembleia da República produzir uma lei sobre a ADD só faltaria pedirem ao ex-SE Pedreira que aparecesse a repetir o estribilho a lei é para cumprir, enquanto os juristas do ME procuravam truques legislativos para a não cumprir.
A situação pede sentido de Estado por parte de todos os envolvidos e é bom que o PS entenda de uma vez que a sua intransigência nesta questão já provocou danos suficientes na coesão que deveria existir entre a classe docente e a tutela, no normal funcionamento das escolas e agora até parece que na relação entre governo e oposição num cenário de maioria relativa. Mas parece que não é isso que pretende a entourage do primeiro.
Os professores não negam a necessidade de uma avaliação do seu desempenho. O que está em causa é a estrutura da carreira, com quotas para a progressão através de um processo de avaliação que não garante os melhores progridam efectivamente. Um modelo que prefere a representação do desempenho à sua efectiva qualidade. Que privilegia a quantidade à qualidade das aulas dadas.
Que na sua versão integral não é possível implementar e que na versão simplificada desrespeita o Estatuto de Carreira que alega regulamentar.
Não sou muito dado a definições e adjectivações muito coloridas, pelo que me resumo a dizer que este modelo não presta e durante dois anos isso já ficou demonstrado.
Que mentes iluminadas ainda não o queiram admitir é um monumento à cegueira ou à casmurrice.
Que a actual ministra da Educação – que já o era antes de ser convidada – ainda nada tenha dito sobre o assunto, apenas faz antever que a sua presença será meramente decorativa.
Que o secretário de Estado que teve como anterior função estudar e trabalhar este tema continue mudo e quedo, só faz supor que até o especialista da equipa não tem autonomia para definir uma posição e um rumo sobre este assunto.
Ou seja, isto começa mal.
Mas exige paciência e habilidade.
Exige persistência e capacidade de antecipação e desarmadilhamento do terreno.
Não pede, a curto prazo ou mesmo médio prazo, ameaças de greves e manifestações que só serviriam à estratégia vitimizadora do PS e do Governo. Porque seria motico para dizerem que ainda nem o processo negocial teve hipótese de arrancar e já querem pressionar a partir da rua.
Portanto, há que ter cabecinha e caçar com gato porque o cão está estafado.
Novembro 4, 2009 at 9:17 pm
E depois, algum dia eles terão de falar, não?
Novembro 4, 2009 at 9:18 pm
Eu prefiro caçar com caçadeira.
Novembro 4, 2009 at 9:23 pm
O Sócrates é um virgem teimoso. Um dia farta-se dele mesmo!
Novembro 4, 2009 at 9:26 pm
A mulher não fala porque não sabe articular uma frase ..como qualquer tia passa o tempo no cabeleireiro e na manicure lendo a Maria e a Lux…
Novembro 4, 2009 at 9:29 pm
Novembro 4, 2009 at 9:31 pm
É verdade: isto não presta.
Já todos perceberam isso. Até a Alçada que não vê como vai (desc)alçar esta bota…
Agora vão meter-se em querelas jurídicas para empatar?
Livra, que cambada de so-cretinos!!
Novembro 4, 2009 at 9:33 pm
Ao menos espero que o Lacão leia este post.
A ver se se informa…
A ministra não tem tempo. Esta é a maior aventura da sua vida. Vamos ver se consegue terminá-la.
Novembro 4, 2009 at 9:34 pm
Novembro 4, 2009 at 9:34 pm
“É necessário que a Assembleia da República suspenda a avaliação se o Governo não o fizer”, afirmou Mário Nogueira em Coimbra, ao intervir na Festa do Livro, numa sessão promovida pelo Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC) em colaboração com a editora Calendário.
No entanto, segundo o dirigente sindical, “a avaliação não pode ter uma abordagem descontextualizada do Estatuto da Carreira Docente”.
Tudo isso a Assembleia da República pode já orientar”, acrescentou.
Mário Nogueira realçou que importa levar o Parlamento “a chamar os sindicatos” e “a ter já um projecto de revisão do Estatuto da Carreira Docente”.
“Era preciso um sinal de que a relação da nova equipa” do Ministério da Educação, chefiada por Isabel Alçada, “com as escolas ia ser diferente”.
Para o secretário-geral da Fenprof, “esta equipa ministerial teve uma oportunidade de ouro que deixou fugir”, deixando as escolas perante “um silêncio às vezes demasiado ruidoso” quanto ao modelo de avaliação e outras matérias contestadas pelos professores na anterior legislatura.
“Era natural que esta equipa tivesse dado um sinal às escolas”, sublinhou.
Mário Nogueira vincou que “todos os partidos” da oposição “têm posições importantes no sentido de acabar com o actual modelo de avaliação”, substituindo-o por outro, pondo ainda fim à divisão de carreira entre professores titulares e não titulares.
“O diálogo é obrigatório neste momento”, disse, lamentando que “este Governo não perceba que ganhou as eleições, mas não tem maioria absoluta” no Parlamento.
Mário Nogueira frisou, por outro lado, que os sindicatos dos professores já tiveram reuniões com todos os partidos da oposição com assento parlamentar, mas que o PS ainda não viabilizou um pedido no mesmo sentido.”
publico on-line
Novembro 4, 2009 at 9:40 pm
Acho que a questão da avaliação vai precisamente ter para o PS a função que refere: dramatizá-la ao máximo para marcar o tom de vitimização da legislatura às mãos da oposição que não os deixa governar (tipo, Cavaco em 1987, embora dessa vez o contexto e a sequência de eventos não fosse a mesma). A ver vamos como a Alçada sai desta aventura na baixa política. Será que vai rasgar as vestes pela obra da D.Lurdes?
Novembro 4, 2009 at 9:42 pm
Por isso é que eu tenho os meus filhos no ensino particular. Alí quem não quer trabalhar – rua!
Novembro 4, 2009 at 9:43 pm
O silêncio de uns não é sinal de que há uma luta dentro do PS? Apenas Jorge Lacão manifestou os seus estados de alma socráticos. Francisco Assis sentiu-se incomodado pelo jeito truculento do camarada. Jorge Lacão repensou e reviu em baixa as suas expectativas. A equipa ministerial espera para ver se tem efectivamente mandato para dirigir o sector.
Numa coisa concordo com PG: por casmurrice, uma medida do âmbito de uma direcção da administração pública está a ser transformada num imbróglio de estado. Como se nada mais se passasse neste país.
Novembro 4, 2009 at 9:43 pm
Vamos ter uma versão nova de um “Golpe de Estado”?
Viva a Democracia!
Novembro 4, 2009 at 9:44 pm
#7-Tens razão! Coitada, sempre tão ocupada com o gato…
o que lhe vale é que tem la cão.
Novembro 4, 2009 at 9:46 pm
#12, custa a perceber, não é?
Novembro 4, 2009 at 9:46 pm
04 Novembro 2009 – 00h30
A ameaça do monstro
As previsões económicas divulgadas ontem por Bruxelas indiciam que o pior da crise já terá passado. A Europa não caiu no abismo e agora recuperará em ritmo lento.
Mas há uma pesada herança que será paga duramente nos próximos anos: os défices orçamentais excessivos. No caso português, o estado das finanças públicas é calamitoso e, mais tarde ou mais cedo, haverá pesados aumentos de impostos. O défice está ao nível da primeira metade da década de 80 quando Portugal era objecto dos draconianos planos do FMI (Fundo Monetário Internacional). Bruxelas aponta para que o défice luso em 2011 atinja 8,7%, o que significa o pior registo da democracia.
A acumulação de défices irá traduzir-se nos próximos dois anos na elevação da dívida pública para o patamar dos 100% do PIB. Esta é a dívida conhecida, porque a dívida real é superior por causa dos empréstimos de empresas públicas com aval do Estado e das parcerias público-privadas com passivo público.
Os desequilíbrios da década de 80 foram absorvidos por um bom ritmo de crescimento do PIB e pelas privatizações, mas o País está longe do dinamismo os anos 80 e 90 e já não tem muitos anéis para vender. Portugal arrisca a tornar-se um Estado inviável e a nossa qualidade de vida nas próximas décadas está ameaçada.
Armando Esteves Pereira, Director-Adjunto
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=B5C847CF-B812-4D55-9367-74EF5D6E18BF&channelid=00000093-0000-0000-0000-000000000093
Novembro 4, 2009 at 9:46 pm
#11
Esperemos que lhes faça bom proveito, a si e a eles.
Novembro 4, 2009 at 9:47 pm
quando é que isto acaba?
Novembro 4, 2009 at 9:48 pm
Credibilidade
Teixeira dos Santos passou este ano a garantir que o défice não ultrapassaria os 5,9%, apesar de todos os números conhecidos indicarem o contrário. Ontem, depois da União Europeia apresentar uma previsão de 3 anos consecutivos de défice acima dos 8%, Teixeira dos Santos apareceu a dizer que afinal um défice bastante superior a 5,9% era expectável desde o início:
“Estamos perante a crise mais grave que tem afectado as nossas economias nos últimos oitenta anos. É uma crise histórica e portanto não é de admirar que o valor do défice registado nos variados países europeus, incluindo em Portugal, seja também um valor histórico, porque a crise que enfrentamos é infelizmente uma crise histórica, de que não há memória”
Ora se a crise internacional já permitia prever um défice de proporções históricas porque é que o ministro das finanças português não avisou antes? Quem o levará a sério no futuro?
(JM, blasfémias)
Novembro 4, 2009 at 9:48 pm
É a sucata. É ver que a investigação já anda na sucata. Tudo me leva a crer que é mais um processo para cair na sucata. Entretanto, toda essa sucata, custa milhões aos cofres do estado e aos bolsos dos que ainda não estão na sucata.
Novembro 4, 2009 at 9:49 pm
#11
Faz vocência muito bem, sô sócras. Escusava era de destruír o outro.
Novembro 4, 2009 at 9:50 pm
Como diz o Pedro Castro, PS ( partido da sucata).
Novembro 4, 2009 at 9:51 pm
#11- get lost!
Novembro 4, 2009 at 9:51 pm
Diz o sócras, a rainha da sucata ao espelho: eu sou chiqui, béim!
Novembro 4, 2009 at 9:51 pm
#21.
Fafe, pelas tuas bandas a lua tb nasceu tão grande e amarela como aqui?
Novembro 4, 2009 at 9:52 pm
Estamos fartos de sucateiros.
Novembro 4, 2009 at 9:53 pm
#21
Estava em reunião intercalar, nem a lua pude observar.
Malditos!
Novembro 4, 2009 at 9:54 pm
# 11
Os colégios particulares são óptimos para se desenvencelhar da(s) criatura(s) barulhenta(s) que lhe chateiam a vida. Pois.
O que não faltam são casos idênticos aos seus: “parideiros(as)!
Novembro 4, 2009 at 9:56 pm
muito bom proveito. o “stôr” por acaso já viu as notas do particular comparadas com o público? não viu? n teve tempo coitado. Tanto trabalho que ele tem.
com ou sem avaliação, com ou sem ECD, uma coisa a Rodrigues conseguiu. nada jamais será como dantes. Os senhores professores vão ser escrutinados cada vez mais. Os tempos da rebaldaria e dos relatórios críticos já se foram. e só mais uma coisinha, não se fiem na oposição. é que a oposição n pensa toda da mesma meneira, ou pensam v. exas que o PSD vai aceitar progressões na carreira até ao topo para todos. LOL n se fiem. quem avisa amigo é.
Novembro 4, 2009 at 9:57 pm
Foi o Ministro que despachou a nomeação de avaliadores.
Novembro 4, 2009 at 10:00 pm
http://www.economico.sapo.pt/noticias/despesa-do-estado-bate-recorde-e-ja-ultrapassa-metade-do-pib_73556.html
O que é que fizeram ao dinheiro que roubaram aos professores?????????????????!
Novembro 4, 2009 at 10:00 pm
Mais um P. da vara do outro. Os suínos andam a fugir aos sucateiros e nós é que os gramamos.
Novembro 4, 2009 at 10:00 pm
#30- O ministro? Já há governo?
Novembro 4, 2009 at 10:02 pm
#31-deram-no a uns ….. que andaram a fazer campanha por eles nas legislativas.
Novembro 4, 2009 at 10:04 pm
Tché!, o p ponto tem “meneiras”; são maneiras mais finas, não é para qualquer que não seja sucateiro e pague às particulares com o dinheiro dos outros.
Novembro 4, 2009 at 10:04 pm
Privado pesa 13,5%
Um dado curioso é que o ensino privado pesa mais em Portugal do que na média da OCDE em
todos os graus de ensino. + No primeiro ciclo do ensino básico, o privado representa 8,5 por cento (2,9 por cento na OCDE). No terceiro ciclo, o peso do privado baixa para os 5,5 por cento (3 por cento na OCDE), voltando a subir no secundário para os 13,5 por cento (5,3 por cento na OCDE). Só no México e no Japão, e nalguns graus de ensino nos Estados Unidos, é que o sector privado tem mais peso do que em Portugal.
http://www.ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1399604&idCanal=58
Novembro 4, 2009 at 10:06 pm
LOL parecem cães atiçados ehehheheheh
Novembro 4, 2009 at 10:09 pm
#37
Por mim, parece-me só te faltarem penas para seres burro.
Novembro 4, 2009 at 10:09 pm
Depois de levar com duas intercalares não há suíno que me assuste nem vara que me amedronte.
Novembro 4, 2009 at 10:09 pm
E as penas enterradas no Ânus.eh..eh…
Novembro 4, 2009 at 10:10 pm
#11 e 29,
Está a falar que de que resultados de que privado?
Daquele onde só se entra de batina?
Olhe que eu já dei aulas no privado e nem tudo é assim.
A experiência foi felizmente curta, porque o que vi nesse ano de “luvas” a passarem e outras estórias dava para muita coisa.
E, curioso, quando um dia, tempos depois, por lá passou uma inspecção até as pautas desapareceram num roubo estranho, em que os ladrões deixaram tudo o que interessava, excepto…
Novembro 4, 2009 at 10:10 pm
#11
E o senhor sabe que os professores do particular nunca estiveram sujeitos a esta avaliação, certo? Que a carreira dos professores do particular nunca foi dividida, certo? E que, no particular, se pode expulsar alunos por excesso de faltas, manifesta falta de aproveitamento e mau comportamento, certo? É que se o particular é tão bom, copie-se tudo – pode começar por suspender esta avaliação, depois o ECD e, já agora, diminuir a influência do Ministério da Educação… Era este o rumo do seu raciocínio?
Novembro 4, 2009 at 10:10 pm
#40,
Tu e essa fixação.
Tens de resolver isso, homem.
Novembro 4, 2009 at 10:11 pm
Pensem comigo…
os do rato só aparecem a provocar quando algo vai mal pelo rato…já nem a eleição do lider parlamentar é consensual…logo…calma e paciência.Ah…e até o Lacão já diz que não disse o que disse.
Novembro 4, 2009 at 10:11 pm
#38-Da maneira como ele olha para o forum…
Novembro 4, 2009 at 10:12 pm
#41
Hum!, não seriam ladrões, talvez desinspectores protectores de ladrões…
Novembro 4, 2009 at 10:12 pm
Os sucateiros da educação, fatalmentes e tais têm andado calados, á espera da abertura da próxima época que tarda.
Novembro 4, 2009 at 10:13 pm
Dr Guinote. Diga lá quanto é que o grupo Lena lhe paga para escrever artigos de opinião no i? ou é tudo de graça? lol
Novembro 4, 2009 at 10:14 pm
Desculpa Paulo mas foi mais forte…e digo e redigo e torno a dizer não sou anti gay mas sou sim anti lobie gay de mania de superioridade moral tipo aquele antropófago Vale que nós sabemos quem é…
Novembro 4, 2009 at 10:14 pm
#47
Os fripótas da sucata, sacraste!
Novembro 4, 2009 at 10:16 pm
P… de Pa….ou de Pu…ou ainda de Por…ou ainda de Promíscuo…à escolha do freguês…mas enfim como eu sou boa pessoa até acho que é P de pobre de espírito…
Novembro 4, 2009 at 10:17 pm
Inundação nos porões de lastro, soltar os ratos. E isto na doca-seca.
Novembro 4, 2009 at 10:22 pm
adeus secundários. bom trabalho, lol
Novembro 4, 2009 at 10:24 pm
É impressão minha ou o Lá Cão na Sic not está muito A. J. Seguro?
Novembro 4, 2009 at 10:26 pm
#51- Ou de Pindérico, Pedante, Pimpolho, Privada (à brasileira), Penico, Pudico (com acento no P de Edite Estrela) Pinto Parvo, Pavão e o que mais for.
(viste o telegragho ? Não respondas por fax, senão mamo outro doutoramento) SMS!
Novembro 4, 2009 at 10:28 pm
#54- se há la cão vou ver! é no Animal Hospital, BBC?
Novembro 4, 2009 at 10:28 pm
#29,
“Os tempos da rebaldaria e dos relatórios críticos já se foram”…
em vez deles ficaram os tempos da ficha de auto-avaliação fotocopiada. Troll!
Novembro 4, 2009 at 10:31 pm
#%4- Está muito risonho, sem açaimo.
Novembro 4, 2009 at 10:34 pm
ratos na doca seca, eh!eh!eh!
O BPN vai ser privatizado e a euribor a zero!
Novembro 4, 2009 at 10:36 pm
Já se percebeu que vão apostar na técnica da guerrilha para afastar as atenções daquilo que deveria preocupar a populaça: a crise interna, que já existia antes de se falar da crise mundial, o processo freeport que não ata nem desata, a sucata que está a engolir tudo, o buraco do BPN que está mesmo transformado num buraco negro. Mais uma vez, sabendo que um dos problemas das escolas se prende com a indisciplina, apostam em continuar a humilhar os professores e a atiçar a populaça, tirando partido da falta de formação de muita gente, que vive à custa dos professores e de todos aqueles que pagam os impostos.
Novembro 4, 2009 at 10:43 pm
Vi Donatien..força que na próxima vez que houver jantar em Lisboa vais lá carago…vê e diverte-te…
http://cliptank.com/PeopleofInfluencePainting.htm
Novembro 4, 2009 at 10:49 pm
Na… é p. de palerma, mesmo.
Novembro 4, 2009 at 10:50 pm
A única maneira de acelerar um corpo em movimento sem aumentar o dispêndio de energia é diminuir-lhe a massa. De maneira que, tendendo a massa para zero, a energia tenderá para um valor nulo. Até que se chega às partículas sem massa, como a luz ou as ondas hertzianas, e se atinge a chamada velocidade infinita.
A educação pública em Portugal serviu sempre os interesses do Estado, segundo a perspectiva dos governantes. Foi assim com o Marquês, despótico e totalitário, ou com o Liberalismo, incerto e atabalhoado, ou com a República, positivista e vesga, ou com a ditadura, ensimesmada e prepotente. No entanto, havia sempre a exigência de algum saber útil.
Mas os governos dos últimos anos passaram a ter como finalidade máxima o brilharete das estatísticas, tendendo para o zero em reprovações. Ou seja, o infinito. Ora, como para atingir a velocidade infinita é necessário que as partículas em movimento sejam de massa nula, só com um valor nulo de conteúdos o ensino alcançará o zero em reprovações. A tendência é essa.
Sexta-Feira, dia 30 de Março de 2007
http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=1531&tipo=col
Novembro 4, 2009 at 10:50 pm
#53
No privado quem não trabalha…rua?
Ah, por isso é que no meu Agrupamento receberam uns poucos do privado…era porque não trabalhavam…Não passavam do 3.
E eu ainda pensei que fosse pela dificuldade dos pais em pagar as mensalidades e as explicações, já que agora são os melhorzinhos nas turmas onde foram inseridos…
Há com cada uma…
Novembro 4, 2009 at 11:03 pm
Despesa do Estado bate recorde e já ultrapassa metade do PIB
Margarida Peixoto
04/11/09 00:05
Previsões da Comissão Europeia indicam que a despesa pública dispara este ano e o défice orçamental vai chegar aos 8%.
Pela primeira vez desde que há registos (1977), a despesa do Estado vai ultrapassar 50% do Produto Interno Bruto (PIB). Os dados foram divulgados ontem, nas previsões de Outono da Comissão Europeia. Mas este não é o único recorde: o défice orçamental deverá terminar o ano em 8%, o valor mais alto dos últimos 24 anos e caracterizado pelo próprio ministro das Finanças como sendo um número “histórico”.
“É resultado do esforço económico que os países têm vindo a desenvolver perante a crise”, reagiu o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, sublinhando que “não é de admirar que o valor do défice seja histórico porque a crise também é histórica”. Com uma previsão de 5,9% para o défice deste ano, o ministro admitiu que poderá “afinar” a estimativa depois de ser divulgada a execução orçamental de Outubro.
Apesar de reconhecer o impacto do pacote anti-crise, Bruxelas acrescenta, no entanto, mais algumas razões para que a despesa dispare para 51,6% do PIB este ano e que o défice se aproxime dos 9% em 2011. Desde logo, há o efeito da queda do valor do PIB ao qual se soma o aumento dos gastos com benefícios sociais, fruto do ciclo negativo que a economia atravessa. Por fim, Bruxelas não esquece os aumentos salariais de 2,9% concedidos aos funcionários públicos, num ano em que a inflação deverá recuar 1%.
http://www.economico.sapo.pt/noticias/despesa-do-estado-bate-recorde-e-ja-ultrapassa-metade-do-pib_73556.html
Novembro 4, 2009 at 11:12 pm
Os partidos sabem perfeitamente que um simples decreto pode alterar o sistema educativo, desde a divisão da carreira dos professores até ao regulamento para alunos. Mas não o fazem. E perdem tempo com esquemas simples. Que resolvam a coisa de um dia para o outro e se dediquem à economia, à agricultura e às pescas; à indústria, se ainda existe.
Novembro 4, 2009 at 11:12 pm
Agora a culpa é do aumento de 2,9% em ano de eleições.
Novembro 4, 2009 at 11:17 pm
Mas qual confronto?
O Programa do PS foi o escolido pelos portugueses!!!
Queriam que o PS fosse tentar executar o programa das várias oposições?
Quem está à procura de confronto é a oposição que quer pressionar o governo fazendo com que ele cumpra o programa da oposição.
Se queriam integrar as sua sideias tinham-se mostrado dipon+iveis para o diálogo, mas recusaram essa oferta do Governo!
Novembro 4, 2009 at 11:18 pm
#68 Ainda acordada? Ó criatura, vá dormir!
Novembro 4, 2009 at 11:20 pm
Qual oferta, qual carapuça!
Novembro 4, 2009 at 11:20 pm
#68, agora pareceu-me o La cão, há pouco, na sic notícias, a dizer que o governo bem tentou o diálogo mas todos disseram que não.
Qdo a entrevistadora lhe perguntou pq razão toda a oposição se recusava a coligar-se, da esquerda à direita, meteu os pés pelas mãos e debitou uma demagogia qualquer, que ninguém retém.
Novembro 4, 2009 at 11:21 pm
ó Mãe, os outros meninos não querem brincar comigo!
Depois do animal feroz e do dialogador compulsivo, eis que surge Sócrates, o pândego.
“Eu respondo pela minha iniciativa, os outros partidos pela atitude que decidiram
assumir”.
Que confiança pode merecer um partido disponível para se coligar com todos os outros?
http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/3333101.html
Novembro 4, 2009 at 11:21 pm
O que dizer da percentagem de portugueses que votou contra o PS?
Novembro 4, 2009 at 11:22 pm
Maria e as suas origens..
Novembro 4, 2009 at 11:22 pm
Quanto mais o cão ladrar, melhor!
Novembro 4, 2009 at 11:23 pm
Novembro 4, 2009 at 11:29 pm
Meninos.
O PS fez muito bem em não chegar ao governo e acabar com a avaliação dos professores !
Pensavam que o PS chegava ao governo e acabava com a ADD.
Se o modelo está mal feito, ou se pode melhorar, o governo abrirá o diálogo com os interessados, mas o que aconece é que não querem mesmo nada !
Nenhum modelo vindo do governo serve!
E é ver a aliança espúria enre duas pessoas tão iguais como Portas e M Nogueira.
O Bloco apresenta um modelo lírico desresponsibilizando cada professor e remetendo para o colectivo.
Um embuste completo!
Caros colegas. Temos de ter avaliação. E isto já cheira mal ! Fazem lembrar os Talibans !
Novembro 4, 2009 at 11:30 pm
Ó la cão1
Novembro 4, 2009 at 11:30 pm
Novembro 4, 2009 at 11:31 pm
O último golpe no Ensino está a ser dado com as obras nas escolas.
As inúmeras escolas em obras e o martírio que isso vai representar para toda a população escolar, mormente para os professores a quem continuará a ser exigido ensino de qualidade (ai, ai, e a avaliação?!) mas que dêem as aulas em contentores como se de lixo, perdão,
como lixo que são! Eles e os alunos!
Os professores e alunos deste país são lixo, e como lixo são tratados, está tudo bem!
Porque se os professores e alunos não fossem lixo, recusar-se-iam a ser metidos em contentores. Não só por não serem lixo, mas porque o lixo também adoece, e contentores com ares condicionados manhosos são meio caminho andado para a propagação de doenças, para mais em período deepidemia gripal.
Os porcos da famosa gripe A1N1 vão ser trancados em contentores!
E porquê? Perguntar-se-ão os leitores. Por duas razões:
1.Negociatas, como até os merdia já descobriram (…)
http://www.inerte.horabsurda.org/?p=3568
Imaginem a SUCATAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Novembro 4, 2009 at 11:32 pm
#
80
Viva a democracia e a possibilidade de cada um dizer os maiores disparates do mundo sem tremer!
Novembro 4, 2009 at 11:33 pm
Pois minha cara com os talibans o seu clitóris já tinha sido excisado..não é que precisasse dele.. deve fingir o orgasmo porque me parece incapaz de ter algo que lhe dê prazer além de um quadro de objectivos com pioneses coloridos …Fui…
Novembro 4, 2009 at 11:34 pm
Só têm capacidade para tentar resolver, sem tino, os impasses da educação.
A economia e o desemprego estão noutro andar, dependentes de outros andares, enterradores de manteiga.
Novembro 4, 2009 at 11:35 pm
O que acho IMORAL é o ordenado do Vara e de todos os directores do BCP.
34 mil euros por mês!!!!
Ai minha santa paciência!!! Ó Cristo, vinde cá ver isto! 34 mil euros mês.!
E o pior é que um tipo a ganhar 34 mil euros mês ainda é acusado de receber 10 mil ilegalmente.
A ser verdade é o cúmulo!
Novembro 4, 2009 at 11:35 pm
pois
Novembro 4, 2009 at 11:36 pm
Pois… mas se esses problemas se resolvessem com dildos, dominatrixs , filmes porno, pedófilia e coisa e tal.. este governo já tinha resolvido todos e mais alguns problemas…Carpe Diem…
Novembro 4, 2009 at 11:36 pm
# 77
Mari(o) Campos,
O finlandês é o meu modelo preferido.
E o seu, qual é?
Novembro 4, 2009 at 11:37 pm
# 87
Onde fica a Finlândia!?
Novembro 4, 2009 at 11:40 pm
O pessoal ganha mal e tem de encontrar esquemas. Se não fosse assim, ai.
Novembro 4, 2009 at 11:43 pm
#85
Diria mesmo
Novembro 4, 2009 at 11:43 pm
É geograficamente inculto o Mário Bucólicas, essa de comer torradas com vaselina…
Novembro 4, 2009 at 11:46 pm
# 88
Ó MC!
Ainda não me respondeu à pergunta anterior.
Qual é o seu grupo disciplinar?
Novembro 4, 2009 at 11:49 pm
Cara anahenriques
Apenas não lhe digo, porque não gosto de individualizar a análise como já deve ter reparado.
Eu já fui aqui acusada/o de tanta coisa que pode escolher para mim o grupo disciplinar que mais desejar.
Faça-lhe bom proveito, para mim o queb interessa é pouco o meu caso mas fazer análise conceptual.
Novembro 4, 2009 at 11:50 pm
Paulo,
não estou nada de acordo consigo.
Em primeiro lugar, o governo não está a embarcar em nenhuma estratégia de confronto que prolongue o conflito com os professores. Mais, este silêncio do ME, é o sinal evidente de que está a ser preparada uma solução para esta situação que, de repente, parece a situação mais importante do país!
Em segundo lugar, a proposta que será feita não será um prolongamento do modelo “simplex”, mas sim uma evolução deste modelo. Evolução no sentido em que não se pode deitar fora um modelo que já foi experimentado e que funcionou na maior parte das escolas, apesar do boicote de boa parte dos professores. Claro que há muitas coisas para corrigir mas seria muito estranho começar do zero outra vez, quando já se perdeu tantas horas a trabalhar sobre isto. Por isso, estou certo que este modelo pode ser alterado e melhorado respondendo a um conjunto de questões colocadas pela experimentação do modelo em vigor (divisão da carreira, periodicidade e simplificação). Aguardemos com paciência as novidades.
Em terceiro lugar, o que o Ministro dos assuntos parlamentares disse é que o governo não defenderá nunca uma suspensão da avaliação, sem alternativa, só para cair nas boas graças dos professores. A avaliação dos professores é irreversível e um ganho que este governo pretende capitalizar, mesmo que altere este modelo de avaliação. O imbróglio júridico/político existe nem que seja pelo facto de o governo ter a legitimidade de pretender governar de acordo com o seu programa eleitoral e não com o programa das oposições…
Em último lugar, espanta-me que os professores tenham perdido todo o sentido crítico que conquistaram nestes últimos tempos, “comendo” tudo o que lhe entregam e lhe fazem passar como a “solução”. No fundo todos já perceberam que não há modelos perfeitos e a ter que haver algum tipo de avaliação que seja numa forma “fraquinha” e “inconsequente”, isto é, que não se note, que não altere as suas rotinas e não afecte a sua progressão… A verdade é que a maior parte dos professores foi avaliado de uma forma natural e sem grandes dramas. Aliás, por muito que se grite o contrário, esta avaliação, apesar de tudo e contra todos, já produziu consequências directas (efeitos na progressão na carreira) e indirectas (baixou o nível de absentismo, a prática lectiva melhorou, o insucesso foi reduzido).
Novembro 4, 2009 at 11:51 pm
29 Junho 2009 – 00h30
Governo: Gestor acumula cargo com presidência do Turismo de Portugal
Luís Patrão ganha 7000 euros por mês na TAP
O ex-chefe de gabinete de José Sócrates ganhou, em 2008, como vogal do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da TAP 98 mil euros. Com este salário anual, referida no Mapa de Remunerações dos Órgãos Sociais, Luís Patrão, que é também presidente do Instituto de Turismo de Portugal (ITP) desde Maio de 2006, recebeu da TAP, durante 14 meses, um ordenado mensal fixo de sete mil euros, valor superior ao vencimento do próprio primeiro-ministro.
Luís Patrão acumula três cargos desde que trocou a chefia do gabinete de José Sócrates pela presidência do ITP: a par da liderança do IPT, onde terá um salário mensal de cerca de 10 mil euros, Patrão é membro do CGS da TAP e vogal da administração da ENATUR, onde não tem remuneração.
Como vogal do CGS da TAP, Patrão tem, tal como os restantes seis vogais desse órgão, um salário mensal fixo de quatro mil euros, a que acresce um ordenado mensal complementar de três mil euros por ser membro da comissão especializada de sustentabilidade e governo societário, nos termos do Estatuto Remuneratório do mandato 2006-2008. No ano passado, essa comissão fez, segundo o relatório de Sustentabilidade da TAP, cinco reuniões para tratar de assuntos da TAP, SGPS e outras tantas para abordar temas da TAP, SA. Ao todo, em 14 meses de salário, aquela comissão realizou dez reuniões, com uma taxa de participação de 91 por cento.
O CM tentou falar ontem com Luís Patrão, através do assessor de imprensa, mas tal não foi possível até ao fecho da edição.
COMISSÃO PRESIDIDA POR PINTO BARBOSA
A comissão especializada de sustentabilidade e governo societário integrava, no mandato 2006–2008, todos os membros do Conselho Geral e Supervisão da TAP.
Além de Luís Patrão, aquela comissão é constituída por Manuel Pinto Barbosa, presidente, Vítor Cabrita Neto, ex-secretário de Estado do Turismo de António Guterres, João Borges de Assunção, assessor do Presidente da República, Carlos Veiga Anjos, administrador não-executivo da Empordef (holding do Estado para a Defesa), Rui Azevedo Pereira da Silva e Maria do Rosário Ribeiro Vítor. Veiga Anjos preside ao Comité de Reestruturação Económico-Financeira da TAP, criado já este ano, de que são vogais Cabrita Neto, Luís Patrão, Michael Anthony Conolly e Luís Manuel da Silva Rodrigues.
RENDIMENTOS NÃO REVELADOS
Luís Patrão só entregou no Tribunal Constitucional a declaração de rendimentos referente ao início de funções como presidente do Instituto de Turismo de Portugal (ITP), em Maio de 2006.
A lei 4/83, que estabelece o controlo da riqueza dos titulares de cargos políticos, estabelece no artigo 2º, nº 3, que “os titulares de cargos políticos e equiparados com funções executivas devem renovar anualmente as respectivas declarações”. Só que, desde que tomou posse como presidente do ITP, Luís Patrão nunca mais entregou a respectiva declaração anual de rendimentos. Por isso, está em falta a declaração de rendimentos de 2007.
Seja como for, Luís Patrão declarou em 2006, como consta no documento depositado no Tribunal Constitucional, um rendimento anual de 73 844 euros. O presidente do ITP tinha, nessa altura, acções do BCP, Brisa, Edp, Portugal Telecom e PPR de quase 25 mil euros no Montepio Geral.
SAIBA MAIS
COMISSÃO DE AUDITORIA
Pinto Barbosa, Veiga Anjos, Borges de Assunção e Maria do Rosário Vítor são de duas comissões: Sustentabilidade e Auditoria.
7000
euros é quanto recebe por mês um vogal do CGS: quatro mil euros de salário, mais três mil por integrar uma comissão.
714 000
mil euros por ano é quanto custa ao Grupo TAP o CGS e as duas comissões especializadas.
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=E9D4D0F0-B109-406F-8C41-7EB1A778D320&channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090
Novembro 4, 2009 at 11:51 pm
Fafe querido, também tu?
Novembro 4, 2009 at 11:53 pm
A(o) Maria Campos ainda não olfactou os vencimentos nas energias renováveis. Olfacte e comente!
Novembro 4, 2009 at 11:55 pm
# 93
(Também) gosto muito de “fazer análise conceptual”.
Brisa: Comissão executiva recebeu 3,9 milhões de euros
Vitorino ganha 5000 por reunião
O ex-comissário europeu, António Vitorino, ganha 5000 euros por cada reunião a que preside como presidente da mesa da Assembleia Geral da Brisa, de acordo com o relatório anual de bom governo das sociedades, ontem disponibilizado no sítio da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
António Vitorino assumiu a presidência da mesa da Assembleia Geral da Brisa a 12 de Setembro de 2007, substituindo no cargo Vasco Vieira de Almeida. O seu mandato é de quatro anos.
Segundo apurou o CM junto de fontes da Brisa a escolha de António Vitorino ficou a dever-se, além do prestígio do ex-ministro da Defesa, ao profundo conhecimento do Código das Sociedades Comerciais, uma condição considerada fundamental para a boa condução dos trabalhos numa Assembleia Geral.
A remuneração de António Vitorino foi proposta pela Comissão de Remunerações da Brisa, presidida pelo ex-presidente do BCP, Jardim Gonçalves.
No mesmo relatório a concessionária de auto-estradas revela que a Comissão Executiva, liderada por Vasco de Mello, recebeu uma remuneração global de 3,9 milhões de euros, entre prémios, salários–base e remunerações variáveis.
Em média, os cinco membros da Comissão Executiva receberam 793 mil euros de remunerações em 2008.
Os membros não-executivos ganharam uma remuneração fixa global de 607 mil euros, o que representa uma remuneração média de 75 mil euros por ano para cada administrador.
Em 2007, os quadros médios e superiores da Brisa receberam 5,3 milhões de euros, a que acresceu uma remuneração variável de 828 mil euros.
Os pagamentos foram realizados com base no comportamento e resultados da empresa referentes a 2006.
PORMENORES
FUNDOS DO BPP
O Banco Privado Português tem cinco por cento do capital da Brisa, o equivalente a cerca de 30 milhões de acções.
CAIXA DE VIGO E OURENSE
A Caixa de Vigo, Ourense e Pontevedra detém 12 milhões de acções da Brisa.
JOSÉ DE MELLO SGPS
A José de Mello Investimentos SGPS tem 15,7 por cento do capital da Brisa e é o principal accionista da empresa, a par da Abertis.
http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&contentid=1DB2FCB5-7B60-4B62-9484-B3895331E157
Novembro 4, 2009 at 11:55 pm
# 94
MAT
Eu não teria dito melhor!!!!
Novembro 4, 2009 at 11:57 pm
#92
Deixa lá o mc, está a estudar estudo acompanhado, tádinho. O outro, para disfarçar, ainda se lembrou de contratar uma coisa namorada, havia de se exigir àquela o BI… e um computador sem monitor, género “fax”.
Este só tem um dissipador. Algures.
Novembro 4, 2009 at 11:57 pm
Repito que estou de acordo com a denúncia de salários sauditas nas empresas públicas e privadas !!!
É imoral e isso tem de ser fortemente denunciado!
Novembro 4, 2009 at 11:59 pm
# 94
“a proposta que será feita não será um prolongamento do modelo “simplex”, mas sim uma evolução deste modelo.”
Eu (também) acho que deve haver uma “evolução” …
“Pedro Castro Says:
Outubro 9, 2009 at 6:58 pm
#122 Reb
.
1) Eu fiz parte da equipa do Projecto Coménius
da minha escola que trabalhou numa rubrica de intercâmbios de experiências entre órgãos
de gestão entre países da União Europeia.
2) O meu conhecimento sobre a avaliação de desempenho dos professores na Europa decorreu
integrado nesse projecto, durante um período que decorreu entre 1999 a 2008. Mesmo após
ter deixado o cargo de PCE em 2005 continuei a participar nesse projecto.
3)Foram realizados, no âmbito acima referido, intercâmbios entre a minha Escola e escolas
dos seguintes países europeus: Áustria, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Finlândia,
Reino Unido(Inglaterra), Reino Unido (Escácia), Chipre, Luxemburgo, Irlanda, Suécia,
Dinamarca, Noruega, Letónia, Estónia, Lituânia, Eslovénia, Itália, Alemanha, Itália,
Roménia, Malta, Grécia e República Checa, Eslováquia, Polónia e Hungria. (estive a fazer
uma revisão de todos os intercâmbios e parece-me que não me esqueci de nenhum País).
4) Num dos encontros, realizado em 2004 na Holanda, foram convidados directores de duas
Escolas dos Estados Unidos pertencentes aos estados do Kentucky e do Estado do Alabama.
5) Dentro deste projecto os coordenadores dos encontros (meetings), em regime de
rotatividade, foram sempre exercidos por um núcleo de escolas dos seguintes países:
Suécia, Finlândia, Dinamarca, Holanda, Alemanha e Portugal.
6) Em todos esse encontros (headteachers, principals, directors, etc) foram abordados
problemas relacionados com a organização escolar e curricular, avaliação de sistemas de
ensino, avaliação interna e externa de escolas e avaliação de professores.
7) Entre os países que não têm um sistema de avaliação de carácter geral contam-se:
Áustria, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Itália, Noruega, Países Baixos,
Reino Unido (Escócia), Suécia, Eslováquia, Hungria e Letónia. O que existe nestes países
baseia-se praticamente num relatório não formal enviado pelo professor ao Director ou ao
seu imediato responsável onde, relata o trabalho efectuado ao longo do ano, enumera as
dificuldades encontradas, sugere estratégias para o ano lectivo seguinte. No caso
particular da Finlândia cada professor faz um relatório do trabalho desenvolvido durante
o ano ao seu responsável imediato, este, entretanto, realiza uma reunião de trabalho com
os colegas onde faz um balanço do trabalho prestado e elabora de seguida um relatório
síntese da equipa de trabalho. Em seguida esse responsável de departamento (ciclo de
ensino) reúne com outros responsáveis de outros departamentos e com o director onde
realizam uma auto-avaliação. O relatório de auto-avaliação da escola é feito pelo
director coadjuvado por uma equipa e daquilo que me apercebi é um documento que goza de
grande credibilidade por parte da comunidade educativa. A Holanda cometeu, nos anos 90, a
loucura de avaliar professores “à grelha”, mas depressa arrepiou caminho, pois a
debandada dos professores foi enorme e além disso veio a verificar-se que a qualidade de
ensino tinha piorado. Praticamente nesta década a Holanda não tem uma avaliação formal de
docentes. Nestes países a carreira está divida em vários escalões que variavam entre 3 a
5/6 no máximo. No fundo todos progrediam na carreira em resultado da antiguidade. NA
GENERALIDADE DESTES PAÍSES FUNCIONA O SEGUINTE PRINCÍPIO: TODO O PROFESSOR DEPOIS DE
DEVIDAMENTE HABILITADO É CONSIDERADO BOM ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO. Mas atenção, nestes
países, em especial nos países nórdicos, O TRABALHO DE EQUIPA É UMA MARCA FUNDAMENTAL.
Caso curioso a Itália foi onde encontrei um funcionamento mais individualista da classe
docente.
Pelo contrário, foi implementada uma avaliação formal do desempenho docente de nos
seguintes países: Alemanha, Eslovénia, Estónia, França, Grécia, Lituânia, Malta, Polónia,
Portugal, Espanha, Reino Unido (Inglaterra), República Checa e Roménia. No Reino Unido
(Inglaterra) encontrei um sistema de avaliação instável onde durante vários anos
imperaram as grelhas. Em Portugal e em Espanha o relatório crítico de avaliação era a
prática habitual. Nos restantes países a avaliação era exercida pela observação directa
de várias aulas, ou pelo responsável da área disciplinar, ou pelo Director (vi um
Director na área da Literatura a observar uma aula de um professor de Matemática na
Roménia), ou ainda por um avaliador externo (inspector se bem me recordo em quase todos
os países). Na Alemanha achei a avaliação caricata pois disseram-me que a assistência às
aulas do inspector, por vezes, não demorava mais de 15 minutos. Imaginem tamanho
sacrilégio! Se bem me lembro a avaliação era realizada por avaliador externo (sempre
inspectores) em França, na Eslovénia, na Polónia e na Alemanha. Os inspectores
avaliadores em conjunto com os directores eram os responsáveis pela notação da avaliação.
DE FACTO FOI NO REINO UNIDO QUE ENCONTREI NA ESCOLA PÚBLICA UMA POLÍTICA INSTÁVEL EM
RELAÇÃO AOS PROFESSORES.
9) Do Kentucky e do Estado do Alabama foi onde encontrei a avaliação mais grelhada.
Embora a do Estado do Kentucky fosse de simples preenchimento pelo Director da escola,
quando na altura o principal de uma escola de avaliação do Alabama apresentou a sua
grelha de avaliação, TODA A GENTE SE ASSUSTOU. Foi de facto a primeira avaliação idiota
que me apareceu, em tudo muito parecida com a avaliação chilena.
Como podes verificar Reb a avaliação feita por entidades externas são raras na Europa e
segundo me disseram são dispendiosas.
DECLARAÇÃO: Esta minha impressão resulta de conversas que tive com os directores de
escolas que participaram em “trocas de experiências” no âmbito do Coménius. No entanto.
CONCLUSÕES: Daquilo que observei destaco que na avaliação de professores na maioria dos
diferentes países impera essencialmente a confiança do professor até prova em contrário.
APRENDI TAMBÉM QUE O SUCESSO DOS SISTEMAS EDUCATIVOS DOS PAÍSES MAIS A NORTE BASEIA-SE NO
TRABALHO DE EQUIPA E NA TROCA DE EXPERIÊNCIAS. O INDIVIDUALISMO NA CARREIRA DOCENTE É
INIMIGA DA QUALIDADE DE ENSINO.
Novembro 5, 2009 at 12:00 am
#96
Consulta um professor e aprende a escrever.
Novembro 5, 2009 at 12:02 am
Força Maria Campos, que os ventos lhe sejam propícios. Denuncie os salários sauditas e cuidado com a gasolina 95, que em Espanha está ao preço do gasóleo.
Novembro 5, 2009 at 12:03 am
#102
Se conhecesse os modelos de avaliação em concreto dos outros países não os recomendaria assim tanto… Ou porque é que acha que não há nenhum partido da oposição, sindicato ou coisa parecida a propô-los?
Está a ver a coisa, não está?!
Novembro 5, 2009 at 12:06 am
# 105 MAT
Estou farta de propor o modelo finlandês.
Novembro 5, 2009 at 12:08 am
# 105
O modelo finlandês é o mais barato e é o que dá melhores resultados (melhores rankings a nível mundial) logo é o mais eficiente e eficaz.
Novembro 5, 2009 at 12:09 am
O Tratado de Lisboa, completamente explícito em termus de educação, responde a todas as dúvidas.
Novembro 5, 2009 at 12:11 am
# 101
Ó MC,
Do (B)itorino?
Também concorda?
Novembro 5, 2009 at 12:13 am
Sou contra salários sauditas. Já disse!
Tanto mais contra, porque eu nºao recebo nenhum salário saudita!
Interessante. O PSD agora quer novo modelo num mês! Mas no seu programa dizia que se fosse governo demorava 1 ano a criar esse modelo!
Mais um tiro no pé desta oposição de incoerentes.
Novembro 5, 2009 at 12:16 am
MAT
Desculpe a minha franqueza mas por vezes acho que insulta a minha inteligência.
Antes fazia-se o relatório de avaliação crítico. Poderia haver muitas inverdades no tal relatório, até dou de barato. Mas ao menos as pessoas faziam e elaboravam um relatório crítico.
O que aconteceu na minha escola quando da entrega da FAA:
1 – uns, os que estiveram contra esta avaliação, entregaram um FAA de protesto.
2 – outros, a esmagadora maioria, copiou a FAA de um modelo standart feito para todos.
Até os que pediram o complex copiaram a FAA dos outros candidatos a BOM
Evidentemente, houve algumas excepções!
O mesmo aconteceu nas outras escolas do meu concelho.
E O MAT TEM A LATA DE CHAMAR A ISTO AVALIAÇÃO?
Razão tem o jornalista Rui Costa Pinto que escreveu o livro “José Sócrates, o Homem e o Líder” da Exclusivo Edições, ao afirmar e cito:
” O “homem” e o “líder” são como a natureza: têm horror ao vazio. A permanente sensação de concretização tem de estar em marcha. A fúria realizadora, AINDA QUE MUITAS VEZES SÓ NO PAPEL, TAMBÉM FEZ O SEU CAMINHO NO INÍCIO. A presença constante dos média chegou a impressionar, tanto ou mais do que o tratamento preferencial que a televisão pública sempre lhe concedeu, com o maior descaramento.
A governação passou a ser uma gigantesca ilusão, com truques e mais truques, como se de “crimes” perfeitos se tratassem. Por vezes, nem havia tempos para os assimilar. Quando se começava a analisar um, já estavam cá fora mais uns tantos. Tudo a ritmo estonteante. O efeito de paralisação das entidades com responsabilidades para o escrutínio da actividade governamental foi evidente.”
Pois é MAT estamos todos, você e eu, dentro dos “truques” de JS.
Novembro 5, 2009 at 12:17 am
Ó Mari(o Campos,
Sabe o que é um cartel?
Entre a Brisa e a Mota Engil (EP)
Há um problema. O (B)itorino ganhou nas concessões escolhidas e o (Q)oelho perdeu duas.
Novembro 5, 2009 at 12:20 am
O amigo do sócras, já comanda a m**** e manda defectar de lanterna, o estúpido não sabe que a coisa também consome energia eléctrica.
http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,chavez-sugere-lanterna-para-economizar-luz-no-banheiro,461142,0.htm
Novembro 5, 2009 at 12:20 am
“Tanto mais contra, porque eu nºao recebo nenhum salário saudita!” – 110
Então, mas não é professor?
Novembro 5, 2009 at 12:22 am
#111
Mas na sua escola a Avaliação resultou da Ficha de auto avaliação? Que importência tem isso?
Pois no meu caso a FAA apenas serviu para confrontar os dados recolhidos (pelo avaliadoe e director) com a minha perspectiva. Não é isso que também faz com os seus alunos? Ou dá notas às auto-avaliações do seus alunos?
Novembro 5, 2009 at 12:25 am
Somos Funcionarios Publicos!
http://www.youtube.com/watch?v=lXAA2B5Hg6I&feature=player_embedded#
Hino dos Funcionários Púbicos realizado por funcionários do Departamento Técnico de Planeamento e Urbanismo da Câmara Municipal de Portimão.
Vamos fazer desta canção um Hino Nacional
Novembro 5, 2009 at 12:31 am
# 115 MAT
Mas acha que algum director, para além da assiduidade e dos certificados de acções de formação, consegue obter as evidências para avaliar alguém com o mínimo de objectividade! Tretas!
A olhómetro talvez e com aquilo que lhe foi dado a conhecer pela auto-avaliação do professor.
Para não falar daquilo que me disseram alguns directores que já efectuaram a avaliação: tudo a BOM e seja o que Deus quiser.
Novembro 5, 2009 at 12:33 am
Ana henriques
Acha que ser professora me dá direito a salário saudita?
Era bom !
Novembro 5, 2009 at 12:35 am
Pesquisar sovenco.
Novembro 5, 2009 at 12:35 am
# 118
Mari(o) Campos,
Por que escalão vence?
Novembro 5, 2009 at 12:41 am
#120
Hehe!, genial perguntar isso a um derrotado.
Novembro 5, 2009 at 12:41 am
#117
Bem há algumas coisas objectivas que o Director avalia…e, garanto-lhe, que a maior parte deles nem liga ao FAA…
Mas também lhe digo não sou nada favorável ao olhómetro… Por isso que na minha proposta de ADD defendo que deve haver uma negociação, entre o Avaliado e o Director, de um objectivo ou dois, (que envolva a participação do professor num projecto, individual ou em parceria com outros professores, no âmbito da comunidade escolar, de acordo com o projecto educativo de cada escola, e que resulte num desenvolvimento de actividades e projectos que sejam, de facto, um valor acrescentado para a escola), que permita avaliar de forma ojectiva e mensurável.
Novembro 5, 2009 at 12:44 am
Ai sovenco sovenco
Novembro 5, 2009 at 12:45 am
Topo de gama, para o(a) MAT e MIN-EDU
http://www.mathtutordvd.com/
Novembro 5, 2009 at 12:47 am
#3
O Sócrates é um(a) virgem teimoso(a). Um dia farta-se dele(a) mesmo!
Novembro 5, 2009 at 12:47 am
# 122
É doido?
Ou é parvo?
Novembro 5, 2009 at 12:47 am
Boa noite.
Novembro 5, 2009 at 12:48 am
bem vou dormir… mas antes post de novo o meu comentário a este post, parq quem não leu. Fiquem bem.
Paulo,
não estou nada de acordo consigo.
Em primeiro lugar, o governo não está a embarcar em nenhuma estratégia de confronto que prolongue o conflito com os professores. Mais, este silêncio do ME, é o sinal evidente de que está a ser preparada uma solução para esta situação que, de repente, parece a situação mais importante do país!
Em segundo lugar, a proposta que será feita não será um prolongamento do modelo “simplex”, mas sim uma evolução deste modelo. Evolução no sentido em que não se pode deitar fora um modelo que já foi experimentado e que funcionou na maior parte das escolas, apesar do boicote de boa parte dos professores. Claro que há muitas coisas para corrigir mas seria muito estranho começar do zero outra vez, quando já se perdeu tantas horas a trabalhar sobre isto. Por isso, estou certo que este modelo pode ser alterado e melhorado respondendo a um conjunto de questões colocadas pela experimentação do modelo em vigor (divisão da carreira, periodicidade e simplificação). Aguardemos com paciência as novidades.
Em terceiro lugar, o que o Ministro dos assuntos parlamentares disse é que o governo não defenderá nunca uma suspensão da avaliação, sem alternativa, só para cair nas boas graças dos professores. A avaliação dos professores é irreversível e um ganho que este governo pretende capitalizar, mesmo que altere este modelo de avaliação. O imbróglio júridico/político existe nem que seja pelo facto de o governo ter a legitimidade de pretender governar de acordo com o seu programa eleitoral e não com o programa das oposições…
Em último lugar, espanta-me que os professores tenham perdido todo o sentido crítico que conquistaram nestes últimos tempos, “comendo” tudo o que lhe entregam e lhe fazem passar como a “solução”. No fundo todos já perceberam que não há modelos perfeitos e a ter que haver algum tipo de avaliação que seja numa forma “fraquinha” e “inconsequente”, isto é, que não se note, que não altere as suas rotinas e não afecte a sua progressão… A verdade é que a maior parte dos professores foi avaliado de uma forma natural e sem grandes dramas. Aliás, por muito que se grite o contrário, esta avaliação, apesar de tudo e contra todos, já produziu consequências directas (efeitos na progressão na carreira) e indirectas (baixou o nível de absentismo, a prática lectiva melhorou, o insucesso foi reduzido).
Novembro 5, 2009 at 12:48 am
“num projecto, individual ou em parceria com outros professores, no âmbito da comunidade escolar, de acordo com o projecto educativo de cada escola, e que resulte num desenvolvimento de actividades e projectos que”
Estes tipos não regulam, perdão, não projectam.
Novembro 5, 2009 at 12:55 am
Hum!, há agora o mc, que faz de idiota, o mat, na versão parva, e o p ponto a imitar cerejas com mosca.
Novembro 5, 2009 at 1:46 am
Um nome a reter, até surgir outro que o abafe: Manuel “Bibi” Godinho.
Novembro 5, 2009 at 1:53 am
… ou como um aldra se livra de outros.
Novembro 5, 2009 at 2:24 am
Concordo consigo anahenriques.
Estradas de Portugal podem n ter consultor de imagem pa Alm Mar, mas sabem por certo mta coisa.
Motengil, Grupo (da)Lena…
Sem comentários.
Novembro 5, 2009 at 2:30 am
O COELHO tem sempre q sair da toca, mas podem n apanhar o dito ou dizer q o n conseguiram encontrar.
Avaliação???
Simplex???
…
SEJA FEITA JUSTIÇA…
Novembro 5, 2009 at 8:10 am
# 133
O Conselho de Administração da EP tem um administrador da àrea da comunicação social!
E esta???
Novembro 5, 2009 at 8:12 am
Pinhal Interior para Mota-Engil
A Estradas de Portugal (EP) formalizou hoje a intenção de adjudicar a concessão do Pinhal Interior ao consórcio liderado pela Mota-Engil, informou a empresa que gere a rede rodoviária nacional, em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários após o fecho da bolsa.
A auto-estrada em causa localiza-se no Centro do país e tem uma extensão de 520 quilómetros, incluindo dois eixos principais (IC3 e IC8).
O investimento inicial desta concessão, que tem um prazo de 30 anos, atinge 1429 milhões de euros e será financiado por capitais próprios de 210 milhões de euros e financiamentos junto de bancos (BEI e banca comercial) de 1200 milhões de euros, de acordo com a EP.
Quanto ao contrato de construção, é de 958 milhões de euros, sendo o consórcio construtor liderado igualmente por uma empresa da Mota-Engil.
Ao anúncio de hoje, segue-se um prazo de dez dias para audiência dos interessados, durante o qual podem surgir reclamações dos participantes no concurso. publico.pt, 02.11.2009, 17h58
Nota: Mota-Engil, uma empresa presidida por Jorge Coelho, do PS. Para quê mais uma auto-estrada num país desertificado e a perder população? A Noruega tem uma auto-estrada!
Novembro 5, 2009 at 8:17 am
# 133
A EP tem consultores de imagem e até tem administrador de imagem. Imagine-se!
Novembro 5, 2009 at 8:23 am
Pedro Castro Says:
Outubro 9, 2009 at 6:58 pm
#122 Reb
.
1) Eu fiz parte da equipa do Projecto Coménius
da minha escola que trabalhou numa rubrica de intercâmbios de experiências entre órgãos
de gestão entre países da União Europeia.
2) O meu conhecimento sobre a avaliação de desempenho dos professores na Europa decorreu
integrado nesse projecto, durante um período que decorreu entre 1999 a 2008. Mesmo após
ter deixado o cargo de PCE em 2005 continuei a participar nesse projecto.
3)Foram realizados, no âmbito acima referido, intercâmbios entre a minha Escola e escolas
dos seguintes países europeus: Áustria, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Finlândia,
Reino Unido(Inglaterra), Reino Unido (Escácia), Chipre, Luxemburgo, Irlanda, Suécia,
Dinamarca, Noruega, Letónia, Estónia, Lituânia, Eslovénia, Itália, Alemanha, Itália,
Roménia, Malta, Grécia e República Checa, Eslováquia, Polónia e Hungria. (estive a fazer
uma revisão de todos os intercâmbios e parece-me que não me esqueci de nenhum País).
4) Num dos encontros, realizado em 2004 na Holanda, foram convidados directores de duas
Escolas dos Estados Unidos pertencentes aos estados do Kentucky e do Estado do Alabama.
5) Dentro deste projecto os coordenadores dos encontros (meetings), em regime de
rotatividade, foram sempre exercidos por um núcleo de escolas dos seguintes países:
Suécia, Finlândia, Dinamarca, Holanda, Alemanha e Portugal.
6) Em todos esse encontros (headteachers, principals, directors, etc) foram abordados
problemas relacionados com a organização escolar e curricular, avaliação de sistemas de
ensino, avaliação interna e externa de escolas e avaliação de professores.
7) Entre os países que não têm um sistema de avaliação de carácter geral contam-se:
Áustria, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Finlândia, Irlanda, Itália, Noruega, Países Baixos,
Reino Unido (Escócia), Suécia, Eslováquia, Hungria e Letónia. O que existe nestes países
baseia-se praticamente num relatório não formal enviado pelo professor ao Director ou ao
seu imediato responsável onde, relata o trabalho efectuado ao longo do ano, enumera as
dificuldades encontradas, sugere estratégias para o ano lectivo seguinte. No caso
particular da Finlândia cada professor faz um relatório do trabalho desenvolvido durante
o ano ao seu responsável imediato, este, entretanto, realiza uma reunião de trabalho com
os colegas onde faz um balanço do trabalho prestado e elabora de seguida um relatório
síntese da equipa de trabalho. Em seguida esse responsável de departamento (ciclo de
ensino) reúne com outros responsáveis de outros departamentos e com o director onde
realizam uma auto-avaliação. O relatório de auto-avaliação da escola é feito pelo
director coadjuvado por uma equipa e daquilo que me apercebi é um documento que goza de
grande credibilidade por parte da comunidade educativa. A Holanda cometeu, nos anos 90, a
loucura de avaliar professores “à grelha”, mas depressa arrepiou caminho, pois a
debandada dos professores foi enorme e além disso veio a verificar-se que a qualidade de
ensino tinha piorado. Praticamente nesta década a Holanda não tem uma avaliação formal de
docentes. Nestes países a carreira está divida em vários escalões que variavam entre 3 a
5/6 no máximo. No fundo todos progrediam na carreira em resultado da antiguidade. NA
GENERALIDADE DESTES PAÍSES FUNCIONA O SEGUINTE PRINCÍPIO: TODO O PROFESSOR DEPOIS DE
DEVIDAMENTE HABILITADO É CONSIDERADO BOM ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO. Mas atenção, nestes
países, em especial nos países nórdicos, O TRABALHO DE EQUIPA É UMA MARCA FUNDAMENTAL.
Caso curioso a Itália foi onde encontrei um funcionamento mais individualista da classe
docente.
Pelo contrário, foi implementada uma avaliação formal do desempenho docente de nos
seguintes países: Alemanha, Eslovénia, Estónia, França, Grécia, Lituânia, Malta, Polónia,
Portugal, Espanha, Reino Unido (Inglaterra), República Checa e Roménia. No Reino Unido
(Inglaterra) encontrei um sistema de avaliação instável onde durante vários anos
imperaram as grelhas. Em Portugal e em Espanha o relatório crítico de avaliação era a
prática habitual. Nos restantes países a avaliação era exercida pela observação directa
de várias aulas, ou pelo responsável da área disciplinar, ou pelo Director (vi um
Director na área da Literatura a observar uma aula de um professor de Matemática na
Roménia), ou ainda por um avaliador externo (inspector se bem me recordo em quase todos
os países). Na Alemanha achei a avaliação caricata pois disseram-me que a assistência às
aulas do inspector, por vezes, não demorava mais de 15 minutos. Imaginem tamanho
sacrilégio! Se bem me lembro a avaliação era realizada por avaliador externo (sempre
inspectores) em França, na Eslovénia, na Polónia e na Alemanha. Os inspectores
avaliadores em conjunto com os directores eram os responsáveis pela notação da avaliação.
DE FACTO FOI NO REINO UNIDO QUE ENCONTREI NA ESCOLA PÚBLICA UMA POLÍTICA INSTÁVEL EM
RELAÇÃO AOS PROFESSORES.
9) Do Kentucky e do Estado do Alabama foi onde encontrei a avaliação mais grelhada.
Embora a do Estado do Kentucky fosse de simples preenchimento pelo Director da escola,
quando na altura o principal de uma escola de avaliação do Alabama apresentou a sua
grelha de avaliação, TODA A GENTE SE ASSUSTOU. Foi de facto a primeira avaliação idiota
que me apareceu, em tudo muito parecida com a avaliação chilena.
Como podes verificar Reb a avaliação feita por entidades externas são raras na Europa e
segundo me disseram são dispendiosas.
DECLARAÇÃO: Esta minha impressão resulta de conversas que tive com os directores de
escolas que participaram em “trocas de experiências” no âmbito do Coménius. No entanto.
CONCLUSÕES: Daquilo que observei destaco que na avaliação de professores na maioria dos
diferentes países impera essencialmente a confiança do professor até prova em contrário.
APRENDI TAMBÉM QUE O SUCESSO DOS SISTEMAS EDUCATIVOS DOS PAÍSES MAIS A NORTE BASEIA-SE NO
TRABALHO DE EQUIPA E NA TROCA DE EXPERIÊNCIAS. O INDIVIDUALISMO NA CARREIRA DOCENTE É
INIMIGA DA QUALIDADE DE ENSINO.
Novembro 5, 2009 at 8:33 am
“o governo não está a embarcar em nenhuma estratégia de confronto que prolongue o conflito com os professores” – 128
Ai não está …???
Outro “expert(e)” …
«Seria incompreensível que o Governo recuasse na divisão da carreira docente»
Deputado do PS, Luiz Fagundes, diz que «não faz sentido» que haja alterações «radicais»
http://www.tvi24.iol.pt/geral/professores-governo-tvi24-luiz-fagundes-programa-educacao/1100811-4207.html
Será que este expert(o) e os outros conhecem algum sistema de ensino do mundo civilizado onde existam “tritolés” (ou algo similar)???!!!
Esta gente não regula bem da tola.
Novembro 5, 2009 at 9:04 am
Se os professores tivessem todos uma formação decente e adequada, sendo avaliados de forma rigorosa no momento da admissão à carreira profissional do ensino, nada disto faria sentido.
Mas o problema reside na gigantesca fraude da formação e qualificação dos professores em Portugal, em que uma cambada de medíocres e incompetentes são os responsáveis pela situação, a começar pelo Ministério da Educação e a acabar nos sindicatos.
Portanto estamos condenados à propaganda e à mentira dos “modelos” de avaliação e das quotas, símbolos supremos do capitalismo de Estado e da desumanização a que estamos sujeitos.
Novembro 5, 2009 at 2:22 pm
# 140
Essa não. O que é que os sindicatos têm a ver com a formação científica e profissional dos professores? Rigorosamente nada.
Se desde a cadeira da 5 de Outubro até toda a administração escolar pertence aos vários lobys do sector (negociatas de sucata), como quer que o polvo não cresça e se espalhe?
O problema reside nos próprios decisores políticos que representam os “negócios da sucata” do sector. Cada vez o polvo cresce mais e espalha-se. É um cancro.
Repare nos nomes/currículos destes três!
- Xuxalogo do ISC(ZÉ);
- Doitori em “ciências” da Educação (agora a Pedagogia virou ciência, inacreditável) da UA (alfobre do educanhês);
- Mestra da “bost(on)”.
Estes tipos vêm simplesmente defender as “negociatas” em que eles estão envolvidos mais os “amigos”.
Certo?
…