Curtas sugestões para a nova ministra da Educação, para a edição de hoje do I:
A nova ministra da Educação, caso seja ela a definir efectivamente a política do seu ministério, deverá concentrar a sua acção em quatro vectores essenciais:
- Pacificar o ambiente que existe entre a classe docente e a tutela, contribuindo de forma activa para ultrapassar a imensa quebra de confiança que se criou durante o mandato anterior. Para isso é essencial que reabra o processo de revisão do Estatuto da Carreira Docente e dê sinais inequívocos que o modelo de avaliação do desempenho é para ser substituído até final de 2009.
- Fomentar um clima de exigência, rigor e disciplina no trabalho quotidiano das escolas, a todos os níveis, incluindo uma responsabilização directa dos alunos (e famílias) pela sua assiduidade, pelo seu desempenho e comportamento na sala de aula e nos espaços escolares.
- Promover de forma consequente uma reflexão profunda sobre a reorganização dos ciclos de escolaridade, a estrutura curricular e os conteúdos programáticos das diversas disciplinas.
- Apostar num ensino de qualidade e não apenas de quantidade, em especial no que se refere à chamada escola a tempo inteiro e à ocupação plena dos tempos escolares. Mais escola não significa necessariamente melhor escola.
Novembro 3, 2009 at 10:25 am
Já está na altura da nova ministra da educação dar um sinal positivo aos professores. Caso contrário, a sua acção não passará de uma operação de maquilhagem, a deixar no ar o aroma de perfumes bons e caros, acompanhados de tiques do “socialmente” correcto.
Novembro 3, 2009 at 10:25 am
Bullshit!
Novembro 3, 2009 at 10:40 am
Sugestões oportunas e certeiras.
Tenho apenas algumas dúvidas sobre a forma como, na prática, se vai responsabilizar os alunos e, principalmmente, as famílias pela sua assiduidade, pelo seu desempenho e comportamento na sala de aula e nos espaços escolares. Quer apresentar algumas sugestões mais concretas passíveis de serem aplicadas ao nível das escolas?
Novembro 3, 2009 at 10:45 am
Chegou a altura que acabar com estórias para miúdos…
Novembro 3, 2009 at 11:23 am
Uma opinião excelente!
Novembro 3, 2009 at 11:24 am
A classe politica vai permanecer no erro e na mentira. Nunca reconhecerão a sua incompetência em matéria educativa, a sua ignorância…O que interessa é a demagogia e o faz-de-conta. Se aceitarmos este faz-de-conta de que tudo vai bem e que existe avaliação ( apesar de ser uma palhaçada!) ficam todos contentes. Por isso arranjaram uma tia, que escreve livros para uma população imbeciloide, de forma a amaciar quer a opinião pública, quer a classe docente.
Novembro 3, 2009 at 11:27 am
Huuumm… Parece que há males que vêm para durar… Senão, vejam:
http://www.min-edu.pt/np3/5.html
Novembro 3, 2009 at 11:29 am
Devemos mudar de estratégia.
Querem mesmo avaliar o ECD e a ADD? então façam-no com a verdade e só a verdade!Eu quero ser avaliada por alguém qualificado para o fazer e não pelo meu colega do lado que foi sorteado para me avaliar. Como posso ser avaliada por quem não respeito nem reconheço competências científicas e pedagógicas para o fazer!
Novembro 3, 2009 at 11:37 am
#7-É o exemplo acabado da incompetencia do partido sodomita…
Novembro 3, 2009 at 11:50 am
É a eficácia comprovada das mentes brilhantes e competentes que nos governam… Merecia a atenção do Paulo
Novembro 3, 2009 at 11:53 am
Esta não é pior… Como ia dizendo… Vejam como é lindo e magnífico este exemplo…
http://porquemedizem.blogspot.com/2009/11/como-ia-dizendo.html
Novembro 3, 2009 at 11:54 am
Implosões – Abertura Solene Para o Ano de 1812 – Tchaikovsky
http://verdepontoazul.com/
Novembro 3, 2009 at 12:03 pm
kafkazul, não é necessário pensar muito para perceber que a primeira medida de responsabilização de quem deve ser responsabilizado é rasgar o estatuto do aluno.
Seguir-se-ão outras.
Novembro 3, 2009 at 12:08 pm
O sentimento que domina a maior parte dos professores é o de impotência face a situações que os ultrapassam. Em todos os níveis, desde o básico ao liceu e até à universidade, alguns professores confessam sem rodeios que já não podem dispensar um ensino digno desse nome, tal a falta de bases dos alunos, tão reduzidos são os hábitos de trabalho disciplinados, de rigor e de exigência. É notável que os professores não deploram apenas as carências dos alunos nas suas próprias disciplinas, mas, de forma unânime, as carências em francês e – para os professores de física e às vezes de outras ciências da natureza – as carências em matemática.
Também notável que muitas lacunas de que os professores da universidade e mesmo das classes preparatórias aos institutos superiores detectam nos seus alunos remontam à escola primária: desconhecimento da gramática da frase e da análise gramatical, ortografia fantasiosa, incapacidade de escrever um única frase correcta, incapacidade de efectuar cálculos simples sem se enganarem, etc. Os professores do básico e do liceu assinalam também a falta de memória dos alunos – fenómeno estupidificante entre os adolescentes – que só pode resultar de a memória não ter sido treinada na escola primária, exigindo-lhes que aprendessem regularmente textos de cor.
Muitos professores dizem que é muito difícil combaterem sozinhos, mesmo com a melhor vontade do mundo e com grande espírito de submissão. As matérias das diversas classes estão estritamente interligadas e é impossível garantir o nível desejado numa classe quando aquilo que a precedeu, pelo menos nas disciplinas fundamentais, não foi suficientemente desenvolvido, coeso e inscrito numa sequência lógica. A função normal dos programas consiste precisamente em garantir esta continuidade e sinergia, mas que fazer quando os programas estão pervertidos? Reduzir as ambições e colmatar as brechas.
O que mais me espantou, ao receber as centenas de mensagens dos professores, foi que são raros aqueles que invocam os problemas de violência – que são, entretanto, bem reais – e até os que o fazem nunca o colocam em primeiro lugar. Implicitamente e, para alguns, explicitamente, atribuem o crescimento da violência a um outro problema fundamental: o abandono pela escola daquilo que lhe é essencial, a saber, a sua missão de instrução, de transmissão de conhecimentos.
Excertos de uma apreciação de Laurent Lafforgue sobre o ensino em França. Para quem quiser o texto completo (não recomendável a almas sensíveis):
Original em francês
Tradução portuguesa
Novembro 3, 2009 at 12:08 pm
“A nova ministra da Educação, caso seja ela a definir efectivamente a política do seu ministério, deverá concentrar a sua acção em quatro vectores essenciais:”
Alguém ainda tem dúvidas?
A imagem … precisavam de uma imagem.
Novembro 3, 2009 at 12:45 pm
Está em 7, é só ires ver…
Novembro 3, 2009 at 12:51 pm
#7
Depois a direita é que é reaccionária…
Mas olha, deixa-os lá ficar…a avivar a memória dos mais distraídos.
Novembro 3, 2009 at 1:21 pm
A ministra nunca mais diz nada?
Novembro 3, 2009 at 1:57 pm
Vai um ano de sabática… Vê 11 e 7…
Novembro 3, 2009 at 2:01 pm
As “curtas sugestões” nem são más de todo. Partem é de um pressuposto errado, ao considerar que há possibilidade de ser a ministra da Educação a decidir a política do seu ministério.
As expectativas do Paulo Guinote só confirmam o velho aforismo de que todo o optimista é um pessimista mal informado.
Novembro 3, 2009 at 2:21 pm
# 3
A minha sugestão pode soar a demagogia, mas essa não é a minha intenção.
Sabendo que os pais( afinal, todos nós)o são ao longo de todos os 365 dias do ano, tendo eles uma notável representatividade nos Orgãos da Escola e havendo uma Associação de Pais,pergunto: Por que razão as Associações de Pais não promovem encontros de reflexão, não fazem acções de formação para sensibilização do seu contributo no apoio dos filhos na escola, na qual, como sabemos, têm muito a dizer?
Os Conselhos Gerais, e até os Conselhos Pedagógicos podem propor às Associações de Pais que ajam, que dinamizem mais por acções do que por palavras. Sendo parceiros sociais, têm responsabilidades na resolução de alguns dos problemas concretos nas escolas onde desaguam, provindos das famílias. Uma clara envolvência e responsabilização dos pais seria meio caminho andado.
Novembro 3, 2009 at 2:35 pm
Paulo, mas brincamos ao “faz-de-conta”? O que espera de Isabel Alçada? Só quem não ouviu os discursos da dita no congresso do PS e na apresentação do programa eleitoral pode esperar novidades vindas dali. Não é o caso, pois não Paulo? Estamos habituados a “ouvi-lo” noutro registo…:)
Novembro 3, 2009 at 2:54 pm
PJ disse:
“kafkazul, não é necessário pensar muito para perceber que a primeira medida de responsabilização de quem deve ser responsabilizado é rasgar o estatuto do aluno.”
O problema reside mesmo aí. O que vejo em muitos comentários neste e noutros blogues é colocar fim a uma série de políticas que se consideram desastrosas:rever o ECD, acabar com a divisão da carreira em professores titulares e não titulares, acabar com o actual modelo de grestão das escolas. Em suma: rasgar, acabar, terminar, eliminar.
Como o autor deste blogue já aqui escreveu, é chegada a altura de propor, de apresentar propostas, de construir alternativas. Isso é muito mais difícil e trabalhoso. Daí a razão da minha pergunta ao Paulo Guinote, pedindo-lhe sugestões mais concretas sobre a forma de responsabilizar alunos e pais pelo desempenho e comportamento dos estudantes.
Novembro 3, 2009 at 3:00 pm
Paulo,
estes últimos dias têm sido de muito trabalho e não tenho tido tempo de passar por aqui (confesso que, no entanto, ao ler os últimos post´s, tive mesmo pena de não ter passado aqui para deixar a minha opinião contra a corrente…).
Escolho este último post para, também, dar algumas sugestões a esta Ministra da Educação, na definição das políticas educativas a desenvolver ao longo desta legislatura. Para isso permita-me gastar um pouco mais do que 1000 caracteres e recuperar algumas ideias que deixei em comentários que fiz por aqui…
1. Após uma legislatura marcada por mudanças estruturais em praticamente todos os aspectos da política educativa é tempo de consolidar as mudanças e desenvolver os ajustes e correcções necessárias.
2. Os tempos que se aproximam vão colocar às escolas novos e importantes desafios, entre os quais destaco a universalização da frequência da educação básica e secundária entre os 5 e os 18 anos de idade.
3. Para cumprir este desafio será necessário dar continuidade e aprofundar um conjunto de políticas que têm vindo a ser implementadas nas nossas escolas e que, muitas vezes, não têm sido compreendidas e aceites pelos agentes educativos. Por exemplo, será necessário dar continuidade à diversificação das ofertas formativas – cursos Profissionais, CEF’s e EfA’s – e, ao mesmo tempo, desenvolver melhorias na organização, currículos e componentes práticas destes cursos de forma a valorizar e garantir uma efectiva qualidade de ensino.
4. Deve-se procurar uma efectiva melhoria da qualidade das aprendizagens dos alunos. Neste aspecto, e sem transigir na exigência de aprendizagens com aproveitamento, é necessário desenvolver novos instrumentos de combate ao insucesso escolar, como por exemplo, a reformulação dos planos (e aulas) de apoio e recuperação, tornando-os menos burocráticos e mais eficientes – e, garanto, há mesmo muita coisa a fazer e mudar nesta área.
5. Chegou também o tempo de fazer alguns ajustes e melhorias na organização dos currículos dos diferentes ciclos, sem que isso implique nenhuma revolução (tal como o programa de governo diz!).
6. Tem de se reformular o Estatuto do Aluno que manifestamente não está bem feito.
7. Reconheço também que é tempo “pacificar” a relação do Ministério de Educação com os professores. Talvez isso se consiga negociando uma alteração ao Estatuto da Carreira Docente – abolindo a divisão na carreira – e, fazendo algumas melhorias no modelo de ADD vigente (periodicidade, simplificação e transparência) .
P.S. Como sempre tenho afirmado, não acredito que o governo dê grandes “cambalhotas” e acabe a defender um modelo de ADD do CDS ou outro que deixe tudo como estava. Parece-me mais provável que o PS apresente uma proposta de melhoria deste modelo, acabando com a divisão na carreira docente como gesto de boa vontade, e coloque o ónus da rejeição de mais uma proposta sobre a oposição. Claro que, toda a oposição, sindicatos, e o que mais, irão recusar tal proposta, seja ela qual for. Contudo, o governo “lavará as suas mãos” e colocará a responsabilidade de uma solução nas mãos da oposição. ..
Novembro 3, 2009 at 3:40 pm
http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1408868
Novembro 3, 2009 at 3:41 pm
5ª e 6ª isto vai ter de ficar resolvido na Assembleia.
Novembro 3, 2009 at 3:42 pm
Concordo com os itens apontados pelo Paulo.
É uma síntese do que é preciso mudar para haver paz no sector.
Novembro 3, 2009 at 3:45 pm
Fátima Inácio Gomes
Qualidade de ensino.
Este é, a meu ver, o aspecto mais terrível desta arquitectura que o Ministério montou. Custa-me, na verdade, acreditar que pessoas de bem ajam com tanta leviandade e desprezo pelo futuro do país e é esta a razão da premência do meu apelo:
- esta torrente de grelhas, recomendações, parâmetros, planificações diárias, instrumentos, registos e afins esgotarão os professores num trabalho inglório e improdutivo, pois não estarão a trabalhar para os alunos, mas para a sua avaliação;
- o mais grave, ainda, gravíssimo! A subordinação da avaliação do desempenho dos professores e a sua progressão na carreira ao sucesso dos alunos (artigo 16º):
5 — Para o efeito da parte final do número anterior o docente apresenta, na ficha de auto -avaliação, os seguintes elementos:
a) Resultados do progresso de cada um dos seus alunos nos anos lectivos em avaliação:
i) Por ano, quando se trate da educação pré -escolar e do 1.º ciclo do ensino básico;
ii) Por disciplina, quando se trate dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário;
b) A evolução dos resultados dos seus alunos face à evolução média dos resultados:
i) Dos alunos daquele ano de escolaridade ou daquela disciplina naquele agrupamento de escolas ou escola não agrupada;
ii) Dos mesmos alunos no conjunto das outras disciplinas da turma no caso de alunos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário;
c) Resultados dos seus alunos nas provas de avaliação externa, tendo presente a diferença entre as classificações internas e externas.
Tenho a certeza que reconhece de imediato o perigo que isto constitui… nada mais fácil para um professor que “produzir” sucesso. Aliás, estou convicta de que é essa a intenção deste Governo, para assim poder ostentar, com orgulho, as grelhas e os números e o inquestionável sucesso destas medidas… porque os números estão acima de qualquer dúvida!
E, na verdade, tudo estará podre, sob essa capa de êxito. O sistema público de ensino passará a ser um faz-de-conta, um recinto para entreter os jovens… aqueles que não puderem pagar uma escola privada, que lhes garantirá um ensino exigente.
E não olhe com esperança para a alínea c!… a avaliação externa só existe em algumas disciplinas e em alguns níveis de ensino. Como vê… mais um factor de desigualdade entre professores: uns nunca passarão por essa bitola e serão, com toda a certeza, professores de sucesso! E já nem falo do que é subordinar a qualidade do desempenho de um professor à heterogeneidade das turmas que encontra (ambiente familiar e social, motivações pessoais, capacidades cognitivas, enfim, muitos dados em jogo). Eu já tive boas, menos boas e más turmas: será que a minha competência varia tanto?
Peço perdão pela extensão desta carta, mas o problema é por demais sério e, infelizmente, as arbitrariedades são tantas que não as consegui reduzir a menos.
Creia-me, preocupada, mas esperançosa, no poder que a comunicação social exerce sobre a opinião pública. Neste momento, o problema não é só dos professores, é do país inteiro. É uma cidadã, professora e mãe que lhe escreve.
Com elevada estima,
Fátima Inácio Gomes
Professora de Português do quadro da Escola Secundária de Barcelos
Coordenadora do Departamento de Humanidades
Coordenadora do Departamento de Línguas (de acordo com o decreto 200/2007)
Carta aberta ao Presidente da República
Novembro 3, 2009 at 3:53 pm
#28
Caro António Ferrão,
o texto que coloca está completamente “fora de prazo”. Afinal, há muito que os resultados dos alunos deixaram de ser um parâmetro na avaliação dos professores… Aliás, como essa é a única crítica da colega que escreve essa carta, parece-me assim que o modelo em vigor, vulgo simplex, vai de encontro às suas preocupações.
Novembro 3, 2009 at 3:57 pm
tinha acabado de ler a notícia do “Público” on line antes de vir ao Umbigo e, face às declarações do Jorge Lacão, parece-me razoável pensar que Isabel Alçada, tal como a lurdecas, vale muito pouco na pasta pela qual responde…
daí que ache que em 1000 caracteres seja importante abrir o parêntesis inicial:
“CASO SEJA ELA A DEFINIR EFECTIVAMENTE A POLÍTICA DO SEU MINISTÉRIO”
Novembro 3, 2009 at 4:01 pm
#29
Caro MAT
Está temporariamente suspenso, aguardando oportunidade (diria cansaço extremo dos professores) para brilhar em todo o seu esplendor.
Novembro 3, 2009 at 4:03 pm
Desengane-se quem espera da nova Ministra efectivas medidas que tenham em consideração o descontentamento e o desconforto em que vive a classe docente. A Sr.ª é uma boa co-autora de livros juvenis e tem algumas ideias sobre a questão da leitura em espaço de aula, pois foi professora de Português no 2º ciclo. Ponto final. Quanto a um pensamento sistémico sobre a educação e o ensino, está no plano dos chamados comentadores de bancada: generalidades e banalidades, como se viu no seu discurso de apoio à candidatura de Sócrates. Ora, mudar o ECD e a avaliação implica uma VISÃO do sistema educativo e dos seus actores, coisa que Isabel Alçada não parece ter. Quem vai ditar as regras (reduzidas a questões técnicas, e não de efectiva política, porque esta é a que já está definida) são os Secretários. Não foi por acaso que Sócrates escolheu quem já lá estava.
Novembro 3, 2009 at 4:08 pm
#32
Desculpe, mas não percebo como alguém pode acreditar que a política educativa de um governo depende das ideias de uma qualquer ministra da educação. Não está, nem lhe compete tal tarefa. À Ministra da Educação cabe apenas desenvolver a estratégia definida no programa de governo tomando e “construindo” as medidas correctas para a fazer cumprir.
Novembro 3, 2009 at 4:09 pm
Tentem passar a ideia que o sr Dr Jaime Gama vai estabelecer quotasna Assembleis da Républica para os deputados progredirem e subirem à tribuna, bem como às Comissões.
Assim, decidiu por Decreto dividir a carreira de deputados em duas,a saber:
Titular e Não Titular.
E esta hem!!!
Com que critérios? Melhor gestão do serviço público prestado em primeira mão pelos nossos digníssimos representantes.
Pode ser que assim entendam a nossa luta!!!
Novembro 3, 2009 at 4:24 pm
Política educativa é … ?
1. Encostar um professor em início de carreira à parede, arrancar-lhe uma “confissão” escrita em que o próprio afirma dois dias depois o contrário daquilo declarado em público?
2. Tomar em devida consideração o alerta de um jovem professor sobre o facilitismo, envidando todos os esforços para que os resultados reflictam o conhecimento real das matérias programáticas; para que o nível das provas de exame não baixe aquém do exigido pelos programas.
(Bem sei que me refiro à anterior ministra raivosa por em Portugal já não haver lugar de torcionário na administração pública. Só espero que não tenha feito escola pela 5 de Outubro)
Política educativa é …?
Comportar-se como funcionária subalterna de qualquer departamento obscuro e esquecido do Ministério da Finanças?
Delapidar recursos financeiros escassos em mega-contratos de fornecimento de material informático?
Novembro 3, 2009 at 4:43 pm
MAT disse:
“À Ministra da Educação cabe apenas desenvolver a estratégia definida no programa de governo tomando e “construindo” as medidas correctas para a fazer cumprir.”
Se aceitássemos esta sua leitura, que me parece simplista e apressada, os ministros seriam uma espécie de computadores que se limitavam a deixar correr um programa pré-instalado.
Existe uma significativa margem de liberdade que cada ministro, sob a orientação do primeiro-ministro, deverá assumir. Em muitas circunstâncias os programas de governo são ambíguos e pouco claros. Ainda hoje no JN Constantino Sakellarides (http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1408389) dizia que o programa do governo para a saúde era vago.
Dou-lhe outro exemplo relacionado com a educação. No programa do governo pode ler-se o seguinte:”Prosseguir o reforço da autoridade dos professores na escola e na sala de aula,bem como o reforço das competências e do poder de decisão dos directores na imposição da disciplina, na gestão e resolução de conflitos e na garantia de ambientes de segurança, respeito e trabalho nos estabelecimentos de ensino.”
Confesso que não sei muito bem que política que se quer prosseguir, mas isso pode ser defeito meu. O facto é que lendo isto não se fica a saber que políticas concretas se vão implementar. O ME pode desenvolver políticas muito distintas escudando-se neste articulado. Em suma: os ministros têm mais latitude de actuação do que no seu comentário se pode inferir.
Novembro 3, 2009 at 4:58 pm
# 36
O Programa de Governo “apenas” define a estratégia e o rumo a seguir. À Ministra cabe conceber e executar (o que não é nada pouco, diga-se) as medidas concretas para o fazer cumprir. Tem dúvidas disso?
Novembro 3, 2009 at 5:07 pm
Mat, era aí que eu queria chegar. A VISÃO do ensino e da educação é a de Sócrates, lui-même. Pelo que, para quem não se revê nessa VISÂO (de que o ECD e o actual modelo de avaliação são estratégias), não vale a pena esperar alterações de fundo. A actual Ministra será a “voz do dono” que, porque mais doce que a anterior, poderá iludir os professores.”Cave vocem”!
Novembro 3, 2009 at 5:20 pm
Eu sempre disse que o sócrates ia dar prioridade aos gays.
Faz parte da sua génese.
Novembro 3, 2009 at 5:20 pm
As coisas estão novamente a aquecer e eu sem tempo para andar por aqui…
Lá dizia o Cavaco Silva, quando era primeiro ministro, que os ministros eram simples AJUDANTES, lembram-se? Creio que o ajudaram a entrar pelo cano.
O Jorge Larcão diz o que tem de dizer neste momento e tudo o que se está a passar é teatro político. Cada um tem um papel que é uma pauta de música que é interpretada consoante a orquestra toque. é evidente que o maestro tem o seu poder, mas se os músicos quiserem tocam o que lhes parecer. São eles que têm os instrumentos.
Temos de esperar para ver, mas começa a cheirar-me que estão a precisar de mais uma manifestação pública do sentir dos professores. Não se enganem. Não estamos acomodados. Continuamos INCOMODADOS e inconformados. É o que se sente nas escolas.
Novembro 3, 2009 at 5:41 pm
Esta semana toda e três dias da próxima, terei reuniões diárias entre as 18h30 e as 20h00, para além do meu horário normal de trabalho. Esta semana e três dias da próxima, apenas verei a minha filha de 5 anos quando lhe for dar um beijo de boas noites. Perdoem-me o sacrilégio, mas se tivesse que escolher entre o simplex e passar a cumprir 35 horas na escola (entre as 8 e as 16), escolhia a segunda. Tenho 8 turmas e uma direcção de turma, todas as semanas tenho reuniões, depois das 18.30, de alguma coisa, e não vejo perspectivas disto mudar. Nem niguém preocupado com isto. Desculpem o desabafo.
Novembro 3, 2009 at 5:54 pm
# 38
As políticas educativas, ou outras, são definidas por muita gente que “gravita” ao lado dos partidos (centros de estudos, comissões, especialistas, entendidos, académicos, Vitorinos, assessores e não sei mais quem). Claro que essas propostas e estratégias são discutidas e validadas dentro do partido e pelos orgãos e pessoas competentes. Entende?
Claro que há excepçõs. Por exemplo no PSD já nos habituámos a que as ideias mudem, até para o seu contrário, apenas porque a liderança muda… Mas isso apenas denota falta de rumo e estratégia.
Novembro 3, 2009 at 5:54 pm
António Ferrão # 14
Lá como cá é tudo dominado por rousseaunianos maçónicos e republicanos. Os “iluminatti” sabem como dominar o mundo e através de quê!
Novembro 3, 2009 at 6:19 pm
Desenganem-se os ingénuos e as boas almas que deram o “benefício da dúvida” e concederam o “estado de graça” à sorridente ministra.
Mudança a sério, só com a luta.
http://professores-unidos.blogspot.com/2009/11/mudancas-so-com-luta.html
Novembro 3, 2009 at 6:19 pm
#39- Isso deveria ser referendado. Não se trata de qualquer espécie de preconceito.
Novembro 3, 2009 at 6:21 pm
#44-Não sei quem deu o benefício da dúvida à nova “sinistra”, para além dos gayzolas do largo do rato.
Novembro 3, 2009 at 6:25 pm
Humor negro:
http://osonoluso.org/sociedade/programa-alunos-de-substituicao-inicia-na-proxima-semana
Novembro 3, 2009 at 6:58 pm
#43,
Exactamente.
Novembro 3, 2009 at 7:05 pm
#43 ANTI-ROUSSEAU
É inglório tentar catalogar (ideologicamente) os candidatos a donos do mundo. Há-os para todos os gostos e feitios, mas partilham muito em comum. Cada um deles se vai ajeitando às modas mais populares no momento, mas são também muito flexíveis. O que têm em comum? O tempo dos restantes.
Novembro 3, 2009 at 7:15 pm
Já ninguém fala da morte da Gestão Democrática nas escolas!?
Parece que estamos todos a gostar das novas lideranças musculadas.
Novembro 3, 2009 at 7:18 pm
Eu sei. Estavam todos à espera da ministra da educação. Que aparecesse. Que falasse. Que…
Desiludam-se. Lembram-se daquele dia em que ela disse que ainda não tinha sido convidada? Pois é isso mesmo. Ela não chegou a ser convidada. Foi à tomada de posse, mas foi tudo a fazer de conta. Por isso, ainda não temos ministra da educação.
Tenham paciência. Habituem-se!
Novembro 3, 2009 at 7:20 pm
Em pouco menos de 1000 caracteres:a minha sugestão é que vá à m…@
Novembro 3, 2009 at 7:30 pm
A nova sinistra,claro.
Novembro 3, 2009 at 7:37 pm
A PEC da Música, que teve sua votação adiada duas vezes, irá, novamente, a Plenário AMANHÃ, DIA 04/11, A PARTIR DAS 16H, NA CÂMARA DOS DEPUTADOS!
Ainda há tempo de pedir aos deputados de seu Estado que votem a favor da Proposta. A lista de e-mail de todos os parlamentares está disponível aqui: http://www2.camara.gov.br/deputados/arquivo
A PEC, de autoria do Deputado Federal Otavio Leite, elimina os impostos sobre a música brasileira em qualquer suporte e qualquer formato: CDs, DVDs, MP3, downloads para celulares etc. O objetivo é reduzir impostos, valorizando a cultura nacional e ajudando no combate à pirataria.
Informe seus leitores, divulgue, mande e-mails aos deputados e pressione!
A direta participação de músicos, artistas, produtores e outros interessados no tema tem sido fundamental!
Maiores informações: http://www.otavioleite.com.br/pesquisa.asp?q=pec+da+musica
Twitter da PEC: http://twitter.com/pecdamusica
Twitter do Deputado Otavio Leite: http://twitter.com/otavioleite
Novembro 3, 2009 at 7:41 pm
Então? Continuamos optimistas?
(Eu, outra vez, armado em Maria Campos)
Vamos lá a começar a preparar a Av. da Liberdade e mais nada.
Novembro 3, 2009 at 7:46 pm
Caros colegas alguém sabe se do ponto de vista júridico se pode obrigar um colega a ir a visitas de estudo das quais não queira assumir a responsabilidade no caso de existir um eventual acidente??
Novembro 3, 2009 at 7:50 pm
#41
Deixá-mos de reagir ao excesso de trabalho que nos escraviza. Devagarinho, com pezinhos de lã, foram-nos impondo cada vez mais tarefas. Nem demos por isso e agora já nem protestamos. Nem sequer exigimos que nas nossas escolas haja a preocupação de fazer horários de trabalho decentes.
Muitas das reuniões que se fazem fora de horas poderiam ser feitas antes do final do período lectivo, se se planificasse com antecedência o ano lectivo seguinte. Também não é difícil libertar uma tarde das actividades lectivas para se realizarem reuniões.
Novembro 3, 2009 at 7:51 pm
Deixámos
Novembro 3, 2009 at 7:52 pm
[...] publicado no site do Paulo Guinote Deixe um [...]
Novembro 3, 2009 at 7:52 pm
Finalmente alguma decência. Ai vai uma varada! Perdão vassourada!
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1408162
Novembro 3, 2009 at 7:54 pm
Esta ministra só lá está porque é necessário dizer que temos uma ME. Quem manda é sem dúvida Sócrates e as suas políticas vão continuar, se os partidos da oposição não se unirem para demonstrar e/ou desmontar tudo o que de errado há nelas.
O inginheiro continua a governar como se tivesse maioria absoluta na Assembleia da República…
Novembro 3, 2009 at 8:03 pm
“o BdP continua sem Director do Departamento de Regulação desde Dezembro de 2008, (há quase um ano) quando Carlos Santos saiu para a Administração do BPP.”
http://www.31daarmada.blogs.sapo.pt/3398678.html
IHIHIHIHIHHHHHH!
Novembro 3, 2009 at 8:04 pm
Decisão do vice-presidente do BCP é «importante»
Constâncio reage a Vara: «Sector precisa de bons exemplos»
IHIHIHIHIHHHHHHHHHHHHH!
Novembro 3, 2009 at 8:06 pm
Notícia fresca
MARGARIDA MOREIRA DEIXOU A DREN!
Merece um post com “pusia” e tudo…
Novembro 3, 2009 at 8:08 pm
Às vezes não percebo se a Dr. Cândida Almeida está a falar a sério ou a brincar! Será ingenuidade?
Novembro 3, 2009 at 8:10 pm
Adoro a Ana Drago!
Novembro 3, 2009 at 8:13 pm
Ola boa noite
O PS apresentou o seu programa de governo e como tinha prometido durante as eleições não se afastou do respectivo programa que apresentou nas eleições.
Eis então um partido político que deve ser elogiado por querer fazer aquilo que prometeu!
Palmas para o governo!
Novembro 3, 2009 at 8:19 pm
#50
A propósito da gestão repito um comentário anterior: “O estado está a gastar dinheiro com adjuntos do director que apenas preenchem papelada a preço de horas lectivas, uma secretária a tempo inteiro faz o mesmo trabalho com um custo muito mais reduzido! A isto chama-se despesismo.”
Subscrevo inteiramente. Aliás espanta-me o pouco que este aspecto é referido, mesmo entre professores que o testemunham diariamente. Em muitas escolas foi a forma de promover pessoas pouco reconhecidas pelos colegas mas a quem interessa não se deslocar para a escola a cujo quadro pertence e/ou ir “construindo” currículo.
Não esquecer que os conselhos gerais elegeram o director sem qualquer conhecimento da “equipa” que iria reunir. Em muitos casos ficaram tanto ou mais surpreendidos do que os docentes que representam.
Novembro 3, 2009 at 8:26 pm
Eu diria mais palmas e dildos em catadupa e próstatas ao rubro…
Novembro 3, 2009 at 8:27 pm
#67,
Ridículo.
Novembro 3, 2009 at 8:29 pm
#3,
Que tal a proposta que foi em forma de petição ao Parlamento da autoria do Luís Braga?
Novembro 3, 2009 at 8:33 pm
# 70
Só quem não escreve cartas de amor é que as acha ridículas.
Novembro 3, 2009 at 8:33 pm
http://sic.sapo.pt/online/noticias/portugal2009/Oposicao+unida+para+defender+suspensao+da+avaliacao+de+professores.htm
Novembro 3, 2009 at 8:40 pm
Aquilo era uma carta de amor?
Ao Governo todo?
Ao PM?
Acaso M. Campos é Câncio?
Ou?
Novembro 3, 2009 at 8:45 pm
Fiz análise política.
O governo apresentou um programa de governo na linha do programa eleitoral, o que revela consistência e coerência.
Não foi atrás da demagogia nem da aliança destrutiva. Não seguiu o exemplo anacrónico dessa pseudo-aliança que vai do CDS à CDU e BLoco, que reúne tudo no mesmo saco!
E refiro-me principalmente à educação.
Por isso aplaudi a acção corajosa do governo.
Pelos vistos incomodei o Paulo Guinote.
Paciência!
Novembro 3, 2009 at 8:46 pm
#67
Governo? Que governo? Este país tem andado a ser governado?
Em que país vive?
Novembro 3, 2009 at 8:47 pm
Isto só vai lá com uma greve por tempo indeterminado! A começar o mais cedo possível. Continuam a gozar com a nossa cara! Estou farta!
Novembro 3, 2009 at 8:49 pm
#Filipe
A/o Maria Campos deve estar a referir-se ao governo da casa dela/e!!!
Novembro 3, 2009 at 8:54 pm
#78
Deve estar a falar da face oculta do governo.
Novembro 3, 2009 at 8:56 pm
#Filipe
Ah! Pois é!
Bem apanhado!!
Novembro 3, 2009 at 8:57 pm
Não é ridículo, é patológico. Revela alguém muito sozinho, amargo, infeliz que mais não sabe fazer que incomodar os outros. Coitado(a)
Novembro 3, 2009 at 9:01 pm
Já repararam que a hiperligação no nome dela/e não leva a lado nenhum?
Sacanagem ou burrice?
Novembro 3, 2009 at 9:06 pm
caros professoras e professores
apresento-me aqui perante vós com a minha habitual humildade e vondade de dialogar para dar conta das minhas atitudes passadas e futuras por isso agora calem-se que vou dialogar: quando tomei posse nomeei uma simpatica senhora e dois fofinhos luluzinhos para dar um rumo à vossa vida. Pelas grandes manifestações de apreço que vocês realizaram ( milhares de professores a percorrer milhares dequilómetros para poder gritar o seu nome é comovente) verifico que foi uma escolha do vosso agrado. Mas agora ao fim de 4 anos a coitada esava cansada e com muita pena minha, e certamente vossa, ela não poderá continuar entre nós.( tambem a vossa querida MM nos vai deixar. Paciência é a vida.) Mas não chorem para a substituir escolhi já uma outra senhora muito simpática que continuará a dar-vos o mesmo apoio que MLR e que tanto vos agradou. Além disso, todas as noites na RTP ( e posterior publicação no DN) ela irá contar uma historinha para que adormeçais suavemente e no dia seguinte,alegremente, preenchais as fichazinhas e grelhazinas e pouco mais. Há por aí uma outa voz que diz que há professores que não gostam de mim. Pois bem vou já encomendar um estudo OCDE que provará que todos os professores me adoram.
atenho de terminar este dialogo pois preciso de ir ensiar ao VARA como se fazem certas coisas. Agora é a vossa ves de dialogar adeus.
P.S. Para quando uma grande manifestação de apoio à nova ministra e à politica do meu governo?
Novembro 3, 2009 at 9:17 pm
Na minha escola campeia a delinquência impune. Os pais dos alunos que querem estudar já fizeram um abaixo assinado para a dre. Há professores de atestado médico e um professor que cá foi colocado desistiu ao fim de poucos dias. Os professores estão incrédulos com o que se está a passar.
Se houvesse uma manifestação agora, irião todos.
Novembro 3, 2009 at 9:24 pm
#77-Não grites…vai ouvir um tango que te escolhi.
Não sei como é que irá. Só a varapau.
Novembro 3, 2009 at 9:27 pm
SE as vacas voassem A Maria Campos era a fórmula um…
Novembro 3, 2009 at 9:30 pm
#85 Donatien Alphonse François
Sorry…
Vou ouvir o tema “Chitarra Romana”.
Novembro 3, 2009 at 9:38 pm
#84
Não foi por falta de aviso de muitos calões corporativistas. Não te rales, eles que vão sozinhos…
Novembro 3, 2009 at 9:39 pm
Alebana, o MC pertence à vara do Armando, foge da vara de vez em quando e vem para aqui chatear-nos. Já cheira mal.
Novembro 3, 2009 at 9:41 pm
#86
Novembro 3, 2009 at 9:42 pm
Estou varado…
Novembro 3, 2009 at 9:43 pm
Ex-ministro das Finanças não poupa críticas ao sistema judicial
Face Oculta: «É só mais um caso que não vai dar em nada»
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1100477&div_id=4058
Novembro 3, 2009 at 9:44 pm
#86-Agora, Buli, Imaginar o MC como vaca voadora…imagina as bosta sucialistas a caírem-nos em cima, cruzes, canhoto…
Novembro 3, 2009 at 9:45 pm
Maria Campos # 67
Preocupe-se antes com o Armando Vara!
Preocupe-se antes com o crescente número de desempregados no país de Sócrates.
Preocupe-se antes com as declarações recentes da “Caritas” relativamente ao aumento estrondoso de pobres em Portugal!
De resto continue a “escutar” e a “fazer relatórios” para a “Central do Rato”! Bom proveito…
Novembro 3, 2009 at 9:46 pm
#89
Eu acho que “ele” é o lado lésbico da Cância.O que não depila as axilas…só o peitinho, as coxas, o buço e as nalgas…
Novembro 3, 2009 at 9:52 pm
#94
Esqueceste-te do mais importante : de referir o drama dos gueis e outras coisas que às vezes também usam soutien (fofas)que se querem casar umas com as outras e não podem.
Como é possível a MC viver num país assim?
Novembro 3, 2009 at 10:50 pm
Maria Câncio?
Dessa ainda não me tinha lembrado.
Novembro 3, 2009 at 10:51 pm
No blog do sonoluso, onde decorre o concurso do “lambe-botas 2009″, a Câncio foi uma das nomeadas, e um dos comentadores diz:
Só se for por fetiche que a rapariga só lambe as botas.
Novembro 3, 2009 at 10:57 pm
Andava aqui a arrumar manuais e encontrei um de História e Geografia de Portugal, de 2000, cujos autores me soaram a conhecidos: Paulo Guinote e Eulália Paulo
Novembro 3, 2009 at 10:58 pm
Tenho de o levar ao próximo encontro para pedir um autógrafo ao casalinho
Novembro 3, 2009 at 10:59 pm
Apesar de todas as ideias, propostas, concordâncias, discordâncias, apoios, satisfações e desânimos, ainda nenhum dos defensores desta avaliação foi capaz de responder à pergunta que todos fazem: para que serve a avaliação?
Só depois de respondida, sem equívocos, esta pergunta poderemos passar à fase seguinte. Até lá, não gastem cartuchos.
Novembro 3, 2009 at 11:01 pm
#100, tens de levar, sim, Olinda.
Novembro 3, 2009 at 11:01 pm
Olinda, sabes que o Fafe convidou a Chatterley para a quinta, antes de nos convidar a nós?
Novembro 3, 2009 at 11:05 pm
Paulo Guinote disse:
“Que tal a proposta que foi em forma de petição ao Parlamento da autoria do Luís Braga?”
Penso que era uma proposta demasiado genérica que levantava mais questões do que aquelas que pretendia resolver. Concordo com procedimentos administrativos rápidos e céleres que visem punir comportamentos inaceitáveis por parte dos alunos nas escolas. O colega de Darque falava em mecanismos sancionatórios às famílias negligentes, que não especificava, excepto na aplicação de multas e retirada de prestações sociais. Quem aplicaria estas sanções: as escolas? Tenho sérias dúvidas que uma tal medida tivesse respaldo no nosso sistema jurídico. Os tribunais? Conheço alguma coisa sobre como o sistema jurídico funciona em termos de protecção de menores. Pensar que fosse um Tribunal a decretar, por exemplo, que uma determinada família ficasse privada de uma prestação social por 3 meses por actos praticados por um menor na escola não conhece minimamente o funcionamento dos nossos tribunais, em particular os tribunais de família, aqueles onde seria mais provável que estes casos fossem julgados.
Novembro 3, 2009 at 11:05 pm
«Por isso aplaudi a acção corajosa do governo.
Pelos vistos incomodei o Paulo Guinote.
Paciência!»
Não sendo eu Paulo Guinote, apraz-me, no entanto, registar que alguns “incómodos” podem ser muito cómodos. É o caso deste que ajuda a contabilidade dos socratinos acéfalos.
Novembro 3, 2009 at 11:09 pm
«Na minha escola campeia a delinquência impune. Os pais dos alunos que querem estudar já fizeram um abaixo assinado para a dre. Há professores de atestado médico e um professor que cá foi colocado desistiu ao fim de poucos dias. Os professores estão incrédulos com o que se está a passar.
Se houvesse uma manifestação agora, irião todos.»
Suomi
Deixa, @ Maria Campos resolve isso em menos de um fósforo.
Novembro 3, 2009 at 11:09 pm
#86
Diz antes:
Se os filhos da put_ voassem, nunca veríamos o sol.
Pi de la Serra (não sei se o nome está correcto)
Novembro 3, 2009 at 11:11 pm
#84
Viva, Suomi. Na minha a delinquência ainda não surgiu, estou deveras incógnito.
A sério agora, é um sossego, o céu deve ser parecido com isto.
Chega ao ponto de os professores serem abordados pelos alunos e EE nas ruas, ao passear-se nas vistas. E não trazem armas nas mãos nem pedras nos bolsos, é só para a circunstância de cumprimentar e mostrar um sorriso. Não têm a barragem nem os turistas, ambos prometidos nos jornais, mas sabem ter honra. Pim!