Outubro 2009


IMG_5477

(c) Vandinha

Cansei de ser Sexy, Let’s Make Love and Listen to Death From Above

De faltar à cortesia nos primeiros contactos. De não dar o benefício da dúvida a quem chega.

Até por causa das primeiras impressões, não me parece do maior interesse salientar se a esquadria da vestimenta está um pouco descaída ou se ficou um pouco de maionese do almoço na manga ou se está uma linha solta na bainha.

Até eu, que sou rústico por natureza, acho que há momentos em que a cordialidade supera desconfianças. Afinal não podemos acusar a outra de ser o que era, se lhe herdarmos os tiques.

img-thing

O NINHO E AS VESPAS

Bem irá correr a vida ao governo minoritário do Partido Socialista, enquanto houver “guerra nos Balcãs”.

Não, não estou a falar da antiga Jugoslávia, e da guerra que esquartejou o país artificial edificado por Tito.

A guerra de que falo é outra. É a guerra intestina do PSD, onde neste momento há duas facções em confronto.

Graças à aparente acalmia do “galo Santana”, e da sua fiel capoeira; graças também à hiper-sensibilidade-suicida de Filipe Meneses, para além da, por agora, auto-exclusão de Alberto João Jardim, o PSD ficou reduzido a duas facções em clara luta pelo poder. De um lado a ala pretensamente renovadora de Passos Coelho;  do outro, a ala “decadente” do cavaquismo em luta desesperada pela sobrevivência política.

Melhor andaria o PSD se elegesse de imediato o seu líder. As soluções adiadas são sempre as piores soluções.

Um líder forte neste momento tornaria o PSD uma oposição poderosa. Assim é óbvio que não o vai ser. Por ter perdido as eleições mais fáceis de ganhar desde a maioria absoluta de Cavaco Silva, a líder Manuela Ferreira Leite fragilizou o partido, dexando-o sem força anímica para poder travar as políticas mais impopulares do Governo. Ninguém acredita num PSD coeso e unido, seja no parlamento, seja à volta da líder. A própria facção que detém teimosamente o poder, a ferreirista ( cavaquista), está desunida e descrente. E a sua única preocupação vai ser travar os impulsos dos coelhistas.

O PSD,  ao preocupar-se apenas com o seu umbigo,  vai, mais uma vez, deixar ao CDS e os outros pequenos partidos uma tarefa que lhe pertencia a ele próprio: fazer marcação cerrada ao governo, impedindo que este tome medidas que ponham em causa o equilíbrio orçamental, e a justiça social, favorecendo apenas alguns grupos económicos de grande dimensão ( vide, a Mota Engil ) em detrimento das pequenas e médias  empresas e da classe média.

Como é evidente ao PSD que perdeu não interessa lutar pelo bem comum, mas pelos privilégios da sua facção.

Só é pena o Paulo Rangel, andar por ali.

Cunha Ribeiro

“O país precisa imenso dos professores” – Marçal Grilo

Coimbra, 23 Out (Lusa) – O ex-ministro da Educação Marçal Grilo afirmou hoje que o país “precisa imenso dos professores”, porque têm uma responsabilidade acrescida na formação dos alunos, mas é aos pais a quem cabe estabelecer limites na educação.

“O país precisa imenso dos professores, educadores, não pode desperdiçá-los, porque têm um papel essencial no apoio aos pais, no ensinar e dar asas para as crianças e jovens poderem voar”, disse.

Ao abordar o tema “A Criança, a Família e a Escola”, no encontro “De SIM e de NÃO se faz a Educação”, a decorrer em Coimbra, Marçal Grilo começou por dizer que os pais “são verdadeiramente os responsáveis pela educação dos filhos, não é a escola”.

Entre os professores, a festa não aconteceu

Expectativa, mas também alguma desilusão. Apesar da marcação cerrada que fizeram nos últimos dois anos à política de Maria de Lurdes Rodrigues, na hora de saída a festa não aconteceu nos blogues de professores. Ou, pelo menos, foi adiada.

Sócrates II Guerra nas Obras, paz na Justiça e na Educação

(…)
A escolha de Isabel Alçada, que foi professora do ensino básico e está habituada a palmilhar as escolas do país, torna evidente a opção pelo diálogo. Por ser uma escritora bestseller de livros juvenis, alguns dos quais adoptados no ensino, Isabel Alçada é continuamente convidada para conferências em meio escolar. Dificilmente se pode esperar qualquer repetição do estilo Maria de Lurdes Rodrigues que tantos votos fez perder ao PS.

b7sapres1

“BRANCA E OS 7 SURDOS “
 
A história animada/desenhada inteiramente em Língua Gestual Portuguesa(LGP) para crianças SURDAS, criada,escrita,ilustrada,desenhada e realizada pelo Prof. FRANCISCO GOULÃO (Surdo/Deaf) – Portugal.
 
Visitar/Clique aqui:
 
http://branca7surdos.weebly.com

Escola Secundária de S. Pedro – Vila Real

Governo de combate dá prioridade a casamentos ‘gay’

IMG_4467

(c) Vandinha

U2, The Unforgettable Fire

Sei que há um sector que não atura os U2, mas eu acho que desta até os críticos gostam…

E qualquer tipo agora nos quarentas que não os descobriu no Rock em Stock com o 11 O’Clock Tick Tock onde é que andava em 1980? Marte?

Asterix

É apenas já um tique de coleccionador compulsivo. O encanto já esmoreceu há muito e quase peço que seja finalmente o último. Mas é um ritual. Comparar o último Astérix no dia da saída.

guerra entre tribunais? não há quem acabe com esta loucura e devolva o poder democrático às escolas?

Isabel Alçada aventura-se na Educação

A escolha de Isabel Alçada para a pasta da Educação é só uma meia surpresa. O nome da “bestseller” da Caminho vinha sendo apontado nos corredores do Governo desde que a escritora fez a apresentação da política educativa do PS na última campanha eleitoral.
Com 59 anos, Isabel Alçada deixa o cargo de coordenadora do Plano Nacional de Leitura, que ocupava desde 2006, para substituir Maria de Lurdes Rodrigues.

É conhecida nas escolas, sobretudo por causa da série infanto-juvenil Uma Aventura, que assina desde 1982 com Ana Maria Magalhães – juntas já publicaram para cima de 50 títulos.

E também conhece bem as escolas, por onde andou vários anos: em iniciativas relacionadas com os livros, mas também a dar aulas.

Licenciada em Filosofia, na Faculdade de Letras de Lisboa, começou a trabalhar no Centro de Formação e Orientação Profissional Psicoforma. Dali, ingressou nos quadros do Ministério da Educação, tendo participado na reforma do ensino secundário em 1975/76.

Neste último ano, decidiu seguir carreira como professora de Português e História. É casada com Emílio Rui Vilar, presidente da Fundação Calouste Gulbenkian.

Untitled-200

 (c) Maurício Brito

É oficial, let’s uncork the bottles…

Foi a resposta de Vasco Graça Moura quando, da parte da TSF, lhe perguntaram o que lhe parecia a nova ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas.

Indefectíveis e tapa-buracos. Não foi feito para durar. Não deve entusiasmar nem o intelectual vital. Talvez o berbequim rangel. Santos Silva na Defesa parece uma anedota.

Isabel Alçada como ME. Mas quem andavam por aí a tentar confundir com outras hipóteses?

E uma bicada, lateral, nada disfarçada: mas o que andou Maria de Lurdes Rodrigues a alimentar até quase à antevéspera, dizendo que não sabia se continuava ou não, quando foi a primeira a saber a sucessorfa, ainda antes da campanha eleitoral?

Na sequência de uma visita ministerial a Cabeceiras de Basto, depoimento de um aluno recolhido no Público de 15 de Outubro e que eu deixei escapar, mas não fugiu ao César Ferreira.

Imagem 004

« Página anteriorPágina Seguinte »

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 297 other followers