A modernização educativa- esta é a onda do Sócrates e seus ministérios da educação:
“En el libro La modernización educativa y el trabajo docente, Sonia Castrejón nos lleva a incursionar en dos ámbitos poco conocidos para los que no trabajan en las escuelas primarias mexicanas: las condiciones de trabajo de los profesores de educación primaria y las percepciones de los docentes sobre el impacto de la política de modernización educativa en sus vidas y en su trabajo. Quiero tener mucho cuidado con las categorías que uso para describir la tarea que ha emprendido la Maestra Castrejón, esto justamente porque mucho se ha escrito sobre la práctica docente en función del aprendizaje del alumno y algo conocemos sobre la llamada resistencia al cambio de los regímenes escolares a las políticas educativas formuladas desde las oficinas centrales de la SEP.”
Tenho uma dúvida: o que se entende por “modernidade”?
O Sócrates usa e abusa do termo “moderno”, até define o seu partido como a “esquerda moderna”.
Refere-se ao Movimento Modernista? Aos pós-modernos?
Penso que fala de novas tecnologias, tão só.
Não será?
Transpondo para a sala de aula: é mais moderno um professor que usa quadros interactivos do que um que usa quadro preto e giz?
Em termos tecnológicos é, de facto, mais actual ( moderno?), mas o uso das novas tecnologias tem, só por si, uma grande influência no desempenho dos alunos?
Pode ser motivador pq é novo, menos usual.
No entanto, se todos os usassem, deixava de ser novidade e um professor que usasse o giz e deixasse os alunos escreverem no quadro ( coisa que todos ainda gostam), passava a ser mais moderno.
A principal diferença que encontro entre o quadro de ardósia clássico e o moderno quadro interactivo está na presença de componentes activos (transistores, sejam discretos ou em circuitos integrados). Estes componentes têm uma fiabilidade várias ordens de grandeza inferiores aos componentes passivos, e os componentes passivos (resistências, condesadores, etc), porque são sujeitos a esforços elécticos, têm uma fiabilidade várias ordens de grandeza inferiores ao quadro negro. De tal forma que, a menos que cada escola assine um contrato de manutenção bastante generoso, é fácil prever o que se irá passar: em pouco tempo, os velhos quadros voltarão ao seu sítio habitual. O mega fornecimento de quadros interactivos e demais parafrenália (projectores, computadores) merecerá, na história da gestão um lugar de honra nos contra-exemplos.
#4-O Pinóquio refere-se a moderno, como podia dizer “carapau”!, “febras de porco”, ou qualquer coisa do género.
O modernismo foi um “movimento” estético onde não houve lugar para medíocres.
É mais apropriado: modernaço, pimba, azulejo de casa de banho amarelo como revestimento externo.
Remete-lo para o pós moderno, só se for no sentido negacionista da ideologia. Da liquidação da utopia, da chegada da barbárie…
Outubro 31, 2009 at 8:45 pm
“Getting Accountability Right. Washington, DC: Economic Policy Institute. Reviewed by Karmen Kirtley, University of Colorado, Denver”
Getting accountability right.
Bem nos avisou o trabalhador da silva.
Outubro 31, 2009 at 8:49 pm
A modernização educativa- esta é a onda do Sócrates e seus ministérios da educação:
“En el libro La modernización educativa y el trabajo docente, Sonia Castrejón nos lleva a incursionar en dos ámbitos poco conocidos para los que no trabajan en las escuelas primarias mexicanas: las condiciones de trabajo de los profesores de educación primaria y las percepciones de los docentes sobre el impacto de la política de modernización educativa en sus vidas y en su trabajo. Quiero tener mucho cuidado con las categorías que uso para describir la tarea que ha emprendido la Maestra Castrejón, esto justamente porque mucho se ha escrito sobre la práctica docente en función del aprendizaje del alumno y algo conocemos sobre la llamada resistencia al cambio de los regímenes escolares a las políticas educativas formuladas desde las oficinas centrales de la SEP.”
Outubro 31, 2009 at 8:51 pm
Payne, Charles M. (2008). So Much Reform, So Little Change: The Persistence of Failure in Urban Schools. Harvard Education Press
Este deve ser interessante.
Outubro 31, 2009 at 9:25 pm
Tenho uma dúvida: o que se entende por “modernidade”?
O Sócrates usa e abusa do termo “moderno”, até define o seu partido como a “esquerda moderna”.
Refere-se ao Movimento Modernista? Aos pós-modernos?
Penso que fala de novas tecnologias, tão só.
Não será?
Transpondo para a sala de aula: é mais moderno um professor que usa quadros interactivos do que um que usa quadro preto e giz?
Em termos tecnológicos é, de facto, mais actual ( moderno?), mas o uso das novas tecnologias tem, só por si, uma grande influência no desempenho dos alunos?
Pode ser motivador pq é novo, menos usual.
No entanto, se todos os usassem, deixava de ser novidade e um professor que usasse o giz e deixasse os alunos escreverem no quadro ( coisa que todos ainda gostam), passava a ser mais moderno.
Confuso?
Outubro 31, 2009 at 9:48 pm
A principal diferença que encontro entre o quadro de ardósia clássico e o moderno quadro interactivo está na presença de componentes activos (transistores, sejam discretos ou em circuitos integrados). Estes componentes têm uma fiabilidade várias ordens de grandeza inferiores aos componentes passivos, e os componentes passivos (resistências, condesadores, etc), porque são sujeitos a esforços elécticos, têm uma fiabilidade várias ordens de grandeza inferiores ao quadro negro. De tal forma que, a menos que cada escola assine um contrato de manutenção bastante generoso, é fácil prever o que se irá passar: em pouco tempo, os velhos quadros voltarão ao seu sítio habitual. O mega fornecimento de quadros interactivos e demais parafrenália (projectores, computadores) merecerá, na história da gestão um lugar de honra nos contra-exemplos.
Outubro 31, 2009 at 10:37 pm
#4-O Pinóquio refere-se a moderno, como podia dizer “carapau”!, “febras de porco”, ou qualquer coisa do género.
O modernismo foi um “movimento” estético onde não houve lugar para medíocres.
É mais apropriado: modernaço, pimba, azulejo de casa de banho amarelo como revestimento externo.
Remete-lo para o pós moderno, só se for no sentido negacionista da ideologia. Da liquidação da utopia, da chegada da barbárie…
Outubro 31, 2009 at 10:58 pm
#5 e #6, obrigada pelos vossos contributos.
É que eu andava a pensar nisto com os meus botões.
Outubro 31, 2009 at 10:59 pm
Falemos, então, do modernaço Sócrates.
Outubro 31, 2009 at 11:00 pm
#5, Ferrão, bem me parecia que não devíamos arrumar os quadros de ardósia para já.
Outubro 31, 2009 at 11:00 pm
#8- Não queres antes um Bourbon?
Outubro 31, 2009 at 11:01 pm
#10,
Onde vou eu arranjar um bourbon?
Já o cabeça de burro é caro p´ra caramba.
Outubro 31, 2009 at 11:10 pm
#11-chega aí o copo…
Outubro 31, 2009 at 11:12 pm
Deixa-me, então, provar.
Hmmm, cheira bem…
Outubro 31, 2009 at 11:17 pm
pois será uma noite do Kentuky?
Novembro 1, 2009 at 6:24 pm
Math Tutor DVD. Muito interessante…
http://www.mathtutordvd.com/