Berube, Clair T. (2008). The Unfinished Quest: The Plight of Progressive Science Education in the Age of Standards. Charlotte, North Carolina: Information Age Publishing.
“Why do so many well-resourced and conceptually sophisticated school reforms fail to meet their substantive goals when they are implemented in urban schools?”
Tudo para mim é um duvidar
Com a normalidade sempre em cisão,
E o seu incessante perguntar
Cansa meu coração.
As coisas são e parecem e o nada sustém
O segredo da vida que contém.
A presença de tudo sempre perguntando
Coisas de angústia premente,
Em terrível hesitação experimentando
A minha mente.
É falsa a verdade? Qual o seu aparentar
Já que tudo são sonhos e tudo é sonhar?
Perante o mistério vacila a vontade
Em luta dividida dentro do pensar,
E a Razão cede, qual cobarde,
No encontrar
Mais do que as coisas em si revelam ser,
Mas que elas, por si só, não deixam ver.
Estive a ler o resumo das opiniões dos 3 autores.( do livro sugerido pelo Paulo neste post).
Nos EUA, ainda há grande discrepância social-racial. Por lá, os negros e hispânicos são os alunos problemáticos.
Em alguns países da europa tb assim é: as escolas onde há problemas são as de população emigrante.
Por cá, não sinto isso.
Na escola TEIP onde trabalhei nos últimos 10 anos, não havia distinção racial. O meio socio-económico-cultural era idêntico. Os alunos brancos não eram mais fáceis que os africanos.
Aliás, costumávamos dizer que as mães pretas eram mais educadas e raramente vi uma mãe dessas que não trabalhasse e vivesse do RSI. Por isso mesmo, pq tinham vindo para cá para trabalhar, eram mais exigentes com os filhos.
#4-Buli, deu-te para o Pessoa, não há dúvida que corre aí uma corrente de ondas alfa. Andava à procura duma coisa do Walt Whitman, só que só encontrei 4/5 do livro…Estranhas coisas no chateâu.
Outubro 31, 2009 at 8:52 pm
Olha, Paulo…
Tinha acabado de referir esse livro no teu post abaixo.
Tb gostava de ler…
Outubro 31, 2009 at 8:54 pm
Este tb deve ser interessante:
Berube, Clair T. (2008). The Unfinished Quest: The Plight of Progressive Science Education in the Age of Standards. Charlotte, North Carolina: Information Age Publishing.
Outubro 31, 2009 at 8:57 pm
“Why do so many well-resourced and conceptually sophisticated school reforms fail to meet their substantive goals when they are implemented in urban schools?”
Outubro 31, 2009 at 9:04 pm
Pois..
Mania da Dúvida
Tudo para mim é um duvidar
Com a normalidade sempre em cisão,
E o seu incessante perguntar
Cansa meu coração.
As coisas são e parecem e o nada sustém
O segredo da vida que contém.
A presença de tudo sempre perguntando
Coisas de angústia premente,
Em terrível hesitação experimentando
A minha mente.
É falsa a verdade? Qual o seu aparentar
Já que tudo são sonhos e tudo é sonhar?
Perante o mistério vacila a vontade
Em luta dividida dentro do pensar,
E a Razão cede, qual cobarde,
No encontrar
Mais do que as coisas em si revelam ser,
Mas que elas, por si só, não deixam ver.
Alexander Search
Outubro 31, 2009 at 9:04 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/10/31/este-blog-entra-a-partir-do-dia-2-de-novembro-em-lay-off-porque-ha-mais-vida-para-la-do-virtual-vou-todavia-andando-por-aqui-so-que-muito-menos-tempo-pink-floyd-goodbye-blue-sky/
Outubro 31, 2009 at 9:09 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/10/31/les-luthiers-la-vida-es-hermosa-sem-duvida/
Outubro 31, 2009 at 9:13 pm
Estive a ler o resumo das opiniões dos 3 autores.( do livro sugerido pelo Paulo neste post).
Nos EUA, ainda há grande discrepância social-racial. Por lá, os negros e hispânicos são os alunos problemáticos.
Em alguns países da europa tb assim é: as escolas onde há problemas são as de população emigrante.
Por cá, não sinto isso.
Na escola TEIP onde trabalhei nos últimos 10 anos, não havia distinção racial. O meio socio-económico-cultural era idêntico. Os alunos brancos não eram mais fáceis que os africanos.
Aliás, costumávamos dizer que as mães pretas eram mais educadas e raramente vi uma mãe dessas que não trabalhasse e vivesse do RSI. Por isso mesmo, pq tinham vindo para cá para trabalhar, eram mais exigentes com os filhos.
Outubro 31, 2009 at 9:33 pm
#4-Buli, deu-te para o Pessoa, não há dúvida que corre aí uma corrente de ondas alfa. Andava à procura duma coisa do Walt Whitman, só que só encontrei 4/5 do livro…Estranhas coisas no chateâu.
Outubro 31, 2009 at 10:24 pm
fernanda1, falaste com a inês?
perdi o post onde tinhas postado o video de moçambique…
dizes-me alguma coisa para mariaprof@mail.pt
?
Obrigada
(Paulo, desculpa usar este espaço para correio pessoal…)
Outubro 31, 2009 at 10:43 pm
Os Americanos ainda vendem por aqui esquemas com mais de trinta anos, que dão emprego a muitos consultores. Deixem-os trabalhar à vontade.
Outubro 31, 2009 at 11:31 pm
Este livro também me interessa.
Outubro 31, 2009 at 11:32 pm
#9,
Já falei e tudo bem.
É muito comunicativa e simpática e disse logo que sim.
Estava a tentar a coisa de outro modo, mas Ok.
Novembro 1, 2009 at 9:20 am
http://bulimunda.wordpress.com/2009/11/01/estou-lucido-como-se-nunca-tivesse-pensado/