É que eu não dei por nada… e a promessa é de 19 de Maio. Não que sinta falta…
Escolas com videovigilância no prazo de 18 semanas
O coordenador do Plano Tecnológico da Educação (PTE), João Trocado da Mata, anunciou esta terça-feira que no prazo de 18 semanas todas as escolas públicas do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e secundário serão equipadas com sistemas de videovigilância e alarme.
Em comunicado, o Gabinete de Comunicação do PTE garantiu que “todas as escolas receberão no prazo de 18 semanas o sistema electrónico de segurança”, uma medida visa reforçar a segurança nos estabelecimentos de ensino.
Na minha andam uns tipos há não sei que tempos a esticar cabos e a interromper as aulas para darem umas marteladas. Mas é por causa de instalarem as redes de pesca ou lá o que é. Para além de que vão fumar para a casa de banho. O que é chato. Já chegam os eflúvios normais. Misturados com fumo é bem pior.
Agora videovigilância num capisco.
Alarmes há em forma de cão.
Outubro 28, 2009 at 10:34 pm
http://4.bp.blogspot.com/_ooBTdHteJts/Sp2EvxJhcoI/AAAAAAAAAnk/Sm2MgcvQjoM/s1600-h/O+melhor+do+mundo+s%C3%A3o+as+crian%C3%A7as.jpg
Outubro 28, 2009 at 10:37 pm
Pois na minha escola disseram que em Janeiro estarão instaladas as 6 câmaras de vídeo vigilância…
Outubro 28, 2009 at 10:37 pm
O Trocado? …
Bruxelas censura Governo nos ajustes directos
O SOL divulga o relatório da Comissão Europeia que considera ilegais os ajustes directos
do Plano Tecnológico da Educação
• Consulte aqui o Relatório da UE
• Comissão Europeia considera Magalhães ilegal
http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=136325
«Face ao exposto, a Comissão conclui que os contratos de fornecimento de computadores
portáteis e de programas informáticos adjudicados pelo Fundo para a Sociedade de
Informação (FSI – gerido pelo Ministério das Obras Públicas) estão submetidos às regras
da Directiva 2004/18/CE. Resulta assim, que ao adjudicar por ajuste directo os contratos
para o fornecimento de computadores portáteis e de programas informáticos num total de
1.140.000 aparelhos, as autoridades portuguesas infringiram as alíneas a) e c) do nº2 e o
nº 9 do art. 1º, art. 2º, art.7º, art. 28º e art. 35º da Directiva 2004/18/CE. Em
consequência, a Comissão Europeia considera que a República Portuguesa não cumpriu os
deveres que lhe incumbem por força das alíneas a) e c) do nº2 e o nº 9 do art. 1º , art.
2º, art. 7º, art. 28º e art. 35º da Directiva 2004/18/CE».
Este excerto foi escrito pela Comissão Europeia (CE) e faz parte do primeiro relatório
traduzido para português assinado pelo comissário Charlie McCreevy (titular da pasta do
Mercado Interno), a que o SOL teve acesso e que publica hoje na íntegra, sobre o processo
de infracção nº 2008/4962 nascido de uma queixa da empresa ACCER.
A notícia da última edição «Bruxelas chumba Magalhães – Comissão Europeia censura
ausência de concursos públicos» teve por base este relatório enviado para o Governo
português.
Apesar de ter sido o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações a
disponibilizar ao SOL o documento em causa no âmbito de um processo de intimação
interposto pelo nosso jornal no Tribunal Administrativo de Lisboa, tal não impediu que o
Ministério liderado por Mário Lino tivesse emitido um comunicado que tinha como objectivo
desmentir a notícia do SOL.
De facto, um comunicado do «gabinete de imprensa do MOPTC» afirma que «é absolutamente
falso que a União Europeia tenha condenado Portugal com base em acusações de ajuste
directo para aquisição de computadores, ou sequer que tenha instaurado uma acção
contenciosa nesse sentido contra o Estado português».
Tal afirmação pretende desmentir uma informação que o SOL nunca escreveu, pois é referido
na notícia por duas vezes que as conclusões da Comissão são «preliminares» e que se
inserem na «fase pré-contenciosa» do processo de infracção.
Contudo, o tom utilizado pela Comissão liderada por Durão Barroso, como se pode verificar
no documento que publicamos na íntegra, é peremptório. Por outro lado, dois juristas
especialistas em Direito Europeu garantiram ao SOL que é pouco comum a CE mudar de
opinião nestes casos.
Como o jornal Público explicou na passada sexta-feira, a carta do comissário Charlie
McCreevy foi precedida «de outros contactos e pedidos de informação» dos serviços
tutelados pelo comissário responsável pela pasta do Mercado Interno.
O comunicado do MOPTC refere ainda que a Comissão pretende obter informações no quadro da
implementação do programa e.escolas. Ora, a Comissão faz questão de referir no seu
relatório que «as informações ao nosso dispor, indicam que os contratos relativos ao
fornecimento dos computadores e programas informáticos acima referidos foram financiados
pelo FSI e adjudicados sem o recurso a um procedimento concursal».
E que contratos são esses? São os acordos respeitantes ao «fornecimento, gratuito ou a
preços reduzidos, de computadores portáteis e programas informáticos no âmbito dos
programas e.professor (150.000 computadores), e.oportunidades (250.000 computadores) e
e.escolas (240.000 computadores)», além do «novo programa e.escolinhas, no âmbito do qual
500.000 computadores portáteis serão fornecidos gratuitamente ou a preços reduzidos aos
alunos do nível primário, com base num acordo celebrado com o consórcio INTEL e JP Sá
Couto».
Por último, o comunicado do MOPTC refere que nunca foi contactado pelo semanário SOL. Tal
afirmação é falsa, pois o semanário SOL enviou um longo e-mail com cinco perguntas às
14h16m da última segunda-feira. Na mesma altura, recebemos a confirmação do nosso
servidor de que o e-mail tinha sido entregue aos assessores João Morgado Fernandes e
Isabel Oliveira.
Os argumentos da Comissão
As autoridades comunitárias consideram que o FSI, criado pelo Ministério das Obras
Públicas, é uma entidade adjudicante que está obrigada a respeitar as regras expressas na
Directiva 2004/18/, estando por isso obrigada a lançar concursos públicos para o
fornecimento de mais de um milhão de computadores portáteis e dos respectivo software no
âmbito dos programas e.professor, e.oportunidades, e. escolas e e.escolinhas – os
programas do Plano Tecnológico da Educação.
Porquê? Porque o FSI «foi investido pelo Governo de uma missão administrativa», «age por
conta do Governo» e «as despesas que realiza são financiadas pelo erário público».
O FSI gere as contrapartidas que os vencedores das licenças para os telemóveis de 3ª
geração ficaram obrigados a ceder ao Estado. Essas contrapartidas estão avaliadas em mil
milhões de euros e são classificadas pela Comissão como «fundos públicos», por que são
«uma obrigação pecuniária contraída em relação ao Governo», como «aliás foi reconhecido
pelo ministro das Finanças» (Teixeira dos Santos), lê-se na carta assinada pelo
comissário Charlie McCreevy.
O Governo português terá agora que explicar à CE as razões que o levaram a não realizar
os obrigatórios concursos públicos. Caso a Comissão aceite os argumentos do Estado
português, o caso será arquivado. Caso contrário, a CE emitirá um «parecer fundamentado»,
como o comissário Charlie McCreevy fez questão de referir às autoridades portuguesas na
carta que enviou, a pedir a correcção da situação. Se a infracção se mantiver, o processo
seguirá para o Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias.
luis.rosa@sol.pt
Outubro 28, 2009 at 10:45 pm
Tché!, e vão parir o quê?
Ou seja, aquelas coisas nos tectos das salas de aula que não funcionam.
Melhor, aquela ponte que não está ali.
E as televisões a mostrarem a desinformação, aquele tipo – com a língua de fora – a fazer falsamente, a vergonha da Ordem dos Engenheiros, a qual se calou.
Outubro 28, 2009 at 10:48 pm
#3
Adoro o esforço, não tenho é paciência para ler mais do que três ou quatro linhas. Ser professor é ser comunicador, não repositor.
Outubro 28, 2009 at 10:48 pm
Aquelas coisas nos tectos até são divertidas. Têm as letras ao contrário. Devem funcionar para dentro.
Outubro 28, 2009 at 10:50 pm
“Alarmes há em forma de cão.”
Prefiro em forma de ganso, coisas verificadas.
Outubro 28, 2009 at 10:52 pm
Pois…por cometer ilegalidade é que agora foi promovido. Convém pôr a raposa a tomar conta do galinheiro resguardada pela inimputabilidade política que graça no reino do polvo. Na terça convinha botar faladura para mostrar serviço por causa da nomeação de hoje…Estou com vómitos mas juro que não estou grávida….
Outubro 28, 2009 at 10:54 pm
http://ruadopatrocinio.wordpress.com/2009/10/28/a-mediocridade-no-executivo/
Outubro 28, 2009 at 10:56 pm
Se o PTE funcionasse, pelo menos acabavam a porcaria que começaram. A minha escola está uma bagunça, porque começaram as obras da rede de pesca, esburacaram as paredes, colocaram cabos dentro dos buracos e deixaram as coisas assim, buracos, cabos à mostra e nem sinais da rede. É o caos (ou o choque tecnológico, sei lá eu).
Outubro 28, 2009 at 11:00 pm
Espero que o Trocado não tenha trocado o nome do H1N1, para que as câmaras o possam detectar!
Socoooooooooooooooooooooooorro!!!
Outubro 28, 2009 at 11:06 pm
Na minha colocaram um replicador wireless pregada atrás de uma tabela de basquete.
Outubro 28, 2009 at 11:08 pm
Os trabalhadores fumam nas casas de banho dos professores?
Pode ter vantagens. Já experimentaste entrar numa casa de banho que cheire pior do que cigarro?
Outubro 28, 2009 at 11:09 pm
Ai, o choque tecnológico!
Quando é que o esquecem e começam a pintar as paredes das salas de aula, a pôr luzes em cima do quadro, a arranjar as persianas encravadas?
Outubro 28, 2009 at 11:13 pm
Nas próxima semana vamos ver o que a nova equipa do ME é capaz de “parir”!!!!!
Outubro 28, 2009 at 11:17 pm
#15-Só nados mortos!
Outubro 28, 2009 at 11:19 pm
Dnatien e tu vais melhor ? Força pá..ainda hás-de ir à meia maratona de Lisboa e correr -no sentido literal- com o Sócrates…
Outubro 28, 2009 at 11:28 pm
Isto promete….mais luta!:(
Outubro 28, 2009 at 11:28 pm
#17-Buli, tenho andado a treinar! Para já é na Nintendo Wii, depois quando chegar à estrada, corremos com ele…e com prazer!
Outubro 28, 2009 at 11:30 pm
RTPN
Discurso do Emídio . . .tenebroso. . .
Outubro 28, 2009 at 11:32 pm
# 5
Muito blá-blá, mas poucas vezes por “cá”.
Outubro 28, 2009 at 11:33 pm
# 15
“Ver”?
Mas, existe alguma coisa para “ver”?
Está tudo mais que visto. E revisto.
Outubro 28, 2009 at 11:34 pm
BOA..KEEP THE SPIRIT…Bem vou mesmo à deita…Inté..
Outubro 28, 2009 at 11:35 pm
Também “cortaram” a Net nas vossas escolas?
Outubro 28, 2009 at 11:35 pm
Até amanhã! Deixo-vos aqui o Leo.
Outubro 28, 2009 at 11:38 pm
Pois…antes de ir..
Outubro 28, 2009 at 11:38 pm
#7,
Looooooooooollllllllllllll.
Comprovo, de forma absolutamente comprovada.
Outubro 28, 2009 at 11:39 pm
#24,
Quais net?? Lol. Só há net num pavilhão. Estamos em obras. Contentores. LOL
Outubro 28, 2009 at 11:44 pm
Querem o caos, mas caos mesmo? Então aqui vai: a minha escola (novinha em folha) teve a rede substituída por uma novinha em folha da PT (que tem uns pontos de acesso da Cisco que permitem menos ligações que uns da treta que nós tínhamos antes) porque o dono da obra (o Ministério da Educação – estão a ver, aquele que devia saber umas coisas do PTE) não colocou cablagem de categoria 6 necessária às novas ligações à net. Agora temos duas redes (não de pesca mas que mostram que há umas pessoas responsáveis que não pescam nada disto).
).
Quanto ao número de meses que correspondem a 18 semanas, isso depende do ponto onde nos encontramos – em Saturno (cujos dias são 444 vezes maiores do que os da Terra) ainda não chegámos nem perto da data limite (o que prova que esta maralha anda toda noutro mundo
Outubro 28, 2009 at 11:45 pm
Outubro 28, 2009 at 11:47 pm
Para os que não querem fazer as contas: 18 semanas em Saturno correspondem a 55944 dias cá da gente.
Outubro 28, 2009 at 11:48 pm
LOOOOLLLLL
Outubro 28, 2009 at 11:49 pm
Para quem precisa.
Outubro 28, 2009 at 11:51 pm
O Emídio Rangel é asqueroso. Disse que os professores faltavam 6 meses e um ano seguidos, como quem falta 1 só dia…e diz: Eu também sou professor.
Gostava de saber como é avaliado, mas disso não falou.
Outubro 28, 2009 at 11:53 pm
Eh, pá! Enganei-me! Os dias de Saturno são mais pequenos do que os da gente. Bolas!
Mas era uma boa ideia…
Outubro 28, 2009 at 11:53 pm
#29,
Mas que avatar giro que se farta.
Outubro 28, 2009 at 11:54 pm
Algo familiar?
Outubro 28, 2009 at 11:56 pm
Estou à espreita da Música do Umbigo só para dizer que não presta.
Nem sempre tenho razão, isso não implica que preste.
Em tempo, o Bruíço estava melhor.
Outubro 28, 2009 at 11:57 pm
Isto re-começa mal…
Preparem-se!
Outubro 28, 2009 at 11:58 pm
Vou escrever TUDO o que um colega nosso me contou DA TOTAL BARRACA DAS REDES E TAL.
É especialista.
Percebi que é a “REAL BARRACA”.
Outubro 29, 2009 at 12:03 am
Cá por estas bandas também andaram uns tipos a esticar uns bons metros de cabo, fazendo imenso barulho com os sempre úteis berbequins. Coisa nova, explicavam, para a novíssima Internet, a super-rápida.
Ora, o que talvez não soubessem era que a Net foi sempre muito lenta – a maior parte do tempo tão lenta que não havia paciencia para esperar por ela – e depois dos cabos novos ainda ficou pior.
É um bom motivo para dizermos em coro: merd@ para o Plano Tecnológico.
Outubro 29, 2009 at 12:41 am
Armando Vara arguido na operação face oculta. Puxa, coitado do boy.
Esta das videovigilância não é nova, já foram pedidos, para as escolas, para procederem ao preenchimento de um formulário, para a Comissão de protecção de dados. Isto, no mês de Fevereiro.
Na minha escola está tudo doido mas o pesssoal anda calmo e motivado. Hoje, começou a sentir um certo nervosismo. Esta equipa da educaçãp começa a assustar, o pesssoal.
Outubro 29, 2009 at 2:46 am
O Trocado, trocou os números, quis dizer 81 semanas mas saiu-lhe 18.
#29, #31 e #35
O conceito de semana, não faz sentido em Saturno. A semana deriva dos antigos calendários lunares, corresponde ao período de uma fase da nossa lua. Em Saturno, as luas são mais que muitas (61), não dá para estabelecer um calendário lunar.
Já agora para “completar” a tua correcção, segundo dados da NASA:
Um ano em Saturno (período de translação) dura 29 anos e 146 dias terrestres;
Um dia em Saturno (período de rotação), corresponde a 10 horas e 39 minutos.
Outubro 29, 2009 at 7:28 am
Video-vigilância? Para video-vigiar quem? Não sei porquê… Já há muito tempo que estou convencida que há “bugs” na escola – não há nada que se não diga ou faça que não se saiba, instantâneamente, “lá em cima”… Chega-se ao ponto de ter acontecido qualquer coisa, comunicar de seguida e a Direcção já estar a par… Estranhas capacidades de omnipresença.
Por outro lado, tenho uma relação peculiar com câmaras de vigilância – dá-me para o síndrome de Mr Bean ou para flashadas muito pouco próprias. Tou feita…
Outubro 29, 2009 at 7:33 am
A propósito de vigilância, nas vossas escolas também vos andam a pedir para apresentarem os resultados dos testes diagnósticos em percentagens até às centésimas?
Já vamos na terceira reformulação dos resultados e andamos cada vez mais desconfiados com todo o “processo”…
Outubro 29, 2009 at 7:40 am
Bom dia!
Caros colegas e colegos!
Tenham calma e paciência porque isso de obras nas escolas ou nas nossas casas é sempre uma grande chatice!
Que diga aqui a Maria que só para mudar os armários da cozinha e fazer a renovação do wc tem a casa que é uma bagunça.
Desde atrasos, a lixo, a reparações mal feitas, tenho de tudo!
Além disso, não é o MInistro das Obras Públicas o responsável pelo desleixo do Sr. Manuel, operário faz tudo!
Assim, também não tem culpa o Ministério dos contratempos das obras do Plano Tecnológicos nas escolas!
Outubro 29, 2009 at 7:58 am
Avaliar o Ministro
Não sabemos ainda quem vai ser o próximo ministro da educação, mas sabemos já uma coisa em relação a ele: quando tomar posse, a primeira coisa que os professores vão fazer é sujeitá-lo a uma avaliação diagnóstica.
Não será uma avaliação emaranhada, irracional, vingativa, opaca, ideologicamente motivada ou determinada por qualquer agenda oculta. Os professores sabem melhor que ninguém que uma tal avaliação seria contraproducente e lesiva, não só dos seus próprios interesses, como dos da Escola e da República.
Será uma avaliação com poucos parâmetros, e transparentes. Sabe o senhor ministro o que é uma escola e para que serve? Vê a escola como uma instituição da República, ou, de um modo redutor, como uma empresa ou repartição pública? Tem o senhor ministro como prioridade o ensino? Tem o senhor ministro alguma noção da carga de trabalho dos professores? Caso tenha, está disposto a não mentir sobre ela ao País? Tem algum plano exequível para a reduzir significativamente com base numa hierarquia de prioridades que seja racional e reflicta verdadeiramente (em vez de o invocar em vão) o interesse público?
Terá finalmente a humildade de entender que ele, o seu ministério e a burocracia que o sustenta são elementos acessórios do sistema, mas os professores e os alunos são elementos essenciais? Eu sei que esta humildade é difícil para um político, mas neste caso tem que ser: ou o próximo ministro da educação faz dela a base do seu trabalho, ou fracassará como todos os outros antes dele.
Os professores vão estar atentos. Vão avaliar cuidadosamente o ministro. E esta avaliação terá consequências. Se o senhor ministro passar, os professores trabalharão com ele para conseguir um ensino melhor. Se chumbar, trabalharão contra ele para que o ensino não piore ainda mais.
http://www.legoergosum.blogspot.com/2009/10/avaliar-o-ministro.html#links
Outubro 29, 2009 at 8:02 am
Védeo … vejam por acaso uma classe de uma escola secundária japonesa e vejam a inovação nos métodos as tecnologias de ponta …enfim tudo o que faz do Japão um dos países com melhores resultados escolares…
Vídeo
http://www.bulimunda.wordpress.com/2009/06/29/japanese-high-school-vejam-a-enorme-tecnologia-que-existe-nas-salas-de-aula-o-metodo-inovador-assim-percebe-se-a-razao-do-nosso-atraso/
Outubro 29, 2009 at 8:04 am
Vídeo … vejam por acaso uma classe de uma escola secundária japonesa e vejam a inovação nos métodos as tecnologias de ponta …enfim tudo o que faz do Japão um dos países com melhores resultados escolares…
In,
http://www.bulimunda.wordpress.com/2009/06/29/japanese-high-school-vejam-a-enorme-tecnologia-que-existe-nas-salas-de-aula-o-metodo-inovador-assim-percebe-se-a-razao-do-nosso-atraso/
Outubro 29, 2009 at 8:10 am
anahenriques Says:
Outubro 29, 2009 at 7:58 am
Avaliar o Ministro
Não sabemos ainda quem vai ser o próximo ministro da educação, mas ..”
Anda atrasada no tempo Ana Henriques. A ministra já tomou posse há vários dias!
rsrs
Outubro 29, 2009 at 8:19 am
# 50
Em 47 está a grelha de avaliação diagnóstica da ministra e secretários de estado.
É o simplex 4.
Outubro 29, 2009 at 8:21 am
# 50
Anda distraído.
A avaliação diagnóstica já começou!
Outubro 29, 2009 at 8:28 am
Não falta quem queira ser avaliadora!
Noto-lhe uma ânsia desmesurada!
Mas será que consegue fazer uma análise objectiva?
Sinceramente duvido!
Outubro 29, 2009 at 11:39 am
«Assim, também não tem culpa o Ministério dos contratempos das obras do Plano Tecnológicos nas escolas!»
MC
Aqui estamos de acordo. A única culpa do Ministério é existir.
Outubro 29, 2009 at 12:27 pm
A culpa do atraso das obras é culpa dos trabalhadores pq ainda não são todos das NOs
Outubro 29, 2009 at 2:14 pm
#45
No meu grupo disciplinar a maioria optou por não fazer teste diagnóstico. Creio que apenas uma colega os fez.
Outubro 29, 2009 at 2:22 pm
# 50
Numa avaliação inicial, ou diagnóstica, recolhe-se o máximo de informação (formal e informal) sobre o caso ou casos em estudo, o que implica também “observação sobre a acção ou intervenção” dos sujeitos. Daí a designação de avaliação diagnóstica.
Com esta informação de base, traçam-se as estratégias e as tácticas que sofrem sempre algumas correcções em velocidade de cruzeiro.
Elementar, meu caro MC.
Outubro 29, 2009 at 5:39 pm
Arredondado às centésimas…