Consumo de antidepressivos aumentou nos últimos meses
Até Setembro, foram vendidas 6736 milhões de embalagens de medicamentos para as depressões, mais 3,1 do que no mesmo período do ano passado. A doença já afecta 9% dos jovens e 2% das crianças portuguesas
Ia a caminho da faculdade, onde frequentava o segundo ano de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação, quando teve um ataque de pânico. Ao atravessar a Rua da Junqueira, em Lisboa, os pés bloquearam e o sangue gelou. Ficou parada, no meio da estrada, com os carros a passar de um lado e do outro. “Tinha a noção do que se estava a passar, que estava em perigo, mas não conseguia reagir”, conta Ana Santos, hoje com 27 anos. Depois de desmaios frequentes, este episódio foi o motivo de que precisava para procurar ajuda médica. Diagnóstico: depressão grave.
Outubro 18, 2009
Outubro 18, 2009 at 10:06 am
“Quando a cabeça não tem juízo
Quando te esforças
Mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deix’ó pagar, deix’ó pagar
Se tu estás a gostar…
Quando a cabeça não se liberta
Das frustrações, inibições
Toda essa forca, que te aperta
O corpo é que sofre
As privações, mutilações
Quando a cabeça está convencida
De que ela é
A oitava maravilha
O corpo é que sofre
O corpo é que sofre
Deix’ó sofrer, deix’ó sofrer
Se isso te dá prazer…
Quando a cabeça está nessa confusão
Estás sem saber que hás-de fazer
E ingeres tudo o que te vem à mão
O corpo é que fica
Fica a cair sem resistir
Quando a cabeça rola pró abismo
Tu não controlas esse nervosismo
A unha é que paga
A unha é que paga
Não paras de roer
Nem que esteja a doer…
Quando a cabeça não tem juízo
E te consomes, mais do que é preciso
O corpo é que paga
O corpo é que paga
Deix’ó pagar, deix’ó pagar
Se tu estás a gostar…
Deix’ó sofrer, deix’ó sofrer
Se isso te dá prazer…”
Outubro 18, 2009 at 10:24 am
É verdade…
Ultimamente ando francamente preocupada com a quantidade de crianças com diagnóstico de hiperactividade com défice de atenção, medicadas com ritalina.
Ignorando o sofrimento das crianças, o país continua a apostar em ocupá-las todo o dia na escola e em manter os horários de trabalho dos pais incompatíveis com a sua função parental.
O que me admira é como ainda nascem crianças neste país…
Outubro 18, 2009 at 10:57 am
#2
«O que me admira é como ainda nascem crianças neste país…»
Reb, eu admiro-me é como é que eles ainda nascem nús, descalços e desdentados.
Outubro 18, 2009 at 11:01 am
Porque é que a cominicação social não pega nestes exemplos de “sucesso”?!!!http://www.profblog.org/2009/10/escola-eb23-de-beiria-escola-modelo.html
Outubro 18, 2009 at 11:02 am
“comunicação”
Outubro 18, 2009 at 11:03 am
gwt
Outubro 18, 2009 at 11:05 am
Quanto mais classe média, mais medicamentos, tanto quanto tenho percebido. Quanto mais classe média, maior distância aos filhos. A chantagem do patrão fala mais alto e o Estado faz de conta que não vê. Por outro lado, parece-me que certa classe média-alta prefere muito mais a imperial ao fim do dia, depois do trabalho, do que pensar que tem um filho que ainda não viu hoje e pelos vistos já não vai ver. Mais tarde, no fim-de-semana, ele terá com ele uma “hora de qualidade”, em que passearão por uma loja qualquer e o compensará com uma prenda qualquer.
Depois existem ainda os super-iluminados pais. Os pais que acham muito bem. Acham tudo muito bem, mesmo. Acham muito bem que os filhos tenham aulas de substituição, contra toda a lógica do rendimento escolar, da saúde e da fruição do tempo livre dos seus filhos. Se a ideia desta classe média/alta é “castigar” os professores malandros, então dão um valente tiro no pé, porque o que realmente estão a fazer é a destruir a saúde mental dos seus próprios filhos. Eles, durante quatro anos acharam bem tudo o que pensaram poder aumentar a pressão e o esforço sofre a classe maldita dos professores. Nunca perceberam que nós nos preocupamos e que gostamos de ser o melhor possível e que não há prazer maior do que ter uma turma onde o que se consegue ensinar resulta. E se por estes pais não sinto qualquer consideração, tenho uma pena de morte dos filhos, que são obrigados a encher o horário com porcarias que nada interessam à sua formação, à sua aprendizagem e apenas existem para (1) retirar peso às disciplinas que ensinam matérias perigosas: História de Portugal, Filosofia, Física, etc; (2) preencher o tempo, para que eles estejam fechados não vá dar-se o caso que apanhem um bocado de Sol, ou que joguem ao mata, à “bola”, ou corram, ou riam. Mas não faz mal, agora aprende-se a dançar em Ed. Física… em vez de se correr, saltar, criar músculo e resistência… estão a ficar muito “sociais”…
Contudo, vá lá saber-se porquê, hoje entramos numa escola, e a primeira coisa que vemos é que a maior parte da população estudantil, tem uns auriculares enfiados nos ouvidos, às vezes dividem um auricular com outro colega, mas não conversam, e, quando conversam, fazem com um vocabulário que não terá mais que 30 palavras.
O que eu acho fantástico, é que esta classe média-alta, que aparentemente nada se identifica com o regime soviético ou chinês, por exemplo, acaba, pelos actos, por fazer a “doação” dos filhos ao Estado, permitindo que o Estado os mantenha em clausura durante todo o tempo em que há luz do dia, libertando-os à noite, para a alimentação e deita. Afinal eles comem mesmo as crianças. Apenas mudaram de guarda-roupa e de marca de automóvel.
Outubro 18, 2009 at 11:06 am
A Confap devia tratar desse problema e exigir que já nascessem preparados para irem da maternidade para a escola a tempo inteiro, sem maçarem os intermediários (pais…).
Ontem vi uma reportagem,(penso que era em Matosinhos), em que a autarquia disponibilizou um espaço às 6ªs e sábados à noite para guardar as crianças enquanto os pais vão jantar fora ou à discoteca. Babby-sitting pago pelos contribuintes.
É que à noite as escolas fecham…
Outubro 18, 2009 at 11:06 am
É o vazio que estamos a criar…a mentalidade burguesa que nos tirou da fossa será a mesma que nos irá atirar para uma fossa ainda mais profunda…confortável é certo mas sem sentid algum.
Outubro 18, 2009 at 11:06 am
Alguns comentários foram engolidos…acho que o spam do Paulo deve estar deprimido…
Outubro 18, 2009 at 11:08 am
“2
Não tardará a nascerem com um chip para lhes formatar o cérebro. Estão tão saturados de escola como nós. Tudo o que é demais é moléstia. Tb já por cá tivemos uma professora com um ataque de pânico. Qto a anti-depressivos e ansiolíticos, anda metade do pessoal a tomá-los para aguentar a revolta e as crianças agitadas que os pais entregam à escola para irem servir outro patrão.
Outubro 18, 2009 at 11:09 am
Outubro 18, 2009 at 11:20 am
Vou APROVEITAR O SOL DE OUTONO PARA ABSORVER OS ÚLTIMOS RAIOS DE SOL CONTRA A DEPRESSÃO DA FALTA DE LUZ QUE AÍ VEM PARA A SEMANA…
Outubro 18, 2009 at 11:28 am
A semana do nomes do (des)governo? Vou acabar de ler umas coisitas para ver se a pilha dos livros em espera baixa um pouco (na varanda, ao sol).
Outubro 18, 2009 at 11:50 am
#7
Pena que, para além dos professores, muito poucos se apercebam dessa realidade.
2# Também conheço vários casos. Todos têm associados ou tiveram problemas com familias instáveis ou problemáticas. Estou convencida que na maioria dos casos a situação se resolveria sem medicação. Bastava proporcionar a essas crianças a atenção e a vida familiar estável a que têm direito.
Também conheço profesores que tomam ansiolíticos quando saem de casa e para dormir. Como se concilia trabalho na escola, trabalho em casa, trabalho ao fim de semana e família? Como se controla a sensação de que o tempo se escoa sem tempo para cumprir todas as tarefas?
Para “ajudar”, temos Directores tão cumpridores da lei e tão solidários que obrigam os colegas a permanecer na escola mais horas do que as que a própria lei define.
Outubro 18, 2009 at 11:53 am
#15
Exactamente.
Outubro 18, 2009 at 12:16 pm
Não abordam o cerne da questão: a causa da depressão ou qualquer outra anomalia psicológica não orgânica resulta da inter-relação pessoal. O problema tem origem na degradação das relações inter-pessoais que potenciam:
- o conflito em vez da tolerância,
- a repressão em vez do diálogo,
- a competição destrutiva em vez da solidariedade construtiva,
- o desprezo e ostracismo em vez da fraternidade e inclusão,
- a exploração em vez da motivação
Ou seja, a causa é o comportamento e atitude que cada um tem em relação ao seu semelhante. E conhecendo a natureza e condição humanas, jamais será debelada…
Outubro 18, 2009 at 12:56 pm
Na minha opinião…
Existe a depressão, e a maior parte das pessoas que a tem não procura ajuda.
No entanto, hoje em dia tudo tem a desculpa da depressão, e nem tudo é depressão.
Lembro-me de uma reportagem que vi há pouco tempo, que dizia que a volta ao trabalho depois das férias pode provocar depressão, e falavam daquilo como algo mesmo sério.
Que dirão as pessoas que nem têm férias durante anos, ou as que estão desempregadas e não têm dinheiro para pagar as contas?!
Outubro 18, 2009 at 2:15 pm
#17
Fica por provar e esclarecer o seguinte:
1. Que “a causa da depressão ou qualquer outra anomalia psicológica não orgânica resulta da inter-relação pessoal”.
2. Que esta “causa” seja o “cerne da questão”.
3. A relação de causa-efeito entre
– o conflito em vez da tolerância,
– a repressão em vez do diálogo,
– a competição destrutiva em vez da solidariedade construtiva,
– o desprezo e ostracismo em vez da fraternidade e inclusão,
– a exploração em vez da motivação,
e “qualquer outra anomalia psicológica”.
Todos nós (e os professores ainda pior…), às vezes usamos uma série de chavões generalistas, sem nos preocuparmos, sequer, em saber se fazem sentido. A mim acontece-me muito. E o que me irrita a minha falta de rigor no discurso? Nem queiram saber.
Basicamente, estes cinco presumíveis responsáveis pelo crime (o conflito, a repressão, a competição, o desprezo/ostracismo, e a exploração) ficam bem como os primeiros suspeitos de qualquer investigação criminal. São os culpados do costume, apesar de me parecer que eles não são responsáveis de nada, porque existem por existir, sem a responsabilidade primeira, nem a pretensão última do crime. Como estes responsáveis não existem de facto, são conceitos abstractos. Podemos ficar bem no retrato e continuar a culpá-los porque nunca ninguém pode ser acusado de coisa alguma. A não ser que nós encontremos os responsáveis materiais do crime, fazendo dos outros apenas responsáveis morais. Tenho quase a certeza que ninguém se vai surpreender se dissermos que são os Estados Unidos da América, à falta do capitalismo, ou da sociedade, ou dos traumas sexuais com a mãe ou pai, não há problema, porque o Freud não se interessa muito com precisão ou exactidão do que diz e a única coisa que debitou foram pareceres, ou de outro inimigo, cuja culpa ninguém tenha coragem para pôr em causa, mas que seja pronunciada com o ar de quem diz “eu sou ateu, graças a Deus”.
Estes cinco responsáveis morais, já foram denunciados, implícita ou explicitamente, há umas centenas de anos pelo primeiro marxista que eu conheço e que já o era antes de ter nascido o Marx, que por sinal não creio que fosse assim tão marxista. De seu nome Rousseau, ainda não se falava muito no capitalismo, mas já ele tinha encontrado o inimigo. Parece que o inimigo na altura era a sociedade. A sociedade que gerava conflito, reprimia, obrigava à competição, eventualmente desprezava alguns dos seus elementos e obrigava-nos a vender a nossa força de trabalho.
Sem nunca ter pensado no assunto, perece-me que não vem mal ao mundo que exista conflito, porque ele é inerente ao Homem, sempre houve e sempre vai haver. Fiquemos certos que o conflito que se vive hoje, mesmo ao nível planetário, não é nem de perto, nem de longe, semelhante ao que se viveu em épocas passadas.
Quanto à “repressão em vez de diálogo”, quando se diz isto em relação às escolas, a falta de precisão desta afirmação, deixa-me sempre incomodado. Repressão onde e praticada por quem e sobre quem?
Competição destrutiva? Provemos, antes de tudo, que a competição é destrutiva. Já que estamos num clima de “achismo” (o povo português deve ser o povo mais “achista” que existe), eu acho que a competição é construtiva. E acho com um grau de certeza muito grande se me fundamentar nos últimos cinquenta anos do século XX.
Desprezo e ostracismo? Acontece. Não me merece outra coisa quem não se coloca a si próprio à altura de ser incluído.
Exploração em que contexto? E exploração em oposição a motivação, porquê? E em que medida são incompatíveis e, pelo contrário, não são concorrentes?
Na minha modesta opinião, olhamos todos para o lado, quando passam as ideologias por nós e não conseguimos gritar que o rei vai nu. Ora, quem tem sido, senão as ideologias e os seus mentores e defensores, os grandes responsáveis pelo estado a que chegámos? É que as tuas afirmações, ensopadas de ideologia, não contribuem para a solução de nada, pelo contrário recuperam as causas de tudo. A falta de pragmatismo (D. João II, precisamos de ti aqui!) na gestão do país, e na gestão da Escola em particular, a obediência a ideologias e aos ideólogos, fizeram desta Escola uma manta de retalhos ideológica de tal forma monstruosa, basta ver a quantidade de legislação que a regula, que não terá nunca viabilidade, a menos que se deite tudo fora e que se comece de novo, sem complexos, sem ideologias, respondendo apenas à questão:
Para que serve a Escola a Portugal e aos portugueses?
Outubro 18, 2009 at 2:30 pm
Acho que Portugal precisa de reflectir seriamente sobre o tema citado no tópico. Não é apenas um problema português, mas dá para parar e pensar. Mas que raio de sociedade andamos nós a construir? Que vida? Que confrontos? Uma sociedade cada vez mais sem referenciais nem objectivos para além da sobrevivencia? E como isto se integra também no sistema de ensino, na escolas, na profissão docente – ou no que a querem transformar – nas relações interpessoais, etc!
Cada vez nos fechamos mais em acções egoistas, cada vez achamos que a modernidade é algo que tem de ser construido à força sem avaliar o seu aspecto qualitativo, cada vez somos menos solidários e dedicamo-nos a observar o mundo para além do que nos impingem na comunicação social ou na modas politicamente correctas. Não temos país nem soberania, não temos Pátria (e consideramos essa palavra como maldita), não temos herois, e qualquer dia não temos família. Os pilares vão sendo progressivamente destruidos em favo do conceito de “mudança”, mesmo que essa mudança nos torne piores!
Cada vez caminhamos mais para sermos asnos e desesperados.
Outubro 18, 2009 at 2:43 pm
Uma Política Educativa a Sério
http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=110988&mostra=2
Outubro 18, 2009 at 3:13 pm
#20
O conceito de pátria tende a ser proscrito do espaço da união europeia, mas o conceito de família também não está ao abrigo de ataques. Creio mesmo que será pela revitalização destes conceitos que o edifício da UE artificialmente construído começará a desmoronar-se. Pois é mais fácil dispensar eleitos subservientes a entidades distantes e não eleitas que relações que se repercutem pesadamente em toda a vida afectiva.
Outubro 18, 2009 at 3:37 pm
António Ferrão # 22
Uma coisa é certa, o conceito de Pátria há muito que foi proscrito em portugal pela elite ideologicamente dominante! Infelizmente há até quem confunda isso com fascismos, chauvinismos e até (pasme-se) xenofobia. Farto-me de rir com tanta palermice e ignorância!
No entanto em lugar disso querem construir o quê? O vazio? Uma Europa cheia de paradoxos?
Como dizia um ex professor meu, o ilustre Dr antónio quadros, a Europa deverá ser construida tendo em conta a comparação com a antiga Grécia. Ambas contêm uma cultura e civilização própria, mas nos dois casos nunca foram politicamente unidas. Destruir o conceito de Pátria soberana na Europa é o mesmo que ter querido à força unir politicamente a antiga Grécia. Em ambos os casos o potencial cultural só sobreviveu na diversidade nacional e nas soberanias. Imaginar uma Europa sem Pátrias é retomar os Impérios e o seu caracter efémero e destruidor (Carlos Magno, Napoleão; Hitler…).
Outubro 18, 2009 at 3:41 pm
É a lei das compensações. Quando o cidadão comum toma todos os dias carradas de “depressivos” tem de compensar tomando antidepressivos. Como quem toma veneno tem de tomar antiveneno na proporção devida.
Outubro 18, 2009 at 4:42 pm
Não esperava encontrar neste espaço um reavivar da célebre tríade: Pátria, Família e Autoridade.
No entanto estamos perante um cenário algo fantástico, quando por exemplo algumas correntes ideológicas propõem a erradicação do tabaco e a sua proibição absoluta a menores de 18 anos, ao mesmo tempo que se avança com a liberalização do aborto a menores de 16 anos, mesmo sem o consentimento dos pais.
As drogas é um outro cenário surreal e perverso: o negócio das drogas “lícitas” e inúteis é equivalente ao das drogas ilícitas.
E a utilidade de boa parte delas é muito questionável.
Nos EUA, por exemplo, existe uma associação ligada à defesa das crianças com hiperactividade e défice de atenção (CHADD) que promove efectivamente a utilização da Ritalina; mas na prática está ligada aos meios médico-mafiosos e é financiada pelo próprio laboratório que comercializa a droga e que tem no território americano um mercado de cerca de 85% do total de vendas a nível mundial.
A CONFAP é toda uma outra história, mas sabemos que também serve para promover a droga do ME.
Outubro 18, 2009 at 5:31 pm
#19:
Conceitos abstractos sem duvida, mas nao nos esquecamos, que hoje em dia temos uma fabrica de imagens de inconsciente colectivo chamada cinema e televisao.
Comparem um filme dos anos sessenta, por exemplo ” A bout de souffle”, ou ” West Side Story” com a s “obras primas” do Tarantino e a sensacao com que se fica e a diferenca entre a creche e o reformatorio.O que a repeticao diaria dos filmes e series actuais nos provoca e cinismo e descrenca.
Para nao falar do culto do morbido dos ultimos vinte anos, com series como o CSI, Bones,CriminalMinds filmes como os Sete Pecados Capitais ou Silence of The Lambs.
Outubro 18, 2009 at 7:20 pm
H5n1 # 25, disse: “Não esperava encontrar neste espaço um reavivar da célebre tríade: Pátria, Família e Autoridade.”
———————————————
No comentário 23 eu já respondi a isso: “…Infelizmente há até quem confunda isso com fascismos, chauvinismos e até (pasme-se) xenofobia…”
Infelizmente existem chavões que dificilmente desaparecerão!
Outubro 18, 2009 at 7:24 pm
É a mente reptiliniana..está cá vai para milénios e está a tomar conta de nós cada vez mais…
Outubro 18, 2009 at 8:08 pm
#27
A demagogia, pela mão de dirigentes preversos, consegue apresentar o melhor dos sentimentos envolto em cores execráveis. Na propaganda do Estado Novo a Pátria foi invocada para colocar a juventude a combater pelas empresas de meia dúzia de famílias, adiando soluções políticas para as calendas gregas. Uma utilização abusiva que deixou marcas duradoiras.
Outubro 18, 2009 at 9:55 pm
“Consumo de antidepressivos aumentou nos últimos meses”
Sou uma ilha, estou rodeado de tias depressivas por todos os lados.
De cada vez que falo numa novidade – abdicam para o lado – só por ser preciso fazer algo. Fazer não é com a maioria dos armados em “profes” que conheço – e conheço demasiados assim, chego a considerar que é a maioria deles. Muitos deles vegetam aqui no Umbigo, ralam-se muito, barafustam muito, mas nunca ensinaram nada que fosse deles. Para esses todos a minha bufa fedorenda – inventada agora mesmo com ácido sulfídrico.
Outubro 18, 2009 at 9:58 pm
#30, Fafe, é impressão minha ou andavas mais feliz pelo sul?
Outubro 18, 2009 at 10:05 pm
Fafe, o que te deu?
Andas a precisar de um encontro Umbiguista?
Vai e leva o Fafinho.
Outubro 18, 2009 at 10:06 pm
Olinda, temos de conseguir trazê-lo.
O frio lá de cima não lhe anda a fazer bem…
Outubro 18, 2009 at 10:10 pm
É o frio e a falta de net lá pelas serras de Foz Côa
Outubro 18, 2009 at 10:17 pm
Fafe!
No man is a island!…Is a peninsula…
Jefferson Airplane
Outubro 18, 2009 at 10:20 pm
#35, mainada.
Outubro 18, 2009 at 10:20 pm
#34, Olinda, o Fafe anda irreconhecível…
Precisamos de o ver em Leiria.
Será que ainda ri?
Outubro 18, 2009 at 10:21 pm
Alteza Marquês de Foz Côa, para que não fique depressivo na sua península deixo-lhe um link:
Outubro 18, 2009 at 10:22 pm
#38, Olinda, a Maitê? A que cospe?
Outubro 18, 2009 at 10:23 pm
Ele deve andar numa fase má mas com uns vídeos, das amigas umbiguistas, alegra-se já
Outubro 18, 2009 at 10:24 pm
Sim, a cobra cuspideira, quando era jovem e bela.
Outubro 18, 2009 at 10:25 pm
Ele anda numa de foz côa.
Só pode.
…rodeado de osgas…
Outubro 18, 2009 at 10:29 pm
Fafe, toma lá o comprimido!…
Outubro 18, 2009 at 10:31 pm
Brincalhão, ele precisa é de sair daquele deserto por uns tempos.
Em tempo, cura-se em Leiria.
Outubro 18, 2009 at 10:32 pm
Brincalhão desculpa-me mas prefiro a cura da Olinda…sem hesitar…viste o sorriso do cavalo.::?
Outubro 18, 2009 at 10:33 pm
O sorriso do cavalo?
Não comecem. Hoje é domingo, amanhã entro às 8.15 e não bebi cabeça de burro.
Outubro 18, 2009 at 10:34 pm
Reb, ele está rodeado de osgas?
Outubro 18, 2009 at 10:35 pm
http://www.primeirofax.wordpress.com/2009/10/15/ponto-de-vista/
Outubro 18, 2009 at 10:35 pm
Ok..meninas fechem os olhos que isto é tratamento de choque para o Fafe…se depois disto não sair da fase lacunar então é mias grave do que eu pensei…
Outubro 18, 2009 at 10:37 pm
Olinda, ele agora comunica só com osgas.
Não pode fazer-lhe bem.
São tão frias!!!
Temos de o obrigar a vir a Leiria com o Fafinho.
Está a evitar-nos, já reparaste?
Ganda malandro, o nosso von Faffe.
Outubro 18, 2009 at 10:38 pm
#49
Tratamento de choque para o Fafe.
Outubro 18, 2009 at 10:39 pm
#49, Buli, se ele não reagir a esse vídeo, é melhor não ires mais longe.
Arriscas-te a levar cartão vermelho do Paulo.
Outubro 18, 2009 at 10:40 pm
“The Gay After”
http://www.img27.imageshack.us/img27/2690/socratescavacoferreiral.jpg
Outubro 18, 2009 at 10:42 pm
http://img27.imageshack.us/img27/2690/socratescavacoferreiral.jpg
Outubro 18, 2009 at 10:42 pm
#48, isso são as rolhas dos garrafões de vinho do Faffe.
Outubro 18, 2009 at 10:42 pm
#52
Outubro 18, 2009 at 10:43 pm
Ok sigo o teu conselho Reb..acho que este texto se adequa ao estado actual do Fafe e de muitos de nós…
http://bulimunda.wordpress.com/2009/10/18/o-funcionario-cansado-como-e-actual/
Outubro 18, 2009 at 10:44 pm
Nem vi o sorriso do cavalo, vou ver melhor com atenção
Outubro 18, 2009 at 10:44 pm
Quê do anunciado “piortugal” !!!
Outubro 18, 2009 at 10:44 pm
#57, o poema é muito bonito mas duvido que o anime.
Outubro 18, 2009 at 10:45 pm
O Fafe precisa é da “onda amarela”.
Lembram-se???
Foi uma alegria.
Outubro 18, 2009 at 10:47 pm
#57
Fabuloso!
Outubro 18, 2009 at 10:50 pm
# 55
Imaginei.
Outubro 18, 2009 at 10:51 pm
podia começar a fornecer os umbiguistas
trocamos o cabeça da burra
Outubro 18, 2009 at 10:54 pm
#64, é forreta.
Outubro 19, 2009 at 10:51 pm
#19
A chavões generalistas não se pode argumentar com raciocinio generalista…
Factos:
- existe depressão
- existe causa que provoca depressão
Rigor?
Basta perguntar a quem está no estado depressivo qual a sua origem. Nessa resposta, encontram-se os chavões generalistas:
- o chefe que persegue, que é hostil, que humilha psicologicamente ao minimo pretexto
- a represália através da degradação das condições de trabalho (horários, por exemplo)
- os colegas que ostracizam, que atacam denegrindo a reputação, que obstaculizam o exercicio da profissão
É interessante descobrir o beneplácito do conflito; nunca o tinha por paliativo para a tristeza…
Quando se estimula o individuo a ter sucesso a todo o custo, em que os fins justificam os meios, não será uma definição encicloplédica de construtivismo…
A torrente de legislação é um bom exemplo de exploração daqueles a quem é destinada…