Uma pergunta: algum dos colegas chegou a pedir o pagamento das horas extraordinárias que fizemos aquando da primeira leva de substituições? Eu ainda não pedi esse dinheiro, mas não queria deixar de o fazer! Nem que sejam cinco cêntimos!
Bom dia
Outra pergunta – os professores do 2º ciclo quantas horas têm no horário? 25 ou 26? Não são 10 horas de trabalho individual ou 11 conforme se tenha menos ou mais de 100 alunos?
#4, eu tenho 25, todas lectivas ( menos a reunião de grupo) e todas semanais ( não há cá aquelas reuniões que só acontecem uma vez por mês ou de 15 em 15 dias).
Nunca tive tão pouco tempo disponível para preparar aulas e tudo o que isso acarreta. As FD corrigi-as todas à hora de almoço, pq as seis horas são poucas para a papelada que inventam.
Obrigada, Reb. Eu tinha 25 no ano passado e neste a directora apresentou-nos 26. Quatro turmas da disciplina (com dois níveis) e três de projecto, mas claro, que não se contam os alunos das áreas e assim, são menos de 100, quando na realidade são bem mais. Por aqui, reuniões são com farturinha, a propósito de tudo e comissões de trabalho disto e daquilo, desde o vírus ao micróbio, à educação sexual e às actividades do plano anual. Com nees em todas as turmas e todo o folclore é papelada e duquês até dizer basta. As horas de 79 ocupadas com alunos. Parece que regressei ao início da carreira com horário cheiinho. Com 27 anos de serviço, poucas faltas e quase 50 de idade e titular das minhas vinhas.
Bom domingo. Nem o sol me leva à rua, quero é descansar para as 7 horas de amanhã e as 8 do dia seguinte e por aí fora até sexta às 17.30h.
Já nem leio um livro seguido e outras coisas que fazia. Resta-me o tempo em que passo por aqui para vos ouvir.
Obrigada ao Paulo, também, pelo seu trabalho e por este espaço de troca de opiniões.
Olá, pessoal!
Apesar do solinho, estamos nas lamúrias? Posso?
Há anos que não me via em tamanho revirote!
Uma turma do 10º ano ( aliás, junção de duas já que o ME acha que a disciplina de Português não tem direito a actividades oficinais), uma turma do 11º ano, duas do 12º ano, API a uma aluna vinda do estrangeiro, um bloco de OPTE ( até a sigla nos goza! )um bloco e meio de Delegada ( horas gamadas ao 79), um bloco e meio para a frequência e posterior reprodução dos Novos Programas de Português do 3º ciclo ( de 15 em 15, faço 149.2 Kms ), 11 horas de trabalho individual + reuniões. Ora bem, a este ritmo, há semanas que estas horas se esgotam quase nas reuniões.
Preparar aulas? Repensar actividades, estratégias, corrigir trabalhos que são já dum tamanho considerável?
Moro quase atrás da escola, já não ando com os filhotes pela mão, mas francamente, eu gostaria de ter algum tempo para mim. Até sou organizada, mas sinto que ando a ser puxada por fios invisíveis e ajo como uma marionete tonta e de tanto rodopiar, quase enjoo. olha, olha, lá fora o sol, de cara gorda, sorri…
Que se lixem as vírgulas,,,, apesar de poderem alterar decretos…Num país onde se escreve popotês!!!! Escrever nestes quadradinhos dá coisas assim. Parece que andamos todos nesse tal rodopio cheio de coisas inúteis e perdas de tempo para o que realmente interessa. Quanto aos fios, eles são visíveis e não invisíveis, não te parece, Célia? Vão-se transformando em grilhetas e há que arranjar forças para continuar a resistir!
No meu agrupamento também não temos manual de 1.º e 3.º ano de Matemática por termos aderido à implementação do novo programa. Mas quem decidiu não aceitar o manual, oferecido pela Câmara, foram as chefias e não os professores. Acontece que há muito poucas orientações da Equipa que coordena o novo programa e portanto andamos também um pouco à deriva. O novo programa muda mais nas metodologias do que nos conteúdos daí achar que podíamos ter perfeitamente o manual que estava adoptado que curiosamente já ia na linha dos novos programas.
Em relação às horas marcadas nos horários, o que me parece que se está a passar são diferentes interpretações por parte dos Directores do despacho 19 117/2008, no que se refere ao conceito de reuniões ocasionais. O blog profavaliação tem esclarecimentos sobre o assunto e uma minuta para pedir horas extraordinárias em relação a essas horas de reuniões que não são ocasionais. Para o SPZC só são ocasionais as de carácter extraordinário, ou seja as que não estão previstas no calendário escolar.
Há escolas em que são retiradas 2 h para reuniões ao trabalho individual e são mesmo marcadas para assinar a presença, haja reunião ou não.
Há escolas que retiram 2 h ao Trab Esc (TE) para essas reuniões quase diárias de que nos queixamos e deixam 1h para as actividades a desenvolver no TE. Há casos em que são coincidentes para um determinado grupo de professores.
Daqui resulta que nas escolas em que os professores têm as 2 horas de reuniões (nada ocasionais) retiradas do seu trabalho individual acabem por acrescentar ao seu horario mais 2h por semana para além das 35 h que a lei prevê e tenham o seu tempo de trabalho individual reduzido em 2 horas.
Tudo depende da personalidade mesquinha ou solidária de quem faz os horários dos colegas e isso tem consequências na interpretação da lei. Há quem goste de mostrar e exercer o “seu poder”.
Eu tenho cinco níveis diferentes,tenho de estar na escola 27 horas .Os meus profissionais não têm manual por isso sou eu que tenho de ter tempo para procurar materiais. Tenho Clube ,sou representante da disciplina …Enfim não tenho direito a fins de semana.
#18, Fernanda, é isso. Mas ando a pensar em largar a acção de formação sobre os Novos Programas de Português para o 3º ciclo. É que fazer uma deslocação de 150 kms, das 15 às 18 horas, 5ª feira (!!!!), para ter aulas logo às 8:45 de 6ª, só demonstra da parte da Dgdic uma tremenda duma falta de consideração. Do Olimpo, Dgdic, apenas pediram que no horário fosse dado um bloco e meio retirado da Componente não Lectiva e nem as deslocações pagam, ficando estas a cargo das Escolas, acho eu, porque o Director, aqui, ainda nem sabe bem.Depois, há que aplicar a acção aos colegas da Escola. Isto é trabalho de escravos! Se do 79 são retiradas horas para exercer o cargo de Delegada de Grupo, e ainda as horas para frequentar esta acção,pergunto: para quando a revogação completa desta falácia do 79? Preferia, de longe, e seria mais digno, ter mais turmas. Pessoalmente, já disse à ex ministra( espero eu!) que não percebia, na conjuntura actual, a idiotice do 79 ( ipsis verbis).
Acho que vou “masé” cortar os pulsos!
“Atão” Célia?= Masé chateá-los tb como eu faço. Por isso não me querem ver em lado nenhum, mas levam comigo. Preocupo-me com os alunos que querem estudar e depois escrevo palha, palha, palha e ouço burros, burros, burros.. Vá lá ver se os pulsos têm culpa!
Boa tarde,
Acho que não tenho de que me queixar. Durante 2 anos e tal levámos com uma dose de autoritarismo (C.Executivo) que íamos pifando. Envelheci 10 anos em 2 e tal.
Este ano tenho 26 horas no horário: 3 turmas e 2 níveis, FC, EA, Delegada de disciplina, PAAA, SE (línguas), Apoio Individual, substituição e acho que é tudo.As reuniões são sempre às 4ªf à tarde (sem exagero)e ninguém tem aulas à tarde.
De qualquer modo, este ano tudo é bom porque a gestão ajuda e muito. Sinto-me uma “rapariga” feliz. Assim continue.
#1,
Já pedi a reposição das aulas de substituição há muito tempo mas nunca obtive resposta. Fiz isso numa minuta que alguém me deu ou vi aqui nos blogs.
Pois, na minha CNL tenho 1 bloco para delegada do grupo de Port., 1 bloco para coordenar a oficina de Poesia, 1 bloco para o projecto Comenius, 2 blocos para Direcção de Curso, Profissional, e ainda conseguiram atribuir-me um tempo superveniente para apoio pedagógico. Na minha CL tenho 4 níveis. Lecciono 2 disciplinas. Os colegas em início de carreira têm horários de trabalho bem mais suaves. Quando iniciei a minha carreira tinha horários bem mais pesados do que os colegas mais velhos. Achava justo.
Pois é, antes desta treta da ocupação do 79º e dos dos TE, fazíamos tudo o que fazemos agora (excepto as substituições), voluntariamente e com prazer e as coisas funcionavam. Agora, somos obrigados a cumprir um horário rigido na escola, a maior parte das vezes sem conseguirmos produzir trabalho útil. Depois tem de ser em casa, tarde e a más horas, que temos de preparar as actividades lectivas.
É verdade que os professores mais velhos têm muito mais trabalho que os colegas em início de carreira. Eu também trocava o meu 79º por mais turmas e mais aulas, sobretudo porque tenho a sensação que a maior parte do trabalho da componente não lectiva não traz proveito a ninguém e rouba-me tempo para o que verdadeiramente é trabalho útil.
Mas também reconheço que é por falta de adaptação e organização das escolas a esta nova situação. Quando se fazem os horários, a preocupação não pode ser colocar lá a componente não lectiva toda a tapar os “buracos” da componente lectiva. Aquela tem de ser feita nos horários de modo a rentabilizar ao máximo a permanência dos professores na escola. Mas para isso, é preciso saber fazer horários, ter essa preocupação e fazê-los com a devida antecedência e não em cima do início do ano lectivo. Há escolas que o conseguem, facilitam a vida a todos, a bem de todos e toda a gente anda muito mais feliz sem parecerem “baratas tontas” ou, a certas horas, um bando de desocupados na sala dos professores.
O grande problema está em saber gerir a componente não lectiva e nem todos os Directores, ou em quem eles deleguem, sabem ou querem fazê-lo e como já disse mais acima, uns são mais solidários com os colegas, outros preferem ser mais tipo capataz.
#38-Eu fiz este requerimento…estou à espera…
Exma. Senhora
Ministra da Educação
, casado, Professor do Quadro de Nomeação Definitiva do 5º Grupo do 2º Ciclo do Ensino Básico, residente , a exercer funções na Escola, vem nos termos e para os efeitos constantes do disposto no nº 1, 2 e 3 do artigo 161º do CPTA requerer a V. Exª o seguinte:
1º No ano lectivo de 2005/2006 surgiu no horário do requerente claramente indicada uma vertente de componente não lectiva num total de 11 horas destinadas a trabalho no Estabelecimento sendo 3 daquelas horas de Trabalho na Escola destinadas a actividades de acompanhamento dos alunos na ausência do professor titular da disciplina.
2º Na realidade, nos dias, conforme aqui consta, o recorrente substituiu Colegas ausentes, assegurando a ocupação educativa dos alunos desses professores ausentes às turmas:
dia Mês das às turma ciclo
6/10 Outubro 10.05 10.50 8ºA 3º ciclo
13/10 Outubro 10.05 10.50 7ºB 3º ciclo
etc…
No ano lectivo de 2006/2007 surgiu no horário do requerente claramente indicada uma vertente de componente não lectiva num total de 11 horas destinadas a trabalho no Estabelecimento sendo 5 daquelas horas de Trabalho na Escola destinadas a actividades de acompanhamento dos alunos na ausência do professor titular da disciplina.
dia Mês das às Turma Ciclo
21/9 Setembro 10.50 11.35 6ºB 2º ciclo
etc..
3º De acordo com o teor de cinco das sentenças que, nesta data, já transitaram em julgado, estando o requerente obrigado a desempenhar 14 horas da componente lectiva a que esta obrigado de componente lectiva, todas as horas que foram para além dessas horas e durante o qual o/a requerente substituiu colegas ausentes, é reconhecido como trabalho extraordinário e como tal deve ser pago.
4º Pese embora não tenha recorrido aos Tribunais, o requerente, nos termos dos nº 1 e 2 do artigo 161º do CPTA, tem presentemente direito a que, porque já transitadas em julgado, lhe sejam estendidos os efeitos daquelas sentenças.
5º Para tal, nos termos do nº 3 do citado normativo, vem o requerente apresentar o presente requerimento solicitando lhe sejam pagas, como extraordinárias, todas as horas que, por determinação do órgão de administração e gestão do estabelecimento de ensino, foi obrigada a prestar – a título de acompanhamento a alunos nos casos de ausência do professor titular – e que excediam aquelas a que, estatutariamente estava obrigada/o.
“Dificuldades no raciocinio sem interferência nas AVD (activ vida diária)- quer dizer que o aluno pode resolver os seus problemas quotidianos, levando uma vida “normal”, apesar de revelar essas dificuldades, que se sentirão muito particularmente ao nível da abstracção. Em linguagem comum, quer dizer que o aluno tem dificuldades em Matemática e disciplinas afins mas resolve as situações vulgares do dia-a-dia, como o sistema horário, monetário…
“Sem aparente défice cognitivo” – quer dizer que não há deficiência mental.
Apesar de desconhecer o contexto, por estas duas frases deverá ser um aluno sem qualquer deficiência mental, mas que apresenta dificuldades na aprendizagem da Matemática ou disciplinas que impliquem raciocínio e abstracção.
São alunos que têm dificuldades de aprendizagem (DA), mas sem NEE.
Penso que o diagnóstico feito deve ser para avaliar a existência de incapacidade, pois a terminologia está relacionada com a CIF.
Penso que nesse contexto eles querem dizer que a pessoa pode fazer normalmente a sua vida quotidiana mas que há dificuldades no raciocinio (que pode obviamente ter implicações na actividade profissional, digo eu).
#48
Apenas tem NEE (incapacidade) se a deficiência ao nível das Funções do Corpo (raciocinio abstrato) tiver implicações graves na Actividade e Participação (em quais?)devido a factores contextuais que operam como barreiras (quais?), ou seja sem a existência de facilitdores.
Outubro 18, 2009 at 9:50 am
Bom dia a todos.
Uma pergunta: algum dos colegas chegou a pedir o pagamento das horas extraordinárias que fizemos aquando da primeira leva de substituições? Eu ainda não pedi esse dinheiro, mas não queria deixar de o fazer! Nem que sejam cinco cêntimos!
Outubro 18, 2009 at 9:58 am
Bom dia!
Outubro 18, 2009 at 10:11 am
http://www.verdepontoazul.blogspot.com/
Outubro 18, 2009 at 10:14 am
Bom dia
Outra pergunta – os professores do 2º ciclo quantas horas têm no horário? 25 ou 26? Não são 10 horas de trabalho individual ou 11 conforme se tenha menos ou mais de 100 alunos?
Outubro 18, 2009 at 10:14 am
Bom dia pessoal umbiguista!
Outubro 18, 2009 at 10:30 am
Bom dia!
Outubro 18, 2009 at 10:31 am
Bom Dia Umbiguistas!
Paulo, posso abrir a janela?
Está uma manhã linda!!!
Outubro 18, 2009 at 10:33 am
#4, eu tenho 25, todas lectivas ( menos a reunião de grupo) e todas semanais ( não há cá aquelas reuniões que só acontecem uma vez por mês ou de 15 em 15 dias).
Outubro 18, 2009 at 10:42 am
Bom Dia!
Eu tenho, no horário seis horas para TI…
1º Ciclo deve (ou devia…) ter oito…Tenho 1º e 2º ano e se adoptou manual nem livros de fichas de Mat. (do 1º)Lindo…
Outubro 18, 2009 at 10:42 am
Um bom dia para todos!
Outubro 18, 2009 at 10:43 am
“não se adoptou”
Outubro 18, 2009 at 10:46 am
Nunca tive tão pouco tempo disponível para preparar aulas e tudo o que isso acarreta. As FD corrigi-as todas à hora de almoço, pq as seis horas são poucas para a papelada que inventam.
Outubro 18, 2009 at 10:47 am
Obrigada, Reb. Eu tinha 25 no ano passado e neste a directora apresentou-nos 26. Quatro turmas da disciplina (com dois níveis) e três de projecto, mas claro, que não se contam os alunos das áreas e assim, são menos de 100, quando na realidade são bem mais. Por aqui, reuniões são com farturinha, a propósito de tudo e comissões de trabalho disto e daquilo, desde o vírus ao micróbio, à educação sexual e às actividades do plano anual. Com nees em todas as turmas e todo o folclore é papelada e duquês até dizer basta. As horas de 79 ocupadas com alunos. Parece que regressei ao início da carreira com horário cheiinho. Com 27 anos de serviço, poucas faltas e quase 50 de idade e titular das minhas vinhas.
Bom domingo. Nem o sol me leva à rua, quero é descansar para as 7 horas de amanhã e as 8 do dia seguinte e por aí fora até sexta às 17.30h.
Já nem leio um livro seguido e outras coisas que fazia. Resta-me o tempo em que passo por aqui para vos ouvir.
Obrigada ao Paulo, também, pelo seu trabalho e por este espaço de troca de opiniões.
Outubro 18, 2009 at 10:48 am
e eduquês, claro
Outubro 18, 2009 at 11:11 am
Olá, pessoal!
)um bloco e meio de Delegada ( horas gamadas ao 79), um bloco e meio para a frequência e posterior reprodução dos Novos Programas de Português do 3º ciclo ( de 15 em 15, faço 149.2 Kms
), 11 horas de trabalho individual + reuniões. Ora bem, a este ritmo, há semanas que estas horas se esgotam quase nas reuniões.
olha, olha, lá fora o sol, de cara gorda, sorri…
Apesar do solinho, estamos nas lamúrias? Posso?
Há anos que não me via em tamanho revirote!
Uma turma do 10º ano ( aliás, junção de duas já que o ME acha que a disciplina de Português não tem direito a actividades oficinais), uma turma do 11º ano, duas do 12º ano, API a uma aluna vinda do estrangeiro, um bloco de OPTE ( até a sigla nos goza!
Preparar aulas? Repensar actividades, estratégias, corrigir trabalhos que são já dum tamanho considerável?
Moro quase atrás da escola, já não ando com os filhotes pela mão, mas francamente, eu gostaria de ter algum tempo para mim. Até sou organizada, mas sinto que ando a ser puxada por fios invisíveis e ajo como uma marionete tonta e de tanto rodopiar, quase enjoo.
Outubro 18, 2009 at 11:14 am
“…e, de tanto rodopiar, quase enjoo..” ai..ai…bem prega Frei Tomás!
Outubro 18, 2009 at 11:22 am
http://gataescondida.wordpress.com/2009/10/18/o-chamamento/
Bom dia!!
Outubro 18, 2009 at 11:23 am
Que se lixem as vírgulas,,,, apesar de poderem alterar decretos…Num país onde se escreve popotês!!!! Escrever nestes quadradinhos dá coisas assim. Parece que andamos todos nesse tal rodopio cheio de coisas inúteis e perdas de tempo para o que realmente interessa. Quanto aos fios, eles são visíveis e não invisíveis, não te parece, Célia? Vão-se transformando em grilhetas e há que arranjar forças para continuar a resistir!
Outubro 18, 2009 at 11:25 am
Olhem este cena…se fosse cá..mas cá é só gayzolas..puxam os cabelos..dão gritinhos e mais nada..
Outubro 18, 2009 at 11:45 am
No meu agrupamento também não temos manual de 1.º e 3.º ano de Matemática por termos aderido à implementação do novo programa. Mas quem decidiu não aceitar o manual, oferecido pela Câmara, foram as chefias e não os professores. Acontece que há muito poucas orientações da Equipa que coordena o novo programa e portanto andamos também um pouco à deriva. O novo programa muda mais nas metodologias do que nos conteúdos daí achar que podíamos ter perfeitamente o manual que estava adoptado que curiosamente já ia na linha dos novos programas.
Outubro 18, 2009 at 11:51 am
Bom dia!
#4
Concordo. Abramos a janela!
Outubro 18, 2009 at 11:58 am
http://bulimunda.wordpress.com/2009/10/18/o-funcionario-cansado-como-e-actual/
Outubro 18, 2009 at 12:29 pm
Em relação às horas marcadas nos horários, o que me parece que se está a passar são diferentes interpretações por parte dos Directores do despacho 19 117/2008, no que se refere ao conceito de reuniões ocasionais. O blog profavaliação tem esclarecimentos sobre o assunto e uma minuta para pedir horas extraordinárias em relação a essas horas de reuniões que não são ocasionais. Para o SPZC só são ocasionais as de carácter extraordinário, ou seja as que não estão previstas no calendário escolar.
Há escolas em que são retiradas 2 h para reuniões ao trabalho individual e são mesmo marcadas para assinar a presença, haja reunião ou não.
Há escolas que retiram 2 h ao Trab Esc (TE) para essas reuniões quase diárias de que nos queixamos e deixam 1h para as actividades a desenvolver no TE. Há casos em que são coincidentes para um determinado grupo de professores.
Daqui resulta que nas escolas em que os professores têm as 2 horas de reuniões (nada ocasionais) retiradas do seu trabalho individual acabem por acrescentar ao seu horario mais 2h por semana para além das 35 h que a lei prevê e tenham o seu tempo de trabalho individual reduzido em 2 horas.
Tudo depende da personalidade mesquinha ou solidária de quem faz os horários dos colegas e isso tem consequências na interpretação da lei. Há quem goste de mostrar e exercer o “seu poder”.
Outubro 18, 2009 at 12:30 pm
Eu tenho cinco níveis diferentes,tenho de estar na escola 27 horas .Os meus profissionais não têm manual por isso sou eu que tenho de ter tempo para procurar materiais. Tenho Clube ,sou representante da disciplina …Enfim não tenho direito a fins de semana.
Outubro 18, 2009 at 12:50 pm
BD!!
Outubro 18, 2009 at 1:49 pm
Viram as fotos do governo das Maldivas a reunir no fundo do mar?
Querem alertar para o aquecimento global e o facto de virem a ficar “sem terra” dentro de um século, correndo o risco de ficarem submersos.
Gostei de ver as fotos das mesas debaixo de água , a escreverem com canetas à prova de água.
Outubro 18, 2009 at 1:53 pm
Boa tarde
alguém ajuda a interpretar isto???
“Dificuldades no raciocino sem interferência nas AVD (activ vida diária)
“Sem aparente défice cognitivo”
(num relatório médico)
Outubro 18, 2009 at 2:06 pm
Os horários… e porque os sindicatos não dizem/fazem nada…
http://www.sprc.pt/default.aspx?id_pagina=883
Outubro 18, 2009 at 2:07 pm
#18, Fernanda, é isso. Mas ando a pensar em largar a acção de formação sobre os Novos Programas de Português para o 3º ciclo. É que fazer uma deslocação de 150 kms, das 15 às 18 horas, 5ª feira (!!!!), para ter aulas logo às 8:45 de 6ª, só demonstra da parte da Dgdic uma tremenda duma falta de consideração. Do Olimpo, Dgdic, apenas pediram que no horário fosse dado um bloco e meio retirado da Componente não Lectiva e nem as deslocações pagam, ficando estas a cargo das Escolas, acho eu, porque o Director, aqui, ainda nem sabe bem.Depois, há que aplicar a acção aos colegas da Escola. Isto é trabalho de escravos! Se do 79 são retiradas horas para exercer o cargo de Delegada de Grupo, e ainda as horas para frequentar esta acção,pergunto: para quando a revogação completa desta falácia do 79? Preferia, de longe, e seria mais digno, ter mais turmas. Pessoalmente, já disse à ex ministra( espero eu!) que não percebia, na conjuntura actual, a idiotice do 79 ( ipsis verbis).
Acho que vou “masé” cortar os pulsos!
Outubro 18, 2009 at 2:25 pm
boa tarde!after a morning glory
Outubro 18, 2009 at 2:28 pm
“Atão” Célia?= Masé chateá-los tb como eu faço. Por isso não me querem ver em lado nenhum, mas levam comigo. Preocupo-me com os alunos que querem estudar e depois escrevo palha, palha, palha e ouço burros, burros, burros.. Vá lá ver se os pulsos têm culpa!
Outubro 18, 2009 at 2:44 pm
Outubro 18, 2009 at 3:07 pm
LIPDUB – I Gotta Feeling (Comm-UQAM 2009)
Bom dia, tarde, noite.
Outubro 18, 2009 at 3:24 pm
Boa tarde,
Acho que não tenho de que me queixar. Durante 2 anos e tal levámos com uma dose de autoritarismo (C.Executivo) que íamos pifando. Envelheci 10 anos em 2 e tal.
Este ano tenho 26 horas no horário: 3 turmas e 2 níveis, FC, EA, Delegada de disciplina, PAAA, SE (línguas), Apoio Individual, substituição e acho que é tudo.As reuniões são sempre às 4ªf à tarde (sem exagero)e ninguém tem aulas à tarde.
De qualquer modo, este ano tudo é bom porque a gestão ajuda e muito. Sinto-me uma “rapariga” feliz. Assim continue.
Outubro 18, 2009 at 3:29 pm
#1,
Já pedi a reposição das aulas de substituição há muito tempo mas nunca obtive resposta. Fiz isso numa minuta que alguém me deu ou vi aqui nos blogs.
Outubro 18, 2009 at 3:44 pm
Pois, na minha CNL tenho 1 bloco para delegada do grupo de Port., 1 bloco para coordenar a oficina de Poesia, 1 bloco para o projecto Comenius, 2 blocos para Direcção de Curso, Profissional, e ainda conseguiram atribuir-me um tempo superveniente para apoio pedagógico. Na minha CL tenho 4 níveis. Lecciono 2 disciplinas. Os colegas em início de carreira têm horários de trabalho bem mais suaves. Quando iniciei a minha carreira tinha horários bem mais pesados do que os colegas mais velhos. Achava justo.
Outubro 18, 2009 at 4:18 pm
Pois é, antes desta treta da ocupação do 79º e dos dos TE, fazíamos tudo o que fazemos agora (excepto as substituições), voluntariamente e com prazer e as coisas funcionavam. Agora, somos obrigados a cumprir um horário rigido na escola, a maior parte das vezes sem conseguirmos produzir trabalho útil. Depois tem de ser em casa, tarde e a más horas, que temos de preparar as actividades lectivas.
É verdade que os professores mais velhos têm muito mais trabalho que os colegas em início de carreira. Eu também trocava o meu 79º por mais turmas e mais aulas, sobretudo porque tenho a sensação que a maior parte do trabalho da componente não lectiva não traz proveito a ninguém e rouba-me tempo para o que verdadeiramente é trabalho útil.
Mas também reconheço que é por falta de adaptação e organização das escolas a esta nova situação. Quando se fazem os horários, a preocupação não pode ser colocar lá a componente não lectiva toda a tapar os “buracos” da componente lectiva. Aquela tem de ser feita nos horários de modo a rentabilizar ao máximo a permanência dos professores na escola. Mas para isso, é preciso saber fazer horários, ter essa preocupação e fazê-los com a devida antecedência e não em cima do início do ano lectivo. Há escolas que o conseguem, facilitam a vida a todos, a bem de todos e toda a gente anda muito mais feliz sem parecerem “baratas tontas” ou, a certas horas, um bando de desocupados na sala dos professores.
O grande problema está em saber gerir a componente não lectiva e nem todos os Directores, ou em quem eles deleguem, sabem ou querem fazê-lo e como já disse mais acima, uns são mais solidários com os colegas, outros preferem ser mais tipo capataz.
Outubro 18, 2009 at 4:32 pm
Mª Grelha, não tens, por acaso, ainda essa minuta?
Obrigado pela resposta!
Outubro 18, 2009 at 5:08 pm
Boa tarde,
Eu tenho 27 horas no horário: 5 turmas e 3 níveis, sou Coordenadora de CSH, 2 tutorias, 1 de substituição e acho que é tudo.
A gestão ajuda muito pis temos um excelente director.
Ando cheia de trabalho pois tenho 99 alunos.
Outubro 18, 2009 at 5:12 pm
Andava pró-contente com este início de ano lectivo (…)
Mas …
… Na 6ª feira obtive uma informação que coloca (novamente) o-céu-meio-negro.
…
Para quando o agendamento na AR do fim do pesadelo da “gistão”!!!??
Outubro 18, 2009 at 5:15 pm
#38-Eu fiz este requerimento…estou à espera…
Exma. Senhora
Ministra da Educação
, casado, Professor do Quadro de Nomeação Definitiva do 5º Grupo do 2º Ciclo do Ensino Básico, residente , a exercer funções na Escola, vem nos termos e para os efeitos constantes do disposto no nº 1, 2 e 3 do artigo 161º do CPTA requerer a V. Exª o seguinte:
1º No ano lectivo de 2005/2006 surgiu no horário do requerente claramente indicada uma vertente de componente não lectiva num total de 11 horas destinadas a trabalho no Estabelecimento sendo 3 daquelas horas de Trabalho na Escola destinadas a actividades de acompanhamento dos alunos na ausência do professor titular da disciplina.
2º Na realidade, nos dias, conforme aqui consta, o recorrente substituiu Colegas ausentes, assegurando a ocupação educativa dos alunos desses professores ausentes às turmas:
dia Mês das às turma ciclo
6/10 Outubro 10.05 10.50 8ºA 3º ciclo
13/10 Outubro 10.05 10.50 7ºB 3º ciclo
etc…
No ano lectivo de 2006/2007 surgiu no horário do requerente claramente indicada uma vertente de componente não lectiva num total de 11 horas destinadas a trabalho no Estabelecimento sendo 5 daquelas horas de Trabalho na Escola destinadas a actividades de acompanhamento dos alunos na ausência do professor titular da disciplina.
dia Mês das às Turma Ciclo
21/9 Setembro 10.50 11.35 6ºB 2º ciclo
etc..
3º De acordo com o teor de cinco das sentenças que, nesta data, já transitaram em julgado, estando o requerente obrigado a desempenhar 14 horas da componente lectiva a que esta obrigado de componente lectiva, todas as horas que foram para além dessas horas e durante o qual o/a requerente substituiu colegas ausentes, é reconhecido como trabalho extraordinário e como tal deve ser pago.
4º Pese embora não tenha recorrido aos Tribunais, o requerente, nos termos dos nº 1 e 2 do artigo 161º do CPTA, tem presentemente direito a que, porque já transitadas em julgado, lhe sejam estendidos os efeitos daquelas sentenças.
5º Para tal, nos termos do nº 3 do citado normativo, vem o requerente apresentar o presente requerimento solicitando lhe sejam pagas, como extraordinárias, todas as horas que, por determinação do órgão de administração e gestão do estabelecimento de ensino, foi obrigada a prestar – a título de acompanhamento a alunos nos casos de ausência do professor titular – e que excediam aquelas a que, estatutariamente estava obrigada/o.
Espera Deferimento,
24 de Junho de 2008
O requerente,
Outubro 18, 2009 at 6:04 pm
Obrigado, Donatien! Já fiz copy-paste.
Outubro 18, 2009 at 6:18 pm
you’re welcome
Outubro 18, 2009 at 6:52 pm
#27
“Dificuldades no raciocinio sem interferência nas AVD (activ vida diária)- quer dizer que o aluno pode resolver os seus problemas quotidianos, levando uma vida “normal”, apesar de revelar essas dificuldades, que se sentirão muito particularmente ao nível da abstracção. Em linguagem comum, quer dizer que o aluno tem dificuldades em Matemática e disciplinas afins mas resolve as situações vulgares do dia-a-dia, como o sistema horário, monetário…
“Sem aparente défice cognitivo” – quer dizer que não há deficiência mental.
Apesar de desconhecer o contexto, por estas duas frases deverá ser um aluno sem qualquer deficiência mental, mas que apresenta dificuldades na aprendizagem da Matemática ou disciplinas que impliquem raciocínio e abstracção.
São alunos que têm dificuldades de aprendizagem (DA), mas sem NEE.
Outubro 18, 2009 at 6:54 pm
Desculpem as vírgulas e espero ter ajudado.
Outubro 18, 2009 at 7:30 pm
# 37
Inteiramente de acordo. Sempre estive em projectos, sem contabilizar as horas. Agora é ditadura.
Outubro 18, 2009 at 7:58 pm
#44
obrigada
trata-se de uma colega prof de Mat que teve um AVC
essas duas frases fazem parte do relatório médico
eu digo…nunca perdeu o raciocinio…
Outubro 18, 2009 at 8:00 pm
#44, se tem dificuldades no raciocínio abstracto, tem necessidades educativas especiais.
Outubro 18, 2009 at 8:18 pm
Olinda,
Claro que tenho. Quer que lhe mande?
Outubro 18, 2009 at 8:21 pm
Olinda,
Afinal já aí está. Parece-me que era do Sindicato.
Outubro 18, 2009 at 8:39 pm
#47
Penso que o diagnóstico feito deve ser para avaliar a existência de incapacidade, pois a terminologia está relacionada com a CIF.
Penso que nesse contexto eles querem dizer que a pessoa pode fazer normalmente a sua vida quotidiana mas que há dificuldades no raciocinio (que pode obviamente ter implicações na actividade profissional, digo eu).
#48
Apenas tem NEE (incapacidade) se a deficiência ao nível das Funções do Corpo (raciocinio abstrato) tiver implicações graves na Actividade e Participação (em quais?)devido a factores contextuais que operam como barreiras (quais?), ou seja sem a existência de facilitdores.
Outubro 19, 2009 at 12:34 am
Bom (novo) dia.
Não resisti, pela foto.
Outubro 19, 2009 at 1:45 am
bom dia