Setembro 2009


Uso a versão com legendas em castelhano só para ajudar um pouquinho os não anglófomos. A versão não legendada, com imagem um pouco melhor, está aqui.

Francisco Anacleto Louçã até tem sentido de humor e agilidade mental. O problema é a imagem de seriedade que se preocupa em transmitir.

Vejamos se é apanhado por uns gatos irregulares, se consegue roer-lhes a cauda como fez ontem o Portas, Paulo.

O Maurício teve a gentileza de me enviar o link, pelo que lá fui espreitar o estudo National testing of pupils on the increase across Europe.

E descobri algumas coisas interessantes.

Desde logo que em Portugal existem três momentos de exame (na verdade só existe um, porque as provas de aferição não são bem exames) mas que esses exames só analisam o desempenho em duas disciplinas, algo que não acontece na maioria dos países europeus (só na França, Itália e Finlândia), onde se fazem exames em três ou mais matérias.

Veja-se o quadro explicativo

Exames

Outra coisa interessante é a utilidade dos exames. Em especial aqui somos muito atípicos. Ao contrário de nós, e contra o que dizem muitos experts de coluna de jornal, pela Europa  os exames servem para aferir os conhecimentos dos alunos e não para avaliar as escolas e interferir no trabalho dos docentes e recomendar-lhes isto ou aquilo a partir de fora.

Só mesmo cá e na Inglaterra é que há esse hábito. Em Inglaterra já andam a inverter a marcha em muitas destas medidas. Por cá continuamos a vançar.

Orgulhosamente sós.

Exames1

Já nos engalanamos por tudo e nada. Repare-se neste título do Diário Económico:

Educação em Portugal recebe elogios da Comissão Europeia

A reacção natural é pensar que estamos a ser elogiados porque os alunos estão a aprender mais e ter melhores resultados, porque estamos a inovar positivamente nas práticas pedagógicas, porque foi feita uma excelente reforma curricular, até podemos mesmo imaginar que se está a elogiar a escola a tempo mais que inteiro ou – por hipótese macabra – os modelos de carreira e avaliação dos docentes.

Não. Afinal é porque por cá se faz um número de exames próximo da média europeia.

Portugal recebeu ontem uma pouco habitual nota positiva no que respeita a indicadores que avaliam o sector da Educação: está precisamente na média europeia em relação ao número de exames nacionais a que são sujeitos os alunos no ensino obrigatório. Com uma média de três exames nacionais, Portugal fica melhor que Espanha (apenas um), mas ainda longe dos onze testes a que os alunos dinamarqueses são sujeitos.

Atenção! Não é a qualidade dos exames que está em causa. É porque são três no ensino obrigatório. Iupi, pois!

Os nossos alunos fazem exames em três momentos do ensino obrigatório.

O que não é igualmente explicado é que em dois casos - 4º e 6º anos – as provas de aferição não têm qualquer efeito na avaliação dos alunos e dificilmente podem ser considerados exames.

Ficam apenas, como exames propriamente ditos, os do 9º ano. Em duas disciplinas.

Não me façam rir, que acabei de jantar…

Já se falava há muito tempo.

José Manuel Fernandes deixa direcção do Público

A nova directora do Público já foi escolhida. Bárbara Reis assumirá funções após as eleições autárquicas, depois de a sucessão de José Manuel Fernandes ter sido «concertada com os accionistas» do diário da Sonaecom, avança a edição do SOL desta sexta-feira.
A mudança está a ser preparada há vários meses e o nome da jornalista, ainda directora-executiva, foi recomendado pelo actual director. Agora falta ‘fechar’ o resto da equipa. O SOL soube que os outros membros da direcção – Nuno Pacheco, Manuel Carvalho e Paulo Ferreira – estão a negociar quem permanece à frente do projecto.

O anúncio só será feito após 11 de Outubro: «O objectivo é não confundir a saída de José Manuel Fernandes com uma opção política».

Atenção à zona que eu destaco a vermelho, uma espécie de disclaimer dos autores da sondagem, a dizer que os critérios que usaram para seleccionar a amostra e tratá-la são apenas uma das hipótese. A ficha técnica, bem explicadinha, está aqui. Só falta dizer – supondo-se que sim – que a amostra é a mesma da sondagem anterior para esta.

Sondagem14Set09

Quanto aos resultados, acho que está tudo com dantes no quartel de Abrantes. Mas eu tendo a ser assim não prognosticar apenas com base nas estatísticas dos especialistas.

Mas acredito que estes resultados, mais ou menos 3.5% para os partidos grandes, mais ou menos 2-3% para os médios, não são propriamente de espantar.

Linguagem obscena na reunião de câmara de Almeirim

Clicai e lede em seu sítio original que o rubor se me sobe pelo rosto. Obrigado, Zé, pela pérola, com ostra e tudo…

MANIFESTAÇÃO DE PROTESTO DE PROFESSORES – 19 DE SETEMBRO – LISBOA

Tal como foi já tornado público, os professores irão manifestar-se em Lisboa, no próximo dia 19 de Setembro de 2009, às 15:00 horas.


Numa forma de manifestação diferente do habitual, a mesma decorrerá em simultâneo em três locais diferentes e simbólicos: Assembleia da República, Ministério da Educação (Av. 5 de Outubro) e Palácio de Belém. Em nenhum deles, haverá prelecção de discurso público, mas sim uma faixa dos Movimentos que organizam o protesto (APEDE, MUP e PROmova), contendo uma mensagem forte e incisiva que pretende dar voz ao sentimento dos professores.


Nos três locais de concentração, haverá representantes dos movimentos, que promovem e organizam esta acção, sendo que os professores poderão dirigir-se livremente a qualquer um desses locais, ou a todos eles, de acordo com a sua sensibilidade e desejo de participação.


Os professores virão, preferencialmente, vestidos de negro mantendo algum período de silêncio e dando depois livre curso à sua criatividade contribuindo, desse modo, para evidenciar as razões da sua luta e justo protesto, face à situação que se viveu e continua a viver, actualmente, na Escola Pública.


Os movimentos independentes de professores convidam os senhores jornalistas a acompanhar esta manifestação de protesto dos professores, a ouvir os professores que dão aulas no dia-a-dia, sentindo na pele os efeitos e consequências perversas das políticas educativas impostas pelo governo de José Sócrates, e chamam particular atenção para as diferentes faixas (5 m2 cada) a exibir pela organização, cujo conteúdo só será revelado na tarde do dia 19 de Setembro, em simultâneo, nos três locais em que decorrerá esta iniciativa de protesto.

Segue junto a esta nota de imprensa, em rodapé, o cartaz oficial da manifestação, cuja publicação agradecemos.


Sintra, 16 de Setembro de 2009
Com os nossos melhores cumprimentos,

Pela APEDE,
Ricardo Silva

Pelo MUP,
Ilídio Trindade

Pelo PROmova,
Octávio Gonçalves

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Há um conjunto de vozes que têm tentado, verdade se diga que retomando uma tendência que não é de hoje, reduzir as eleições à escolha entre duas pessoas para exercerem o cargo de primeiro-ministro.

Ontem era Emídio Rangel que naquele seu jeito subtil como um berbequim, o fazia em plena RTPN, como se o apocalipse estivesse à esquina se não votássemos no seu engenheiro para continuar a sua obra de regeneração nacional.

Só que não é bem disso que se trata. Não queria estar aqui a armar-me em purista da Constituição, mas penso que não será mau relembrar aos analistas ocasionais que um regime democrático parlamentar tem a sede do poder, por via daquele mecanismo chato da representação da soberania popular, no Parlamento, do qual emana a formação de um governo.

Quando votamos, votamos em deputados para nos representarem no órgão de soberania que tem como função legislar – fazer as leis – enquanto ao Governo compete executá-las – daí ser um órgão executivo. Isto é matéria básica de 6º ano de escolaridade em História e Geografia de Portugal, mas muita gente crescida parece desconhecê-lo.

Quanto votamos, votamos num partido, com um projecto político, mais ou menos explícito no seu programa eleitoral. E no nosso sistema parlamentar, em que o Presidente da República não tem poderes executivos ou de directa intervneção na definição do governo (como nos EUA ou mesmo em França), votamos em deputados por círculos eleitorais e não num enorme círculo eleitoral nacional, encabeçado pelos líderes dos diferentes partidos a concurso.

No distrito de Setúbal eu tenho uma série de cabeças de lista e mais um conjunto de deputados dos diversos partidos. Não voto em José Sócrates, Manuela Ferreira Leite, Jerónimo de Sousa, Francisco Louçã, Paulo Portas, Rui Marques, Garcia Pereira ou qualquer outro líder, a menos que ele concorra pelo meu círculo eleitoral.

Até pode acontecer que o partido mais votado acabe por não ser aquele cujo líder acabe como primeiro-ministro. Basta que tenha uma maioria relativa e uma coligação de outros partidos apresente uma solução de maioria absoluta.

Nem sequer é obrigatório que seja o líder do partido vencedor a ser o futuro primeiro-ministro. Relembremos diversas situações em que se discutiu a possibilidade de ser um outro militante destacado de um partido – a discussão mais recente foi com o PSD de Santana Lopes – a assumir essa função.

O nosso regime é uma democracia parlamentar, não é um regime presidencialista, puro ou travestido. Votamos em deputados, não em primeiros-ministros e certamente não nos ministros que depois são escolhidos sem qualquer validação dos cidadãos que não seja a que resulta exactamente na eleição dos deputados. Ninguém escolheu Maria de Lurdes Rodrigues ou Valter Lemos e é mentira que eles, enquanto governantes, sejam avaliados em eleições. Isso é mentira.

Em conjunto com a defesa da bipolarização, que pretende restringir a pluralidade democrática, a personalização extremada das eleições em torno de quem vai ser primeiro-ministro, é uma das perversões maiores que tem transformado a nossa democracia naquilo que é, um regime que cada vez desmerece mais a confiança dos eleitores (veja-se o nível da abstenção e os estudos de opinião produzidos a este respeito) e em que são subvertidas as suas regras mais básicas.

NO DIVÃ

Há por aí muitos portugueses que, por causa de Sócrates, já terão ido ao psiquiatra.

Não terá chegado a hora de Sócrates ir ao psiquiatra, por causa dos portugueses?

A meu ver, ontem já era tarde. Mas, como  o “interesse geral” só tem a ganhar com uma consulta esmiuçadora do estado psíquico do PM,  ainda poderá ir a tempo.

Não exagerarei se disser que nenhum candidato a Primeiro Ministro deste país deveria sê-lo, sem que juntasse ao seu “curriculum vitae” um certificado de robustez psíquica. Só assim teríamos a certeza que a nação não estaria entregue a um mentecapto qualquer. É que, muito embora “de “político” e de louco todos tenhamos um pouco”, há por aí muita gente que decide os nossos destinos, com um grau de demência a roçar o vermelho.

Nem estou agora a pensar no “clownesco” Jardim ( a Madeira). Aliás, são muito mais as paranóias escondidas que as que estalam à vista, como as de Jardim.

Mas, regressando a Sócrates, estou certo que, se o estendessem num confortável divã e o induzissem a abrir as portas do inconsciente, iam ver como esclarecia depressa os enigmas que andam a angustiar o país.

Sem a auto-censura da consciência a escolher as palavras, a verdade sairia limpa, cristalina e autêntica, em palavras de genuína colheita cerebral. E lá bem do fundo da alma, soltar-se-iam insondáveis substantivos carregados de significado.

Não me espantaria que, a páginas tantas, o célebre paciente soltasse, por uma língua ingénua e franca, um conjunto de sons parecido com “…u/v/a/s”. E a menos que o sábio analista não esteja com vodka a mais, saberá retirar, daquela “palavra”,  o que nenhum juiz ou procurador conseguiu ainda alcançar.

Mas mais, se há palavras que podem ainda andar à deriva ali, na fronteira do subconsciente de Sócrates, elas viriam a lume num sopro. E não me surpreenderia, se a língua pronta do dito pronunciasse, com alguma estridência, um arrepiante… “Manuela “( de jornalista, claro; que a outra não o enerva assim tanto).

Dramático seria ouvi-lo pronunciar as palavras “licença” e “favor”… Pois o especialista, por mais esperto que fosse, poderia pensar estar em causa a simples necessidade do paciente requerer a “casa de banho “ … em vez de dali extrair, a subliminar confissão de como se obteve uma “licenciatura” de uma forma tão “meritória” e difícil…

Anónimo, devidamente identificado

O cavaquismo definhava. Desde 1993 que se percebia que um ciclo estava no fim. Um ciclo político e um ciclo de desenvolvimento de tipo fontista, apostado na criação de infraestruturas, mas numa variante de betão e alcatrão.

A imprensa mostrava-se irritada com as tentativas para limitar a sua acção e Guterres estava em alta para chegar ao Governo.

Apontavam-se as falhas do modelo de desenvolvimento que descurara alguns aspectos sociais como um maior cuidado com o estado das escolas.

Algo impensável hoje, uma revista consegue que cerca de 500 escolas respondam a um inquérito sobre as condições em que se encontravam.

O quadro apresentava-se dantesco na peça assinada por Paulo Chitas – sim, esse mesmo, pelo menos coerente com os alinhamentos – recomendavam-se obras urgentes.

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Obras essas que surgem por fim, em 2009 com pompa, circunstância e direito a inaugurações e visitas pré-eleitorais. Pelo caminho passaram-se 14 anos, 11 dos quais com o mesmo partido no poder que agora clama contra o estado de degradação em que se encontra o parque escolar.

É pretexto para perguntar: onde estiveram vocês desde 1995? A construir estádios de futebol?

122

Boa noite;
Como deve ter conhecimento as “colocações cíclicas” foram extintas, dando lugar à “Bolsa de Recrutamento”, que diz o ME ter por objectivo fazer face as necessidades das escolas mais rapidamente. O problema pôs-se logo após as colocações de dia 28 de Agosto, não existiriam listas de colocados e não colocados da Bolsa de Recrutamento, assim sendo ninguém saberia quais os colegas que teriam sido colocados, etc. O ME lá acrescentou na aplicação da contratação de escola uma área da BR que permite ver os colocados e não colocados, de acordo com a data de colocação.
Aconteceu a 9, 11 e 15 de Setembro, as listas disponibilizadas  estavam cheias de erros, eu que concorro a 2 grupos de recrutamento (300/330) tenho que descobrir quais os horários que pertencem a cada um dos grupos, enfim… Hoje aconteceram novas colocações. Qual não é o meu espanto quando, após fazer pesquisa, constato que fui colocada… num horário temporário, uma substituição de um mês, o único problema é que eu não concorri para horários de duração temporária…
Assim que abri as páginas de alguns blogs ligados à docência (Sala de Professores, Educare) constatei que há imensos colegas com o mesmo problema. Curiosamente, as listas desapareceram da aplicação (devem ter estado disponíveis durante 45m) e não foram gerados os e-mails que estão previstos aquando da colocação através da BR. Portanto neste momento, não sei se estou oficialmente colocada, ou não, num horário pelo qual não manifestei preferência.
Como lhe disse anteriormente, devido a exposição que o Umbigo tem, deixo-lhe o apelo que torne pública esta situação.
Mto obrigada pela atenção,

S.P.

The Whip, Sirens

LeMonde16Set09

Le Monde, 16 de Setembro de 2009 (agradecendo à tersa o envio do recorte…)

Exmºs Senhores

Venho, como pessoa autónoma e independente, tentar levar, ao vosso conhecimento, um assunto que defende o interesse de cidadãos portugueses, que ainda não têm e poderão nunca vir a ter, as condições necessárias, para o fazerem.

Assunto este, que revela o estado precário, em que criamos e educamos os nossos filhos.

Cordialmente

Dina Oliveira Mota

Blogue do Afonso Anjo da Luz

Exmºs Senhores

A Lei Orgânica do Ministério da Educação, o Despacho nº 4/2008, de 6 de Junho de 2008 atribui à Equipa Multidisciplinar competências para a Inclusão e Sucesso Educativo, sendo uma delas a que abaixo cito.

«Promover a inclusão educativa e social, o acesso e o sucesso educativo, a autonomia, a estabilidade emocional, assim como a promoção da igualdade de oportunidades, a preparação e o prosseguimento de estudos ou para uma adequada preparação para a vida profissional e para uma transição da escola para o emprego de crianças e jovens com necessidades educativas especiais de carácter permanente»

Sou mãe do AFONSO, com 2 anos de idade, que tem paralisia cerebral, que o afecta a nível motor, sendo o seu grau de incapacidade motora de NOVENTA E CINCO POR CENTO (95%).

O Afonso foi acompanhado no ano lectivo 2008/2009 por uma educadora de intervenção precoce.

No Relatório Circunstanciado – Final do Ano Lectivo, de acordo com o artigo 13º do Decreto-lei 3/2008, APROVADO pelo Presidente do Conselho Pedagógico da escola de referência, Agrupamento de Escolas de Alfornelos, foram aprovadas as MEDIDAS A APLICAR NO PRÓXIMO ANO LECTIVO, uma vez mais de acordo com o Decreto-Lei 3/2008.

«…no mínimo 4 tempos por semana, por um docente de Educação Especial/Intervenção Precoce. Precisa de ter 1 adulto só para ele, para ajudar a interagir com os outros, a explorar as actividades, ajuda na higiene e alimentação.»

Assim, solicitei ao Conselho Pedagógico (presidente e vice-presidente do Conselho executivo), uma reunião com a educadora, para planeamento das actividades do Afonso.

A 8 de Setembro, recebi uma resposta via e-mail do Exmº Senhor Duarte Nuno Alão – Director, onde me informava «… que neste momento, ainda não se encontra colocada nenhuma educadora na Intervenção Precoce.»

Enviei então para o Exmº Senhor Nuno Correia, coordenador da Equipa de Apoio às Escolas dos Concelhos de Amadora e Oeiras, um mail onde para além da minha preocupação, pela a situação, lhe pedia para me informar quando seriam colocadas as educadoras.

Esperei por uma resposta, até hoje dia 16 de Setembro, uma vez que por despacho da Senhora Ministra, o ano lectivo deveria ter inicio entre 9 e 15 de Setembro, que infelizmente NÃO CHEGOU.

Obviamente, que esta é uma situação MUITO GRAVE, para crianças que necessitam de todo o apoio, para que possam ser integradas com sucesso e que as suas potencialidades sejam maximizadas de forma a adquirem a melhor autonomia possível.

Contudo, esta situação ganha contornos de escândalo, uma vez que no fim do ano lectivo 2008/2009, era do conhecimento do Conselho Pedagógico, da coordenação da Equipa de Apoio às escolas e consequentemente dos responsáveis, nesta área, do Ministério da Educação e da Vereação da Câmara Municipal da Amadora, que TODA A EQUIPA, composta por TRÊS educadoras, NÃO IRIA CONTINUAR A TRABALHAR, NESTE AGRUPAMENTO, o que foi transmitido aos pais e encarregados de educação.

A minha indignação é enorme!

O meu filho e tantas outras crianças, continuam a ver o seu futuro hipotecado, por pessoas que deviam zelar pelos seus interesses, cabendo a nós, pais, a missão de LUTAR, continuamente, dia após dia, com imenso desgaste emocional, físico e financeiro, para fazer cumprir os DIREITOS que a Legislação lhes confere.

Melhores cumprimentos

Dina Oliveira Mota

Uma história da X Legislatura

Loess 25 agosto

Atenção à tendência…

Louçã lembra ataque à escola feito pelo PS

Francisco Louçã respondeu aos apelos de José Sócrates em relação à prioridade que deve ser dada à qualificação dos portugueses.

Disse o secretário-geral socialista que a qualificação foi a prioridade do actual Governo e deve continuar a ser a prioridade do próximo.

Esta noite, num comício em Setúbal, Francisco Louçã avaliou a atitude do Executivo PS nesta matéria.

“Quando olho para trás sinto o que qualquer professor sente que é que o ataque à escola, que a desqualificação, o desprestigio, a desorganização, a burocracia de uma papelada sem limites foi o que se impôs contra a Educação”, disse.

Foi “tudo abaixo” na passagem do PS no Seixal

Fafe, lembras-te da nossa ideia?

Não chega suspender a avaliação. Tão ou mais importante é o fim da divisão da carreira e do sistema de quotas para a progressão.

PSD promete suspender modelo de avaliação de professores

O vice-presidente do PSD, José Pedro Aguiar Branco, prometeu hoje suspender o actual modelo de avaliação dos professores, caso os social-democratas cheguem ao Governo, e garantiu uma negociação mais transparente com os profissionais.

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