Com a designação de Decreto-Lei n.º 270/2009 de 30 de Setembro, acaba de sair hoje em Diário da República, a nova revisão do Estatuto da Carreira Docente, aprovado em Conselho de Ministros de 5 de Agosto de 2008 e promulgado por Cavaco Silva em 19 de >Stembro deste mês.
Não é por acaso que Sócrates dizia há minutos em Alcabideche que está empenhado em manter a cooperação institucional com Belém.
Setembro 30, 2009 at 1:34 pm
Viva.
Dramatizarão até à “salvação”: bloco central.
Abraço.
Setembro 30, 2009 at 1:45 pm
Sócrates dizia: Há minutos, em que só me apetece malhar.
Sócrates dizia à minutos em Alcabideche que está empenhado em manter a cooperação institucional com Belém.
Peço desculpa pela deformação profissional…
de ver tantos por vezes tenho dúvidas.
Setembro 30, 2009 at 1:56 pm
Até parece que o próximo governo nem terá que preocupar-se com o ECD!
Era bom não era…senhores do centrão!?
Setembro 30, 2009 at 2:11 pm
“(…) aprovado em Conselho de Ministros de 5 de Agosto de 2008″?
Setembro 30, 2009 at 2:30 pm
Esta revisão vem do antigo governo.
Sindicatos, lembrem-se disso.
Nós, por cá, tb!
Setembro 30, 2009 at 2:51 pm
Deve ter sido em 5 de Agosto de 2009 que é um domingo.
Setembro 30, 2009 at 2:55 pm
Estarei a perceber bem …(?)(!)
CAVACO SILVA PROMULGA, A OITO DIAS DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS A REVISÃO DO ECD, APROVADO EM CONSELHO DE MINISTROS EM 5 DE AGOSTO DE 2008?????????????
COM TODA A CLASSE PROFISSIONAL CONTRA,EM PROTESTO PERMANENTE E SEM QUALQUER ASSINATURA DE NENHUM SINDICATO!!!!!!!!!!!!!?
Setembro 30, 2009 at 3:04 pm
Não é por acaso que Sócrates dizia há minutos em Alcabideche que está empenhado em manter a cooperação institucional com Belém.
A indicação de tempo é sempre com h. Dúvidas
Setembro 30, 2009 at 3:16 pm
Enquanto ELES jogam às escutas e ao esconde andamos, NÓS, preocupados com burocracias inúteis e a dar no duro em cada aula, com cada aluno!
É inqualificável!Aviltante!
Acho que vou desistir…vou lavar carros…já nem projectos de vida tenho!
Setembro 30, 2009 at 3:42 pm
Os senhores do centrão, ou melhor, do centrinho, julgam que a matemática se esgota nas “contas de somar”.
Assim, tentam somar 96 com qualquer coisa que dê 116 para continuar esta vergonhosa política.
CDS,PCP e BE já disseram que não!
Faltam apenas 20 queijos, talvez menos, com os resultados da emigração.
O PSD tem aqui uma oportunidade única, de mostrar o que o distingue do PS!
Setembro 30, 2009 at 3:47 pm
~Honestamente não sei porque tanto espanto!!!
ELES, têm tudo nas mãos; todos eles. Rara será a excepção de membros de alguns Partidos(dois,apenas).
Qual a diferença entre ps, psd e cds? A cor das bandeiras; jogam todos com o mesmo baralho.
E se pensam que todos os Sindicatos estavam alheios a isso tudo, meus amigos, NÃO acredito. Há tachos que não podem perder nesta altura do campionato.
Fazem de nós parvaos, idiotas que, na tentativa de denunciar ou reclamar os nossos direitos, por aqui andamos a debitar palavras, palavras,palavras e mais palavras que vão direitinho para um saco roto!
Setembro 30, 2009 at 3:49 pm
Fazem de nós parvaos, idiotas que, na tentativa de denunciar ou reclamar os nossos direitos, por aqui andamos a debitar palavras, palavras,palavras e mais palavras que vão direitinho para um saco roto!
Fazem de nós parvos, idiotas, que, na tentativa de denunciarmos ou reclamar os nossos direitos, por aqui andamos a debitar palavras, palavras, palavras, palavras e mais palavras que vão direitinhas para um saco roto!
Assim está um pouco melhor.
Setembro 30, 2009 at 3:53 pm
#11
Está habituada a jogar com mais que um baralho, ou com cartas fora do baralho?
Setembro 30, 2009 at 4:04 pm
Caros colegas
Chegou a hora de passarmos à ofensiva deixando a contestação de “pantufas”.
A ocasião é favorável porque o governo é minoritário.
Temos que reagir por antecipação e não por passividade.
Com os sindicatos, com os movimentos e com a força imensa dos bloggers de professores temos que exigir:
1) A revisão imediata do ECD extinguindo a divisão da carreira.
2) A anulação com efeitos retroactivos de todos os dec-regulamentares aprovados pelo anterior governo no que concerne à avaliação docente.
3) A revisão do estatuto do aluno
4) A revisão do modelo de gestão das escolas
Penso que os dois primeiros requisitos serão de mais fácil cumprimento pois os partidos da oposição demonstraram muitos pontos de convergência.
Quanto ao ponto 3 temos que convencer os partidos de esquerda a nã terem medo das palavras “autoridade”, “rigor” e “exigência”.
Quanto ao ponto 4 temos de exigir aos partidos da direita do arco político o cumprimento integral da Lei de Bases do Sistema Educativo.
Em suma temos de dar “corda aos sapatos”.
Mas, e há sempre um mas, tenho já referido isto mais do que uma vez, não podemos no actual momento, com uma projecção de déficit que pode chegar aos 9% e um crescimento do PIB negativo da ordem dos 3% a 4%, exigir de imediato a um novo reescalonamento da carreira que implique um grande aumento da despesa. Insistir nesta tecla é cavar uma grande divisão com a opinião pública. Deveremos pois negociar uma MORATÓRIA em que as progressões nos escalonamentos mais elevados da carreira docente sejam alvos de uma calendarização tendo em conta o crescimento do PIB e a contracção do déficit.
Que haja realismo e bom senso nesta situação, cabendo aos sindicatos não se deixarem instrumentalizar por argumentos partidários que os forcem a reivindicar situações impossíveis de se concretizarem neste difícil momento da nossa economia.
Firmeza e bom senso.
Setembro 30, 2009 at 4:08 pm
# De uma coisa pode ter a certeza: não jogo com o baralho deles!
Setembro 30, 2009 at 4:17 pm
#14
Estou plenamente de acordo com tudo o que diz.
Já arrumei as pantufas!
Setembro 30, 2009 at 4:20 pm
Fala-se de Isabel Alçada para Ministra da Educação…. vamos ser protagonistas de mais uma história:
Uma Aventura na Escola!
Setembro 30, 2009 at 4:32 pm
#15
É o baralho da democracia! Temos de denunciar as cartas viciadas sem desistir de jogar. Isso, queriam alguns deles e outros que não gostam da liberdade!
Setembro 30, 2009 at 4:38 pm
Em resposta a #14 Pedro Castro:
Colegas vamos lá de novo à luta!
Concordo e assino por baixo (se mo permite).
Que tal enviarmos mails para os sindicatos, para a Assembleia da República e para a os partidos com representação parlamentar.
Ou organizar uma petição com as medidas mais urgentes a serem corrigidas de imediato!
Parabéns Pedro Castro!Força!
Setembro 30, 2009 at 4:55 pm
Espero bem que a categoria de titular seja extinta. Se continuar, os desgraçados dos titulares (os do 10º escalão, ou 3º, como agora se diz) só poderão transitar ao 4º (ou 11º) se tiverem uma série de escelentes… Tudo com efeitos retroactivos.
E esta????
Setembro 30, 2009 at 4:58 pm
A Fenprof (não sei se a plataforma) preparou uma carta reivindicativa a apresentar ao futuro ME contendo todos os aspectos que carecem de modificação e que foram objecto de contestação ao longo da legislatura. #14 Pedro Castro, os professores e os func.públ. não foram responsáveis pelo descalabro do défice. Afinal, tanto corte serviu para quê? É preciso ir buscar o dinheiro onde ele está (a rodos!) e diminuir a despesa do estado, mas não da forma habitual, com os mesmos a pagar. Há cortes a fazer mas é em obras grandiosas, outsourcings, derrapagens, concessões, enfim, o saque generalizado, legal ou ilegal.
Setembro 30, 2009 at 4:59 pm
17, Ana:
D)
Pedro Castro:
Como habitualmente: objectivo, sintético, equilibrado e batalhador! Subscrevo
Setembro 30, 2009 at 5:02 pm
Num comentário aos resultados eleitorais escrevi, aqui no Umbigo…
“Interessante arranjo parlamentar, difícil de gerir e a convidar ao centrão.
Sócrates governará sozinho e tudo fará para se vitimizar, a pensar nas próximas.
Quase nada mudará na educação ou, se mudar, será para que tudo fique na mesma.”
Até ver, depois da confusa declaração de guerra do PR, mantenho e reforço a opinião.
Geralmente sou optimista (porque não me parece útil ser outra coisa), mas não no que espero dos políticos profissionais.
Mas é fácil… basta alguém forçar uma votação na AR para suspender o ECD, a ADD, etc. Nada seria mais coerente e “logo se vê a verdade do PSD”
Quanto a nós, é continuar a labuta. Incluindo esta e outras formas de participação cívica… de preferência bem informada e com civismo.
Setembro 30, 2009 at 5:08 pm
#14
Plenamente de acordo. Mãos à obra. Podem contar comigo!
Setembro 30, 2009 at 5:17 pm
OK, Pedro (14)!
“Temos que reagir por antecipação e não por passividade.
Com os sindicatos, com os movimentos e com a força imensa dos bloggers de professores temos que exigir:
1) A revisão imediata do ECD extinguindo a divisão da carreira.
2) A anulação com efeitos retroactivos de todos os dec-regulamentares aprovados pelo anterior governo no que concerne à avaliação docente.
3) A revisão do estatuto do aluno
4) A revisão do modelo de gestão das escolas”
Setembro 30, 2009 at 5:20 pm
Honestamente não percebo o espanto aqui demonstrado pela publicação das alterações ao ECD. Já se sabia que iam sair desde as pseudonegociações em Julho, aquelas em que a FENPROF se retirou. Tudo o que está ali escrito já tinha sido divulgado.
Era só uma questão de tempo.
Quanto a novas alterações não acredito que aconteçam. Já foram feitas estas revisões na tentativa de dizer que ainda agora o reviram, não há necessidade de o voltar a fazer.
Não sei até que ponto os partidos da oposição poderão chamar isto à assembleia. Acredito mais que peçam para suspender a ADD, se o fizerem…
Setembro 30, 2009 at 5:23 pm
#26
Espanto?
Só achei graça à data.
Setembro 30, 2009 at 5:32 pm
“Ser titular ou não ser…
… eis a questão.”
…
Acho fundamental antever a próxima jogada.
- Porque receio que “muito possa desmoronar”…
PLATAFORMA E MOVIMENTOS:
- ESTRATÉGIAS PRECISAM-SE!
Para bom entendedor…
#14, Pedro,
É isso aí…
Setembro 30, 2009 at 5:40 pm
Nojo!
Muito nojo!
Setembro 30, 2009 at 5:44 pm
teste
Setembro 30, 2009 at 5:45 pm
#14,Pedro Castro,
Estamos nessa,
mas não podemos colocar as pantufas para tratar do saque de que fala o Luís, #21.
Com as palavras de honra que costumamos ver na nossa praça política afigura-se-me que serão necessários outros 100 mil na rua para levar a cabo tamanha tarefa.
Setembro 30, 2009 at 5:47 pm
Subscrevo #14 Pedro Castro.
Quanto à Alçada, teremos “uma Aventura no Ministério” ou “Uma Aventura na 5 de Outubro”.
Setembro 30, 2009 at 5:51 pm
Dos 4 aspectos salientados pelo Pedro Castro, os 3 primeiros serão fáceis de concretizar.
A Gestão é que julgo que não mudará, agrada à Direita, aos autarcas, aos Pais, aos Directores…
Há o problema da falta de dinheiro (razão da divisão da carreira). Não me parece que os sindicatos estejam dispostos a aceitar congelamentos nas progressões.
Setembro 30, 2009 at 5:59 pm
“não se dever ir com muita sede ao pote”.
Setembro 30, 2009 at 5:59 pm
Diria o meu avô transmontano….
por isso calma e moderação
Setembro 30, 2009 at 6:17 pm
Começou a ressaca
A Comissão Europeia irá abrir em Novembro um procedimento de «défice excessivo» contra Portugal. Esta notícia surge no dia em que o INE reportou a Bruxelas uma estimativa de défice coincidente com a do Governo (5,9%), e totalmente diferente da de Manuela Arcanjo (8%) e da de Bagão Felix (9%). O INE estima ainda que a dívida pública atinja em 2009 os 74,5% do PIB, contra os 58,3% em 2004, coincidindo também neste indicador com os dados do governo. Não vai demorar muito para que a campanha de “optimismo” do PS esbarre na matemática. Ao contrário da propaganda, do eleitoralismo e da demagogia, os números nunca foram o forte deste partido.
http://www.lisboa-telaviv.blogspot.com/2009/09/comecou-ressaca.html
Setembro 30, 2009 at 6:24 pm
#33, o DA,
O CDS defendia (ainda defende?) que o director deveria ser eleito directamente e não em combinatas político-partidárias exteriores à escola.
Setembro 30, 2009 at 6:25 pm
Exemplo de esquemas: os bancos não pagam 25% de IRC; através de benefícios arranjados pelo governo pagam cerca de 12%
Em 2005, segundo o Banco de Portugal, os bancos que constituíam 87% do sector bancário português obtiveram lucros que atingiram 2.987 milhões de euros. No entanto, 1.525 milhões de euros, ou seja, mais de metade não pagou imposto ao Estado. E isto sucedeu porque a banca conseguiu
deduzir aos Lucros Totais obtidos o valor de 1.525 milhões de euros, nomeadamente de benefícios fiscais e a prejuízos das empresas do grupo. ……
No período compreendido entre 2004 e 2007, ou seja, em apenas 4 anos, a banca arrecadou em Portugal 13.537 milhões de euros de lucros, tendo pago de imposto (IRC + derrama) apenas 2.115 milhões de euros, o que corresponde a uma taxa efectiva de imposto de apenas 15,6%, ou seja, uma taxa muito inferior à legal, que é paga pelas outras empresas, que é actualmente 25% de IRC e 1,5% de derrama
Agora digam lá se o que roubaram aos professores não foi para o
orçamento do estado??
De acordo com dados divulgados pela própria Associação Portuguesa de Bancos, em 2006, a banca portuguesa obteve 2.800 milhões de lucros e pagou apenas 544 milhões de impostos e taxas, o que correspondeu a uma
percentagem de 19%. Em 2007, apesar de ter obtido mais lucros, pois passaram, entre 2006 e 2007, de 2.800 milhões de euros para 2.847 milhões de euros, o imposto pago desceu -28,7% pois passou de 544 milhões de euros para apenas 388 milhões de euros, o que significou que, em 2007, a percentagem paga fosse apenas de 14%. Se a banca
tivesse pago as taxas legais, ou seja, aquelas que têm de pagar nomeadamente as PME, o Estado teria recebido, em 2006 e 2007, mais 621 milhões de euros de IRC e derrama do que recebeu.
Portanto, os elevadíssimos lucros da banca continuam a serem financiados à custa do Orçamento do Estado apesar das promessas do
ministro das Finanças e do 1º ministro. Também aqui Sócrates diz uma coisa e faz outra, já o que está em jogo são os interesses dos grandes grupos económicos que este governo está cada vez mais refém e apoia à custa do OE.
Setembro 30, 2009 at 6:25 pm
#37
Isso não sabia.
Tinha a ideia que concordavam com um esquema tipo conselho geral.
Setembro 30, 2009 at 6:29 pm
Apoio o que escreveste, Pedro Castro.
Já comecei a enviar mails.
Maurício, partilho as tuas preocupações.
Setembro 30, 2009 at 6:31 pm
Neste momento, e tendo em conta a situação do país, não me vou bater por mais dinheiro.
Bato-me antes pelo fim deste ECD e desta divisão da carreira.
Qto ao modelo de gestão, tenho poucas esperanças que venha a ser mudado…
Se nem os sindicatos lutam contra isso… que podemos fazer?
Setembro 30, 2009 at 6:42 pm
Julgo ser necessário dar tempo ao novo Governo para poder decidir o documento reenvindicativo que a Plataforma dos sindicatos apresentará.
A pressa é má conselheira e não queiram que nos acusem já de oportunismo e intolerância.
Estou convencido que, numa jogada de antecipação, Paulo Portas poderá querer capitalizar os votos dos professores, apresentando várias propostas no sentido de ir ao encontro de algumas que os professores têm feito.
Se eles forem inteligentes, a divisão da carreira deixam-na cair rapidamente, já que custa apenas tostões, e criam mecanismos de progressão na carreira através de concurso nacional onde os anos de serviço e a avaliação serão tidos em conta. Este concurso terá apenas uma percentagem de vagas que andará à volta dos 75% do número total de professores existentes no índice ou escalão.Desta forma criarão “concorrência” e desafio individual.
Avaliaçaõ? É fácil resolver…simplificam os métodos e a burocracia e responsabilizam os avaliadores pelas quantidades de excelentes e muito bons que atribuam. Como se operacionaliza? Não vai haver nunca consenso mas é preciso que haja uma avaliaçaõ sustentadamente séria e que seja definitivamente formativa e identificadora de casos problema.
Setembro 30, 2009 at 6:43 pm
#41 Reb
Foi das maiores frustrações que tive em todo este processo: perceber que os Sindicatos davam de barato o modelo de gestão. Percebi isso em Abril quando houve a “consulta sindical” sobre a manif a 16 de Maio.
Setembro 30, 2009 at 6:45 pm
Concordo com tudo, mas devo dizer que na nossa classe há quem goste de ser títular pelos tachos e pleo lamber de botas… então com os Senhoires Directores … parecem os antigos trabalhadores do campo e os senhores lavradores até dá dó! Que se acabem os tachos tb para os colegas dos Sindicatos , que é para os amigos , mulher prima e primo, eu que trabalhe e desconte para eles, deixei de acreditar nos sindicatos … 16 de carreira para quê?!!
Setembro 30, 2009 at 6:50 pm
#42
e criam mecanismos de progressão na carreira através de concurso nacional onde os anos de serviço e a avaliação serão tidos em conta. Este concurso terá apenas uma percentagem de vagas que andará à volta dos 75% do número total de professores existentes no índice ou escalão.Desta forma criarão “concorrência” e desafio individual.
Tem noção das consequências dum regime desses?
-Mais centralismo.
-Mais instabilidade dos corpos docentes.
-Desestabilização da vida profissional de professores que já estão há muitos anos nas mesmas escolas (10, 15, 20 anos).
Setembro 30, 2009 at 6:54 pm
è preciso denunciar esta avaliação. Há escolas em que nenhum avaliado teve classificação inferior a Muito Bom. Outras nem um Muito Bom.
Pois! é que foi-lhes dito que este ano nada de pedir aulas assistidas…E esta hem?
Setembro 30, 2009 at 6:56 pm
#45
O concurso é nacional, apenas para a progressão e nada tem a ver com a colocação na escola. Estamos a falar de progressão na carreira no aspecto da melhoria das condições financeiras.
Setembro 30, 2009 at 7:07 pm
O decreto foi promulgado em 19/9 e publicado hoje quase clandestinamente sem nenhum alarde vindo do M.E que, normalmente, se apressa a publicar no seu site que “foi promulgado o decreto x ou y..”
Estranhissima ainda é a data da publicação. Onze (!!!!) dias após a promulgação, estrategicamente depois das eleições. Não se conhece prazo tão alargado noutros decretos-Leis. Isto significa uma coisa muito simples: esteve na gaveta até Segunda-Feira …
Setembro 30, 2009 at 7:12 pm
http://www.tsf.sapo.pt/paginainicial/audioevideo.aspx?content_id=1308675
Setembro 30, 2009 at 7:19 pm
#14
Por acaso comprei hoje umas pantufas, mas amanhã vou trocá-las por umas Doc Martens de biqueira de aço.
Ready for duty
Setembro 30, 2009 at 7:28 pm
Não acredito na passividade!
Vamos ser pró-activos!
Estudemos rapidamente um xeque-mate. Quero lá saber dos políticos!
Interessa-me quem se interessa pelo estado a que a escola chegou!
Continuar com a coragem que o Pedro manifestou em #14!
Setembro 30, 2009 at 7:58 pm
Se o novo ECD ocupa 35 páginas – que seriam mais, não fossem os revogados – quantas ocupará o ECD (Estatuto da Carreira de Deputado)? Mil?
Setembro 30, 2009 at 9:13 pm
Concordo com a Ica , cada escola escolheu a sua avaliação e a que mais convinha aos “amigos”, houve executivos que no final para além de Muito Bom ainda deram louves , ou melhor pagaram os favores …. Por este andar vamos continuar na mesma!
Setembro 30, 2009 at 9:17 pm
Business as usually! Estavam à espera de quê?
Setembro 30, 2009 at 10:04 pm
Se algum dia se viessem a conhecer todos os desmandos que a avaliação originou em cada escola, teríamos muitas razões para ficarmos de luto.
Setembro 30, 2009 at 10:11 pm
Vamos escrever o “livro da avaliação”.
Cada um de nós relata o que se passou na sua escola.
Setembro 30, 2009 at 10:30 pm
O livro-rosa da educação já está escrito há mais de 4 anos. É um livro cujas pétalas vão caindo como folhas, até só ficar a capa.
Setembro 30, 2009 at 11:15 pm
não contem comigo….votei psd …não faço mais greve…nem manifestações….estou farto…
Setembro 30, 2009 at 11:23 pm
É tempo de reflecção. Deve vir aí um referendo.
Setembro 30, 2009 at 11:41 pm
Concordo com o Pedro Castro #14. Reivindicar já essas alterações. Não podemos desanimar. Há dias ouvi a minha Direc.falar sobre as aulas de substituição. Disse ela, ecoando as palavras dos socretinos, que estas alterações primeiro “estranham-se”, mas depois lá nos vamos habituando.
Ora eu nunca me vou habituar a uma vigarice que o estado português me fez. Durante muitos anos, o contrato que o estado fez comigo previa que, com o avançar da idade, eu teria direito a horas de redução na componente lectiva, tendo em conta o desgaste natural da profissão. Eu teria direito a essas reduções e aposentar-me ia mais tarde que os professores do primeiro ciclo que não as tinham. De repente o estado muda as regras e obriga-me a “dar” duas dessas horas semanais para substituir professores que faltem (por várias razões: ou porque estão doentes, ou porque nem sequer estão colocados, ou porque estão em campanha eleitoral, etc.). A vigarice vai ao ponte de nem considerarem esses tempos como aulas, embora tenhamos que estar diante de vinte e tal alunos que desconhecemos, com um plano de aula para seguir…
Os socretinos vigaristas gozaram com as legítimas expectativas de milhares de pessoas. Eu não esqueço e não perdoo.
Outubro 1, 2009 at 12:03 am
Sorte não serem seis, de artigo 79. Estas aulas não pagas foram um cavalo de Tróia, e continuarão a ser um cavalo de votos, porque o povo não esquece o que dizem os personagens da TV. Só se vende o que passa na TV.
Outubro 1, 2009 at 1:21 am
[...] Extraordinária Coincidência Com a designação de Decreto-Lei n.º 270/2009 de 30 de Setembro, acaba de sair hoje em Diário da República, a nova [...] [...]
Outubro 1, 2009 at 1:57 am
E já estamos em Outubro. Faz calor. Os antigos iniciavam o ano lectivo a 7 de Outubro, com bons alunos.