Jerónimo diz que a primeira resposta a acordo pós-eleitoral não será negativa
O secretário-geral do PCP admitiu, esta quinta-feira, que se o PS o contactasse após as eleições legislativas para formar uma coligação, a sua primeira resposta não seria não. No entanto, Jerónimo de Sousa frisou que a decisão dependerá sempre da política que o PS quererá implementar.
Isto está imensamente divertido, porque é a vez do pessoal da CDU que andou a criticar os eventuais namoros PS/BE se ver agora ao barulho.
Tal como escrevi num comentário, sou conservador nestas matérias, mas nunca é tarde para um ménage a trois.
Falo, obviamente, em termos políticos.
Setembro 24, 2009 at 5:27 pm
Viva Paulo.
Não podias ter estado melhor: “jogada às três tabelas”
e o restante raciocínio, claro.
Está mesmo divertido.
Abraço.
Setembro 24, 2009 at 5:38 pm
Tanta infantilidade…
Setembro 24, 2009 at 6:00 pm
jogada às 3 tabelas.
Qdo li isto, lembrei-me do Mário Nogueira…
Setembro 24, 2009 at 6:25 pm
#2,
António, olha que não, olha que não…
Setembro 24, 2009 at 6:32 pm
Não há nenhum que se aproveite. Vendem a alma ao diabo para chegarem ao poleiro. No meio disto tudo, voto em quem?
Setembro 24, 2009 at 7:13 pm
Paulo. Li a notícia e não descubro um único ponto que não seja perfeitamente razoável.
Se por política se entende juramentos prévios de não-coligação , antes mesmo de uma oportunidade real de negociação surgir, então acho que há muito campo para divertimentos (infantis).
Um abraço
Setembro 24, 2009 at 7:13 pm
#5
Vota no sócrates, se não queres a Ferreira Leite
Setembro 24, 2009 at 8:23 pm
Mil Ferreiras Leite a levar com aquilo outra vez. Mudo de país. Nunca ninguém nos humilhou desta forma, nem ela, pelo menos não me lembro e estas coisas não se esquecem. Eu nunca esquecerei!
Setembro 24, 2009 at 8:37 pm
Eu ainda não percebi porque se sentem humilhad(o)as.Por terem de trabalhar, por terem de dar aulas de substituição, por terem de ser avaliados(as)?Qd a Ferreira Leite era Ministra da educação também obrigou os professsores a fazer um exame, se queriam aceder ao 8º escalão. Era uma forma de travar a carreira, porque muitos não se sentiam com capacidade para prestar provas.Foi o Guterres que erradamente acabou com a prova.A forma como decorre hoje a avaliação é muito menos penosa…
Setembro 24, 2009 at 8:48 pm
maria: nem sócrates nem Ferreira Leite. Eu já era professora quando ela foi ministra da educação e não me esqueço;
Quanto à humilhação… não, não é por semos avaliados, não é por darmos aulas de subatituição, não é por termos de trabalhar. Isto não nos humilha, nem humilha ninguém. Mas se precisa de perguntar, é porque não sabe do que está a falar e, sendo assim, nem vale a pena responder, porque não iria entender.
Setembro 24, 2009 at 8:57 pm
#6-Absolutamente de acordo. Alguns jornas quiseram deliberadamente empurrar o Jerónimo para a direita (ps).
Já a Louçã ouvi muitos disparates hoje. Está com medo das sondagens de treta?
Só utopias…Já agora uma «comissão de sábios» para avaliar os professores.
E o fim das propinas…
Setembro 24, 2009 at 9:31 pm
O tio Jerónimo afirmou que só faria tal se o Sócrates fosse à vida.
Pareceu-me ouvir.
Mas vou ouvir melhor.
Setembro 24, 2009 at 9:34 pm
#12
Ou seja, depende da política E do Engenheiro.
Qual é o problema?
Sócrates Não!PSD NUNCA!
Setembro 24, 2009 at 10:00 pm
Autonomia e gestão escolares. Os últimos anos foram marcados pelo ataque aos princípios de colegialidade e de eleição dos órgãos de gestão dos estabelecimentos de ensino, dos quais são exemplos flagrantes a imposição pela maioria PS do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior e, mais recentemente, do decreto que estabelece o regime de autonomia, administração e gestão dos establecimentos públicos da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básicos e Secundário. Reforçar a escola enquanto espaço de aprendizagem e de formação cívica exige: uma nova lei de gestão democrática que respeite os princípios, objectivos e valores consagrados na Constituição e na Lei de Bases do Sistema educativo; o reforço da autonomia das escolas públicas que passa pela garantia de um regime de Financiamento da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário, que clarifique responsáveis e responsabilidades e garanta o normal funcionamento das escolas públicas financiadas, essencialmente com verbas consagradas no Orçamento do estado; a revogação do decreto que estbalece o processo de municipalização do ensino básico, com o objectivo de impedir a perda de autonomia administrativa e pedagógica das escolas ou a sua privatização.
Excerto do programa eleitoral do PCP.
Setembro 24, 2009 at 10:16 pm
#14
Um “memo” obrigatório, independentemente
de se estar de acordo ou não com outros aspectos do programa polítco e eleitoral, porque condensa uma luta abnegada e princípios que muitos esquecem ou esqueceram logo que pisaram as alcatifas do poder.
Setembro 24, 2009 at 10:26 pm
A CDU não faz acordos com pessoas ou partidos. É em função das políticas. Se o PS ganhar as eleições (coisa em que eu não acredito) a CDU parlamentar nunca viabilizará nada contrário ao que defendeu na campanha. O que levanta desde já uma questão óbvia: alguém tem de viabilizar o orçamento, o código do trabalho tem de ser alterado, o ECD tem de ser revisto e alterado… Nada como esperar até domingo, e depois estar muito atento aos “consensos”…
Setembro 24, 2009 at 10:27 pm
#9, a mim não me incomodaria nada fazer um exame para subir de escalão.
A mim, o que me incomoda é ser avaliada pela colega do lado a quem não reconheço mais competência do que eu.
Setembro 24, 2009 at 10:28 pm
Ouviram o que o Soares hoje disse sobre coligação PS/ BE?
Que não era isso que ele queria dizer, falava apenas de acordos pontuais…
Dizem, desdizem e esta semna vai ser assim…
Setembro 24, 2009 at 10:29 pm
#16
A CDU, ou o PCP, ou a CGTP, ou a FENPROF nunca acordam nada.
Está no espírito. Por isso é desperdício votar neles.
Setembro 24, 2009 at 10:37 pm
#19
Arlindovsky, olhe que não, olhe que não…
Leia o post de Paulo Guinote
Setembro 24, 2009 at 10:38 pm
40% para os socretinos?… e porque não 57%, ou 80% ou 76,234%? interrogo-me eu…
Gostei da resposta que Manuela Ferreira Leite deu, sorrindo, ao jornalista que lhe perguntou como é que encarava as últimas sondagens que davam um avanço ao ps. Disse ela que as encarava como as recentes sondagens para as europeias…
A realidade segue dentro de dois dias. Não vale a pena ligar a sondagens da treta.
Setembro 24, 2009 at 10:39 pm
(o coment. anterior era para outro post, não sei bem qual…)
Setembro 24, 2009 at 10:43 pm
O Jerónimo é feio para um ménage.
O Sócrates gosta mais de moços vistosos.
Setembro 24, 2009 at 11:53 pm
#17, Reb
Totalmente de acordo. Já tinha o trabalho feito para defender. Veio o Guterres e o trabalho está na prateleira.
Na minha escola, muitos fizeram a defesa pública do trabalho e agora foram, antecipadamente, para a reforma, humilhados e penalizados. A maior parte deles eram, na cidade, reconhecidos como os melhores professores…
Setembro 25, 2009 at 12:27 am
#19
pois é… neste “non sense” generalizado é difícil reconhecer uma coisa chamada coerência
Setembro 25, 2009 at 2:52 am
A maioria caiu na campanha do PS à qual o PSD deu cobertura e tempo para destaque: a famosa coligação PS/Be, que nunca existiu nem existirá, nem Louçã alguma vez afirmou que faria alianças com o Socretino, Mas esta noticia do jerónimo penso que será a segunda vez que dá a entende numa possível aliança.
Afinal quem nos andou a atacar e a dar cobertura à campanha dos média socretinos e do PSD é quem está a pensar num acordo com o PS.
Nós já dissemos vezes sem conta : NÃO a coligações com o PS.
O PS sobe à custa dessa campanha.
Tirem as vossas conclusões pois parto do princípio que além de inteligentes serão pessoas com carácter que não se deixam enganar por campanha bem orquestradas.
O voto util nunca deu nada à democracia a não ser a corrupção e os tachos entre dois partidos: PS e PSD. farinha do mesmo saco,…
Setembro 25, 2009 at 9:00 am
# 26 Tollwut
Tirem as vossas conclusões pois parto do princípio que além de inteligentes serão pessoas com carácter que não se deixam enganar por campanha bem orquestradas.
Procurando satisfazer as condições enunciadas e repetindo o anteriormente dito:
Um dirigente de um partido (ou movimento político, ou bloco, ou força política for short) não tem que afirmar que não se coliga com o Secretário-Geral de outro Partido. Apenas poderá esclarecer em que condições aceita ou deixa de aceitar a coligação com outro partido. A escolha do Secretário-Geral é assunto interno a cada partido.
Confirmar aqui.
Setembro 25, 2009 at 12:55 pm
Belém
Cavaco Silva mantém confiança em Fernando Lima
Fernando Lima deixou de ser o responsável pelas relações de Belém com o exterior por se considerar que, depois da polémica à volta do seu nome, não poderia assegurar o lugar com eficácia. Mas continua a trabalhar em Belém, mantendo a confiança do Presidente da República, avança a edição do SOL desta sexta-feira
http://www.sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=148902