Investigador defende que o PS é um instrumento ao serviço do seu líder
Um estudo conclui que o PS existe sobretudo em função do líder, e que a estrutura partidária está menorizada. Na comparação com o PSD, o investigador sublinha algumas diferenças.
O investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, Marco Lisi, acaba de lançar em livro o estudo no qual analisa o papel dos líderes no Partido Socialista (PS). Na obra A Arte de ser Indispensável – Líder e organização no Partido Socialista português, o autor analisa as diferentes lideranças que ocorreram no partido entre 1976 e 2006 – Mário Soares, Vitor Constâncio, Jorge Sampaio, António Guterres, Eduardo Ferro Rodrigues e José Sócrates.Cada um destes líderes teve uma postura própria que esteve intimamente relacionada com o facto do partido se encontrar no Governo ou na oposição. A grande conclusão deste estudo é que o partido não parece existir como uma entidade autónoma mas apenas como um instrumento ao serviço do líder, o qual pode recorrer aos laços directos com os filiados e com os eleitores para legitimar o seu controlo sobre a organização e sobre a acção do governo.
Segundo este estudo, o PS já alcançou um carácter personalizado, ou seja, há uma crescente identificação do partido com o seu líder. O partido age em função do sucesso do seu secretário-geral, que dispõe da estrutura partidária como de um instrumento para a conquista e manutenção do poder.
Setembro 22, 2009
Também Já Aconteceu Com O PSD (1987-1995)
Posted by Paulo Guinote under Estudos, Política[7] Comments
Setembro 22, 2009 at 9:24 pm
Eu deixei de ser instrumento ao serviço do líder.
Setembro 22, 2009 at 9:25 pm
Tornei-me num instrumento para a derrota do líder.
Setembro 22, 2009 at 9:29 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/09/22/nick-cave-the-bad-seeds-we-came-along-this-road-por-isso-nao-te-esquecas-a-27-de-setembro-nao-votes-ps-torna-te-humano-lembra-te-de-todos-os-colegas-cancerosos-que-morreram-no-local-d/
Setembro 22, 2009 at 9:37 pm
Sócrates, como digníssimo líder de um país que se queria que estivesse a fazer a aproximação aos países mais desenvolvidos, comporta-se como um líder do terceiro mundo, comprando tecnologia em próxima do fim de vida. Leiam lá o que a Europa desenvolvida anda a fazer:
The AGV is an Alstom train intended as the successor to France’s TGV high-speed trains; the name stands for automotrice à grande vitesse, or ‘high-speed self-propelled carriage’. Instead of having separate power cars at either end of the train, as current TGVs do, the AGV will have distributed traction with motors under the floors of the passenger carriages. This is the arrangement used on many regular-speed multiple-unit trains and also high-speed trains such as the Siemens Velaro and Japan’s Shinkansen trains. The space saved through not having a power car will enable the AGV to provide more seats.
Alstom offer the AGV in configurations from seven to fourteen carriages, with a total of 250-650 seats, depending on internal layout and number of carriages.[1] The commercial service speed will be 360 km/h (220 mph).[2] The AGV weighs less than its rivals which reduces its power consumption, and it consumes 30% less energy than previous TGV designs.[3]
The prototype was unveiled on 5 February 2008, with French President Nicolas Sarkozy in attendance.[3]
in http://www.wikipedia.org
Setembro 22, 2009 at 10:11 pm
#2, eu tb.
Setembro 22, 2009 at 10:14 pm
Li hoje no Correio da Manhã que os dirigentes da CONFAP de Setubal demitiram-se. Segundo a notícia deste jornal, este facto aconteceu depois de estes terem questionado Albino Almeida sobre o uso de cartões de crétito e a canalização das verbas que a CONFAP recebeu do Ministério da Educação. Para além disso existiram divergencias sobre as políticas educativas…
Lindo!
Setembro 22, 2009 at 10:36 pm
O que se torna mais evidente quando o lider é um ditador à moda de Chavez!