Eu cá acho que a parte do choque tecnológico ainda não chegou aos nossos serviços de bisbilhotice, desculpem, espionagem institucional ou informal.

É minha firme convicção que tudo não passa de orelhame à boa e velha moda antiga.

Porque parece que ninguém se lembra que entre 1986 e 2005 o Palácio de Belém foi um feudo socialista e que dificilmente o novo inquilino conhecerá melhor os cantos á casa do que quem já lá está há muito tempo.

Isto não é tomar partido por nenhuma das partes, é apenas recolocar as coisas nas suas devidas proporções.

Não é necessário nenhum sistema de escutas microscópicas e wireless quando as paredes têm ouvidos e usam cotonete.