O Maurício teve a gentileza de me enviar o link, pelo que lá fui espreitar o estudo National testing of pupils on the increase across Europe.

E descobri algumas coisas interessantes.

Desde logo que em Portugal existem três momentos de exame (na verdade só existe um, porque as provas de aferição não são bem exames) mas que esses exames só analisam o desempenho em duas disciplinas, algo que não acontece na maioria dos países europeus (só na França, Itália e Finlândia), onde se fazem exames em três ou mais matérias.

Veja-se o quadro explicativo

Exames

Outra coisa interessante é a utilidade dos exames. Em especial aqui somos muito atípicos. Ao contrário de nós, e contra o que dizem muitos experts de coluna de jornal, pela Europa  os exames servem para aferir os conhecimentos dos alunos e não para avaliar as escolas e interferir no trabalho dos docentes e recomendar-lhes isto ou aquilo a partir de fora.

Só mesmo cá e na Inglaterra é que há esse hábito. Em Inglaterra já andam a inverter a marcha em muitas destas medidas. Por cá continuamos a vançar.

Orgulhosamente sós.

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