As duas primeiras páginas da entrevista de MLR ao Diário Económico mereceriam prosa própria caso estivéssemos em 2005, 2006 ou mesmo 2007. Agora até já chateia e sinceramente faltam-me o tempo, a paciência e o ânimo. Vou apenas retirar dela umas passagens que demonstram até que ponto passa por aqui um rasto de… bom, deixa-me ficar calado.

Por ordem de entrada em cena na entrevista, começando pela parte em que discorda que destruam o seu trabalho, visto que ela respeitou o dos antecessores:

Procurei imprimir uma orientação de total respeito pela herança que recebi, colocar o interesse do país, dos jovens e das famílias acima de qualquer outro interesse e continuar o caminho daquilo que são grandes consensos.