Miguel Abrantes do Simplex dedica-me um post – fazendo uma pausa estranha no intuito básico do blogue que é brincar ao pingue-pongue com o Jamais - tentando demonstrar que eu não sei bem o quê, que não descobri a pólvora, enquanto aprimora a argumentação do Governo para explicar os critérios usados para calcular a evolução do insucesso e faz uma digressão de mediano valor sobre a utilidade dos cursos profissionais.

É um bom contributo para o debate das opiniões.

Sobre os factos, nada a dizer, pois em nenhum momento desmente qualquer dos meus cálculos.

Resta-lhe insinuar que eu gostaria de ver jovens nas ruas, sem qualificações. Esquece-se que quem anda no terreno, a mantê-los na escola são professores como eu. Ele não sei bem o que faz, para além de ter opiniões coincidentes com o Governo, o que se compreende pelas funções que consta ter na AP.