Para fugir Às coisas mais óbvias. Em especial as primeiras aventuras do Archie Cash (no Spirou e no Mundo de Aventuras) foram uma delícia da adolescência. Depois o desenho abandalhou e perdi o interesse, até porque também deixou de se publicar por cá.
Agosto 23, 2009
O Encanto Da Aventura – Em Terra
Posted by Paulo Guinote under Banda Desenhada, Memórias, Vícios[5] Comments


Agosto 23, 2009 at 4:13 pm
Archie…ui..li tudo dele no Spirou..depOIS perdi-lhe o rasto…a personagem é um clone do falecido actor Charles BRONSON….
Agosto 23, 2009 at 6:12 pm
Dos tempos do tintin relembro, entre outros, Michel Vaillant e o seu inimigo de estimação, o sinistro Leader (coincidências).
Mas, dos clássicos, o que mais gostava era a série Blake e Mortimer, sem falar, obviamente, no próprio tintin e Asterix.
Mias tarde descobri o fantástico de Bilal.
Há muito tempo que não pego num livro de BD.
Agosto 23, 2009 at 6:14 pm
#2,
O que tu perdes….
Faz-nos bem mergulhar num passado em que ainda as coisas eram relativamente “limpas”.
Agosto 23, 2009 at 6:27 pm
Sim, tenho que reler.
Esqueci-me de falar no Alix! O que eu gostava de ler os álbuns do Alix, com uma densidade narrativa e um rigor no traço impressionantes. Ainda comprei alguns álbuns em francês.
Agosto 23, 2009 at 7:01 pm
Já o Chevalier era muito fraquinho. Salvo erro, o autor tinha feito parte da equipa do Jean Graton para desenhar os carros da série Vaillant. Mas a verdade é que ainda hoje pego nos “Tintim” e redescubro o aroma da adolescência que, felizmente, não perdi totalmente. O Archie Cash era interessante, sobretudo pelo modo como conseguia transmitir ambientes obscuros.
Um bom sítio para os nostálgicos se perderem é a livraria “Tintim por tintim”, na cidade do Porto.