Julho 2009


Carta à Ministra de Educação – Mário Nogueira

É que por vezes sinto uma violência a borbulhar e sei lá, sempre alivia…

Programa de massagens em escolas previne violência

O Programa Massagem nas Escolas é um projecto destinado a crianças com idades entre os quatro e os 12 anos, com o objectivo de diminuir os níveis de agressividade e stress, bem como acções de bullying.
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Apreciem a enorme confusão da resposta de José Sócrates, que começa por atacar o mensageiro antes de passar ao conteúdo e onde os números se baralham todos e se insiste na mentira da não-avaliação antes deste governo.

É interessante como ele trata o Tiago Moreira Ramalho várias vezes por Paulo. Não, eu não estava lá.

Perante isso, não entendo sequer as críticas ao tom usado pelo Tiago. Até foi muito cordato.

Os dados que ele citou, e que eu usei, são oficiais (se são verdadeiros é outra coisa), com origem na secretaria de Estado da Administração.

SIADAPE antes «nenhum era avaliado»? Sócrates diz que era desse tempo. Acredito. A avaliar pelos projectos que apresentou lá na câmara… só mesmo sem avaliação.

Relembremos alguns factos: no fim de semana surgiram números sobre a avaliação dos funcionários da Administração Pública. No tratamento feito pela imprensa houve grande desencontro na forma de calcular os números da Educação. Horas depois chegavam-me os dados fornecidos à imprensa, os quais motivaram este post em que tentei desmontar a operação de manipulação estatística em curso.

No fundo a questão é simples: encaixando a avaliação do desempenho dos docentes no contexto da implementação do SIADAP parece que muita gente foi avaliada em 2008. Só que os profesores não foram avaliados em 2008 e em 2009 ainda não sabemos como as coisas estão a decorrer.

De qualquer modo, os dados para 2008 são objectivamente falsos. Tão falsos que até o próprio primeiro-ministro os desmentiu ontem na BlogCoisa de acordo com o relato feito n’O valor das ideias. Vamos abstrair-nos do meu indirecto papel acidental na discussão – assim como do deslize  ortográfico . para nos concentrarmos no que é dito por José Sócrates:

Sócrates contrapôes com dados de existência de 60000 professores em avaliação, 18000 já avaliados, e com uma diferenciação de resultados.

Se há apenas 60.000 docentes em avaliação (e os 18.000 do ano passado estão na esmagadora maioria incluídos também na avaliação deste ano), isto significa menos de 50% dos docentes e, igualmente interessante, menos de 50% daquilo que o gabinete do secretário de Estado da administração Interna mandou para os jornais.

Não sei em que termos o Tiago Moreira Ramalho colocou estas questões ao vivo, mas parece-me pelo que leio que o primeiro-ministro anda a receber os briefings trocados e a precisar que lhe acudam para o desenrascar de embaraços.

Aliás, basta confrontá-lo com as peças avulsas da propaganda governamental para se perceber que isto entrou em roda livre, com cada um a fabricar estatísticas para eleitor ver.

Vinte-bloggers-vinte, seleccionados à entrada, durante cerca de duas horas. Se descontarmos o tempo para as respostas, a cada um coube três minutos para interpelar o primeiro-ministro.

Bloggers debatem país com José Sócrates

Na Cantina da LX Factory, bloggers e twitters questionaram ontem, segunda-feira, José Sócrates por mais de duas horas numa sessão fechada a jornalistas, que falharam também a transmissão em directo porque esta acabou por não se fazer.

Assim, só mesmo no Twitter e na Blogosfera foi possível acompanhar a conversa do recandidato a primeiro-ministro com representantes do espaço virtual de discussão política.

Exemplo disso é a seguinte citação do Rodrigo Moita de Deus no “31 daArmada”: “Sócrates disse que, a propósito da educação, a direita tinha estado na “rua” a protestar com o Bloco de Esquerda e o PCP. Não tive oportunidade para explicar que a direita não sai à rua. Só para jantar fora”.

À entrada para o encontro o primeiro-ministro ironizou: “Tinha curiosidade em conhecer os principais bloggers do país e esta é uma boa oportunidade. Tenho o maior gosto em discutir política com eles. Esta é também a minha oportunidade para dizer o que tenho a dizer”, disse.

Tomás Vasques (Aqui Há Conquilhas), João Gonçalves (Portugal dos Pequeninos) e Rodrigo Moita de Deus (31 da Armada) foram três dos que interrogaram Sócrates sobre temas como educação e cultura. “Jugular”, “Cronistas para mais tarde recordar”, “Miúdos seguros na net”, “Rua Direita”, “O Afilhado”, “País relativo”, “O país das Ideias”, “Ideias em série” e “Câmara dos Comuns” são alguns dos blogues presentes.

Não adianta dizer que estou a criticar porque não participei. Aliás, nem tentei inscrever-me. Não gosto de ambientes controlados ao detalhe. Sei portar-me à mesa, não preciso que tudo seja preparado ao milímetro para não fugir ao guião. Porque – com toda a sinceridade e partilho das dúvidas que aqui se expressam – não entendo bem a falha técnica da transmissão online, algo que se faz sem problemas com qualquer webcam de supermercado e software livre disponível na net.

Quanto à boutade do Rodriguinho-querido, apenas dizer que há direitas e Direitas. Até para não o chocar com alguma coisa esquerdista, bastar-lhe-ia ler alguma coisa do António Costa Pinto e do Jaime Nogueira Pinto para ele entender isso. Como até são autores que assinam com três nomes – tal como o RMD – têm certamente certificado de qualidade.

O novo paradoxo de Sócrates

(…)
Neste novo paradoxo, então, poderemos concluir que para que uma mentira se torne verdade é preciso uma grande dose de outras mentiras que anulem as primeiras, tornando as segundas verdadeiras e consequentemente a primeira será verdadeira. Traduzindo, propaganda.

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John Mayer, Gravity

Ao que parece e a propósito de Educação, alguém me citou naquela conversa não sei quê tecnológica dos bloggers com o primeiro fax. O Rodrigo Moita de Deus não gostou. Rai’s parta alguém de direita citar um professorzeco arraçado de alguma esquerda. Eu sei que ele nunca me perdoou ter gozado com aquele seu ar de escritor promissor falhado transformado em consultor para desenvolver a vidinha.

Mas eu garanto que há meses que tenho feito por ignorar as irrelevâncias que ele escreve, esperando que ele me brindasse com idêntica atitude. Ele não resistiu e quis bicar. Não valia a pena, ó Rodrigo, querido; e este post é só para mostrar que também sei fazer daqueles textos coisos que não adiantam nada a nada, tirando cocegar o umbigo dos bloguistas envolvidos.

Agora para cumprir o protocolo, ele deveria reagir e trocarmos uns links. Mas, como ele diz, não há necessidade.

Alterações ao ECD – ME prepara-se para me ROUBAR (esta é a palavra certa!) mais 2 anos de tempo de serviço

Concurso de DACL – A minha previsão

A “GARGANTA” DE SÓCRATES

Caso não sofra do mal de “garganta a mais”, Sócrates deverá sofrer do síndrome de “cabeça a menos”. E precisa urgentemente de ir ao “especialista”. É que, a não ser que a origem do problema esteja no “órgão de comando geral”, deverá, o auto-designado “melhor primeiro ministro português de sempre” consultar um bom otorrino. E há-os jeitosos lá por Lisboa. É que, isto de dizer em público que “nenhum primeiro ministro foi tão bom como ele”, mesmo que se referisse apenas ao défice, ou é problema “de garganta”, ou , o que seria bem pior, “de cabeça”.

Não vou contrariar os factos: Sócrates estancou e, até, baixou consideravelmente o défice. Mas, quem sentiu “na pele” a “golpada” salarial deste governo, não pode desistir de lhe levantar a “máscara” com que vai escondendo a inconfessada “tramóia”, sobretudo quando se cai no desplante da fanfarronice.

Então vejamos o que vez o “Messias” do défice:

Pôs o país a produzir mais e a criar mais riqueza? Quase todos acenam que não.

Reformou positivamente a Justiça, a saúde e a educação? Quase todos reconhecem que não. E quanto à Educação foi mesmo alvo, não de uma reforma, mas de uma verdadeira “operação falhada”, porque feita à pressa, sem se lerem os livros, mexendo no que estava com alguma saúde, inventando-se malformações ou doenças, e cortando, à pressa, e em autêntico desnorte, no que estava doente, agravando ainda mais a doença.

Então que “raio” de “milagre económico” fez este Primeiro-Ministro? Pura prestidigitação política. Só isso. Magia pura.

Iniciar um mandato com uma incontestável maioria absoluta é – tal como o “correio azul” – meio caminho andado, para políticos sem imaginação, e incompetentes, fazerem penar ( e até “depenar”) o contribuinte. E foi por aí que Sócrates começou, sem dó, nem piedade, a destruir o país. Com a preciosa ajuda de Victor Constâncio ( o “porta-voz das desgraças” que, como AGORA se sabe, “permitiu” que os “banqueiros” – e não só – deste país, falsificassem, favorecessem, desviassem, furtassem, numa palavra, “chulassem” os contribuintes), Sócrates falsificou, desviou, furtou e “chulou” os funcionários públicos em geral ( embora uns fossem, até agora, mais “chulados” que outros”, devido ao “respeito pseudo-democrático” pelo “princípio da des-igualdade”…).

Ora, durante cerca de três anos, grande parte dos portugueses ficou tão contagiada com o “sucesso” do défice, que nem se apercebeu que o contágio era outro: uma estranha doença de emagrecimento ( uma espécie de “anorexia salarial”) da conta bancária e do salário, no fim do mês. E foi necessário que a crise económica viesse “de fora”, para se perceber que, cá dentro, ela já existia, embora sem vir nos jornais.

Alguns, mais optimistas, ( ou, na minha óptica, oportunistas, pois não tiveram que pagar, do seu bolso, o controle do défice) alegam que estamos em crise porque o mundo também está. Pois é, mas essa ( a crise mundial) é a crise que tocou a muitos: sobretudo aos desempregados e alguns empresários sérios que ainda por aí vão existindo.

Mas eu falo da crise que mexeu num sector bem determinado de portugueses, por serem obrigados a abdicar de aumentos (LEGALMENTE previstos e estatuídos!) nos seus salários, para que o governo de Sócrates pudesse financiar a “famosa – e mesquinha – política de controle do défice”. E esta politica vingou, como vingou, enquanto a crise de fora ( que estava cá dentro) não se desmascarou.

E, não venham agora dizer que Sócrates não tem culpa na crise, quando, também em Portugal, se revelaram as causas da dita:  nada mais nada menos que as “chulices”, até há pouco, encapotadas, dos déspotas político-financeiros que se/nos vão governando.

A crise que muitos portugueses começaram a sentir, logo que este “primeiro ministro” abriu as hostilidades, enveredando por uma autêntica “política de rapina” do funcionalismo público. A crise  que Jorge Sampaio “promoveu” aniquilando um governo que ninguém sabe como seria, se o deixassem governar, dando lugar a esta desgraça de  governo  maioritário – e, devido a isso, intocável – de Sócrates.

Só espero é que ela – a crise – “morra” de vez, com a “morte política” do actual “primeiro ministro” ( assim, com letra minúscula, devido ao tamanho da sua execrável  e manhosa política do défice).

O melhor primeiro ministro de sempre?

Só se for na arte de “bem- falar-no-Parlamento” e  de “bem-mentir-aos-portugueses”.

Cunha Ribeiro

Tremor

Onde é que anda um zorrinho quando precisamos dele? Ou mesmo um magalhães, mas o josé que se for um dos azulinhos então é que isto não anda nada…

Patético.

Sócrates: «Dizem muito mal de mim na blogosfera»

Encontro com bloggers foi um fiasco na Internet.
Pouco passava das 17h30 quando José Sócrates entrou na LXFactory, em Alcântara, Lisboa, para se encontrar com vários bloggers portugueses. A «reunião» devia ter sido seguida na Internet, através do site www.socrates2009.pt, mas a transmissão correu mal e ninguém conseguiu assistir online.

«Disseram-me que dizem muito mal de mim na blogosfera e vim ver se isso era verdade. Isso não é bem assim», comentou o primeiro-ministro.

Para Sócrates, os bloggers «fazem o possível por transformar a liberdade dos seus blogues numa liberdade respeitosa».

Mas alguém esperava outra coisa?

Fenprof promete contestação no início do ano lectivo e ministério critica sindicato

A Fenprof disse hoje esperar um início de ano lectivo “conturbado”, marcado por “muita contestação” e trabalho por uma “revisão séria” do Estatuto da Carreira Docente, enquanto o Ministério da Educação critica posição “lamentável” do sindicato.

FictionPolitics

Se a Atlantic é assumidamente sobre ficção e nesse particular apresenta uma ementa quase inigualável de autores, a Politics é sobre aquela área da política que a faz transcender a ficção. Visitar o site pode ajudar a compreender tudo o que envolve uma moderna campanha política e desmontar aquilo que por cá começa a tentar instalar-se. Os anúncios, pelo menos na edição em papel, a empresas cujo único negócio é arranjar eleitores por todas as formas e métodos (de estudos a assédios telefónicos) é algo que nos demonstra até que ponto por cá estamos a trilhar um caminho já experimentado algures.

Diz-se hoje no DN que os partidos tomaram de assalto a blogosfera. Tudo porque primeiro o PS, depois do PSD e agora o CDS decidiram criar – ou alguém criou por eles porque acredito que Sócrates, Ferreira Leite e Portas desmentirão terem sido eles a convidar seja quem for para o que quer que seja – blogues colectivos para defender os seus projectos de assalto – esse sim! – ao poder.

A iniciativa tem partes interessantesabrir o debate político e aprofundá-lo sem as limitações de tempo e espaço dos OCS convencionais – mas também outras que se percebe serem meramente instrumentais – afinal os blogues ficarão depois do final de Setembro? será que isto não se tornará um pingue-pongue em circuito fechado (o que parece ser o caso de muitos posts, mais entretidos nas picardias pessoais do que em qualquer debate de pontos de vista)? os autores destes blogues querem debater mesmo ideias ou disputar cargos de assessoria?, etc, etc.

Alguns analistas acham que a ideia tem fraco impacto na opinião pública:

António Costa Pinto, em declarações ao DN, considera que este veículo “realiza alguma comunicação política, claramente complementar aos media e apela a uma imagem de modernidade feita por um grupo mais elitista mas relativamente fechado”. Neste contexto, outra tendência pode ficar registada. A fraca influência exercida no “eleitor comum” . “São um sítio de combate político mas residual na influência que têm junto do eleitorado”, explica Pedro Marques Lopes, comentador político.

Esquecem-se que eles sim, quer António Costa Pinto, quer Pedro Marques Lopes, têm uma influência mínima no eleitorado, mesmo com aparições televisivas. No caso de Costa Pinto, a influência seria mais na esfera da narcolepsia, o que só serviria para aumentar a abstenção, tão maviosas e inócuas são a sua voz e análises políticas.

Ainda no espírito desta moda – e desenvolvendo algo feito por Paulo Rangel nas europeias – o moderno José Sócrates estará daqui a poucas horas numa coisa a que chamaram BlogConf. No Fliscorno desmonta-se aquilo que não passa de uma farsa, de um evento hiper-controlado, onde nada e/ou ninguém pode sair do caminho estreito que lhes é apresentado.

Assim não vale a pena.


Esta negociação já mesmo em final de mandato, revendo um Estatuto aprovado há dois anos e meio de forma a consolidar medidas de que os docentes discordam radicalmente, parece apenas uma forma de condicionar a acção de um próximo governo.

Ministério e sindicatos voltam a debater revisão do Estatuto da Carreira Docente

Sindicatos de professores e Ministério da Educação (ME) reúnem hoje e terça-feira com o objectivo de terminar a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD).

As organizações sindicais pediram a revisão do ECD tendo em vista acabar com a divisão da carreira em duas categorias hierarquizadas, o limite de vagas no acesso à segunda e mais elevada (professor titular) e a existência de quotas para atribuição das classificações de mérito (Muito Bom e Excelente) no âmbito da avaliação de desempenho.

No entanto, o Governo recusou-se a abdicar daqueles «princípios», que sempre considerou «fundamentais», tendo introduzindo alguns ajustamentos que no seu entender permitem condições de progressão na carreira «mais favoráveis» para os docentes.

A proposta ministerial fica novamente aqui: ECD – Proj Alt 23.07.2009.

Despedimento “antecipado” para docentes

Grupo GPS acusado de obrigar à assinatura de contratos e cartas de rescisão em simultâneo. Director desmente

O Grupo GPS Educação e Formação, com mais de 20 escolas, exige aos professores cartas de despedimento no início de cada ano lectivo. Docentes falam de um ‘polvo’ de ilegalidades e terror. Director desmente tudo, mas PJ confirma investigações.

A 31 de Agosto, muitos serão os professores das mais de 20 escolas e colégios do Grupo GPS Educação e Formação, com sede no Louriçal, concelho de Pombal, que poderão cessar o contrato. Não por serem dispensados, mas porque os próprios foram obrigados a assinar uma carta de despedimento no início do ano lectivo, ao mesmo tempo que assinavam ou renovavam contrato, mesmo quando já lá leccionam há anos suficientes para fazerem parte dos quadros das escolas.

António José Calvete, director do Grupo GPS, nega as acusações, remetendo alguma turbulência para um conjunto de professores da Escola Profissional da Figueira da Foz que estão a ser confrontados com o facto de não poderem continuar a leccionar por falta de habilitações específicas.

A Polícia Judiciária (PJ) confirma investigações – não directamente relacionadas com os referidos contratos com docentes – de alegadas irregularidades relacionadas com os crimes de fraude e desvio de subsídios. O Sindicato de Professores da Região Centro (SPRC) confirma denúncias, mas por medo de represálias e de perder o emprego, ano a ano, os professores não dão oficialmente a cara nem deixam que o gabinete jurídico actue.

Contextualizando:

O presidente do Conselho de Administração do Grupo GPS, António Calvete, enquadrou o Colégio Internacional de Paços de Ferreira na vontade da comunidade pacense “em dar um passo qualitativo na construção de uma cidade educadora” e recordou que todas as escolas e colégios do Grupo GPS estão certificadas de acordo com a norma ISSO 9001.
A GPS foi constituída juridicamente em Novembro de 2003. Agregando inicialmente escolas dos distritos de Leiria (o Instituto D.João V, o Colégio Dr. Luís Pereira da Costa, o Instituto Vasco da Gama e o Colégio de São Mamede), de Coimbra (o Instituto de Almalaguês, o Colégio de Quiaios) e de Santarém (Colégio Infante Santo), hoje integram já este grupo vinte e três colégios e oito escolas profissionais, correspondendo a mais de dez mil alunos distribuídos pelos diferentes ciclos de Ensino. O Grupo GPS assume a relevância do maior grupo empresarial na área do Ensino Particular não Superior, apresentando uma estrutura profissionalizada ao nível de gestão financeira e pedagógica de todas essas unidades. O grupo conta com a colaboração dos ex-Secretários de Estado de Educação, Professor Domingues Fernandes e Professor José Manuel Canavarro. A GPS – Serviços e a GPS – Imobiliário são os dois outros vectores de investimento do grupo.

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