Agora expliquem-me lá uma coisa… Se as discrepâncias entre os dois simplex e o que está no ECD são resultantes da especificidade de um regime transitório (e já lá vão dois), como é que ficamos em matéria do anunciado simplex3? Novamente com discrepâncias?
Sócrates admite que existem “discrepâncias” nos decretos sobre avaliação dos professores
Julho 31, 2009 at 11:08 pm
Sexta-feira, Julho 31, 2009
UM PAÍS COM MENOS PARASITAS-PS
Tanto o tripé ministerial como o seu mentor, Sócrates, fizeram dos factos consumados, com os quais torturaram a realidade e os seus intérpretes docentes, uma regra que trucida a Lei as vezes que for preciso, a frio, sem cuspo, até entrar. Isto poderá desencadear o desmoronamento do edifício precário e totalitarizante subjacente ao chamado novo Estatuto da Carreira Docente. Se o Supremo Demagogo e Manipulador se determinassem com o mesmo ímpeto foleiro a vergastar as parasitagens na Administração Pública, muito lucraria o País, mas não. Pelo contrário. A Parasitagem Política está bem como está. Os professores é que podem ser metidos no colete de forças de uma avaliação com quotas rígidas e critérios de mixórdia e introduzidos ao Torcionário Mundo Desmotivacional de Kafka, assim como os alunos ao Paraíso do Facilitismo. é muito por isto que as Sociopatias Ilegalitárias a que se entregou com furor este XVII Governo Constitucional contra os docentes terão no voto popular uma oportunidade de ouro para serem vingadas e corrigidas, uma vez que se foi longe de mais num inaudito vandalizar dos profissionais do Ensino, tratados como lixo, como lastro, como escória. Não será impunemente que este simpático sociopata ou socioganso se arrogará ter alcançado em quatro anos e meio uma Escola Pública, «com menos professores e melhores resultados». Tudo o que for devidamente torturado apresenta os resultados que o burocrata louco, e seus acólitos ensandecidos, quiserem: «Estas “discrepâncias” estiveram na base de um pedido de inconstitucionalidade apresentado ao TC por um grupo de deputados de todos os partidos, à excepção do PS, por poder estar em causa uma violação do “princípio da legalidade”, já que uma lei superior (o decreto-lei que aprovou o ECD) foi alterada por outra de natureza inferior (decreto regulamentar).»
http://joshuaquim7.blogspot.com/2009/07/um-pais-com-menos-parasitas-ps.html
Julho 31, 2009 at 11:10 pm
Tudo lhe é permitido, pq vivemos num país da treta!
Julho 31, 2009 at 11:12 pm
Avaliação: Fenprof «estranha» recusa de TC em fiscalizar diploma
Tribunal Constitucional diz que «decidiu não tomar conhecimento do pedido»
A Fenprof (Federação Nacional dos Professores) garante que vai continuar a lutar contra o actual modelo de avaliação, mesmo depois da recusa por parte do Tribunal Constitucional (TC) em fiscalizar o diploma que simplificou o processo, algo descrito pela federação como uma decisão «estranha».
O pedido de análise da constitucionalidade de alguns artigos do decreto foi feito por um grupo de deputados da Assembleia da República. Mas o TC deu conta que «decidiu não tomar conhecimento do pedido», justificando que «não lhe compete, no âmbito da fiscalização sucessiva abstracta, conhecer de eventuais vícios de desconformidade entre regulamentos e actos legislativos, que são vício de ilegalidade».
«Estamos naturalmente satisfeitos. Isto clarifica que não existe nenhuma inconstitucionalidade e ilegalidade na questão da avaliação dos professores, como foi colocado em causa por sindicatos e alguns partidos», disse à Lusa o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos.
Uma visão diferente tem a Fenprof, que, citada pela Lusa, descreve como «abusiva» a interpretação do governante, por considerar que a recusa do TC significa apenas que o tribunal «não aceitou apreciá-lo [o diploma que simplifica a avaliação dos professores] e, sobre ele, tomar uma posição».
«Se fossemos tentados a fazer o que faz o Ministério da Educação, até poderíamos ser levados a concluir que o TC não quis tomar uma posição que contrariasse os interesses do Governo depois de, na mesma reunião, ter decidido contrariar a sua posição a propósito do Estatuto da R. A. Açores», afirma a federação, adiantando, contudo, que «o problema é de tal ordem grave que se justificava, sem qualquer dúvida, um pronunciamento do TC».
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/tc-fenprof-professores-avaliacao/1079410-4071.html
Julho 31, 2009 at 11:14 pm
Já agora, se quiserem dar uma “vistinha de olhos”:
http://www.socrates2009.pt/Conteudos/Noticias/Programa-do-Partido-Socialista/Programa_de_Governo_do_PS.aspx
Julho 31, 2009 at 11:16 pm
nasceram esta semana, três ninhadas de gatas vadias no meu jardim!!!
Vou chamar discrepâncias aos
4,
3,
3, gatos que nasceram
e que eu não quero, o meu piqueno tem asma…
restam 3 piquenos no cesto da lenha!!!!
Os outros, as mães mudaram-lhes o endereço!!
assim é este governo um saco de gatos discrepantes……
prometem, prometem mas depois ficam 3 “gatos pingados”
Julho 31, 2009 at 11:16 pm
Isto é assim: TC contraria PS quanto ao Estatuto dos Açores. Ora, quer lá saber dos “zecos” e dos problemas que possam causar ao Governo.
Julho 31, 2009 at 11:19 pm
O futuro segundo o PS:
“Na educação básica e secundária, o próximo mandato será de consolidação e aprofundamento” in Programa Eleitoral
Julho 31, 2009 at 11:20 pm
Como disse um grande poeta português..
Não lamentes, oh Nise, o teu estado;
p*** tem sido muita gente boa;
Putíssimas fidalgas tem Lisboa
Milhões de vezes p***s têm reinado:
Dido foi p***, e p*** d’um soldado;
Cleópatra por p*** alcança a coroa;
Tu, Lucrécia, com toda a tua proa,
O teu cono não passa por honrado:
Essa da Rússia imperatriz famosa,
Que inda há pouco morreu (diz a gazeta)
Entre mil porras expirou vaidosa:
Todas no mundo dão a sua greta:
Não fiques pois, oh Nise, duvidosa
Que isto de virgo e honra é tudo peta.
Até Setembro…
Julho 31, 2009 at 11:20 pm
Ainda do mesmo e para terminar com as citações:
“E o quinto objectivo é valorizar o trabalho e a profissão docente”
Julho 31, 2009 at 11:22 pm
“O governo pergunta:
- Bem… isso é a questão do Açores: tem que ser – azar!, então e a questão da Avaliação dos Professores que é a situação que nos preocupa?
Alguém do TC responde:
- Bem… a situação está preta – analisámos e se vamos para a frente isto arrasa com o Governo…
Seguidamente alguém do Governo pergunta…:
“E não dá para esquecerem…entenda…não estou a sugerir nada…: não analisarem, por exemplo…”
E alguém do TC responde:
“Tudo bem, favores pagam-se com favores, isso consegue-se desenrascar…”
Julho 31, 2009 at 11:25 pm
Consolidação e aprofundamento? Estou ansiosa pela chegada do dia 27 de Setembro.
Julho 31, 2009 at 11:27 pm
Já agora por falar em discrepâncias, agradecia a um “constitucionalista” daqui do sítio que me interpretasse aqui isto:
http://arlindovsky.wordpress.com/2009/07/31/qual-o-mecanismo-de-colocacao-pelas-dacl/
Julho 31, 2009 at 11:31 pm
Sexta-feira, 31 de Julho de 2009
E ninguém chumba o Tribunal Constitucional?
- Obrigadinho pá! Agora vai lá de férias! E quando voltares ainda te arranjo aí mais qualquer coisa para cortar na autonomia. Sabes que nunca engoli muito bem essa coisa da autonomia. Não bate bem comigo, que queres que te diga?
O Tribunal Constitucional na sua “babugem centralista”, numa expressão de Carlos César, chumbou mais algumas normas do Estatuto dos Açores.
Mas este Estatuto, embora depenado, não está morto e enterrado.
Segundo Jorge Miranda o Estatuto dos Açores pode aplicar-se sem as normas inconstitucionais
E antes das férias os juízes do TC ainda tiveram tempo para mais uma:
Chumbaram também o casamento gay.
Já quanto à avaliação de professores o TC “decidiu não tomar conhecimento do pedido” de alguns deputados !?
Como é que se decide “não tomar conhecimento”?
E ninguém chumba o TC?
http://fiatluxcarpediem.blogspot.com/2009/07/e-ninguem-chumba-o-tribunal.html
Julho 31, 2009 at 11:34 pm
“(…) Uma Resposta to “Tribunal Constitucional ‘tava ocupado…”
1.
Claro que ‘tava ocupado. Isto estava tudo nos “Outros assuntos”, primeiro os gays e depois os zecos. Aos gays dizemos não e aos zecos nem respondemos que os gajos já estão habituados.
Vamos embora que eu tenho o Jarbas à minha espera para ir jogar golfe pró Allgarve
http://topodacarreira.wordpress.com/2009/07/31/tribunal-constitucional-tava-ocupado/
Julho 31, 2009 at 11:39 pm
Agora é que Sócrates entala os críticos que, de cabeça perdida, vão começar a defender o complicadex.
Julho 31, 2009 at 11:58 pm
Livresco .
Para mim o Livresco é uma lufada de ar fresco !ADORO-O.
Agosto 1, 2009 at 12:20 am
Sócrates admite existirem discrepâncias?
Mas…se ele admite…é suposto que elas não existam!
O problema é que existem mesmo!
Não me digam que o homenzinho, agora que viu um lobo a sério, anda a gritar “aqui d’el rei”!
Acudimos dia 27!
Agosto 1, 2009 at 12:23 am
A deturpação a seu favor que o VLemos fez da razão apresentada pelo TC é prova do seu total desnorte. O TC nem sequer apreciou, e o pilantra disse logo que não há nada de ilegal nem inconstitucional. Espertezas psianas…
Agosto 1, 2009 at 12:25 am
Dia 27 vamos mostrar-lhe com quantos votos se faz uma discrepância
Agosto 1, 2009 at 12:25 am
Se e quando eu for apanhado em excesso de velocidade, vou defender-me perante a polícia da mesma forma que o Sócrates:
- Ó sr. polícia, eu ia a cometer uma infracção, com direito a multa?! Olhe que não… olhe que não.. isto era apenas uma ligeira discrepância entre a velocidade a que ia e aquela que a Lei permite! E sabe que mais? É uma discrepância temporária… que eu cá não ando sempre “a mais”, pois costumo respeitar a lei!
A seguir entrego-lhe uma fotocópia da notícia do Público. O polícia até me vai pedir desculpa…
Agosto 1, 2009 at 12:36 am
Um dos sinais dos tempos modernaços em que vivemos é que, todos os dias, velhinhas palavras nossas conhecidas adquirem novos significados, por vezes opostos ao que tinham até ontem. E a intenção comunicativa essa, então!…
Agosto 1, 2009 at 12:37 am
Descupem lá!
Numa terra com poucos recursos só “mama” quem faz pela vida!
Digo sempre nós…
Faço a seguinte pergunta
Imaginemos que o BE ganha as eleições e só tem 10 dinheiros para dividir por zecos e pelos médicos. Acham que o BE vai dar 5 dinheiros aos médicos e 5 dinheiros aos professores. O BE dará mais dinheiro àquele que demonstrará mais força: os medicos.
Numa sociedade o preço do trabalho depende do mercado e depende da força reinvindicativa. Não temos uma coisa nem outra. Há excesso de professores e a nossa força reinvindicativa é quase nula.
Só não é nula porque ainda existem um punhado de românticos como nós!
Agosto 1, 2009 at 12:37 am
existe
Agosto 1, 2009 at 12:42 am
Imaginai que cada um de vós é o PM.
Se tivessem que cortar nas despesas com funcionários a quem cortariam mais depressa?
Aos médicos?
Aos Juízes?
Aos funcionários das finanças?
Ao exército?
Aos professores do ensino superior?
ou
Aos zecos?
Agosto 1, 2009 at 12:43 am
#16. Obrigado: faço por manter as hostes animadas!
Neste momento ando a arrumar papel e tenho uma gata com 2 meses a “brincar” com a papelada…enfim…
Agosto 1, 2009 at 12:44 am
#24. Pedro mas o José vai com os porcos…
Agosto 1, 2009 at 1:07 am
Antes dizia-se “roubos”; agora diz-se “desvios”. Antes dizia-se “criado”; agora diz-se “empregado doméstico”; antes dizia-se “ilegalidades”; agora diz-se… “discrepâncias”! Não é tão giro? E de discrepância em discrepância… vai este PS para a tumba, já em Setembro! É no dia 27! Apontem aí, não vá acontecer dois ou três de vós esquecerem-se!
!
Agosto 1, 2009 at 2:32 am
“Mas Então As Discrepâncias São Para Ficar?”
São. Mas transitoriamente. Falta (apenas) determinar a duração do período transitório. Determinação essa, eventualmente… transitória.
Agosto 1, 2009 at 10:27 am
A líder do PSD fala numa separação clara entre o Estado e o plano da actividade empresarial. Para, diz ela, urge promover uma concorrência transparente e saudável. Isto é o conjunto vazio. Porque fica-se sem saber, mas infere-se como provável, se o PSD pretende privatizar a Caixa Geral de Depósitos, a TAP, a ANA, a RTP, os hospitais, as escolas e as universidades públicas. Em todos estes domínios temos empresas que concorrem com privados. Se a ideia é eliminar essa concorrência, suponho que a privatização seria geral? Mas para não ser eu a adivinhar, seria interessante que o PSD esclarecesse.
Agosto 1, 2009 at 11:48 am
Claro que são para ficar, as discrepâncias. Agosto está aí, o pessoal quer é férias e o TC não quis colocar dificuldades ao governo em vésperas do ciclo eleitoral que se aproxima.
Fiquei pasmo com a decisão do tribunal. E coloco-me a seguinte questão: Se não é o TC quem tem que tomar conhecimento e decidir sobre a matéria em questão então quem é?! Sim, porque alguém haverá que tem a seu cargo esclarecer as questões colocadas pelos signatários parlamentares do pedido de fiscalização sucessiva da constitucionalidade que é o mesmo que dizer, a meu ver, da sua legalidade.
Se há uma ilegalidade tem que ser detectada por quem de direito e de imediato corrigida. Ou será que somos já uma república de bananas?
E já dou de barato as bocas infelizes do tresloucado VL que viu na decisão do TC uma coisa que mais ninguém viu. Para este pobre de Deus, os fins justificam os meios. Uma decisão de não tomada de conhecimento significa, para a eminência, uma decisão favorável de conformidade legal e constitucional. Não há demagogia mais alarve que esta.
Seja como for, o que nesta fase comanda a vida é o ciclo eleitoral que se avizinha. Já nada se pode conceber a leste deste facto. E se o PS ganhar, mesmo assim, as eleições, governará sozinho, em campanha eleitoral, o tempo suficiente até provocar a queda do governo a e marcação de eleições antecipadas, na tentativa de reeditar a maioria absoluta.
Se, por outro lado, ganhar o PSD, teremos uma coligação com o CDS para se formar governo e assegurar uma legislatura estável e completa.
Então, que queremos nós, os professores? Qual das situações, objectivamente, nos interessa mais?
Eu penso que, na campanha para as legislativas, sindicatos e movimentos de professores, devem forçar os partidos a comprometerem-se publicamente sobre as questões fundamentais que por estes dias tolhem a vida dos professores: ECD e ADD.
Votar nos pequenos partidos, á direita e ou à esquerda, pode ser uma boa estratégia para garantir o seu crescimento e a não obtenção de maioria absoluta por qualquer dos partidos do centrão. Votar massivamente no PSD pode também ser uma estratégia, desde que se tenha o cuidado de não estar a contribuir para uma maioria absoluta ( ou quase) diferente apenas na cor.
A mim importa-me, acima de tudo, que o PS seja derrotado e afastado do poder. Se conseguir isso, garantindo simultaneamente o crescimento dos pequenos partidos, então ficarei satisfeitos.
Saudações
Elias
Agosto 1, 2009 at 12:51 pm
Tradução do despacho do Tribunal Constitucional:
” Não analisamos menoridades jurídicas”…