Ilusao

Os primeiros textos destas compilações têm, respectivamente, 40 (Arendt) e 10 anos (Virilio). São distantes entre si no tempo e contexto, mas não no desejo de desmontar os aparelhos comunicacionais destinados a iludir os cidadãos em questões de política (interna ou internacional), na justificação da violência e da guerra.

Arendt ainda se debruça mais sobre a palavra como meio de iludir. Virilio já mais sobre a utilização da imagem.

Seja como for, a ler com urgência nestes tempos em que a ilusão parece ter substituído quase em definitivo a realidade no mundinho do debate político.