Junho 2009


Duke Special, Sweet, Sweet Kisses

Sab25Jun09

Sábado, 25 de Junho de 2009

Arrasador.
Transcrição, para quem não visualizar bem após clicar na imagem, na Partilha do Saber.

Tudo, mas mesmo tudo, em redor deste negócio, incluindo as notícias desencontradas na aparência são do mais vergonhoso que se pode imaginar em matéria de jogadas políticas em período pré-eleitoral.

Exista o que existir, antes ou depois das eleições, com ou sem José Eduardo Moniz, com ou sem golden share na PT, com ou sem intervenção directa do Governo, com ou sem desmentidos de José Sócrates, Silva Pereira ou Santos Silva, o que é claro e objectivo é a existência de movimentações em torno da TVI – o único canal televisivo claramente desalinhado com o Governo -  num período muito sensível.

Tudo o que digam em contrário não interessa. Basta ver como as peças se movem. Basta ver os trajectos de alguns actores, desde logo  do homem das granadas.

É que não há até agora nenhum estudo, prévio ou actual, que apoie as medidas concretas do ME nesta matéria. Nem as encomendas…

Modelo português é o único em 5 países com quotas para classificações mais altas

O modelo português de avaliação dos professores é o único de entre cinco países europeus que prevê quotas para as melhores classificações, revela um estudo comparativo encomendado pelo Governo.

O relatório “Benchmark (Padrões) de Avaliação de Desempenho”, datado de 2009, foi pedido à consultora Deloitte pelo Ministério da Educação, no âmbito do processo de implementação do Modelo de Avaliação de Desempenho dos Educadores e Professores, e compara as formas de avaliação dos docentes em Portugal, França, Inglaterra, Holanda e Polónia.

“Considerando as características genéricas do modelo de avaliação, deverão destacar-se três componentes relevantes: a obrigatoriedade do processo, o avaliador e o sistema de quotização. Assim, os modelos dos diferentes países são obrigatórios, os avaliadores são elementos internos à escola (com excepção da França em que o processo é externo e não obrigatório) e apenas em Portugal é contemplado um sistema de quotização/harmonização das avaliações”, lê-se no documento.

A empresa indica que este estudo “não deve ser entendido como uma avaliação ao modelo de avaliação dos docentes do ensino público”, uma vez que não foi assumida uma “posição crítica”, mas antes uma “análise factual e objectiva” de comparação. Segundo o documento, os modelos de avaliação de desempenho de professores adoptados por estes países têm todos como princípios orientadores a qualidade do ensino, a melhoria dos resultados escolares e o desenvolvimento pessoal e profissional dos docentes.

E repare-se como os autores do estudo se refugiam ao dizer que estão a fazer uma análise factual e não uma crítica. Ora não… e se não lhes voltam a pedir mais nada?

Quanto à essência da questão, haverá a decência de admitirem que andaram a enganar a opinião pública com a fundamentação deste modelo de ADD e que mentiram (acho que é o termo certo) quanto à questão das quotas e do seu papel na excelência do ensino?

Educação: Proposta de estrutura da carreira é “inaceitável”, não haverá acordo – FNE

Ministério da Educação assume que acordo com sindicatos não é possível

Hoje deve ser a vez da Fenprof fazer as suas declarações.

Denúncia de políticas educativas

A FENPROF acaba de apresentar o Livro Negro das Políticas Educativas do17.º Governo Constitucional. Três docentes revelam o que escreveriam nesse documento.

O meu curto depoimento, incluído com rigor na peça foi o seguinte:

Na sua opinião, é ou não uma boa ideia apresentar ao país um livro negro sobre as políticas do Ministério da Educação? Por que razão?

É uma boa ideia, em especial se incorporar nesse livro propostas alternativas para as políticas criticadas e não apenas a sensação que se pretende manter tudo inalterado.
É essencial demonstrar os erros feitos durante este mandato, na sequência de outros, em matéria de Educação, mas existe igualmente a obrigação de apresentar propostas melhores do que aquelas que têm sido colocadas em prática.

Se pudesse colaborar, qual a política que escolheria para colocar nesse livro negro? E porquê?

Escolheria a política de reestruturação da carreira docente, de acordo com uma lógica completamente diversa daquela que está presente no actual Estatuto da Carreira Docente, substituindo uma hierarquização horizontal, com estrangulamentos artificiais na progressão, por uma estrutura de diferenciação funcional vertical, mas sempre com a docência como traço comum ao ofício e profissão de ser professor(a) e/ou educador(a)..

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Minas de feldspato em Vila Nova de Paiva. Foto da Helena Caseiro

Michael Jackson, Don’t Stop Till You Get Enough (o vídeo original não dá para usar…)

Aparentemente já era suficiente para ele…

Caro P. Guinote

Na sequência dum despacho que o secretário de estado se preparava para mandar para as escolas,
pondo em causa a plena participação dos profs. de emrc nas escolas (com direitos e deveres) venho agora dar-lhe contade que um novo despacho foi enviado mas com mensagem contrária àquela que estava prevista no “despacho original” e reiterando a igualdade de direitos e deveres de todos os docentes, incluindo os de emrc, obviamente.
Acho que não quiseram comprar mais esta guerra. Porque será?
Com consideração
José A. V.

EMRC Informação

Docentes de EMRC

Já foi enviado para as escolas de todo o País o Despacho do Secretário de Estado da Educação com os devidos esclarecimentos acerca da disciplina de EMRC.

De acordo com o n.º 3, do art.º 10.º do Despacho n.º 19117/2008, de 17 de Julho, as horas do 1.º ciclo podem ser incluídas no semanário-horário dos professores do 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário.
Do mesmo modo o Despacho preconiza, com toda a legalidade, que os docentes de EMRC ”pertencentes aos quadros ou contratados, fazem parte do corpo docente dos estabelecimentos de ensino, sendo-lhes consequentemente aplicável o conjunto de direitos e deveres que incidem sobre os docentes dos restantes grupos disciplinares, como previsto no nº 2 do artº 5º do Decreto-Lei nº 323/83, de 5 de Julho”. Desta forma, continua o documento, os docentes de EMRC estão ”sujeitos às regras em vigor para todos os docentes, designadamente no que se refere à distribuição do serviço docente e ao cumprimento do semanário-horário, podendo ser-lhes atribuídos cargos, funções, áreas curriculares não disciplinares ou outras disciplinas para que se encontrem legalmente habilitados, em igualdade de circunstâncias com os demais docentes”.

Este despacho vem sanar o diferendo entre os docentes de EMRC e o Ministério da Educação quando, este último, enviou às escolas um despacho que colocava à parte os docentes de EMRC em relação aos demais professores.

Em anexo encontra-se o despacho. »

  • Ficheiro em anexo para download.
  • A notícia de que um especialista americano apontou Portugal como um farol da humanidade a «repensar a educação» causou alguma comoção ao longo do dia de hoje. Neste momento, 17 blogues ligam para a notícia do Público a esse respeito e eu vou fazer a 18ª ligação num exemplo notável de provincianismo.

    Alguém acha que nos Estados Unidos o New York Times fizesse parangonas com um texto de um João Rendeiro ou de um qualquer dos nossos (inexistentes) gurus em matéria de gestão organizacional apontando os EUA como farol da Humanidade fosse no que fosse?

    Vamos lá analisar a questão com mais pormenor, tendo o cuidado de fazer a ligação para o texto original e um breve perfil wikipédico do autor.

    • Antes de mais, Don Tapscott  é especialista em quê, exactamente? Ao que parece faz parte daquele lote de brilhantes teóricos que escrevem livros para enriquecer sobre como enriquecer. Não é bem assim, mas quase, pois parece que o homem até fez uns estudos com valentes subsídios. Mas, ainda pelo que se encontra dele na net, é capaz de tiradas visionárias como «O futuro não se adivinha. Constrói-se. Nós adultos temos de ter uma atitude positiva em relação à cultura jovem, à sua tecnologia, para evitar amanhã um choque geracional profundo». Não é por nada mas isto é daquelas frases que se devem ouvir desde os tempos do Tutmósis I, sem que seja possível deixar de concordar?
    • Em seguida, desculpem-me lá, mas alguém acha que Portugal tem muito a ensinar aos EUA em matéria de Educação, por muito mal que eles estejam? A sério que acham que o Magalhães é algo que permitisse revolucionar o ensino nos States? A sério, sério, sério?
    • Por fim, e por agora, alguém me pode dizer exactamente o que conhece Dan Tapscott sobre o nosso sistema de ensino? Leu uns artigos do Vital Moreira sobre o PREC que ele vislumbra na nossa Educação? Ou mandaram-lhe recortes de publicações do ME ou um sortido de artigos do Carlos Zorrinho? Não, fez uma visita na Primavera a uma escola portuguesa. Deve ter sido uma visita tipo-OCDE.

    Sejamos um pouco sérios nisto tudo e vamos lá admitir o quanto somos provincianos neste aspecto. Um tipo escreve um artigo apologético num site americano e é razão de notícia e frenesim por todó Portugal blogueiro e comunicacional?

    É verdade que nós pertencemos àquele lote de países em que os telejornais chegam a abrir com a notícia de termos sido notícia em telejornais estrangeiros. Já aconteceu. Muitas vezes. Em que o que interessa não é a nossa realidade, mas aquilo que dela dizem lá fora.

    Eu quero lá saber que o Tapscott escreva tiradas como a que em seguida se transcreve, se eu sei que não é assim que as coisas estão a correr?

    Here’s how it works: If you’re a teacher or a student, you can buy a laptop for 150 euros (U.S. $207). You also get a discounted rate for broadband Internet access, wired or wireless. Low income students get an even bigger discount, and connected laptops are free or virtually free for the poorest kids. For the youngest students in Grades 1 to 4, the laptop/Internet access deal is even cheaper — 50 euros for those who can pay; free for those who can’t.

    That’s only the start: Portugal has invested 400 million euros to makes sure each classroom has access to the Internet. Just about every classroom in the public system now has an interactive smart board, instead of the old fashioned blackboard.

    This means that nearly nine out of 10 students in Grades 1 to 4 have a laptop on their desk. The impact on the classroom is tremendous, as I saw this spring when I toured a classroom of seven-year-olds in a public school in Lisbon. It was the most exciting, noisy, collaborative classroom I have seen in the world.

    The teacher directed the kids to an astronomy blog with a beautiful color image of a rotating solar system on the screen. “Now,” said the teacher, “Who knows what the equinox is?”

    Nobody knew.

    “Alright, why don’t you find out?”

    The chattering began, as the children clustered together to figure out what an equinox was. Then one group lept up and waved their hands. They found it! They then proceeded to explain the idea to their classmates.

    Não seria altura de percebermos que este entusiasmo com um artigo de alguém que fez uma visita guiada a uma escola seleccionada (será que os Magalhães eram daqueles que são levados no final dos eventos?) não passa de algo próprio do terceiro-mundinho?

    A indefinição quanto à data da saída dos resultados do concurso deste ano está a deixar muita gente com os nervos à flor da pele neste período crítico das reuniões de avaliação, com todas as burocracias associadas.

    Algo que deveria ser claro – um calendário transparente para a divulgação das colocações – anda aos sacões. Há uns dias as colocações em TEIP, a breve prazo os destacamentos, quando calhar o grosso do contingente.

    O aviso de abertura é omisso nesta matéria de divulgação de resultados e o calendário disponível só contempla os prazos para as escolas e candidatos, sendo omisso quanto aos deveres do Ministério em divulgar os resultados.

    Eu sei que houve tempos em que tudo isto foi mais tarde e a más horas, mas a fanfarra tecnológica deste Governo fazia prever que desta vez o tratamento dos dados permitisse que tudo estivesse preparado em devido tempo para docentes e escolas prepararem devidamente o próximo ano lectivo.

    Em vez disso voltamos a ter um encerramento de ano lectivo com as pessoas sem saberem onde estarão no próximo ano, a cumprirem tarefas de planificação que nada garante serem do agrado dos eventuais novos recrutas, enquanto os órgãos de gestão lançam mão de quem está por conta de quem estará.

    Não me parece este o melhor método para a tal estabilidade que se afirma desejável para o corpo docente.

    Não há dia sem olhares interrogadores, com muita gente a questionar(-se) acerca da data em que saberão onde estarão no próximo ano lectivo. Com regras novas para o concurso e o risco de uma colocação pouco desejada por quatro anos, há quem esteja longe da concentração e paz de espírito essenciais nesta fase do ano. Muita irritabilidade, muita sensibilidade.

    Para quem andou dez anos como contratado e mais uma meia dúzia como QZP, as memórias da instabilidade estão demasiado próximas e vivas, embora sempre tenham sido encaradas com o necessário distanciamento para não me preocupar demais com tudo isto. E é isto que tento sempre transmitir a quem se me dirige. A vida continua sempre…

    O problema é quem deixa toldar-se o entendimento, o raciocínio e o desempenho por causa desta forma estranha do ME tratar dezenas de milhar de profissionais. Sei quanto é difícil dominar o nervoso nestas alturas, mas há que tentar ter a cabeça fria e fazer o que há a fazer. Foi o que sempre tentei.

    E descarregar em cima dos colegas não é a solução…

    A falácia do ensino público

    (…)
    5. Tenho consciência de que sou mais um a “mandar uns bitaites” sobre a educação em Portugal. Um risco enorme, quando não sou perito em “ciências da educação”, nem tão pouco domino o “eduquês”. Sou docente numa universidade pública, isto é, membro desse sistema de ensino que agora analiso, e acredito que o mercado pode fornecer em cada momento indicação sobre a qualidade dos produtos, onde incluo a “educação escolar”.

    6. Como docente, apesar de ter o privilégio de leccionar numa Instituição que recebe em cada ano a nata dos alunos que escolheram a área da Economia e da Gestão, aquilo que sinto no meu dia-a-dia – e que afecta o meu próprio desempenho como professor – é que a respectiva qualidade académica à data da entrada na universidade é deficiente e tem vindo a degradar-se com o passar dos anos. Esta percepção, que muitos dos meus colegas partilharão, pode ser ilustrada, no que à minha área de ensino respeita, por referência a dois domínios principais: i) a dificuldade que têm em dominar a língua portuguesa, na sua forma escrita e, muitas vezes, até oral. Como quem não escreve bem não consegue transmitir o que sabe e, pior ainda, tende a não perceber correctamente o que lê, o aproveitamento dos alunos ressente-se de tal facto; ii) a dificuldade que demonstram em ultrapassar os “desafios” que lhes colocamos, mesmo quando estes são incipientes. Nota-se, a este nível, uma falta endémica de empenho pessoal, que os leva a desistirem perante a mínima dificuldade – “não consigo” é a resposta imediata -, e a acomodarem-se na mediania que lhes garante que é apenas uma questão de tempo até que o diploma de curso lhes vá parar às mãos. Num contexto como este, a tendência é para que o grau de exigência do ensino evolua no mesmo sentido desse empenho, pois o aluno mediano é o “farol” que guia o docente.

    Mail chegado hoje com pedido de reserva de identidade do remetente:

    Caro Paulo Guinote:
    Como em certas escolas há directores que são “mais papistas que o Papa” e é preciso que o povo abra os olhos, venho informá-lo do seguinte:
    O agrupamento de Escolas de Vagos, cujo Director foi recém-empossado (era o Presidente do CE), apresenta uma situação caricata, de tão ridícula. Atenção que eu não sou docente da escola, mas tenho fontes seguras!
    O Senhor lá se lembrou de instituir que os docentes daquele agrupamento teriam obrigatoriamente de apresentar (entre amanhã e dia 29 ) uma “coisa” chamada DFPPD (Documentação de Fundamentação da Prática Pedagógica Docente)
    - Eis a prova:
    http://www.agrupamentovagos.com/noticias.php?page=4 (interessante ver que isto surge poucos dias depois do 1-A/2009).
    Como não conseguiu impor a entrega do Portefolio, lembrou-se de arranjar um outro nome para que os professores não entregassem “apenas” a FAA e fizessem mais um “esforçozinho” (siiiimmmm, porque nestas alturas os professores até nem andam sobrecarregados!!!!!)
    O que o senhor consegue com este tipo de atitudes, sabe o que é? Exactamente aquilo que a Ministra e seus lacaios tanto dizem querer evitar: os professores do quadro estão a tentar pôr-se a milhas, concorrendo para outras escolas. Adeus estabilidade do corpo docente!!!!
    Penso que esta matéria seria interessante para expor no seu blog, uma vez que denota tiques de poder por parte de quem deveria pugnar pelo funcionamento saudável das escolas…
    Com os melhores cumprimentos.

    Exame-Hist

    Público, 24 de Junho de 2009

    CONTRA O MODELO DE GESTÃO: UM COMBATE NECESSÁRIO

    2069a(c) Antero Valério

    Ou como uma das instituições fundamentais do regime democrático anda ao desbarato. ao menos o candidato soube manter a dignidade e não se envolver mais neste pântano:

    Jorge Miranda retira candidatura, desiludido com disciplina partidária e com PSD

    O constitucionalista Jorge Miranda, nome avançado pelo Partido Socialista para o cargo de provedor da Justiça, retirou “completamente” a sua candidatura ao cargo quando foi imposta “a disciplina partidária”, afirmou o próprio catedrático à revista “Visão” desta semana.

    “Retiro, completamente (a candidatura). Estão marcadas novas eleições no Parlamento, para 3 ou para 10 de Julho, e eu não comparecerei. Já transmiti ao Partido Socialista que não estou disposto a ser candidato”, afirma Jorge Miranda.

    “Lamento é que, havendo voto secreto, com o objectivo de garantir a liberdade dos deputados, funcione, afinal, a disciplina partidária. São estas realidades que enfraquecem a instituição parlamentar. Foi então que decidi não me submeter a uma terceira votação”, diz ainda Jorge Miranda.

    BCP: 5 ex-administradores de topo acusados pelo MP

    Cinco ex-administradores do BCP foram acusados pelo Ministério Público de “crimes que terão provocado um prejuízo de 600 milhões de euros ao banco e de terem recebido indevidamente 24 milhões de euros”, segundo o sítio do Expresso.

    Jorge Jardim Gonçalves, Cristopher Beck, Filipe Pinhal, Castro Henriques e António Rodrigues são acusados de manipulação de mercado, falsificação da contabilidade e burla qualificada.

    De acordo com o semanário, “durante oito anos, entre 1999 e 2007, cinco membros do Conselho de Administração do BCP conseguiram esconder um esquema de manipulação de acções que, de acordo com a acusação do Ministério Público, provocou Euro600 milhões de prejuízo ao banco.”

    Mas estes senhores não são daqueles que certa opinião publicada e o próprio poder político apresentaram longamente como exemplos e modelos de sucesso?

    E nâo são eles dos que dizem – e se dizia – serem todos frugais e destituídos de maus vícios, muito apegados aos valores espirituais e outras coisas que tais?

    que aconteceu’ Caíram em desgraça para darem o lugar a outros?

    Um balanço de 2 anos da Sociedade da Informação

    Placebo, Wouldn’t It Be Good (o ar deliciado do Brian Molko a tocar e cantar isto demonstra até que ponto este deveria ser um velho guilty pleasure…)

    Para bom material novo, espreitar aqui.

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