Recebi um mail, reencaminhado, de um colega que defende a entrega da ficha de autoavaliação com base nos argumentos da lógica custo/benefício.

Apeteceu-me reproduzi-lo, mas depois achei melhor não, porque me poderia apetecer comentar de forma demasiado cortante.

Podem argumentar de muitas maneiras , que eu aceito como boas e legítimas. Mas com base na lógica do tostanito aforrado ou a aforrar custa-me um pouco a aceitar, porque me parece que as convicções ficam à venda por umas centenas de euros.

Tanto pior se for de alguém que depois acuse de economicistas as políticas educativas deste Governo.

Já agora, boa parte do meu dia de hoje vai passar-se a elaborar um documento a explicar porque não entregarei amanhã dita ficha e aquilo que pretendo entregar, como balanço do ano lectivo, quando as minhas actividades deste ano estiverem concluídas para efectivo balanço.