Descrição chegada por mail, com pedido de anonimato, mas identificação clara do remetente sendo possível verificar se os factos correspondem à realidade.
O caso é o seguinte:
Nesta escola [Esc. Secundária João Gonçalves Zarco, Matosinhos] o, ainda, Presidente do Conselho Executivo, José Ramos, que é membro do C.C.A.P e apoiante incondicional da directora regional e da ministra da educação , perdeu as eleições na 2º volta, apesar de todas as pressões internas e externas, nomeadamente por parte do vereador da Educação da Câmara Municipal de Matosinhos.
Tal eleição aconteceu no dia 28 de Maio. Sabe-se que a DREN pediu o envio das actas das reuniões e da documentação apenas da candidata que ganhou as eleições.
Entretanto, no passado dia 23 de Junho, o ainda Presidente anunciou, numa Reunião Geral de Professores, que tinha impugnado as eleições, no dia 17 de Junho.
Tudo isto é muito estranho por várias razões: primeira porque concorreram três candidatos e só se pede os elementos da candidata que foi eleita; segunda, porque, do que se sabe na escola, a DREN não se referiu à impugnação e os documentos foram pedidos em data anterior a 17 de Junho; terceira é a data do presumível pedido de impugnação que se estranha ser tão tardio.
As pessoas estão preocupadas porque parece haver uma intenção de criar dificuldades, quiçá, para posteriormente se invocar “superior interesse publico” e manter no lugar a pessoa que a Directora Regional e o Vereador da Educação da Câmara Municipal de Matosinhos desejavam, talvez como reconhecimento pelos serviços prestados à ministra, nomeadamente na defesa do modelo de avaliação dos professores e deste modelo de gestão que o mesmo José Ramos considera melhor e mais democrático. Há ainda a referir que a actuação por parte da DREN é idêntica à que se verifica em relação ao Agrupamento de Miragaia, onde, a eleição também não correu de acordo com o desejado pela Directora Regional.
Junho 28, 2009 at 11:13 pm
palavras para que é uma guiducha portuguesa capaz de todo o tipo de mal feitorias a educação em Portugal
Junho 28, 2009 at 11:14 pm
Conheço o José Ramos que foi um excelente PCE. Justiça lhe seja feita.
Mas José Ramos não percebeu uma coisa fundamental, é que as pessoas daquela escola ficaram saturadas com o Zé Ramos! Paciência fartaram-se!
Estive 10 anos como PCE e sei que chega uma altura em que por mais competentes que sejamos, existe um instante em que as pessoas fartam-se de terem a mesma pessoa à frente da instituição.
É como o cônjuge que, pressentindo que o parceiro há muito lhe deixou de amar, tenta tudo por tudo para salvar o casamento, gastando todo o esforço diário para lhe agradar. Só que o cônjuge já está noutra.
Ora o José´não percebeu que a Escola está noutra e em vez de sair com honra e dignidade, caminha para se tornar indesejado na Escola que tanto serviu.
Se parasse por 4 anos talvez voltaria como desejado. Assim irá ser detestado.
Junho 28, 2009 at 11:21 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/28/in-a-democracy-were-all-parts-of-the-same-body/
Pois..por vezes alguém tem de dizer ao moetro
Junho 28, 2009 at 11:22 pm
..ao morto que já morreu…mas por vezes transformam-se em zombies ou fantasmas e assombram a vida das pessoas…
Junho 28, 2009 at 11:23 pm
…pois… o poder alucina…tira o discernimento…
…e dp é cm o Sócrates…só vai perceber…qd…puff…partiu a cara…bye.bye
Junho 28, 2009 at 11:23 pm
É o poder. Muita gente agarra-se ao poder e depois parece que nem sabem fazer mais nada.
Então e dar aulas? Ele não é prof. ou já esqueceu? Claro que não.
Junho 28, 2009 at 11:27 pm
http://primeirofax.wordpress.com/2009/06/28/a-27-de-setembro/
Junho 28, 2009 at 11:28 pm
Pois na minha escola nomearam para Cap um que perdeu as eleições …depois de vários anos à frente de uma secundária vem agora para uma integrada e traz a equipa toda ou seja mais os dois que integravam a sua equipa……enfim vamos ver o que dá…
Junho 28, 2009 at 11:30 pm
Estranho não ter havido medalhas… é que em Espinho o presidente da Câmara fez questão de medalhar as 3 novas directoras releitas em 2 preparatórias e numa secundária. A outra secundária não foi ouvida nem achada porque não tocou pela mesma partitura.
Junho 28, 2009 at 11:33 pm
Ora aqui está um belo paralelismo.
Muitos preocupam-se com o facto de os professores bibliotecários ficarem sem turmas.
Mas até à data ninguém questionou o possível perder o jeito dos ex PCE ou actuais Directores.
Ou será que esses têm um dom especial que os impede perder a mão? Hum?
Junho 28, 2009 at 11:34 pm
Junho 28, 2009 at 11:39 pm
Até amanhã pessoal…
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/28/the-divine-comedy-tonight-we-fly/
Junho 28, 2009 at 11:44 pm
Elisabete, nunca se perde a mão… a não ser que nunca se tenha tido.
Junho 28, 2009 at 11:44 pm
ahahahahaha
Junho 28, 2009 at 11:49 pm
Fico doente com relatos destes.
Para onde caminha este país?
Junho 28, 2009 at 11:49 pm
Outra vez aqui colega?
Então também será válido para os professores bibliotecários e assim os colegas do post ao lado podem sossegar.
Junho 28, 2009 at 11:51 pm
Aqui na minha zona (Maia, Matosinhos, Porto, Trofa, Vila do Conde) aconteceu que a maioria dos PCE’s que foram mais papistas que a ministra ficaram órfãos do poder. Agora choram pelo leite derramado.
Valeu a pena?
Junho 28, 2009 at 11:51 pm
Pedro Castro (2)
Será que conheces assim tão bem esse senhor tão “alinhadito” com os/as montros/monstras …?
Junho 28, 2009 at 11:53 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/28/the-divine-comedy-tonight-we-fly/
Junho 28, 2009 at 11:53 pm
# 18 Anahenriques
a minha resposta está em #17.
Agora o que te posso dizer é o José Ramos era um indivíduo brilhante como gestor, não o posso negar, porque estaria a faltar à verdade. O seu alinhamento com o ME e alguma saturação foi determinante na sua derrota.
Junho 28, 2009 at 11:59 pm
#9 Xiii,o presidente da câmara esteve em Espinho? Não imaginei que ele viesse de propósito do Brasil para esse tal evento de “parabenização”…
Junho 29, 2009 at 12:04 am
Ei pá o Pedro Castro antecipou-se!
Mais do que apoiante ou não da Ministra, o que mais me interessa é o trabalho do José Ramos, e esse está à vista, a Escola João Gonçalves Zarco, antiga escola industrial, é uma das mais prestigiadas e procuradas de Matosinhos.
Penso que o que o “lixou” nesta candidatura foi ter também concorrido a Director do Garcia de Orta, no Porto, onde na 1.º volta até foi o mais votado (8 votos), mas na 2.ª volta juntaram-se contra alguém de fora.
Mais:
- A eleição foi 10-11;
- O Vereador da CM Matosinhos, professor e ex-PCE do Agrupamento de S.Mamede Infesta, é do mais competente que pode haver em matéria de educação.
E uma dúvida:
Eleições são eleições, mas a candidara vencedora tem um “projecto de intervenção” melhor para a escola?
Junho 29, 2009 at 12:05 am
Acaba por ser reconfortante estar numa escola sossegadinha, sem “casos”, em que quem já presidia se manteve, mantendo também a forma de gerir.
Parece impossível que um partido que se serve do termo “socialista” tenha implementado tal aberração.
Junho 29, 2009 at 12:10 am
Caros colegas:
Para impugnar um acto eleitoral, a legislação é muita específica e o prazo é muito curto, logo logo após o acto eleitoral, caso contrário… nada feito.
Portanto, isto a ser verdade, é mais uma facto a tornar público para a campanha eleitoral que se avizinha.
Nao votem PS.
Junho 29, 2009 at 12:14 am
Não votarei PS. Nunca votei. Foram outros professores que colocaram o PS no governo.
Junho 29, 2009 at 12:16 am
Digo, nunca votei PS.
Junho 29, 2009 at 12:17 am
E já repararam que, ao que se sabe, quem não teve opositores e, como se diz antes, se fica sossegadinho com o que tem, faz emergir um monte de gente, “inexistente” até à data, mas que avança para os conselhos gerais para controlar os directores que não quis enfrentar?
Do melhor. Porreiro, pá!
Junho 29, 2009 at 12:17 am
DA, deve haver um momento de lucidez nas nossas vidas: PERCEBER SE SOMOS OU NÃO DESEJADOS!
Junho 29, 2009 at 12:25 am
# 27, Mariazeca, as tristes estórias que surgem das eleições de directores dá para perceber que os ambientes em certas escolas estão definitivamente degradados.
Directores que foram eleitos quase exclusivamente pelos elementos exteriores às escolas irão agora defrontar um Conselho Geral em que nas reuniões só estarão professores e encarregados de educação. Os autarcas nunca mais lá colocarão os pés pois já cumpriram o seu propósito: a eleição do director. Assim vamos ter uma guerra entre professores que em nada contribuíram para a eleição do director e o próprio.
Vai ser lindo!
Junho 29, 2009 at 12:27 am
Lindo!, anda-se a discutir a adaptação às regras que se dizem combater. Vou para o meu canto.
Junho 29, 2009 at 12:30 am
# 30 Tché! Tens razão!
Foram a jogo agora não se queixem!
Junho 29, 2009 at 12:30 am
Preparam-se lutas de poder permanente em todas as escolas.
Vai ser lindo, vai!
Junho 29, 2009 at 12:32 am
Eu gostava de saber quem pára esta loucura!!!
Isto é o fim da escola … e do (des)país
É o golpe final.
Junho 29, 2009 at 12:38 am
Ana Henriques,
Até me assustei quando li: “É o golpe final”.
Acho que estamos a exagerar. Quem tem medo/receio do que aí vem? Não esquecer estes últimos 2 anos com a “história” dos O.I e P.C.E. bem afinadinhos com a Sra “menistra”. Okey? Agora é mais um “estresse” como dizem os Brasileiros.
Junho 29, 2009 at 12:43 am
Pedro, nem é isso que está em questão, só.
O ambiente já era.
Todos os jeitinhos, tricas, feitios, más formações e sacanices estão bem à tona. É um dado adquirido que a … bóia!
Enfim, resta-me aguardar Setembro…
Junho 29, 2009 at 12:46 am
Vou ouvir a música do umbigo. Boas noites.
Junho 29, 2009 at 12:48 am
Excelente advertência do JLSarmento:
A luta vai tomando forma
Julgo que este texto, organizado à volta do conceito de objecção de consciência, é representativo de um dos núcleos essenciais da estratégia a seguir pelos professores na sua luta contra a destruição do ensino e da escola pública. Os consensos vão-se formando lentamente, como não pode deixar de ser; mas por isso mesmo são mais sólidos.
Que ninguém se iluda: a luta vai ser longa e difícil, e não terminará com a derrota do PS nem com a demissão de Maria de Lurdes Rodrigues. O trio MLR, VL e JP bem pode sair de cena, mas há outro trio bem pior que está na raiz de todos os males da escola e que continuará activo se os professores não tiverem um sobressalto ético, político e deontológico que o destrua de vez: incivismo endémico, pedagogia delirante, burocracia asfixiante.
Podemos ter aliados nesta luta – ultimamente parece que os encontramos para onde quer que nos viremos – mas não nos podemos esquecer que cada um deles tem a sua própria agenda, que a qualquer momento pode deixar de intersectar a nossa.”
Junho 29, 2009 at 12:50 am
Pedro Castro tem toda a razão(#29)!
Cheguei a pensar de forma um pouco diferente, mas rendo-me incondicionalmente à sua argumentação. Este modelo de gestão trouxe para dentro das escolas o que de mais miserável tem a política. O ambiente em algumas escolas é irrespirável e vai piorar, precisamente pelas razões que o Pedro Castro refere.
Junho 29, 2009 at 12:56 am
Não há volta a dar, as escolas foram destruidas. Não fica pedra sobre pedra…é tão triste!!!
Junho 29, 2009 at 1:07 am
Apesar de algumas jogadas, nas escolas funcionou sempre o primado do trabalho com os alunos. Todos conhecemos os “grupinhos” dentro das escolas, mas não passavam disso mesmo.
Agora não. Tudo muda. Jogos de poder com interferência clara dos lobbys locais e centrais.
E um ditador(a) dentro da escola que põe e dispõe das pessoas ao sabor das instruções dos poderes a que obedece.
Quem acha que “blindou” a “sua” escola com um(a) tipo(a) menos mau, está totalmente enganado! O próprio cargo não o permite!
Junho 29, 2009 at 1:09 am
#39 Madame Godard
Há volta a dar sim. Senão para que serviu a luta dos professores?
Começar do zero, ou seja voltar qutro anos e meio atrás..e começar de NOVO!
Junho 29, 2009 at 1:13 am
Safira,
Boa. Gostei muito. Se uma pessoa não acredita que há volta a dar, vai ensandecer.
Junho 29, 2009 at 1:24 am
M. Grelha # 42
Claro que há volta a dar.
É uma chamada de atenção para os mais professores mais distrídos sobre esta questão central da arquitectura do sistema educativo.
Os burocratas têm que perder definitivamente o poder no sector da Educação em Portugal.
XÔ!
Junho 29, 2009 at 1:25 am
… E Paulo Guinote a futuro ministro da Educação de Portugal.
Junho 29, 2009 at 1:29 am
Não há nada a saber, pois nõa? O 1º passo é não votar PS. Depois o resto tem muito que se diga.Claro que se fosse para lá assim um Paulo Guinote…
Junho 29, 2009 at 1:30 am
Credo! É só erros.
digo: não
Junho 29, 2009 at 1:30 am
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
EDUARDO HENRIQUE DA SILVA CORREIA16 de Maio de 1974 a 18 de Julho de 1974
VITORINO MAGALHÃES GODINHO18 de Julho de 1974 a 30 de Setembro de 1974
VITORINO MAGALHÃES GODINHO30 de Setembro de 1974 a 29 de Novembro de 1974
VASCO DOS SANTOS GONÇALVES (interino)29 de Novembro de 1974 a 4 de Dezembro de 1974
RUI DOS SANTOS GRÁCIO (por delegação de competências)29 de Novembro de 1974 a 4 de Dezembro de 1974
MANUEL RODRIGUES DE CARVALHO4 de Dezembro de 1974 a 26 de Março de 1975
JOSÉ EMÍLIO DA SILVA26 de Março de 1975 a 10 de Setembro de 1975
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
VITOR MANUEL RODRIGUES ALVES19 de Setembro de 1975 a 23 de Julho de 1976
MÁRIO AUGUSTO SOTTOMAYOR LEAL CARDIA23 de Julho de 1976 a 23 de Janeiro de 1978
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
MÁRIO AUGUSTO SOTTOMAYOR LEAL CARDIA23 de Janeiro de 1978 a 29 de Agosto de 1978
CARLOS ALBERTO LLOYD BRAGA29 de Agosto de 1978 a 22 de Novembro de 1978
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
LUÍS FRANCISCO VALENTE DE OLIVEIRA22 de Novembro de 1978 a 7 de Julho de 1979
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
LUÍS EUGÉNIO CALDAS VEIGA DA CUNHA7 de Julho de 1979 a 3 de Janeiro de 1980
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
VITOR PEREIRA CRESPO3 de Janeiro de 1980 a 9 de Janeiro de 1981
VITOR PEREIRA CRESPO9 de Janeiro de 1981 a 4 de Setembro de 1981
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DAS UNIVERSIDADES
VITOR PEREIRA CRESPO4 de Setembro de 1981 a 12 de Junho de 1982
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
JOÃO JOSÉ RODILLES FRAÚSTO DA SILVA12 de Junho de 1982 a 9 de Junho de 1983
JOSÉ AUGUSTO SEABRA9 de Junho de 1983 a 15 de Fevereiro de 1985
JOÃO DE DEUS ROGADO SALVADOR PINHEIRO15 de Fevereiro de 1985 a 12 de Julho de 1985
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
JOÃO DE DEUS ROGADO SALVADOR PINHEIRO6 de Novembro de 1985 a 17 de Agosto de 1987
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
ROBERTO ARTUR DA LUZ CARNEIRO17 de Agosto de 1987 a 31 de Outubro de 1991
DIAMANTINO FREITAS GOMES DURÃO31 de Outubro de 1991 a 19 de Março de 1992
ANTÓNIO FERNANDO COUTO DOS SANTOS19 de Março de 1992 a 7 de Dezembro de 1993
MARIA MANUELA DIAS FERREIRA LEITE7 de Dezembro de 1993 a 28 de Outubro de 1995
EDUARDO CARREGA MARÇAL GRILO28 de Outubro de 1995 a 25 de Outubro de 1999
GUILHERME PEREIRA D’OLIVEIRA MARTINS25 de Outubro de 1999 a 14 de Setembro de 2000
AUGUSTO ERNESTO SANTOS SILVA14 de Setembro de 2000 a 3 de Julho de 2001
JÚLIO DOMINGOS PEDROSA DA LUZ DE JESUS3 de Julho de 2001 a 6 de Abril de 2002
JOSÉ DAVID GOMES JUSTINO6 de Abril de 2002 a 17 de Julho de 2004
MARIA DO CARMO FÉLIX DA COSTA SEABRA17 de Julho de 2004 a 12 de Março de 2005
MARIA DE LURDES REIS RODRIGUESDesde 12 de Março de 2005 a ?!
- EXISTE NESTA LISTA ALGUM PROFESSOR!!!?????
- NÃO! Está na hora.
Junho 29, 2009 at 1:34 am
M Grelha (46)
Está descansada que vamos sair vitoriosos.
Mas temos que manter a pressão sobre a corja!
Junho 29, 2009 at 1:34 am
Ok,oK, sosseguem que eu não sou do tipo depressivo.
O que eu queria mesmo dizer é que MLR armadilhou completamente as escolas, que destruiu tudo o que elas, ainda, tinham de bom e que vai demorar anos a corrigir os estragos.Era só isto…e isto não é nada pouco. Buaaaaaaaaa
Junho 29, 2009 at 1:34 am
Ana,
Claro que não há nunca prof nestes cargos. O optimo seria ter agora alguém que conhece bem os meandros todos e se interessasse verdadeiramente pela educação.
Junho 29, 2009 at 1:37 am
Madame G,
Está mesmo pessimista. Até parei para pensar no termo mais correcto. Eu cá tenho de pensar mais positivo ou vou para o hospital cá do sítio.
Junho 29, 2009 at 1:38 am
Se não estou em erro já tivemos 27 “creaturas” no M.E., certo? A pior ?? Quem adivinha??
Junho 29, 2009 at 1:43 am
Mª Grelha – 50
Quiseram guerra?
Agora vamos até ao fim. O inimigo já está em retirada mas não chega.
Aproveitamos e limpamos tudo.
Junho 29, 2009 at 1:46 am
Mª Grelha
Não estou pessimista, estou é a precisar urgentemente de FÉRIAS.
Junho 29, 2009 at 1:47 am
Mª Grelha – 52
Parece-me que a criatura vai ter que viver bem longe de Portugal …
Junho 29, 2009 at 1:55 am
Boa noite a todos
Junho 29, 2009 at 2:04 am
Boa noite a todos
Junho 29, 2009 at 10:39 am
Acham mesmo ser possível voltar atrás com o novo modelo de gestão das escolas?
Junho 29, 2009 at 11:01 am
http://www.youtube.com/watch?v=0WXYeM5MZso
Talvez isto explique tudo….
Junho 29, 2009 at 11:15 am
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/29/a-forca-da-ignorancia/
Junho 29, 2009 at 11:16 am
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/29/o-mundo-actual-segundo-os-monty-python/
Junho 29, 2009 at 11:29 am
Bom dia a todos!
Gostava de fazer um “suponhamos”… Se o PS perder de forma humilhante (perder só não basta, tem que ser uma derrota de querer fugir!) e tendo em conta que outros partidos já manifestaram o seu desacordo em relação à politica educativa mais destrambelhada de que há memória (pode ser só para ganhar votos, mas isso não vem ao caso) , o que é que – e aqui entra o suponhamos – poderá mudar e o que é que veio para ficar de vez?
Junho 29, 2009 at 11:58 am
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/29/a-teia-da-carlota-ups-desculpem-a-teia-da-bulimunda/
Nada..para que tudo mude é necessário que tudo fique na mesma aparentando que muda..,.
Junho 29, 2009 at 12:06 pm
Nadinha??? Mas assim ninguém vai aguentar…
Junho 29, 2009 at 12:13 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/29/girl-with-some-dark-thoughts-music-animation/
O ser humano habitua-se…habituou-se centenas de anos à escravidão…à desumanidade…à exploração sexual da mulher…à exploração do homem pelo homem…enfim somos animais de hábitos…
Inté….
Junho 29, 2009 at 1:09 pm
Em 2000, o Pedreira era presidente deste sindicato- SNESup …
E esta, hã????
“Pré-aviso de greve nos politécnicos
Acordo com sete sindicatos «foi uma farsa», diz sindicato que se auto-intitula maioritário
O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) lançou, esta segunda-feira, um pré-aviso de greve às avaliações nos institutos politécnicos a partir de 7 de Julho e que durará uma semana.
O SNESup quer, desta forma, protestar contra a proposta governamental de revisão da carreira.
Segundo o presidente do sindicato explicou à Lusa, contestam em particular o regime de transição imposto para o subsistema politécnico.
Este sindicato não assinou o acordo de revisão da carreira do Ensino Superior com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, recordou o responsável.
Gonçalo Xufre considerou mesmo que este acordo assinado por sete sindicatos, que representam uma «minoria dosdocentes», «foi uma farsa».
«Pretendemos reafirmar que estes sindicatos podem dar-se ao luxo de assinar um acordo global com o MCTES pela única e exclusiva razão de não terem nenhuma representatividade no Ensino Superior», acusou.
http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/professores-politecnicos-greve-mariano-gago-ensino-superior-tvi24/1072445-4555.html
Junho 29, 2009 at 1:12 pm
Maria (62 e 64)
A legislação tem de ser toda revogada mais que não fosse porque é tudo insconstitucional, ilegal!
Junho 29, 2009 at 1:16 pm
[...] Fonte: A educação do meu umbigo [...]
Junho 29, 2009 at 1:17 pm
POIS…ANA NESTE PAÍS O ILEGAL VALE MAIS DO QUE O LEGAL…E A FNE É A PROVA VIVA DISSO…
Junho 29, 2009 at 1:23 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/29/concurso-de-docentes-de-2009-novidades/
Junho 29, 2009 at 1:32 pm
Governo: Gestor acumula cargo com presidência do Turismo de Portugal
O ex-chefe de gabinete de José Sócrates ganhou, em 2008, como vogal do Conselho Geral e de Supervisão (CGS) da TAP 98 mil euros. Com este salário anual, referida no Mapa de Remunerações dos Órgãos Sociais, Luís Patrão, que é também presidente do Instituto de Turismo de Portugal (ITP) desde Maio de 2006, recebeu da TAP, durante 14 meses, um ordenado mensal fixo de sete mil euros, valor superior ao vencimento do próprio primeiro-ministro.
Luís Patrão acumula três cargos desde que trocou a chefia do gabinete de José Sócrates pela presidência do ITP: a par da liderança do IPT, onde terá um salário mensal de cerca de 10 mil euros, Patrão é membro do CGS da TAP e vogal da administração da ENATUR, onde não tem remuneração.
Como vogal do CGS da TAP, Patrão tem, tal como os restantes seis vogais desse órgão, um salário mensal fixo de quatro mil euros, a que acresce um ordenado mensal complementar de três mil euros por ser membro da comissão especializada de sustentabilidade e governo societário, nos termos do Estatuto Remuneratório do mandato 2006-2008. No ano passado, essa comissão fez, segundo o relatório de Sustentabilidade da TAP, cinco reuniões para tratar de assuntos da TAP, SGPS e outras tantas para abordar temas da TAP, SA. Ao todo, em 14 meses de salário, aquela comissão realizou dez reuniões, com uma taxa de participação de 91 por cento.
O CM tentou falar ontem com Luís Patrão, através do assessor de imprensa, mas tal não foi possível até ao fecho da edição.
Junho 29, 2009 at 2:06 pm
Não percebi! Se a eleição decorreu a 28 de Maio, quando é que a DRE foi informada pelo CG do resultado dessa eleição? É que a DRE tem 10 dias úteis para não homologar a dita eleição. Se tivesse sido enviado a 28 de Maio, fax ou e-mail com os resultados eleitorais, o prazo para não homologação terminava a 11 de Junho.
Seria interessante perceber se, de facto, a DRE homologou ou não a eleição, se o fez, então o recurso em contencioso é contra ela, se o não fez, o recurso “aponta o dedo” ao CG da escola. Seria também interessante saber que vício de forma ou violação legal se evoca nesta impugnação.
Junho 29, 2009 at 2:20 pm
Bulimunda #65,
200% de razão. O ser humano habitua-se a quase tudo. Nõs bem vimos nestes últimos anos nas escolas, porque alguns colegas ainda faziam mias do que aquilo que lhes era pedido. Vi colegas(?) de máquina fotográfica em punho para depois “provar as evidências” com a foto, certo?
De qualquer modo tenho esperança que pelo menos o E.C.D. seja substancialmente alterado.
Para já é: não votar P.S.
Junho 29, 2009 at 2:21 pm
digo: mais..nós
Junho 29, 2009 at 3:01 pm
VAMOS EXIGIR JÁ PARA QUE SE APLIQUE NA PRÓXIMA LEGISLATURA:
FIM DO MODELO DE GESTÃO ESCOLAR
ALTERAÇÃO DO ECD
ALTERAÇÃO DO MODELO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
VAMOS EXIGIR AINDA:
ESCOLA PÚBLICA DE QUALIDADE
EDUCAÇÃO E RESPONSABILIDADE PELOS PAIS E ENC DE EDUCAÇAO
E…
DEIXEM-NOS SER PROFESSORES.
Junho 29, 2009 at 3:05 pm
# 75
O óbvio.
Totalmente de acordo.
Junho 29, 2009 at 3:10 pm
Esperem lá mas o actual modelo escolar não nasceu do anterior governo do PSD…e a figura de Director não era imposta por concurso externo , não necessitando o mesmo de ser professor ou mesmo ligado a alguma escola..?
MAS NÓS SOMOS TÓTÓS OU QUÊ.?
Junho 29, 2009 at 4:33 pm
Hoje foram fixadas as notas na escola que o meu filho frequenta, como alguns pais foi ver.
Sabia já há algum tempo qual o resultado dele, “não aprovado”, mesmo assim ele com 12 anos já anda no 7 ºano, que mais posso pedir.
Quem defende estes alunos mais novos de outros que são repetentes, alguns duas vezes já com 15 anos que gozam e que diminuem os mais novos ao ponto de estes se desmotivarem uma vez que os próprios professores nada fazem em situações desta natureza.O meu filho, tal como muitos outros nestas situações são crianças que necessitam de mais apoio por parte das escolas de atenção especial.
A escola foi feita para todos aqueles que a querem aprender, não há o direito de meter alunos que não andam lá a fazer nada, que causam problemas nas aulas que gozam quem lecciona, batem nos professores que gozam os mais novos prejudicando o seu futuro curricular.
Estes alunos repetentes mais que duas vezes deviam ser colocados em turmas mais pequenas para ter o acompanhamento devido.
Junho 29, 2009 at 4:36 pm
Peço a quem leia este post que o comente por favor e que sejamos todos a uma só voz.
Junho 29, 2009 at 4:45 pm
Pedro #78 não se cale. Com a pedagogia permissiva e irresponsável que campeia no sistema de ensino público, e com a exclusiva preocupação deste governo com as estatísticas, começa a vigorar nas escola a lei do mais forte, a lei da selva. Denuncie o que vê, interrogue os partidos acerca do que tencionam fazer para solucionar isso. O Medina Carreira disse que, com a actual legislação, nem os melhores professores universitários (ou outros) poderiam fazer grande coisa…
Junho 29, 2009 at 4:52 pm
http://bulimunda.wordpress.com/2009/06/29/o-nao-futuro-das-criancas/
Junho 29, 2009 at 9:38 pm
Venho do Além, para confirmar o acontecido em Matosinhos, na tal Zarco, do João Gonçalves, cujas viagens de povoamento à Madeira me empolgaram tanto que, se procurarem bem e se melhor me interpretarem, vê-las-ão referidas em algumas das minhas centúrias. É verdade que a schola, de seu nome Zarco, tem sido (des)governada, nos últimos tempos, por um senhor que se imagina o Príncipe de Maquiavel, para quem, como sabemos, os fins justificam os meios. Governar (agora diz-se gerir, não é?), para esse senhor, nada mais é do que fazer cumprir as ordens, todas as ordens, por mais irracionais e descabidas que sejam, por mais que prejudiquem a qualificação e a aprendizagem dos principais ocupantes de uma schola – os discípulos (agora diz-se alunos, segundo julgo saber). Isto acontece, desde que as suas gurus ocuparam posições de poder em departamentos de governação cujas siglas são ME e DREN. E assim, tão atarefado andava o senhor, no cumprimento da sua missão que não viu como a schola se deteriorou, como o ambiente de trabalho entristeceu e perdeu o fulgor de antes. Não se pode negar, no entanto, que esta forma absolutista de reinar tem os seus adeptos. Atesto, até, que há uma corte muito próxima do Principe, capaz de dar a vida por ele. Mas o facto é que, da aplicação do novo governo, perdão, do novo modelo de gestão que ele tão radicalmente defendeu, resultou o seu afastamento. Incapaz de o aceitar, procura, agora, equilibrar-se no poder, desesperadamente.
Atentai porém, oh infelizes humanos! Com a ciência que a Eternidade me deu, posso prever, triste fim para este sr. PCE (é esta a sigla agora usada?) e para todos aqueles que não desejam, nem por ordem real, abandonar o trono que vêm ocupando há demasiado tempo. Tenho visto, por aqui, que a justiça divina não falha. Pode ser lenta, porque o Divino anda muito ocupado, mas é inevitável. Ninguém, nem mesmo, esses PCEs, vassalos feudais que renegaram aqueles que os escolheram, a troco de mais uns reais ao fim do mês (no meu tempo recebia-se à jorna), escaparão à ira do Todo Poderoso. É que essa coisa da democracia que vós apregoais agora exige alternância, não é? E quem com ferros mata….
Junho 29, 2009 at 10:40 pm
“Escola João Gonçalves Zarco, antiga escola industrial, é uma das mais prestigiadas e procuradas de Matosinhos” só se for pelos alunos dos cursos profissionais, EFAs ou CNO porque pelos outros não parece.Os alunos e EE de Matosinhos preferem outra(s) escolas.Sería melhor informarem-se pois ´parece que é uma escola de 2ª opção para quem não quer sair da localidade.
Junho 30, 2009 at 1:01 am
Em tempo de democracia, como se vê pode-se ser ditador/a, mas em tempo de fascismo é também possível ser-se democrta, só é preciso que realmente se queira, se seja firme e vertical. Só quem está em escolas como Gonçalves Zarco sabe o que é fachada e como se dá nome ao que está podre e há muito morreu. Os professores não contam, não têm nunca razão e não devem pôr cá para fora o que se passa na escola, tudo em nome da boa imagem da escola. Os espaços há muito estão degradados e sujos, os alunos fazem tudo o que lhes apetece e … tudo é escondido em prol do bom nome da escola? ou do PCE?
Junho 30, 2009 at 2:14 am
84,
Que ricas escolas. A minha não é melhor e talvez por isso eu tenha ficado muito impressionada. Revejo o filme …o que tenho é esperança que a nova gestão traga qualquer oisa de bom. Seja o que for, nada pode ser pior do que o que temos desde há uns anos (na minha escola).
Junho 30, 2009 at 7:49 am
“Agora o que te posso dizer é o José Ramos era um indivíduo brilhante como gestor, não o posso negar, porque estaria a faltar à verdade”
na outra(s) escolas os alunos pagam 2,50 euros de caução pelo cacifo durante toda a escolatidade na Escola João Gonçalves Zarco pagam 10 EUROS POR ANO.
Junho 30, 2009 at 9:31 am
J. Ramos, um bom gestor??
Porque não visitam a Escola? Vão lá ver ver como aquilo anda…
O que ele anda a gerir bem, há muito tempo, é outra coisa, não a escola…
Julho 1, 2009 at 3:40 am
Cônscio de que o meu disfarce assegurará eventuais represálias no que concerne à minha avaliação (dado que, nos moldes em que ela é feita na João Gonçalves Zarco, nem o Super-Homem alguma vez será reconhecido por verdadeiro mérito nos préstimos à humanidade), escrevo-vos aqui do “Daily Planet” para dar o testemunho verdadeiro, embora inverosímil, das ocorrências que tenho presenciado nesta escola. Além de mim, há por lá muitos super-heróis, talvez encapotados ou mesmo embotados pelo desgaste a que nenhuma maravilha deixa de soçobrar. A avaliação é a Kriptonite que basta para fazer desvanecer as minhas bem conhecidas qualidades: força sobre-humana, velocidade, resistência, invulnerabilidade, super audição, poderes extra-sensoriais e visuais, longevidade, vôo, inteligência e regeneração. Tudo devido a um meio tecnológico ainda desconhecido e que terá vindo, seguramente, de outra dimensão – José Ramos, numa lógica de tresloucado alinhamento político com o Ministério da Educação, não hesitou em fazer obedientemente o trabalho de casa e resolveu avaliar os colegas através de um programa informático indescritível, adquirido junto de um vendilhão conhecido por Fatal. Pois fatal será o dito programa informático a todos os professores da escola, dado que, no pressuposto de que todos os indicadores terão de ser quantificáveis, cada professor é avaliado ao quilo, qual fábrica de produção em série do meu velho amigo Pai-Natal. Assim, o professor Excelente terá de: completar 32 horas de formação não acreditada incluída no PAA da escola ( que não forneceu sequer metade…), elaborar e colocar à disposição no Moodle 13 materiais elaborados por si, elaborar e partilhar em Departamento ou no Centro de Recursos 21 materiais pedagógicos, etc… etc… Pouco interessa a qualidade destes “produtos”; importa é contá-los matematicamente, lunaticamente, astronomicamente! A este elenco vêm somar-se 96 condutas, repito, 96!, que o professor terá de cumprir, atendendo à sua condição particular. De qualquer forma, o professor Excelente terá, necessariamente, de: dinamizar sinergias internas e externas (!), fomentar o networking interno, produzir materiais e recursos inovadores (leia-se: recursos nunca antes utilizados por qualquer ser humano que dê aulas neste planeta e que, por isso, terão que ser como que PATENTEADOS!)… Nem o Super-Homem, pelo que se vê, será Excelente. Tanto mais que nunca lhe foi dada a conhecer a fórmula que vai ser aplicada para resolver o nó górdio de uma equação que também avalia a relação com a comunidade. Quantos apertos de mão dei ao sr. PCE durante este biénio? Penso que serão insuficientes, não terei passado suficiente lustro às iluminadas mãos deste Arquitecto do Caos.
José Ramos lavou as mãos com este programa informático – o computador que resolva! E as quotas?? Vão-se arranjando…
Com esta avaliação, nunca passarei de um Clark Kent medíocre, a menos que vista o fato só para fazer habilidades de circo. O povo gosta, os chefes também. O fato é justinho e vistoso – pouco importa o meu rasgo em atender a todas os desafios que a acções humanitárias me impõem. À cautela, vou-me escondendo atrás dos óculos, tartamudeando lugares-comuns atrás da secretária… Já que nunca alcançarei um Excelente, pode ser que me considerem bonzinho…
Julho 1, 2009 at 3:47 am
Confirmo!
Julho 1, 2009 at 3:50 am
Pois!
Julho 1, 2009 at 12:25 pm
Caro Clark
Folgo em saber que continua activo e a lutar pela Justiça e pelo Bem. Aproveite a sua imortalidade para ajudar os “professorzecos” portugueses na sua resistência contra a destruição da sua profissão e, consequentemente, da escola pública… Eu fá-lo-ia com prazer, já que, na minha vida terrena, fui uma espécie de magister. O meu dom de espreitar o futuro permitiu-me tentar abrir os olhos da Humanidade (com pouco sucesso, pelos vistos). Agora, o Divino apenas me deixa intervir em situações muito especiais e as minhas previsões continuam a cair em saco roto… Mas você não, Kent! Você continua aí em baixo, por entre os humanos e tem obrigações éticas a cumprir. Não há “fatalidade” que não possa ser superada, não há ditadura que não possa ser derrubada…
Parabéns! Continue…
Julho 1, 2009 at 5:21 pm
É lamentável que por detrás do anonimato se façam afirmações tão mentirosas como as que li na publicação desta página.
A nova Directora já foi homologada no Agrupamento de Escolas de Miragaia. Mas, quem está desocupado, e devia ir á escola e não vai, estando já a gozar férias antecipadas não tem conhecimento. Como tal, anonimamente vai fazendo passar a sua falta de carácter mentindo e tornando este espaço que deveria ser de informação, em espaços pouco credíveis.
Julho 2, 2009 at 1:24 am
Quem me dera que fossem mentiras, infelizmente o Clark Kent está a dizer a verdade.
Confirmo e reafirmo
Julho 2, 2009 at 11:54 pm
[...] under Concursos, Directores, Escolas, Perversidades Leave a Comment Este caso foi aflorado por aqui, a propósito da dualidade de critérios da DREN na forma como gere a contestação aos [...]
Julho 16, 2009 at 6:45 pm
Matosinhos, 16 de Julho de 2009
PERMITAM-ME O CONSELHO
Caríssimos
Chamo-me Joaquim, não sou professor mas convivo assiduamente com professores de várias escolas, entre elas a Escola Secundária João Gonçalves Zarco.
Admiro a grandeza da vossa escola e, por isso, permitam-me esta breve, imparcial e objectiva reflexão.
Muito se tem dito e escrito, ultimamente, sobre a eleição do futuro director desta escola. Fala quem sabe, fala quem nada sabe; escreve quem sabe, escreve quem nada sabe e, até, quem não sabemos (visto que a frontalidade não é uma característica comum a todos nós).
Não pretendo tomar partido, pretendo, sim, levar-vos (comunidade da referida escola) a reflectir um pouco sobre tudo o que se está a passar.
Actualmente, esta escola tem em exercício de funções um Conselho Geral Transitório que “se criou” a si próprio com o intuito, não de elaborar o Regulamento Interno (como era de sua (in)competência!!), mas sim de eleger a sua directora, a Sra. Professora Eugénia Ribeiro. Por alguns, tudo foi secretamente “montado”, tudo foi minuciosamente estudado para que, chegado o devido tempo, o Regulamento Interno não estivesse elaborado (tiveram quase um ano para o fazer!!!), não se procedesse à eleição do Conselho Geral Definitivo e, consequentemente, passassem eles a eleger o Director. Não considero isto jogo limpo!
Os candidatos foram “avaliados” (foram??) e, curiosamente, ou não, a candidata que não obteve a melhor avaliação venceu. Todavia, o processo eleitoral decorreu coberto de ilegalidades, o candidato Professor José Ramos impugnou e não houve homologação.
Penso que está na altura de todos vós reflectirem um pouco (permitam-me o conselho). Pensem bem no que, realmente, querem para a vossa escola. Se optarem pela mudança, então, questionem-se, mais uma vez, sobre que tipo de mudança estão a escolher, pois a candidata Professora Eugénia Ribeiro tem vindo a convidar inúmeros elementos que pertencem à equipa do ainda Presidente do Conselho Executivo. Desejar a mudança é legítimo, mas devemos pensar sempre no que virá depois dessa mudança. Cuidado!
A vossa escola, assim como muitas outras, está a atravessar um período fulcral, um período de mudança, de inovação (quer a nível do espaço físico da escola, quer a nível de novos projectos de ensino), que só vingará quando assente num forte pilar de experiência, de saber e de profissionalismo, o que, me parece, tem vindo a acontecer ao longo destes últimos anos.
Penso que este Conselho Geral Transitório está à deriva. Penso que não tem condições para continuar a exercer qualquer função. Penso que está na hora de se reorganizarem, de enfrentarem uma eleição justa, legítima, legal, avançando, pois, para a eleição do Conselho Geral Definitivo, que, por sua vez, (e esse, sim, com toda a legitimidade) elegerá o/a vosso/a director(a). Se, ainda assim, também não forem capazes de promover a eleição do Conselho Geral Definitivo (e reconhecer as nossas falhas não é sinal de fraqueza), então, peçam a intervenção de algum órgão superior que vos orientará nesta acção tão importante para a escola.
Lembrem-se: a escola não é só de alguns; ela é de todos os que lá trabalham, ela é de todos os que lá estudam e que, ao longo dos anos, com todo o mérito e dedicação, levaram a que se lhe atribuísse uma imagem de prestígio, valor e credibilidade, o que, actualmente, perante a incompetência da maioria dos elementos deste Conselho Geral Transitório, começa a ser posto em causa (até porque os que falharam fazem questão de o trazer a praça pública).
Fiquem bem!
Julho 17, 2009 at 12:14 am
Boa noite a todos
Pelo muito que posso ler nestas paginas, acho que devo deixar aqui uma observação sobre a situação levantada (porque muitos escrevem e nada dizem).
Fui professor na escola aqui em causa e do presidente do CE “tão badalado”, posso afirmar que sempre foi durante o meu contrato uma pessoa acessível e prestável.
Não fiquei com a imagem que por aqui tentam pintar, antes pelo contrário.
Não quero acreditar que ponham razões e interesses pessoais neste tipo de comentários. Não tomem as medidas e atitudes do CE como promoção e arrogância porque de certeza que os CE(s) tomam sempre medidas com a intenção de melhorar o ensino e as condições de trabalho da comunidade escolar. Aqui lembro-me da minha coordenadora Celeste que diz “podem não gostar de mim, mas comigo só conseguem trabalhar aqueles que colocam os interesses e bom desempenho dos alunos como objectivo principal”.
Por tudo isto e porque somos todos professores parece por vezes que não lutamos pelo mesmo objectivo.
Penso que devemos dar os parabéns ao CE da escola João G. Zarco pela obra realizada e pela transformação que operou na escola ao longo destes anos e lembrem-se que vão ficar com uma escola completamente nova. Por último, acho que os responsáveis pelo projecto deviam de ter a oportunidade de colher os frutos do seu trabalho (o seu a seu dono).
Boa sorte aos próximos responsáveis da escola pois tenho a certeza que vão encontrar boas condições de trabalho para melhorar a qualidade do ensino.
Julho 21, 2009 at 8:28 am
TRANSPARENCIA
(texto enviado pelo PCE a todos os professores da Escola João G. Zarco)
Caros colegas
Tal como tive oportunidade de expor na reunião geral de professores, do dia 23 de Junho, sempre pautei o exercício da minha actividade, de responsável pela gestão desta escola, por critérios de seriedade e transparência.
Como vos disse então…
Esta Escola mais uma vez cumpriu o seu fundamental papel… ENSINAR
De facto, não foram as formações anteriores que me permitiram gerir uma escola como esta, mas sim, o que aprendi no dia-a-dia com os professores, funcionários, alunos, colegas de gestão e com todos os actores que connosco interagem… (Pais, autarquia, empresas, etc…)
APRENDI quase tudo o que sei de gestão a gerir esta escola…
APRENDI assim, que a gestão obriga a RIGOR, EXIGÊNCIA, RESPEITO PELAS NORMAS…
Como vos disse então…
Decidi partilhar convosco, uma das mais difíceis decisões que tomei, pelo respeito que me merecem e por tudo o que aprendi no que respeita à partilha e à transparência – a decisão de pedir a impugnação do processo eleitoral para director desta escola, com base em algumas irregularidades processuais que detectei. Não, como vos disse então, porque pretenda alterar a decisão da escola de me substituir, mas para garantir que quem me suceda possa beneficiar da tranquilidade de ocupar um lugar, de enorme responsabilidade, com a garantia que tudo será realizado dentro do exigível rigor e fidelidade normativa… tal como qualquer “melhor escola” merece!
Não vos disse então…
Qual o teor do meu pedido de impugnação pois, entendi que o Conselho Geral Transitório merecia o respeito de não divulgar o que, em meu entender, eram actos irregulares enquanto não existisse uma resposta de algum responsável hierárquico sobre a validade da minha pretensão.
Não sabia então…
Que esta intencional e respeitosa omissão teria como consequência a abertura a uma tão grande especulação, quanto aos motivos da impugnação: “mau perder”, “apego ao poder”, “injustiça quanto aos motivos alegados”, “atentado à honra de membros do CGT”, etc., …
Sabia desde sempre…
Que o facto de ocupar diversos cargos, alguns de representação nacional, para os quais fui eleito (gostava de referir que não exerço qualquer cargo para o qual não tenha sido democraticamente eleito), me colocaria como alvo fácil para todos os tipos de ataques inclusivamente de âmbito pessoal e contra os quais nada se pode fazer… a não ser, mais uma vez SER TRANSPARENTE…
Assim, informo hoje…
Que, para todos os que pretendam aceder à informação, o meu pedido de impugnação ao processo eleitoral bem como documentos que o acompanharam se encontrarão disponíveis nos Serviços Administrativos.
Aceitem os meus mais respeitosos cumprimentos
José Ramos
Julho 21, 2009 at 12:12 pm
José Ramos
Esta prosápia está em muito mau Português, cheia de erros de pontuação… O discurso, para político, deixa a desejar… A retórica é pouco convincente: esse “TRANSPARENTE”, assim enfatizado, o esgotadíssimo argumento da teoria da conspiração e a generosidade de “partilhar convosco” aproximam-se do cenário tocante e beatífico da “lágrima no canto do olho”.
E, já agora, a Zarco está bem longe de ser a “melhor escola”…
Julho 22, 2009 at 11:25 am
Sr. Presidente do Conselho Geral Transitório e restantes colegas que dele fazem parte
Visto que não nos foi dada a palavra na vossa sessão de esclarecimento…cá estou! Desculpem a observação, mas estão todos amnésicos ou pensam mesmo que estamos todos muito distraídos? Como é que o colega José Rego vem dizer que precisou da intervenção de uma advogada para ficar a saber, no dia 29 de Junho, que o que estava por trás dos “estranhos” pedidos da DREN era um pedido de impugnação, se, no dia 23 de Junho, numa RGP, o Presidente do CE informa que impugnou o processo eleitoral? Mas o que se passa? Vão mesmo continuar a atirar-nos areia para os olhos?
Outra questão: para que elaboraram um regimento do CGT quando, conforme a vossa necessidade, o contornam, abrindo uma série de excepções (tudo com boa fé…claro!!). Para isso, nem precisavam de qualquer regulamento.
Finalmente, o colega José Rego falou em “pequenas imprecisões”. Meus caros, foram ilegalidades e, tratando-se da eleição do director de uma escola, por muito que vos custe, elas não podem existir.
Tenham paciência, nunca vi algo “transitório” durar tanto tempo! Já fizeram o que tinham a fazer? Já aprovaram, finalmente, o regulamento interno da escola? É que foi para isso que nós elegemos esta lista única que apareceu. Tenham mais dignidade e coloquem-se no vosso lugar. Queremos um Conselho Geral Definitivo que promova a eleição do futuro director, seja ele quem for.